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Um caça Su-35 pode ‘jammear’ mísseis AMRAAM?

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Pod de ECM Khibiny na ponta da asa de um caça Su-35

Segundo oficiais da reserva da Força Aérea dos EUA, os caças ocidentais têm um potencial calcanhar de Aquiles: os mísseis ar-ar de longo alcance AIM-120 AMRAAM podem não ser capazes de atingir uma aeronave inimiga, graças a novas técnicas de interferência de radar.

A questão veio à tona, pois as tensões continuam a aumentar com a Rússia e um potencial conflito entre as grandes potências é mais uma vez uma possibilidade — mesmo que seja remota.

“Nós —, o Departamento de Defesa dos EUA — não conseguimos métodos adequados para combater o ataque eletrônico por anos”, disse um oficial sênior da Força Aérea com ampla experiência no caça F-22 ao The Daily Beast. “Então, enquanto somos furtivos, temos dificuldade em avançar no Ataque Eletrônico para atingir uma aeronave inimiga, como um Sukhoi de fabricação russa, e nossos mísseis terão dificuldade em acertá-la”.

O problema é que muitos adversários potenciais, como os chineses e os russos, desenvolveram sistemas avançados de memória de radiofrequência digital (DRFM – digital radio frequency memory). Estes “jammers” (bloqueadores de radar), que efetivamente memorizam um sinal de radar de entrada e o repetem de volta para o remetente, prejudicam seriamente o desempenho de radares.

A ECM DRFM produz alvos falsos ao redor do caça protegido

Pior, esses novos bloqueadores essencialmente cegam os radares pequenos encontrados a bordo de mísseis ar-ar como o Raytheon AIM-120 AMRAAM, que é a principal arma de longo alcance para todos os aviões de combate dos EUA e da maioria dos aliados.

Isso significa que poderá ser necessário lançar vários mísseis para matar um caça inimigo, mesmo para um avião furtivo avançado como o Raptor. “Enquanto os números exatos de Pk [probabilidade de matar] são classificados, digamos que não vou conseguir matar esses caras um por um”, disse o alto oficial da Força Aérea. É o “mesmo problema” para caças americanos anteriores, como F-15, F-16 ou F/A-18.

Outro oficial da Força Aérea com experiência no novo caça furtivo F-35 Joint Strike Fighter concordou. “O AMRAAM teve algumas excelentes atualizações ao longo dos anos, mas no final, é uma tecnologia antiga e não foi realmente projetada contra o Ataque Eletrônico significativo de hoje em mente”, disse o oficial.

F-35 lança um AIM-120

O principal míssil ar-ar BVR do Ocidente, o AIM-120 AMRAAM, tem um buscador terminal de radar de banda X ativo usando um transmissor de estado sólido e um processador de freqüência de rádio incorporado. Os únicos comprimentos de onda em que o AMRAAM opera é a faixa de freqüência de banda X de 8-10 GHz, que é fácil de ser bloqueada pelos sistemas de ECM russos Sorbitsya com capacidade DRFM e os novos pods de bloqueio KNIRTI Khibiny carregados pelas variantes do Flanker.

O sistema de interferência KNIRTI L175M Khibiny M usa múltiplas técnicas, incluindo DRFM e spot-jamming, com as quais o AMRAAM é particularmente suscetível.

O bloqueio de DRFM (memória de radiofrequência digital) ou o bloqueio de repetição é uma técnica de repetição que manipula energia de radar recebida e retransmite-a para alterar o eco que o radar vê. Esta técnica pode mudar o alcance que o radar detecta, alterando o atraso na transmissão de pulsos, a velocidade que o radar detecta, alterando a mudança doppler do sinal transmitido ou o ângulo para o avião usando técnicas AM para transmitir nos lóbulos laterais do radar.

O recurso home-on-jam (HOJ) do AIM-120B/C/D funciona quando o receptor do míssil detecta sinais que não vieram do seu transmissor, e trava na fonte que os transmitem.

Buscador do AIM-120 AMRAAM

Mas o recurso HOJ não funciona contra o DRFM.

O DRFM usado no KNIRTI é mais avançado; o DRFM digitaliza o sinal recebido e armazena uma cópia coerente na memória digital. Quando necessário, o sinal é replicado e retransmitido. Sendo uma representação coerente do sinal original, o radar transmissor não será capaz de distingui-lo de outros sinais legítimos que ele recebe e processa como alvos.

À medida que o sinal é armazenado na memória, ele pode ser usado para criar alvos falsos por trás (bloqueio reativo) e à frente (bloqueio preditivo) do alvo destinado à proteção. O KNIRTI vai um passo adiante, gerando sinais que indicam uma distância falsa e localização para a orientação passiva no HOJ.

O bloqueio de ponto (spot jamming) ocorre quando um jammer foca toda a sua energia em uma única freqüência. Embora isso reduza severamente a capacidade de rastrear a freqüência bloqueada, um radar de agilidade de freqüência dificilmente seria afetado porque o jammer só pode bloquear uma freqüência por vez. No entanto, o AIM-120D só pode operar na faixa de freqüência da banda X.

Diz-se que o jammer KNIRTI L175M é um ECM efetivo contra os radares AESA mais avançados, portanto ele pode facilmente confundir a cabeça de detecção do radar do AMRAAM.

A Rússia também produz outros sistemas de ECM, um deles é o SAP 518, usado no Su-30 e no Su-34. O SAP 518 é da classe DRFM também e é produzido pelo KNIRTI (Kaluga Research Radio Engineering Institute).

O fabricante diz que ele opera na faixa de 2-18 GHz e também é feito para jammear mísseis ar-ar guiados por radar como o AIM-120.

Veja no vídeo abaixo um vídeo do fabricante, mostrando como jammer desvia o míssil guiado por radar, devolvendo ecos que fazem o míssil seguir um alvo falso.

Su-35S com pods de ECM Khibiny
Su-34 com pods de ECM Khibiny nas pontas das asas

Por dentro do ECM KNIRTI L175M Khibiny na MAKS 2017

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HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Essa matéria é igual aquela do “Su-24 que paralisou um Destroyer dos EUA”….rs!

Daqui a pouco aparece algum fanático a afirmar que os caças russos são imunes aos mísseis ocidentais, especialmente o AIM-120 AMRAAM. Ou então para afirmar que os pilotos ocidentais devem “aprender a se esgueirar de seis famílias de mísseis BVR e quatro de mísseis IR”

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Galante, A chance do AIM-120 acertar o alvo é a mesma do ECM russo em jammeá-lo. É 50/50. Achar que o AMRAAM tornou-se simplesmente inefetivo da noite para o dia, como aduz o texto, é sandice. Ademais não custa lembrar que apesar de ser o principal o AMRAAM não é o único míssil BVR do ocidente. Temos também o Meteor.

ARC
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ARC

Engraçado, acreditar num caça que vive dando problemas e que está com um bocado de limitações muitos fazem, mas acreditar num sistema que vem sendo aprimorado para contrapor as ameaças ocidentais não é certo, é fake news… Os EUA com toda certeza já devem estar desenvolvendo um novo meio para lidar com esse tipo de ameaça, pois não é de hoje que a Rússia trabalha sua estratégia bélica na reação (esperar as ações americanas no que cerne a armamentos e reagir criando o contraponto, ou contra medida) a questão é que na minha opinião está no que foi citado no… Read more »

Matheus Ugraita
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Matheus Ugraita

Que sensacionalismo barato…

Lucio Pinheiro
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Lucio Pinheiro

E se o missil for guiado até o SU por meio de outra fonte que nao o seu proprio radar ? Uma fonte maior, mais poderosa contra o jammer?

Ivanmc
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Ivanmc

Os fãs do Tio Sam hoje vão infartar e rasgar as fronhas com essas notícias.

donitz123
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Isso aí é um jogo de gato e rato mesmo. Os russos estão correndo atrás do tempo perdido (dentro do possível) e os americanos estão cientes disso.
.
Mas me parece mesmo que estão pedindo dinheiro para desenvolver um novo míssil

Ramon Grigio
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Ramon Grigio

O jogo de gato e rato continua, mas o mesmo deve valer para os Russos, afinal o ocidente não parou no tempo quando o assunto é ECM. Cabe dizer que vários vetores ocidentais possuem ainda iscas rebocadas que aumentam a capacidade de sobrevivência do vetor. Os Russos devem ter tido muito feedback dos seus clientes Árabes e Asiáticos mas décadas da guerra-fria. Seus clientes sofreram muito nas mãos das forças aéreas equipadas com vetores ocidentais com ECM no estado da arte. Os Mig-21 e 23 não possuíam interferidores internos e nem casulos compactos úteis em operações Ar-Ar. Esse aprendizado foi… Read more »

HMS TIRELESS
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HMS TIRELESS

Galante, não é torcida mas sim a realidade. O sensacionalismo está em achar que os Pod ECM russos serão 100% efetivos o tempo todo tal como o texto leva a crer. A mesma chance que o Pod russo tem de Jammear um AMRAAM é a mesma que o míssil, assim como o Meteor, têm de acertar o alvo. Mísseis erram o alvo assim como as ECMs falham em jammeá-los. E os oficiais da USAF estão corretos em reclamar afinal se uma ameaça aumenta de potencial nada mais justo que respondam à mesma não é!? E outra: Se o AMRAAM e… Read more »

Gabriel
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Gabriel

Nos conflitos recentes, IIG para frente, sempre que armamentos/equipamentos ocidentais enfrentaram armamentos/equipamentos russos (soviéticos antigamente) levaram vantagem, com raras e pontuais exceções.

Não sou eu que estou dizendo, é a história.

Mas não deixa de ser divertido que de tempos em tempos apareça uma noticia que algo extraordinário inventado pelos russos (agora também pelos chineses), capaz de suplantar o protagonismo americano no mundo.

Ivanmc
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Ivanmc

Gabriel 24 de julho de 2017 at 11:51
.
Russia e China são parceiros no desenvolvimento de tecnologias militares atualmente.

Bosco
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Bosco

Mesmo sendo repetitivo já que vou dizer o mesmo que disse quando saiu um post no Aéreo fazendo referência à tecnologia DRFM russa, se os mísseis BVR ocidentais são inúteis contra os caças russos pra que eles precisam ser supermanobráveis? E como se saem os mísseis russos contra a ECM ocidental que já opera ECM baseado na tecnologia DRFM há 20 anos? Até o pod Sky Shield da FAB opera por esse princípio que agora os russos alardeiam serem o “o” do borogodo? Sistemas de ECM baseado em interferência ativa precisa emitir na mesma frequência que o caça e mesmo… Read more »

Nikiti
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Nikiti

Ramon Grigio,
Sobre classe SARH R-27, por muitos anos se afirmou/afirma que os russos ainda o utiliza, por serem menos suscetíveis ao ECM, vide fraca capacidade do R-77 original frente contra medidas eletronicas e não aceitação. O que levou também a demora do aparecimento do *R-77-1 (izdeliye 170-1) nas forças russas e sua aceitação.

* Praticamente mesmo corpo do R-77 original… mas recheio novo.
Um Su-27SM3 com L175M Khibiny R-27EP nas asas e R-77-1 no central line na Syria

Abraço

alexandre
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alexandre

Os projetistas de mísseis podem até não concordar com os projetistas de ECM, mas a grande realidade é que os mísseis BVR tem um desempenho muito abaixo do esperado mesmo quando usado contra adversários sem ECM, é só procurar saber quantos abates BVR verdadeiros houve já história, muito pouco e invariavelmente contra caças obsoletos em ambientes pouco defendidos. A grande realidade é que esses mísseis BVR tem sido de pouca utilidade para abates além de 20km.

Flamenguista
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Flamenguista

HMS TIRELESS 24 de julho de 2017 at 11:22
Galante, A chance do AIM-120 acertar o alvo é a mesma do ECM russo em jammeá-lo. É 50/50

Se for 50/50, então o missil já perdeu seu valor militar, concorda?

Bosco
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Bosco
Roberto
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Caros amigos, este fanatismo de ambos os lados não leva a nada. Embora nunca saibamos o que aconteceu no caso do Burke, assim como a História é permanentemente manipulada, imagino que as melhores fontes são o Assange e o Snowden. Já vimos muitas versões sobre o desfecho da Guerra do Vietnã. Eu sou propenso a não acreditar nas versões do Pentágono, reforçadas pelos ethos sobre as lendas das armas de destruição em massa do Saddan, do Kim, de Kadhaffi, assim, eu menino nos anos setenta, ouvia entusiasmado durante seis anos a fio sempre no Natal, o Secretário de Defesa anunciar… Read more »

Bosco
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Bosco

Engraçado é que míssil BVR americano pra acerta caça russo a 80 km é uma panaceia, mas é natural um S-400 russo acertar um EA-18G a 400 km. Entendi!!!!

alexandre
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alexandre

Dentro da NEz de um míssil BVR, ou seja, dentro de um alcance em torno de 20/30km , dependendo se o inimigo está se aproximando ou fugindo, a manobrabilidade não faz muita diferença, mas quando a distância de disparo é maior que a NEZ, penso que é importante ter um caça ágil, pois cada vez que um míssil tem que mudar sua trajetória , ocorrer uma grande perda de energia. Além de que, os caças da família flanker já nasceram com manobrabilidade alta, numa época em que a tecnologia BVR não era tão desenvolvida, então por que mudar algo que… Read more »

Nikiti
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Nikiti

Na Ultima vez que os especialistas do ocidente falaram, que os russos estava 20 anos atrás em mísseis ar-ar e depois botou a mão sabemos o resultado. Não so isso, como os aviões do ocidente só chegarão ter um sistema de Rede/link superior aos Russo lá pro início dos anos 2000.
Esse papo que os russos estão atrasados sem prova…
E como se os russo tivessem entrado hoje no ECM, EW

Faltou a foto http://alert5.com/wp-content/uploads/2017/06/4413372_original1.jpg
Abraço

Tiago Jeronimo ☠ (@TiagoJL)
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Nada de novo, é a velha briga entre ataque e defesa, segue o jogo.

alexandre
Visitante
alexandre

Bosco, vale para os Russos tb, outro dia tive um debate com um peruano que dizia que a FAP tem misseis BVR com 140 km de alcance, disse a ele que alcance não significa abate e que contra um inimigo com ECM, os mísseis russos não teriam sucesso acima de 20/30km. Então não estou defendendo nem um , nem outro, estou somente argumentando com a realidade dos mísseis BVR, sejam ocidentais ou russos.

alexandre
Visitante
alexandre

Flamenguista, o tireless é só mais um torcedor do tio Sam, o desempenho histórico dos Aim 120 já é menor que 50 por cento, isso contra alvos sem ECM, imagine contra alvos com ECM, vai ser bem pior que os 50/50 .

Jacinto
Visitante
Jacinto

A fragilidade dos misseis guiados por radar ativo é conhecida desde sempre. É uma consequência da miniaturização necessária para fazer um míssil AA ter um tamanho compatível com um caça, miniaturização esta que se tornou ainda mais importante com o desenvolvimento das “baias internas” do F22 e do F35. Uma das solução para isso é o AESA que, em tese, tem mais resistência ao ECM do que radares ativos convencionais. Os japoneses já têm um míssil com seeker AESA em funcionamento (AAM-4B), mas que é grande demais para os padrões dos EUA (baias internas).

Wellington Góes
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Wellington Góes

Se o míssil se orienta por radar, a interferência eletrônica é mais do que possível.

ARC
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ARC

Acho que tudo depende dos cenários nos quais os componentes estão inseridos, é óbvio que tal “desvantagem” – ou se preferirem maior probabilidade de erro – ocorre no mano a mano, ou seja, quando um caça terá de enfrentar outro sem um auxílio maior, como de naves AWACS e afins, que obviamente mudariam o cenário (pra ambos os lados). Creio que a reclamação dos pilotos é devido a alguns fatores como baixa probabilidade de acerto para um único disparo e talvez a pior derrota em tal possibilidade, que é de “perder” a furividade devido ao disparo, que se ocorrer sem… Read more »

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

Bosco, tempo de reação quem tem que ter é o sistema de ECM, não o piloto. Até onde eu sei processadores atuais trabalham a bilhões de operações por segundo. O radar de um AMRAAM tem que ser ligado a mais de uma dezena de quilômetros de onde supostamente estará o alvo (se tiver operando sem datalink), caso contrário ele não terá tempo de corrigir a trajetória até o abate, até porque na velocidade terminal (Mach 2 ou 3) ele tem que ter tempo de fazer a manobra.

rustam bogaudinov
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HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Alexandre, você está fazendo o mesmo tipo de lambança que fazia ( e ainda deve fazer) lá no blog do Konner. Não tem argumentos então passa a xingar o interlocutor. Então a julgar pela sua brilhante “lógica” o AIM-120 seria absolutamente inefetivo contra a ECM russa certo? E o inverso, está valendo também?
.
Ps1: Já superou sua birra com o Chile ou você ainda acredita piamente que a Argentina mesmo sem força aérea é capaz de derrotar militarmente os chilenos?
.
Ps2: você melhorou seu português, parabéns…😉

Zmun
Visitante
Zmun

Tem gente que digita com uma mão e com a outra segura pom pom de líder de torcida.

ivo
Visitante
ivo

essa noticia é fantástica!!
vamos voltar ao romântico tempo dos canhões e metralhadoras……….

Bosco
Visitante
Bosco

Nikiti, São os russos que festejaram o DRFM em 2014 sendo que já existe no Ocidente pelo menos desde o início do Século XXI. Só o Brasil já utiliza os pods Sky Shields há pelo menos uns 10 anos. Quanto ao míssil russo que “assombrou” o Ocidente, realmente assombrou, mas mais genialidade e simplicidade e não por utilizar alguma tecnologia intergalática. O Ocidente já utilizava HMS há muito tempo e o seeker do R-73 era considerado primitivo (menos sensível e mais susceptível de sedução por flares) apesar dele ser apontado por capacete e ter supermanobrabilidade (essa sim eu concordo que… Read more »

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

“Tem gente que digita com uma mão e com a outra segura pom pom de líder de torcida.”
.
Cambada russófila que saiu lá do PlanoBarril (A.K.A Blog do Konner) que o diga! 😉

rustam bogaudinov
Visitante

HMS Неутомимый 24 июля 2017 в 13:31 ___ Leo se acalmar, eu entendo que você está passando – mas vezes menyayutsya, aqueles contos de fadas que você rasskazvali no Brasil de US-made super armas e coisas que eles fazem na Rússia acabou, como se você não queria Você novamente para recordar a história com o seu vice-presidente que estava na planta de Sukhoi em 2004 – não é interessante)) Empresa Exército russo na Síria mostrou o poder, eo poder de armas russas – Rosoboronexport e, portanto, simplesmente inundados com pedidos de exportação Sobre pod (Hibino), é uma realidade, tecnologia russa,… Read more »

Bosco
Visitante
Bosco

O Phanton já utilizava HMS para lançar o Sidewinder na década de 60 e 70. O sistema HMS soviético e o míssil R73 causou surpresa no Ocidente mas longe de causar pânico, como deve ter escrito o Spuniknews da época. rsrsss Tanto não causou que o desenvolvimento de um míssil de curto alcance com características semelhantes foi colocado no último lugar na lista de prioridades e só veio aparecer em 2005, salvo engano. Mas vale salientar que se formos colocar aqui o que foi feito no Ocidente e copiado mundo afora vai faltar tinta na máquina. A tecnologia DRFM que… Read more »

Luiz Trindade
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Luiz Trindade

Tá legal. Que existe informação e contra informação de ambos os lados existe sim e não tem como sabermos o que é verdade e o que não é verdade! Mas tb tem muita gente aqui que defende os equipamentos dos EUA no dente e nada mais presta nesse mundo! Devemos sim ver com cuidado e discernimento as notícias que vem dizendo que equipamentos de outras nações invalidam de outras, principalmente envolvendo Rússia x EUA. Mas tb acho e somente acho que os russos tem sim seus equipamentos equivalentes aos norte-americanos e que podem sim, encher o saco num conflito que… Read more »

Bardini
Visitante
Bardini

Jamming do míssil é a parte “fácil”, mas e o Datalink?

Juarez
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Juarez

Bosco, são as famosas tecnologias plug and play russas, sempre imbatíveis, pelo menos na propaganda. Daqui um tempo Israel dismistifica isto a moda antiga.

G abraco

RicardoNB
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RicardoNB

A suíte de interferência Khibiny-M é formada por uma seção de reconhecimento e outra de contramedidas. Os componentes do sistema Khibiny-M ao longo da fuselagem do Su-35S cobrem as bandas X e Ku, esta é a principal banda de atuação de radares e mísseis utilizados por caças. Os pods opcionais na ponta das asas cobrem as bandas S e C utilizada por radares de busca e aquisição em solo ou AWACS. A utilização de uma suíte de EW banda X e Ku diretamente na fuselagem do Su-35S permite a atuação contra aeronaves de caça e mísseis sem a necessidade do… Read more »

costamarques
Visitante
costamarques

O mundo é complicado rs… se gasta muito dinheiro para fazer uma maquina tão complexa, com componentes e construção complexa, para simplesmente explodir.

RicardoNB
Visitante
RicardoNB

Essa técnica alardeada já é utilizada há anos. Vale tanto para o Su-35S vs AIM-120 quanto para o F/A-18E vs R-77. Nem mais, nem menos.

Gallina
Visitante
Gallina

Galante, parabéns por ir ao ponto central. A capacidade de interferir na cabeça de guiagem dos mísseis é a discussão que atualmente importa. Por que ? Porque o radar AESA é e continuará sendo muito difícil de interferir. É uma das suas grandes vantagens. LPI, mudanças de parâmetros a cada pulso, e uma facilidade para enxergar no ruído, separar 0 de 1… Agora, quanto aos mísseis, a primeira questão é que, para interferir, devemos antes saber as frequências em que operam esses mísseis BVR. E estamos falando de poucos segundos, do tempo em que o míssil se torna pitbul até… Read more »

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

“Juarez 24 de julho de 2017 at 14:04
Bosco, são as famosas tecnologias plug and play russas, sempre imbatíveis, pelo menos na propaganda. Daqui um tempo Israel dismistifica isto a moda antiga.
G abraco”
.
Matou a pau Juarez! Simples e direto…rs!

Ivan BC
Visitante
Ivan BC

Eu sou absolutamente leigo nesse assunto, então vou fazer pipoca e ficar lendo os comentários dos amigos! Abraço!

horatio nelson
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horatio nelson

não creio q um missil com ligação datalink seja vulneravel ao ecm pelo q sei a ligação existe até o alvo ser atingido…neste caso o radar do caça não sofreria interferência do ecm…mais acredito q o ecm seja eficaz contra misseis “dispare e esqueça“

Nikiti
Visitante
Nikiti

Bosco, não vi onde os russos festejaram DRFM! Em todos blogs ou Forums sérios ou em reportagem até vinculados aos militares americanos é explorado e reconhecido a evolução e certa vantagem russa no ECM! Tem umas matérias excelente sobre a Crimeia e Síria. Vamos supor que a Russia só veio a ter DRFM em 2014, porque é impossível garantir o momento que eles passaram a estuda-la e dominar ela. Então falando de forma simples… Ela correu 14anos atras e superou agora. Possuir uma tecnologia antes, não é certeza de estar na frente sempre… vide R-73/aim-9X. Exemplo o AIM-9X só conseguir… Read more »

Guilherme Lins
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Guilherme Lins

tecnologia existente no ocidente desde a decada de 80. O fato é que muitos agem apenas pelo impulso da torcida, como ja dito, para eles é impensável míssil BVR americano abater flanker a 80km, mas é normal um S-400 conseguir abater f-15 a 400 km de distancia.

HMS TIRELESS
Visitante
HMS TIRELESS

Nikiti 24 de julho de 2017 at 14:17

Podem até ter obtido uma certa paridade, mas certa vantagem não…..