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F/A-18F Super Hornet da Austrália receberão upgrade

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F/A-18F Super Hornet da Royal Australian Air Force

O Departamento de Estado dos EUA aprovou uma possível venda militar estrangeira para a Austrália para atualizações das aeronaves F/A-18F Super Hornet. O custo estimado é de US$ 101,4 milhões. A Defense Security Cooperation Agency entregou a certificação exigida notificando o Congresso desta possível venda em 10 de julho de 2017.

O Governo da Austrália solicitou a possível venda de trinta e dois (32) sistema de rádio tático comum do sistema de distribuição de informações multifuncionais (MIDS JTRS) com quatro canais simultâneos de rede múltipla (CMN-4) e trinta e nove sistemas de contramedidas (39) AN/ALQ-214A (V)4.

Segundo o Departamento de Estado, a venda proposta melhorará a capacidade da Austrália nos atuais e futuros esforços de coalizão. Este equipamento ajudará a Royal Australian Air Force a se comunicar melhor e proteger suas aeronaves F/A-18, e a adição do MIDS JTRS alcançará o objetivo de tornar as aeronaves americanas e australianas mais interoperáveis ​​quando apoiarem forças operacionais.

O MIDS JTRS
Tactical Networking MIDS JTRS (clicar no gráfico para ampliar)

 

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Paulo Jorge
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Paulo Jorge

Olhem o preço do pequeno “up grade” em algumas poucas dezenas de SH…
Quem deseja se proteger de verdade não brinca em serviço e nem voa equipamento obsoleto por voar.
Parabéns aos australianos.

Sds

Antonio de Sampaio
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Antonio de Sampaio

A China é logo ali.. quem tem, tem medo…

Ramon Grigio
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Ramon Grigio

OFF
Falando em upgrades, a FAB só possuí P4 ou também há em inventário o P5? E o Derby? Há intenção de adquirir a versão melhorada do mesmo?

Acredito que o exercício conjunto com a USN em 2015 deve ter trazido um bocado de conhecimento das limitações dos nossos aparelhos em relação ao F/A-18C/E…
A perna curta do Derby deve ter “custado muito” a FAB nesses treinos…

Antonio de Sampaio
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Antonio de Sampaio

Também não exagera, né Bile… convenhamos que “gastar” 100 milhões em defesa e considerar isso algo grandes coisas é mesmo querer forçar a barranca… nada que já não estejamos acostumados, mas as vezes não fica legal.
Os 20 A-29 custaram U$ 425 milhões de dólares ao Afeganistão…
Mas é isso, outra coisa que acrescento é a eterna dependência assumida aos norte americanos. Devem achar que na hora do perrengue, a sétima cavalaria vai baixar por lá…
Sei não..

Antonio de Sampaio
Visitante
Antonio de Sampaio

Ramon Grigio 17 de julho de 2017 at 14:45 Reza a lenda que o BVR da FAB será o Meteor, já teriam sido adquiridos no pacote do Gripen. Creio que os Derbys, nem serão homologados para os F-39, este usará apenas o Meteor como BVR. Com a chegada dos Gripen com seu radar AESA, IRST, satélite e comunicação geo estacionário, data link e tudo, creio que vamos dar um enorme salto no combate aéreo.. por aqui nestas paragens, não tem nada parecido. O KC-390 também vai dar uma força enorme… no final das contas, o que importa mesmo é ter… Read more »

Gallina
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Gallina

Ramon Grigio 17 de julho de 2017 at 14:45 Eu falei desse exercício entre a Navy e a FAB num post hoje (segue abaixo pela pertinência). Na época, cheguei a especular que seria o disparo do AIM-120C7 além da distância recomendada. Mas não. Muito, mas muito provavelmente, foi simulado o AIM-120D, dentro dos parâmetros ideais desse míssil; ou seja, lá na casa das 40-45 nm. Se… se os sensores de hoje realmente não permitirem a identificação na distância de lançamento do Meteor (60-65nm, acredito), então a aquisição do i-Derby seria sim interessante, mesmo porque o custo é dito ser bem… Read more »

Gallina
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Gallina

Coloquei aspas na parte (colacionada) do outro post, mas faltou separar… De qualquer modo, o post copiado começa em: “Um mea culpa. Faltou eu especificar…”.

Gallina
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Gallina

Antonio de Sampaio 17 de julho de 2017 at 14:59
Para aprender: poderia especificar quais os acréscimos que o satélite geo estacionário traria para a capacidade de combate do Gripen ?

Ivan Recife
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“O Departamento de Estado dos EUA aprovou uma possível venda militar estrangeira para a Austrália para atualizações das aeronaves F/A-18E/F Super Hornet.
.
Acredito que todos os 24 (vinte e quatro) Super Hornets australianos em operação são da versão de dois lugares F/A-18F. A nova encomenda seria para uma dúzia de EA-18G Growlers.
Assim sendo, não há ou haverá Super Hornet monoposto – versão E – na RAAF.
.
Sds.,
Ivan, o chato. 🙂

Antonio de Sampaio
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Antonio de Sampaio

O Jotinha fez demonstração hoje na Nigéria. Potencial.

Antonio de Sampaio
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Antonio de Sampaio

Perdão, Argélia.

Leandro Costa
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Leandro Costa

Bem, a sétima cavalaria já pintou por lá quando a Australia estava com praticamente todo seu exército em outro continente. Acho que pintariam de novo com bastante facilidade…

Ivan Recife
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comment image
.
O mapa da Oceania, com a Austrália e seu entorno.
Importante para entender as opções australianas.
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Sds.,
Ivan, o mapento.

Ivan Recife
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https://www.lib.utexas.edu/maps/middle_east_and_asia/easia_oceania_92.jpg
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Outro mapa mostrando a posição da Austrália entre o Pacífico sul e o Oceano Índico Oriental, com todos as ilhas – grandes e pequenas – da Oceania ao norte.
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Observem que as passagens entre mais ao sul entre o Pacífico e o Índico estão próximas à Austrália, exceto talvez o Estreito de Malaca, dominado por Cingapura, Malásia e Indonésia.
.
Hoje, todo o petróleo que vai do Oriente Médio para o sudeste e leste da Ásia passa por aquelas águas estreitas e populosas.
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Sds.,
Ivan, o mapento.

Adriano R.A.
Visitante
Adriano R.A.

Confesso que não vi nada sobre Meteors na FAB, mas posso estar errado. Estava achando que integrariam o Derby.

Ivan Recife
Visitante

Para quem ainda não se tocou onde fica o Estreito de Málaca:
http://www.suacidade.com/sites/default/files/images/estreito.jpg
.
Sds.

Ivan Recife
Visitante

Acredito que os mapas oferecem uma visão da importância da posição australiana naquela esquina do mundo, bem como a sua necessidade de operar em conjunto com as forças dos Estados Unidos da América, notadamente US Navy. . Ao observarmos com atenção a compra em tela, ” trinta e dois (32) sistema de rádio tático comum do sistema de distribuição de informações multifuncionais (MIDS JTRS) com quatro canais simultâneos de rede múltipla (CMN-4) e trinta e nove sistemas de contramedidas (39) AN/ALQ-214A (V)4″, percebemos que se trata de um esforço da RAAF, US Navy e US Marine para operar em conjunto… Read more »

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Oficialmente, conforme divulgado pelo MPF, o contrato de compra de mísseis da FAB junto à SAAB, contempla apenas: A-Darter e Iris-T.
Também comprou bombas Spice 250 e 1000 pods Reccelite 2 e Litening G4 no pacote.
Meteor, por ora, só nos sonhos da FAB e dos entusiastas.

Antonio de Sampaio
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Antonio de Sampaio

Rafael Oliveira 17 de julho de 2017 at 18:35 Tá lendo muito o tuiter do Dalagnol, parceiro. Não gostaria de dizer, apenas deixei no ar, mas a compra dos Meteor para o Gripen já é dada como certa desde o começo, e faz parte do contrato, a própria maquete do Gripen BR expõe o Meteor, não estaria ali a toa, isso também já foi afirmado por gente da FAB que faz parte do COPAC, não lembro se pela boca de um coronel ou brigadeiro. És tão bem informado, que coloca no mesmo balaio o contrato de compra do Gripen, o… Read more »

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Antonio de Sampaio, . Nem tenho twitter, para dizer a verdade, e, até onde eu sei, o Dalagnol não tem nada a ver com a investigação da compra do Gripen. . A FAB contratou a SAAB para fornecer esses armamentos, em vez de comprar dos respectivos fabricantes, acredito que em razão da facilidade de assinar apenas um contrato para todos os armamentos e da necessidade de integrar o armamento ao caça e homologá-lo. Não é algo trivial que pode ser feito por qualquer empresa – aliás, nem mesmo pelos fabricantes dos mísseis. Quem disse que o contrato foi fechado com… Read more »

Paulo Jorge
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Paulo Jorge

Independente do tipo de arma escolhida para equipar os Gripens, nada fará sentido se o quantitativo não for suficiente para dar algum suporte mínimo. Não adianta fechar a compra de 70 meteors para 36 Gripens. Na teoria pode parecer suficiente, mas na prática não é nada. Normalmente, o pacote de armas é tão caro quanto a compra das aeronaves. O fato é que nunca vimos a FAB gastar de uma só vez quantia vultosa em armas aéreas. A tendência é alguma aquisição minimalista de mísseis de ponta e adoção ostensiva de mísseis de gerações anteriores. Na torcida para que ocorra… Read more »

Juarez
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Juarez

Rafael Oliveira 17 de julho de 2017 at 18:35

Oficialmente, conforme divulgado pelo MPF, o contrato de compra de mísseis da FAB junto à SAAB, contempla apenas: A-Darter e Iris-T.
Também comprou bombas Spice 250 e 1000 pods Reccelite 2 e Litening G4 no pacote.
Meteor, por ora, só nos sonhos da FAB e dos entusiastas.

Prezado Rafael, acho pouco provável a FAB já ter adquirido o A Darter, uma vez que ele não existe “tecnicamente”, não está ainda homologado. Segundo a mãe Dinah, a FAB adquiriu uma quantia “X” de algumas dezenas de Meteor.

G abraço

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Caro Juarez,
Comprar, no sentido de entregar o dinheiro e pegar o míssil, não comprou
Digo comprar no sentido de assinar o contrato de compra. No contrato da FAB com a SAAB deve estar prevista a compra de determinado número de A-Darter e sua integração. E alguma previsão para o caso disso não ser possível (míssil não sair do papel) ou desejável (míssil não acertar nem um 747 a 1km).
Quanto ao Meteor, quando for divulgado o contrato ou o míssil for pendurado na asa de um Gripen brasileiro, eu acredito na Mãe Dinah rsrsrs.

rinaldo nery
Visitante
rinaldo nery

Também ouvi do Meteor. Salvo melhor juízo, só ele pra fazer frente aos SU-30 da Venefavela.
Sobre o dissimilar com a NAVY, sim, eles empregaram o AIM-120D lançando a 40NM. O F-5EM perdeu todos os combates BVR por conta da pequena lança do DERBY. Isso já era sabido, mas valeu o aprendizado.

Antonio de Sampaio
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Antonio de Sampaio

Paulo Jorge 17 de julho de 2017 at 21:36 Amigo, o problema é que as nossas “hipóteses de guerra” são muito remotas, e uma guerra, não começa do dia para noite, há que existir primeiro a chamada “hipótese de guerra’, e demora um pouco até que a guerra comece de verdade. Então entre uma hipótese de guerra e a guerra em si, é possível que um país adquira mais equipamentos bélicos para uso em combate e tome outras providências. E quero crer, que o Brasil tem muita coisa entocada, muita mesmo… outro dia me deparei com uma MOAB, isso mesmo,… Read more »

Bosco
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Bosco

Gallina,
Respondi a você no post sobre os mísseis chineses. Dê uma passada lá.
Um abraço.

Antonio de Sampaio
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Antonio de Sampaio

rinaldo nery 17 de julho de 2017 at 22:22
Chegou o Nery, eu iria fazer referência ao Nery para falar do Meteor, mas não quis me arriscar a cometer um erro e ainda por cima envolver o nome de um terceiro.
Salvo engano, li do próprio Nery, que o Gripen não seria certificado para o Derby, ficando este apenas para os F5M, e que o BVR do Gripen seria o Meteor.
É isso… vamos aguardar…
Aproveito para que se alguém souber um pouco mais da nossa MOAB, que traga mais informações, deve ter sido lançada em Cachimbo.

rinaldo nery
Visitante
rinaldo nery

Não fui eu quem falou sobre não certificar o Derby. A bomba foi lançada em Cacchimbo, pois só lá testamos nossos armamentos. E faz tempo…
O Presidente da COPAC hoje é o Brig Bonotto, Jambock, meu companheiro de ECEMAR em 2005.

Zmun
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Zmun

Pegando o gancho (e saindo totalmente do tópico, desculpem), aquela história do buraco no Cachimbo nos anos 80… Alguns dizem que o buraco foi usado, outros dizem que buraco é virgem… Tem um monte de “estórias” na internet, de que houve registro de tremores, aeronaves americanas nos visitando, e por aí vai. Que o buraco existiu ninguém duvida, mas teria ele sido usado para testes?

Bruno
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Bruno

No domingo aéreo da AFA ano passado e se não me engano também no ano retrasado, tinha uma barraquinha vendendo um bordado do Meteor já todo estilizado com emblema da FAB bandeira do Brasil e etc, tudo bem, bordado qualquer um faz do jeito que quer e vende, mas e ai, se não escolheram e não compraram “ainda” o Meteor, porque já tem propaganda por ai? Detalhe, eu nunca fui em nenhum evento na AFA (infelizmente), só vou sempre no domingo aéreo do Campo de Marte, esse fato que descrevi acima eu vi em fotos, vou procurar aqui o tal… Read more »

Rafael Oliveira
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Rafael Oliveira

Na matéria do Typhoon e da Brimstone, foi feito o seguinte comentário elucidativo:
“Manuel Flávio 18 de julho de 2017 at 1:37
No tocante ao Meteor:
O Brig Crepaldi, em entrevista à revista Air Forces Monthly, edição de julho de 2016, na página 11, citou os armamentos requeridos pela FAB para o GripenNG, dentre eles estava o Meteor. No caso deste míssil estava à espera de fundos para a assinatura do contrato (o Meteor foi negociado à parte, não estava no pacote de USD 246 milhões). “

Antonio de Sampaio
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Antonio de Sampaio

Jotinha voltando pro Brasil.

Antonio de Sampaio
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Antonio de Sampaio

Decolando da Ilha do Sal. Jota no ar.

Gallina
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Gallina

Bosco 17 de julho de 2017 at 22:24 Bosco, vou responder por aqui, porque o outro tópico já sumiu. Vamos combinar o seguinte: esqueça teoria e vamos ver a prática de lançamento desses mísseis. Na teoria, os mísseis da geração anterior tinham um alcance propalado de 80, 100 km, até mais. Só que não esse dado de folder era para parâmetros generosos. Por exemplo, caça a mach 1.5 a 50.000 ft… E com o caça inimigo sem realizar mudanças de direção… Ou seja, algo irreal. Na prática, para a geração de Derby, MICA, AIM-120C, esse alcance ia das 20 às… Read more »

Juarez
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Juarez

afael Oliveira 17 de julho de 2017 at 21:56 Caro Juarez, Comprar, no sentido de entregar o dinheiro e pegar o míssil, não comprou Digo comprar no sentido de assinar o contrato de compra. No contrato da FAB com a SAAB deve estar prevista a compra de determinado número de A-Darter e sua integração. E alguma previsão para o caso disso não ser possível (míssil não sair do papel) ou desejável (míssil não acertar nem um 747 a 1km). Quanto ao Meteor, quando for divulgado o contrato ou o míssil for pendurado na asa de um Gripen brasileiro, eu acredito… Read more »

Juarez
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Juarez

Juarez 17 de julho de 2017 at 21:42 Já te falei gaúchão, abraça a carreira que escolheu, é melhor assim, não adianta ficar choramingando pelos corredores e mal dizendo o contra cheque, o soldo é aquele mesmo. O cidadão, em primeiro lugar, não estou na ativa faz tempo, não te dou confiança para me chamar de gauchão, e vou te dar um conselho: Sej á quem tu fores, Maria do Carmo Lacoste, Antonio Sampaio, ou qualquer destes bundas moles pagos para trolar besteiras e poluir tópicos. Quando e se tu tiveres pelos menos dois miolos no cérebro(tenho que sérias dúvidas… Read more »

Juarez
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Juarez

Galina, eu acredito que eles não deve pelo menos por agora iniciar quqaluer processo de homologação do Derby em função dos custos de ensaio, pois a FAB aproveitou que os Suecos fariam os ensaios com Iris T e Meteor.

G abraço

Bosco
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Bosco

Galina, Sem querer me alongar no assunto mas então os “rapazes” dos mísseis não estão acompanhando os “rapazes” dos radares porque hoje os radares PESA e AESA expandiram muito o alcance de detecção de ameaças. Mesmo sendo conservador é razoável supor que um radar de um F-22 pode detectar um Su-27 no triplo desse alcance prático do AIM-120D e tendo que chegar tão perto para lançar um míssil (45 nm) ele praticamente se desnuda frente ao IRST do caça russo. Outro fator é que é sabido que o Phoenix na década de 70, mais especificamente em 1973, obteve interceptações confirmadas… Read more »

Bosco
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Bosco

correção: “a 44” = “há 44 anos”

Gallina
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Gallina

Bosco 18 de julho de 2017 at 18:55 Sim Bosco, chegamos a outra questão correlata. Há sim uma diferença entre o alcance de detecção pelo radar do caça e o alcance do míssil. Inclusive isso está no próprio artigo que você citou. Veja que há uma parte que cita que o caça poderia ver a mais de 100 milhas mas poderia matar a apenas 40. E sobre o Phoenix, esse teste foi feito contra qual alvo ? Garanto que o alvo não manobrava muito… Bosco, o Phoenix foi feito para interceptar bombardeiros lentos e quase nada manobráveis, e mísseis. Agora,… Read more »

Bosco
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Bosco

Galina,
Valeu!
Só de curiosidade, o alvo era um BQM-34E Firebee.
Um abraço.

Bosco
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Bosco

Só um adendo Galina, em momento algum eu citei que devia haver correspondência entre o alcance do radar e o do míssil. Não há dúvidas quanto o alcance do radar ter que ser maior. O meu ponto é que para que todo o potencial do AESA possa ser utilizado houve a necessidade de ampliar o desempenho dos mísseis de forma equivalente. No meu modo leigo de ver a diferença seria em torno de 2x em favor do radar para um “alvo caça”, com RCS de 5 m² que é geralmente o parâmetro utilizado nos “folhetos” dos fabricantes de radar. No… Read more »

Gallina
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Gallina

Bosco 18 de julho de 2017 at 21:23
Uma hora dessas alguém me explique, por gentileza, como funciona o ar-terra… rsrs Quais as distâncias normais de lançamento com uma bomba Spice (ou similar); se o caça continua dando aquela “subidinha” já perto do alvo para lançar e depois voltando para a baixíssima altitude; a diferença prática e a diferença entre a bomba planadora e o míssil ar-terra; enfim…
Abraços

Gallina
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Gallina

Um complemento: o que eu citei serviria (se correto) para explicar, também, a razão de sempre se dizer que o que vale é o radar do caça, independente da questão da RCS do adversário. Claro que se a RCS do outro caça for gigantesca, coisa de uma ordem de magnitude maior, haveria consequências. Mas, pelo menos entre caças com RCS na mesma ordem de magnitude, prevaleceria o caça com maior alcance radar.
Por fim, e mais importante, faltou também explicar que essa informação de longo alcance normalmente seria dada por meio externos: radares em terra (GCI) e AEW&C.
Abraços