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Força Aérea de Israel compra Boeing 707 da FAB

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Segundo o site Jerusalem Post, a Força Aérea de Israel comprou um Boeing 707 da Força Aérea Brasileira para usar como fonte de peças de reposicão como parte de uma grande atualização de sua frota de aviões tanque.

O avião foi comprado há vários meses em um contrato no valor de US$ 410 mil, de acordo com o Ministério da Defesa.

As aeronaves de reabastecimento da IAF Re’em (Boeing 707), muitas próximas de 60 anos de idade, são necessárias para missões de longo alcance.

Sem o reabastecimento de ar, os jatos só podem chegar muito longe “, disse um oficial sênior ao Jerusalem Post no Esquadrão de Re’em, durante uma visita à Base Aérea de Nevatim, a sudeste de Beersheba.

Acredita-se que o Ministério da Defesa esteja considerando alugar aviões-tanque Boeing KC-46A para substituir os 707, mas eles são considerados relativamente caros .

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Mosczynski
Mosczynski
2 anos atrás

Um exemplo para a MB seguir: o negócio é vender velharia e não comprar como fez com aqueles C-1A Trader.

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
2 anos atrás

Se for verdade, ótimo!!

Alguém sabe dizer como anda o Projeto KC-X?? O projeto de compra de B767 para conversão carga\tanque.

Antonio Ribeiro
Antonio Ribeiro
2 anos atrás

Ue, mas todos foram destruídos… so o 04 que em tese sobreviveu

Lucas Schmitt
2 anos atrás

Este não é o Boeing que está emprestado a FAB?

Gustavo
Gustavo
2 anos atrás

Se o custo de operação do KC-390 for verdadeiramente baixo, preferível cancelar o KC-X e comprar mais umas 4 unidades do 390 e deixa-las prontas para REVO, somente. Ao menos reduziria mais um vetor diferente reduzindo os custos totais.
Quanto a venda do 707, muito bom, uma pena o valor ser tão baixo. Mas é o valor…
Nada da venda dos Mirage 2000 tb? Nem Peru interessa sera? Como fonte de peças?

Clésio Luiz
Clésio Luiz
2 anos atrás

Gustavo, são categorias diferentes de aeronaves. Um 767 voa muito mais longe e transfere muito mais combustível que um KC-390. A FAB tem sim necessidade de um vetor dessa categoria.

Jr
Jr
2 anos atrás

Gustavo, o valor é por ai mesmo, a FAB tem que agradecer que alguém se interessou pela aeronave, fora que além desses 410 mil dólares, a IAF vai gastar mais alguns trocados para levar a aeronave para Israel. Pelo câmbio atual esse valor daria para os cofres da FAB mais de 1 milhão de reais, nada mal para uma aeronave que ficaria encostada em algum lugar, pegando poeira e que não seria mais utilizada.

wwolf22
wwolf22
2 anos atrás

e como ficou os dois Boeing que israel iria transformar em reabastecedores para a FAB ??

Zmun
Zmun
2 anos atrás

Realmente os israelenses estão com muita pressa em reforçar sua frota de tankers…

Wellington Rangel
Wellington Rangel
2 anos atrás

Podiam testar um KC-390 desses… 🙂

Tallguiese
Tallguiese
2 anos atrás

E a dó que da em ver os mirage 2000 jogado pelos cantos sem ninguem se interessar por eles! Olha a ideia, fazer um acordo comercial com a Agentina em troca dos M-2000. Os ermanos so precisariam desembolsar uma grana pro franceses colocarem para voar somente… Olha as ideias. É muita dó mesmo.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
2 anos atrás

Tallguiese, “só precisariam desembolsar uma grana pro franceses”. Não sairia nada barato. Com a grana daria para comprar caças mais novos. Ninguém será louco de comprar nossos M2000 para colocá-los de volta para voar. No máximo, alguém comprará para retirar peças – e olhe lá.

Nonato
Nonato
2 anos atrás

Fonte de peças?
Sinceramente não entendo.
Os aviões deles têm 60 anos.
O nosso não deve ser novo.
Vão usar que peças? Motor?
Freios?
Fiação?
Software? Aviônicos? Fuselagem?
Assentos?
Luminárias?
Luz de freio? Para brisas?
O bom é que compraram. Mas saiu muito barato.
Já nós só pagamos de 50 milhões para cima…

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
2 anos atrás

Pessoal,

Não podemos misturar as coisas!

As peças do 707 são muito procuradas por ai. Já os Mirage 2000, além de serem da primeira versão, são muito caros para operarem hoje.

Além de que, acho que existem cláusulas de salvaguardas entre o brasil e a França sobre a venda desses aviões. Não pode ser pra qualquer um e o governo francês tem que autorizar.

Me corrijam se falei alguma asneira!!!

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
2 anos atrás

caraca! Escrevi Brasil com minúsculo!!!

Tallguiese
Tallguiese
2 anos atrás

Tudo bem eu entendi que os M_2000 são caros de manter, mas que da dó isso dá! E os F103? Ja foram espetados todos? Desculpa gente o desapego é dificil viu!

Marcelo Andrade
Marcelo Andrade
2 anos atrás

kkkk acho que sim Tallguiese!! No MUSAL, aqui no RJ, temos um Mirage 3 e um Mirage 2000, lado a lado, bom para fazer várias comparações!! Na BAAN tem um exemplar do III pintado como chegou em 1972, ficou preservado assim, dentro do hangar, com míssil e tudo, muito bonito o alumínio polido.

Marco
Marco
2 anos atrás

Tallguiese, assim como na BAAN, aqui em Guaratinguetá na Escola de Especialistas também tem um IIIDBR dentro do hangarete como se estivesse no alerta. Muito bonito mesmo!!

Walfrido Strobel
2 anos atrás

Para quem ainda tinha uma esperança de o ver KC-767 voando nas cores da FAB, a IAI ja retirou o sistema REVO e o primeiro avião que seria nosso foi comprado por uma empresa Canadense para transporte de carga, agora o Brasil vai ter que pagar a multa rescisória para cobrir a instalação e desinstalação dos sistemas REVO.
. https://m.planespotters.net/airframe/Boeing/767/27135/C-FMIJ-Cargojet-Airways

Walfrido Strobel
2 anos atrás

Aqui em um voo de teste com o sistema “flying boom” instalado.
. https://www.jetphotos.com/photo/7878855

Paulo Jorge
Paulo Jorge
2 anos atrás

Estão certos e cuidam dos equipamentos usando até o osso ao invés de sucatear precocemente.

André Bueno
André Bueno
2 anos atrás

Gustavo 13 de julho de 2017 at 12:08

Se não me engano os KC-390 são permanentemente “K”. Os Hércules é que precisam de conversão para a missão.

Satyricon
Satyricon
2 anos atrás

Prezado Walfrido, não existe no inventário da FAB um único vetor que seja reabastecido pelo sistema “flying boom”. O sistema usado na FAB é o “probe and drogue” (F5, A1, F39 e agora KC390). Portanto, qual seria a intenção de instalar-se tal sistema numa aeronave supostamente destinada à FAB? Corrijam-me se eu estiver enganado, mas as especificações do KCX pediam dois pods de asa e um sistema de fuselagem central (FRU – fuselage refueling unit), todos “probe and drogue”. Exemplo: http://www.airforcesreview.com/news-article/2011/03/25/144/First-Airbus-Military-A330-MRTT-for-RAF-displays-its-three-point-refuelling-capability-.html A propósito, esse contrato com a IAI, alguém tem posição concreta?

Walfrido Strobel
2 anos atrás

Satyricon, a itália tambem não tinha nenhum avião a ser reabastecido com “flying boom” e optou por um KC-767 com os dois sistemas, tudo bem que por ser da OTAN poder ter a necessidade de er os dois sistemas. Mas apesar de na época ser dito que o Brasil optou por 3 cestos, o cesto central para abastecer o KC-390 poderia ser na ponta do flying boom. Ja foi dito as duas coisas nos debates, que teria flying boom para reabastecer aviões em coalizão e que não teria. Como um avião destes é para ser utilizado por uns 30 anos,… Read more »

Wellington Góes
Wellington Góes
2 anos atrás

O desenvolvimento e aquisição do KC-390 não inviabiliza a necessidade de se adquirir aeronaves de transporte de tropas e carga com capacidades estratégicas (maiores volumes/peso a maiores distâncias/alcance).

Wellington Góes
Wellington Góes
2 anos atrás

Diversas forças aéreas da Europa operam KCs equipados com Flying Boom, mesmo sem possuir está necessidade em suas aeronaves e nem por isto deixam de usar o mesmo sistema para abastecimento Drogue and Rose. . A França, por exemplo, usa os seus KC-135 FR com equipados com Flying Boom, mas com mangueira e cesto instalado na ponta do sistema. Na hora que é preciso fazer operações de apoio à aeronaves de países que operam com sistemas Flying Boom, os franceses retiram o adaptador de mangueira e cesta. . No caso FABiano, acho essa possibilidade de uso do sistema Flying Boom… Read more »

Satyricon
Satyricon
2 anos atrás

Strobel, já vi reabastecimento à partir de cesto colocado na ponta de flying boom, mas não consigo entender sua aplicação prática, visto que os pods fazem o mesmo, por muito menos. Se alguém souber, por favor me esclareça.
A meu ver, no caso da FAB, trata-se de um gasto desnecessário. É um item caro, de manutenção idem, que não se justificaria apenas para operações “em coalizões”. Mas já estive errado antes.

E afinal, esse contrato, foi cancelado, suspenso, ou o que? Alguém saberia?

Acho-o imprescindível.

Satyricon
Satyricon
2 anos atrás

Prezado Wellington, SE um dia chegarmos a operar F35 ou C17, imagino que seja possível re-enviar tal reabastecedor à Israel para incorporar o tal flying boom, assim como aventa-se agora, não?

Junior Marchi
Junior Marchi
2 anos atrás

Tallguiese 13 de julho de 2017 at 15:02
Tudo bem eu entendi que os M_2000 são caros de manter, mas que da dó isso dá! E os F103? Ja foram espetados todos? Desculpa gente o desapego é dificil viu!

Aqui em Araras tem um espetado em frente ao ginásio de Esportes, dá uma dó ver ele lá todo desbotado.