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Embraer KC-390 pousa na Nova Zelândia

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KC-390

O cargueiro militar Embraer KC-390 pousou hoje por volta das 7:00 PM (hora local) em Auckland na Nova Zelândia, vindo de Brisbane na Austrália.

A nova aeronave brasileira continua sua saga de apresentação para clientes potenciais depois de participar do Paris Air Show, passar pela Suécia, percorrer o Oriente Médio, Índia, Malásia e dois centros australianos.

Segundo informes locais, a Nova Zelândia tem cerca de US$ 1 bilhão para gastar na renovação do seu transporte aéreo e frota VIP na próxima década e terá que substituir o C-130 Hercules no início da próxima década.

Várias outras aeronaves estão sendo analisadas, incluindo o mais recente modelo do Hercules da Lockheed Martin, um novo modelo da Kawasaki do Japão e o novo gigante A400M da Airbus.

Tela do Flightradar24 mostra o trajeto do KC-390 da Austrália para a Nova Zelândia
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kfir
kfir
3 anos atrás

o simples fato de voar por todo o globo, em si só já é forte propaganda, e exibição de músculos, pois a Embraer mostra a confiabilidade e maturidade do projeto… PRONTO PARA A MISSÃO!

Bueno
Bueno
3 anos atrás

Bom dia!
Chegou a registrar Velocidade de 556 nós acima dos 980km/h, estão levando a maquina a exaustão

ivo
ivo
3 anos atrás

novo post graças a Deus…………

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
3 anos atrás

Essa é a primeira concorrência, de fato, a ser disputada pelo KC-390, dado que no Canadá ele não preencheu o requisito de estar operacional ao tempo da disputa. . No caso da NZ, há plenas condições do KC-390 ser avaliado e entregue nos termos exigidos. A entrega da primeira aeronave é exigida em fevereiro de 2020 e para a Capacidade Operacional Inicial (COI) a seguir um ano depois. A capacidade operacional final (FOC) para a nova aeronave deve ocorrer até 20 de fevereiro de 2024. A primeira aeronave de substituição para a frota 757 deve chegar até 1 de fevereiro… Read more »

André Bueno
André Bueno
3 anos atrás

A velocidade é uma variável importante em vários cenários. Um exemplo é alcançar um cenário de acidente com rapidez. Outro é o de permitir ida e volta rápida em uma missão, à Antártida, por exemplo. Uma situação em que pernoites podem não ser desejáveis.

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
3 anos atrás

Olá.
Tomara que o aparelho faça vários voos na região, semelhante ao que foi feito na Arábia Saudita. Um possível negócio com a NZ pode ser interessante para a imagem do aparelho.
Bom, qualquer venda é boa coisa…
SDS.

Bueno
Bueno
3 anos atrás

Desta turnê este é um pais fora do projeto que tem grande possibilidade de comprar o KC390, já esta participando da concorrência, os demais países são carta de intenção, boas intenções.

Mauricio_Silva
Mauricio_Silva
3 anos atrás

Olá.
O aparelho precisa ser conhecido. E para ser conhecido, precisa ser mostrado. Para ser vendido.
Então, nada mais justo que, além de visitar clientes em potencial, o avião visite países “formadores de opinião” regionais. Mesmo que isso não resulte em vendas imediatas.
SDS.

Guizmo
Guizmo
3 anos atrás

Deve fazer agora o retorno para Am do Sul……

Eduardo dos Anjos
Eduardo dos Anjos
3 anos atrás

Que maquina magnifica! Linhas robustas e imponentes! Parabéns Embraer!

Ederson Joner
3 anos atrás

Rafael Oliveira 10 de julho de 2017 at 10:38

“Essa é a primeira concorrência, de fato, a ser disputada pelo KC-390, dado que no Canadá ele não preencheu o requisito de estar operacional ao tempo da disputa.”

Isso mesmo Rafael, é a chance de demonstrar o aparelho para quem realmente vai comprar em breve, basta provar que atende os requisitos…
E eu acredito bastante nas capacidades desta aeronave.

SmokingSnake
SmokingSnake
3 anos atrás

Estava comparando as especificações técnicas do KC-390 com as do Kawasaki C-2 e tenho más notícias para o KC-390… parece que os japonês supera o KC-390 em tudo? Velocidade, teto de voo, capacidade de carga e alcance…

Edgar
3 anos atrás

O KC-390 pode realmente ajudar muito a NZDF no apoio logístico às bases neozelandesas na Antártida: http://www.nzdf.mil.nz/news/media-releases/2015/20151124-50yoacmta.htm

Então, as chances são realmente grandes.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
3 anos atrás

Ederson Joner,
Não basta só isso. A proposta financeira do pacote completo tem que ser melhor também. Mas eu também acredito que o KC-390 pode ganhar essa disputa.
SmokingSnake,
Supera também no preço e nos problemas com o protótipo.

Capoeira
Capoeira
3 anos atrás

SmokingSnake. O C-2 é de uma categoria superior que competirá com o A-400.

Caerthal
Caerthal
3 anos atrás

Smokingsnake, O pontos forte do KC-390 parecem ser 2: Versatilidade e Modernidade. As poucas informacoes sobre o C-2 sao omissas quanto a operações em pistas semi-preparadas. Entendo que a NZ nao precisa de aparelhos para cargas tao pesadas. Tudo indica que os custos do C-2 serao bem mais elevados.

LucianoSR71
LucianoSR71
3 anos atrás

Acho que a melhor maneira de deixar claro que p/ cada necessidade há uma aeronave mais adequada é compararmos c/ o mercado civil : B-737 e A-320 são maiores, levam mais passageiros, tem maior alcance, etc. que o E-190, por exemplo, então porque a Embraer já vendeu e continua vendendo centenas deles ? Porque eles são mais adequados ao mercado da aviação regional, prostectam novos mercados e complementam as linhas regulares operadas por aeronaves de maior porte. Conclusão : se o que o operador precisa é bem atendido por um KC-390 ou C-130, ele não vai comprar C-2 ou A-400,… Read more »

kfir
kfir
3 anos atrás

SmokingSnake: o cargueiro nipônico fracassou em uma decolagem…recentemente
e o kc tem um posicionamento diferente …
A Embraer teve até tempo para se pensar no c130j ( que apresentou problemas em 2005)

Jr
Jr
3 anos atrás

SmokingSnake a Embraer tem dois concorrentes que temer na NZ, o primeiro, e principal, é o C-130J por já ter um histórico de uso de versões anteriores na força aérea da Nova Zelândia e o segundo seria o Lobby da Airbus pelo A-400M. Acho que o japonês, de todos os concorrentes, é o que mais corre por fora

Walfrido Strobel
3 anos atrás

Estes voos pelo mundo todo do KC-390 só mostram que a Embraer está disposta a vender o produto, o que é bom.
Mas nada demonstram sobre a capacidade da aeronave, nenhum comprador adquire um transporte para fazer grandes “ferry” com a aeronave vazia.
“Ferry flying refers to delivery flights for the purpose of returning an aircraft to base, delivering a new aircraft from its place of manufacture to its customer, moving an aircraft from one base of operations to another or moving an aircraft to or from a maintenance facility for repairs, overhaul or other work.”

Walfrido Strobel
3 anos atrás

Uma curiosidade: Quando procurava uma descrição sobre voos “ferry” para postar para vcs, achei este dado interessante. A piloto mais famosa especializada em voos ferry foi Louise Sacchi, fez 350 travessias do Atlantico entregando aviões da Beechcraft, muitos monomotores em que ia solo. Até escreveu um livro sobre travessias sobre o mar. Who was Louise Sacchi? Louise Sacchi learned to fly in 1939. By 1940 she was a flight and ground instructor. She was the first woman to do many things including: teaching Advanced Navigation to the RAF at the #1 British Flying Training School in Texas; and working as… Read more »

Antonio de Sampaio
Antonio de Sampaio
3 anos atrás

Walfrido Strobel 10 de julho de 2017 at 15:20
Então o melhor ou o ideal, seria manter os dois protótipos sobrevoando Araraquara todos os dias, não é? pra que viajar o mundo todo?
Já que não adianta nada, só gasto de combustível.
________________
O PTZNJ está aparecendo no Flight, mas apenas parado na pista, lá já é dia, eles já estão na terça feria.

Walfrido Strobel
3 anos atrás

Antonio Sampaio, para escrever isso acima, você leu, mas não entendeu nada do que leu.
Aonde foi que critiquei os voos de demonstração da Embraer?
Para deixar mais claro a demonstração aos interessados é valida, achar que é muito bom porque chegou até lá ja é outra coisa.

Jr
Jr
3 anos atrás

Antônio Sampaio, o Strobel só falou o óbvio, ele sequer fez uma critica aos voos de demonstração da aeronave. É lógico que é importante fazer essas viagens, apresentar a aeronave para as forças aéreas pelo mundo, mostrar que o programa esta nos trilhos, que a aeronave existe e não é só um projeto de papel, mas para vender ela vai ter que fazer mais que isso, não entendi a patada que você deu nele, as vezes você exagera na torcida

Everton Matheus
Everton Matheus
3 anos atrás

Ainda estou abismado com o PROTÓTIPO do KC 390 ter chegado a mais de 200 km/h acima da sua performance projetada em um tapa tão fácil. E fez isso durante um tempo considerável…
Aos especialistas: Faz parte dos testes que a Embraer precisa fazer ou foi só um tapa de luvas na cara da Sociedade?

Everton Matheus
Everton Matheus
3 anos atrás

Aproposito, esse feito foi realizado a pouco na Austrália.

Ederson Joner
3 anos atrás

Everton Matheus 10 de julho de 2017 at 16:11 Os cálculos durante o projeto e os testes em túnel de vento dimensionam praticamente todos os limites da aeronave, na pratica, ele será levado a níveis inferiores aos que os cálculos indicaram, pois não seria inteligente ultrapassa-los, arrisco a dizer que estes limites já estão estipulados nos algoritmos do software da aeronave, impedindo que alguém tente levar a aeronave a situações perigosas. Isto vale também para velocidade de Estol, quando o software avisa os pilotos de que esta velocidade esta chegando perigosamente, e no caso de fly-by-wire, pode impedir que ultrapasse… Read more »

Everton Matheus
Everton Matheus
3 anos atrás

Sim Ederson, eu pensei que certamente a Embraer saberia desses limites, tudo isso é uma ciência bem exata, mas ainda não entendi uma coisa, serviu para testes? para certificar algo? para comprovar superioridade aos concorrentes? Afinal, qual seria a finalidade?

Juarez
Juarez
3 anos atrás

Não esqueçam que ele não estáfull payload, está voando free, então a conversa é outra. Eu não estou como isto desmerecendo a anv que já mostrou que é muita capaz, agora vamos ver os testes “carroçado” e com pé no barro, é aí que cobra dorme.

G abraço

Rodrigo M
Rodrigo M
3 anos atrás

Decolou..

JOSÉ AIRTON
JOSÉ AIRTON
3 anos atrás

Juarez 10 de julho de 2017 at 17:02
Concordo com o amigo. Bem verdade que torcemos por seu sucesso, e a mesma tem se mostrado derivada de um projeto amadurecido com muito profissionalismo. Entretanto, quando o gigante estiver carregado é que saberemos e confirmaremos seus dotes. Ainda assim, acredito muito no projeto e há de ser mais um sucesso made in Embraer.

Ederson Joner
3 anos atrás

Everton Matheus 10 de julho de 2017 at 16:55
Eu acredito que é para demonstrar mesmo, pois não somos os únicos de olhos nos dados dos voos.
Juarez 10 de julho de 2017 at 17:02
Exatamente, vai ser uma fase muito importante e muito aguardada… :).

Everton Matheus
Everton Matheus
3 anos atrás

Ederson, se a Embraer vender a aeronave a pelo menos dois países esse ano. Vc arriscaria comigo quantos anos vai demorar para a LockH.Martin começar a pensar em cargueiro militar do 0?

Everton Matheus
Everton Matheus
3 anos atrás

KC fazendo voo de demonstração em NZ ou eu to doidão? Se não… Alguem arrisca destino?

Antonio de Sampaio
Antonio de Sampaio
3 anos atrás
Ederson Joner
3 anos atrás

Everton Matheus 10 de julho de 2017 at 17:23
Esta resposta seria por minha parte um chute no escuro, pois a LM é um GIGANTE da indústria bélica/aeronáutica mundial… Nem arrisco.
Mas, acredito que haverá vários operadores de Kc-390.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
3 anos atrás

Lá são 08h35! Tem mais é que demonstrar a aeronave.
.
Não duvido que nesses testes, ainda mais se for uma avaliação mais aprofundada, coloquem alguma carga (não a máxima) no KC-390 para avaliar melhor suas capacidades.

José Lemos filho
3 anos atrás

Estou convicto de que todos os testes necessários para certificação do KC390, Serão superados, eu disse superados, ,não pelo fato da minha torcida pra dar certo , mas, de se tratar de um projeto arrojado com participação da FAB.Todas as possibilidades de um grande êxito é favorável. Confio mt na capacidade da EMBRAER PARA CADA ESPECIFICAÇÃO CITADA. Se der errado , aí sim, uma conspiração prara Lasar os cofres públicos e nós contribuinthttp, está em marcha mais velos do que o próprio KC390.PAGAR PRA VER!!

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
3 anos atrás

Já pousou na Base Aérea de Auckland (estava no aeroporto).
RNZAF Base Auckland
No. 5 Squadron RNZAF — Lockheed P-3K2 Orion
No. 6 Squadron RNZAF — Kaman SH-2G(I) Super Seasprite
No. 40 Squadron RNZAF — Lockheed C-130H(NZ) Hercules, Boeing 757-2K2

Everton Matheus
Everton Matheus
3 anos atrás

Vixi… Ja em Base Aérea? vai dar bom

Walfrido Strobel
3 anos atrás

Só para dar um exemplo de como em ocasiões especiais como uma demonstração ou competição uma aeronave é exploradar ao máximo, muitas vezes até fora dos seus limites. O Piaggio P.180, um avião turbohélice italiano fabricado na Piaggio America da Florida, o primeiro “pusher aircraft” executivo a fazer sucesso com mais de 220 construidos tem como velocidade indicada para cruzeiro economico 589 km/h(366mph) e como velocidade máxima certificada 741 km/h(460 mph). . Em 2003 um P180 bateu o récorde de travessia costa a costa Oeste Leste nos EUA com turbohélice, que detem até hoje, na rota San Diego-California a Charleston-Carolina… Read more »

J.Silva
J.Silva
3 anos atrás

Segundo as notícias, os dois protótipos se somarão aos 28 encomendados, minha pergunta é: esses dois protótipos, que estão sendo testados e usados à exaustão, terão condições de serem operacionais na FAB, ou só servirão de museu, ou para treinamento, ou operações restritas?

Everton Matheus
Everton Matheus
3 anos atrás

Silva, Penso que não vai precisar de mt parafernalha para deixa-los preparados. Alias, estão sendo testados ja para instruir a linha de Fabricalçao destinada a FAB. N faz mt sentido ter centanas de milhões de dólares de stand by… A FAB/Embraer tem fama de fazer muito com pouco, e não o contrário. Acredito que assim que a aeronave conseguir todas as certificações, pelo menos uma delas ja deve retornar a casa para ser devidamente equipada.

LucianoSR71
LucianoSR71
3 anos atrás

J.Silva 10 de julho de 2017 at 18:58
Os protótipos não estão sendo submetidos a esforços extraordinários – p/ isso se constroem células estáticas que serão submetidas a testes de esforço que confirmarão os limites estabelecidos em projeto e simularão anos de uso da aeronave – fazem basicamente tudo que uma aeronave de série irá fazer, haverá lógico um desgaste, mas ainda terão alguns milhares de horas p/ se atingir o limite das células.

ederjoner
3 anos atrás

LucianoSR71 10 de julho de 2017 at 20:07
Perfeito, é exatamente isso. Acrescentando que nada impede que estas aeronaves (protótipos) tenham alguns componentes amplamente revisados ou substituídos por novos antes de serem entregues a FAB, como motores, trem de pouso/ pneus, atuadores, pintura e o que mais que possa ter sido ou venha a ser comprometido durante os testes.

LucianoSR71
LucianoSR71
3 anos atrás

ederjoner 10 de julho de 2017 at 20:55
Obrigado pelo complemento, eu realmente me foquei nas palavras do J.Silva, que passava uma ideia bem deturpada ( sei que não era essa a sua intenção ) do papel dos protótipos na certificação de uma aeronave. Abs.

J.Silva
J.Silva
3 anos atrás

Everton Matheus, LucianoSR71 e ederjoner,

Obrigado pelos esclarecimentos, foi uma pergunta de leigo mesmo. É que a mídia, inclusive as notícias da FAB e do Ministério da Defesa, fica tão presa aos 28 aviões que até parece que os dois protótipos só servirão para a homologação da aeronave.

Everton Matheus
Everton Matheus
3 anos atrás

Silva, Vou te fazer uma pergunta de leigo tbm.
Qual será o destino dos C130 da FAB?

Claudio Luiz
Claudio Luiz
3 anos atrás

J. Silva
Estes aviões são projetados para durar 30 ou mais anos de operação (vide nossos Hercules C-130).
Logo uma volta ao mundo em nada irá prejudicar o futuro deste avião.
A vasta gama de dados obtidos no entanto irão servir e muito para o aperfeiçoamento do produto.
Os ganhos comerciais em potencial ocasionados pelo giro do protótipo nº 2 só o tempo dirá.

LucianoSR71
LucianoSR71
3 anos atrás

J.Silva 10 de julho de 2017 at 22:41
Também sou leigo, só que acompanho o tema há uns 35 anos e gosto quando me ensinam, então quando posso, tento contribuir c/ o pouco que eu sei. Abs.