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Helibras entrega dois helicópteros H225M em maio

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H225M Exército

Exército e FAB recebem as primeiras das 4 unidades previstas para 2017

A Helibras entregou dois novos H225M no mês de maio. As aeronaves que seguiram para o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira são as primeiras unidades dentre as quatro previstas para entrega em 2017.

O primeiro helicóptero, do Exército, é o quarto em configuração operacional, com sistemas exclusivos para as operações do Exército, e a nona aeronave do modelo recebida pela Força. O helicóptero ficará baseado em Taubaté, no 1º BAvEx.

Já o H225M da FAB, também o quarto em versão operacional para a Força, seguiu para a Base Aérea do Rio de Janeiro somando agora 10 helicópteros do modelo à disposição da Força Aérea.

Com essas duas unidades, a Helibras já contabiliza 28 H225M entregues do contrato de 50 unidades do programa H-XBR, que tem previsão de conclusão em 2022.

Ao todo, a empresa deverá entregar quatro unidades do H225M para as Forças Armadas até o final de 2017. “Estamos cumprindo todas as etapas dentro dos prazos estipulados e confiantes no programa. Nossas equipes reúnem todo o conhecimento necessário para os trabalhos e estamos dentro do cronograma com todas as unidades das Forças”, disse o presidente da Helibras, Richard Marelli.

Os H225M das Forças Armadas são fabricados em Itajubá desde a inauguração da nova linha de produção da empresa, em 2012. Com o objetivo de atingir um importante nível de conteúdo nacional, a Helibras desenvolveu uma cadeia de suprimentos e fornecedores locais que atualmente conta com 37 empresas brasileiras, além de seu Centro de Engenharia próprio que desenvolve sistemas de missão específicos para os diferentes helicópteros de cada Força.

Outro importante marco do H225M neste ano inclui a qualificação da versão naval H225M, prevista para o segundo semestre.

H225M da FAB

DIVULGAÇÃO: Helibras

24 COMMENTS

  1. Olá senhores! Em minha opinião o mistério da defesa deveria buscar recursos orçamentários e adquirir os “FLIR”, para quase todos os helicópteros militares que são compatíveis e possuem instalação para tanto. Essa aquisição poderia se estender para os Super Tucanos dos Terceiros. Haveria uma economia de escala podendo inclusive ser fabricado sob licença.
    Eu li em uma revista que a operação do H225M no 3/8 tem sido elogiada e que os problemas iniciais foram praticamente sanados nas versões militares operadas pelo Brasil. Inclusive o 3/8 tem operado regularmente sobre o oceano.
    Eu estou comentando isso pois sei que daqui a pouco começa os comentários injuriosos sobre o helicóptero. Porem ninguém divulga nada oficial sobre a operação e disponibilidade do equipamento que comprove por que o H225M é tão ruim assim!
    Saudações!

  2. Se se voar pouco e a cada 10 horas executar o procedimento prescrito pela Airbus, dificilmente sofrerá um acidente semelhante ao do LN-OJF.
    Ocorre que os investigadores noruegueses responsáveis pelo acidente, ainda não chegaram a causa raiz do ocorrido.
    E exceto por missões SAR, este modelo segue “grounded” na Noruega e Reino Unido.

  3. Pedro,
    Na LAAD 2017 conversei com o piloto do UH-15A que estava em exposição em um dos pavilhões e toquei no assunto da MGB e do acidente na Noruega. Ele confirmou que até a troca das MGB`s houve sim um cuidado na operação que restringiu alguns voos mas, que agora, foi sanada e eles estão liberados para operação plena. Além do mais, segundo a opinião deste piloto, a aeronave tem atendido plenamente as missões e ele, pessoalmente, está muito satisfeito em voar a máquina e tem orgulho disso.

    Aí eu brinquei com ele: ” Você tem certa inveja do pessoal do Esquadrão Guerreiro e seus SH-16 Seahawk?

    Ele disse que pilotou o Seahawk e também é uma máquina fantástica mas que tem outra importância na Força Aeronaval que não é concorrente do UH-15A, os dois se complementam.

    Está ai a opinião de quem voa o bicho!!!

  4. Isto..
    militar da ativa, vai falar pra quem ele não conhece algo que possa desagradar o comando dele…

    Mesma coisa você falar mal da empresa, para um estranho..

  5. Só 4 para 2017? Desculpe amis são poucas aeronaves para nosso imenso território. sem contar que não temos nenhum helicóptero de ataque. Impressionante como vivem de migalhas nossas Forças Armadas. Uma lástima!

  6. Se se voar pouco e a cada 10 horas executar o procedimento prescrito pela Airbus, dificilmente sofrerá um acidente semelhante ao do LN-OJF.
    Ocorre que os investigadores noruegueses responsáveis pelo acidente, ainda não chegaram a causa raiz do ocorrido.
    E exceto por missões SAR, este modelo segue “grounded” na Noruega e Reino Unido.

    Exatamente, e as inspeções a cada dez horas jogaram a disponibilidade dele abaixo da bunda do cachorro, e não foi só por aqui, o Mod Francês liberou um relatório aonde cita a disponibilidade do Caracal em torno de 13%, piada, pior que a outra bomba voadora chamada NH 90.
    Some-se a isto as Tos que limitam velocidade relativa, curva, G e payload, ou seja, o apelido Kombi nunca calhou tão bem a esta anv, reto, nivelado, lento e leve………legitima Kombi, pobre da kombi da VW.

    G abraço

  7. Dado o exorbitante preço de cada aparelho somado ao fato do Brasil ainda ter liberado só uma pequena parte do pagamento, na opinião dos amigos, existe a possibilidade real do cancelamento desse programa? Quem sabe sendo substituído por black hawks, Super Lynxs (tem fábrica no Brasil), MI 17 ou algo parecido?

  8. Senhores, essa aeronave é a coisa mais antieconômica que existe nas FFAA brasileiras.

    O projeto da transmissão é um tremendo abacaxi. O cara que voou SH16 e tá voando esse abacaxi aí falou que se equivalem porque tava em uma feira. Quando a máquina voa, tem um alcance grande, uma eletrônica embarcada legal, e só. Em compensação, a quantidade de manutenção necessária aliado aos custos dos componentes torna esse abacaxi muito pior que os AS332 ou os Cougar.

    Com essa limpeza de radiador a cada 10h (que demora 2 dias, precisa de uma talha pra remover o capô, ferramentas e plataformas especiais (ou seja: pra fazer fora de sede é um inferno), é detalhe: cada vez que se limpa se acha uma partícula magnética – torna o processo impraticável. Ela simplesmente não é confiável. Cada vez que se acha uma partícula a empresa se limita a dizer que não são dos módulos epicicloidais, mas de onde saiu aquele “ferro moído” ninguém sabe…

    E cada vez que se acha uma partícula perde-se uma semana. Aí encavala-se com a quantidade de inspeções picadas que muitas vezes não se encontram (a cada 25h) mais essa desmontagem monstra (a cada 10h). Simplesmente não dá pra voar.

    Se tivesse uma gestão decente e pessoas responsáveis tivessem decidido, o Brasil tinha comprado tudo em Black Hawk. Com o preço de cada 725 dava pra se comprar 5 a 6 BH zero…

    Custo infinitamente menor, voava-se muito mais, em ao invés de uma proposta de 50 jacas teríamos 150 máquinas: aumentaria a prioridade de compras de peça nos EUA (assim como a Colômbia) e ainda abririam um centro de manutenção ou até de projetos aqui…

    Mas os objetivos foram outros…

  9. Bille 24 de maio de 2017 at 7:50

    Senhores, essa aeronave é a coisa mais antieconômica que existe nas FFAA brasileiras.

    O projeto da transmissão é um tremendo abacaxi. O cara que voou SH16 e tá voando esse abacaxi aí falou que se equivalem porque tava em uma feira. Quando a máquina voa, tem um alcance grande, uma eletrônica embarcada legal, e só. Em compensação, a quantidade de manutenção necessária aliado aos custos dos componentes torna esse abacaxi muito pior que os AS332 ou os Cougar.

    Com essa limpeza de radiador a cada 10h (que demora 2 dias, precisa de uma talha pra remover o capô, ferramentas e plataformas especiais (ou seja: pra fazer fora de sede é um inferno), é detalhe: cada vez que se limpa se acha uma partícula magnética – torna o processo impraticável. Ela simplesmente não é confiável. Cada vez que se acha uma partícula a empresa se limita a dizer que não são dos módulos epicicloidais, Bille 24 de maio de 2017 at 7:50

    Senhores, essa aeronave é a coisa mais antieconômica que existe nas FFAA brasileiras.

    O projeto da transmissão é um tremendo abacaxi. O cara que voou SH16 e tá voando esse abacaxi aí falou que se equivalem porque tava em uma feira. Quando a máquina voa, tem um alcance grande, uma eletrônica embarcada legal, e só. Em compensação, a quantidade de manutenção necessária aliado aos custos dos componentes torna esse abacaxi muito pior que os AS332 ou os Cougar.

    Com essa limpeza de radiador a cada 10h (que demora 2 dias, precisa de uma talha pra remover o capô, ferramentas e plataformas especiais (ou seja: pra fazer fora de sede é um inferno), é detalhe: cada vez que se limpa se acha uma partícula magnética – torna o processo impraticável. Ela simplesmente não é confiável. Cada vez que se acha uma partícula a empresa se limita a dizer que não são dos módulos epicicloidais, mas de onde saiu aquele “ferro moído” ninguém sabe…

    E cada vez que se acha uma partícula perde-se uma semana. Aí encavala-se com a quantidade de inspeções picadas que muitas vezes não se encontram (a cada 25h) mais essa desmontagem monstra (a cada 10h). Simplesmente não dá pra voar.

    Se tivesse uma gestão decente e pessoas responsáveis tivessem decidido, o Brasil tinha comprado tudo em Black Hawk. Com o preço de cada 725 dava pra se comprar 5 a 6 BH zero…

    Custo infinitamente menor, voava-se muito mais, em ao invés de uma proposta de 50 jacas teríamos 150 máquinas: aumentaria a prioridade de compras de peça nos EUA (assim como a Colômbia) e ainda abririam um centro de manutenção ou até de projetos aqui…

    Mas os objetivos foram outros…

    E cada vez que se acha uma partícula perde-se uma semana. Aí encavala-se com a quantidade de inspeções picadas que muitas vezes não se encontram (a cada 25h) mais essa desmontagem monstra (a cada 10h). Simplesmente não dá pra voar.

    Se tivesse uma gestão decente e pessoas responsáveis tivessem decidido, o Brasil tinha comprado tudo em Black Hawk. Com o preço de cada 725 dava pra se comprar 5 a 6 BH zero…

    Custo infinitamente menor, voava-se muito mais, em ao invés de uma proposta de 50 jacas teríamos 150 máquinas: aumentaria a prioridade de compras de peça nos EUA (assim como a Colômbia) e ainda abririam um centro de manutenção ou até de projetos aqui…

    Mas os objetivos foram outros…

    Bille, a “limalha” está vindo das engrenagens planetárias que estão vibrando, criando casa e um dia o punho do mancal dos hélices vai sair que nem banana da casca.
    Não adianta falar, aqueles picaretas não vão abraçar a cagad…. que fizeram de colocar um motor com 25% de potência a mais, com hélices penta pás na mesma transmissão do Cougar, tudo para economizar. Já mataram gente e vão matar mais.
    Eu só fico imaginando quando chegar a hora do TBO, vai ser uma entubada daquelas.
    Aqueles FDPS dos irmão Viana,junto com o Mercadante e o advogado de porta de cadeia de Santa Maria um dia vão pagar por isto.
    Agora no dia que cair um dos nosso, matar gente vai estourar na traseiro do brigadeiro da Copac, ahh vai.

    G abraço

  10. O próprio comandante do 3°/8° GAV disse, em entrevista à Revista Força Aérea, que a inspeção periódica, a cada 10 horas, continua sendo feita. Para quem defende esse abacaxi, pago a peso de ouro, eu pergunto: Como planejar uma operação continuada, em situação real, com uma aeronave dessas? Não há planejamento logísrico que dê conta de manter isso em campo, durante operação real! E se continua sendo encontrada limalha nas inspeções, mostra que o problema não foi resolvido. Com o passar do tempo, se não for gasto um balaio de dinheiro para resolver o problema (se river solução), vai acontecer o que o Juarez falou. Vão começar a cair ou vão ser encostados e indisponibilizados para o voo.

  11. Juarez,

    Então, Deus nos livre e guarde, mas quando o primeiro incidente acontecer aí eu quero ver quem vai ser o Gigante que vai questionar essas mazelas…

    Tirando o motor “Maria fumaça”… já viu como fica o cone de cauda dessa belezura? Um dia olhem uma aeronave do GTE dps de 5h de voo aí vão ver o nível de fuligem que isso aí libera… já ouvi uma história que perguntaram na fonia se a aeronave tá pegando fogo por causa da cor da cauda…

    Imagina tirar o capô pra lavar o radiador numa fazenda jarinã durante uma operação igual a GOL… não vai voar 2 pernas fazendo missão… arrego.

  12. Juarez, eu também crieo que melhor do que essa entubada dos H225M teria sido comprar mais 6 Sea Hawk para a MB, 20 Black Hawk para o EB e 14 Black Hawk para a FAB. Além de mais barato, todas as unidades já teriam sido entregues e as FFAA estariam operando-as com uma disponibilidade de pelo menos 70%.

  13. Vou perguntar ao diretor do PAMASP, responsável pelo projeto, se essa inspeção a cada 10h realmente causa esse trauma todo.

  14. Respondendo dois comentários lá de cima: todos os A-29B possuem FLIR; e temos um helicóptero de ataque, o AH-2 Sabre (Mi38).

  15. Cel, nem precisa, leia relatório do Dep de defesa Francês, a disponibilidade dele é ridícula.
    E o senhor sabe muito melhor do q eu q este assunto aí e pano preto, porque tem gente na Copac passando a noite na base do Dorminid por causa deste contrato e outros”….

    G abraco

  16. Não sei se há essa preocupação na COPAC. Quem assinou o contrato não está mais lá. Aliás, está na reserva. Acho que o Bonotto não está preocupado.

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