Home Divulgação Bolívia quer adquirir aviões Super Tucano

Bolívia quer adquirir aviões Super Tucano

6980
66

Demonstrador A-29B Super Tucano - 4

Por Alexandre Gonzaga

Brasília, 17/11/2016 – O ministro da Defesa, Raul Jungmann, recebeu nesta quinta-feira (17) o seu homólogo da Bolívia, ministro Reymi Luis Ferreira Justiniano, com o objetivo de estreitar relações bilaterais e cooperações entre os dois países. No encontro, o ministro Reymi Justiniano disse que seu país tem interesse em acordos comerciais com o Brasil, especialmente, na compra de aviões Super Tucano, cooperação para o combate de ilícitos na fronteira e aquisição de viaturas blindadas revitalizadas do modelo Cascavel.

Para o ministro Raul Jungmann, as parcerias são muito bem-vindas e reforçam o compromisso do Brasil e da Bolívia no combate aos crimes transfronteiriços. “A Bolívia é um país irmão com que temos uma excelente relação e a cooperação é importante para a segurança das fronteiras”, enfatizou o ministro.

Jungmann aproveitou a oportunidade para convidar o colega boliviano para conhecer as instalações da unidade da Embraer, em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, onde são produzidos o Super Tucano e também o cargueiro KC-390.

Acompanhado do embaixador da Bolívia no Brasil, José Kinn Franco, o ministro Reymi ainda ressaltou que outras parcerias em demais áreas podem ser firmadas entre os dois países.

Ambos ministros lembraram do encontro com os países do Cone Sul, ocorrido ontem no Itamaraty, onde foram discutidas parcerias e ações para intensificar a segurança nas fronteiras.

Participaram ainda da reunião no Ministério da Defesa, o secretário de Produtos de Defesa, Flávio Basilio; o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, almirante Ademir Sobrinho; e o chefe de Assuntos Estratégicos, brigadeiro Alvani Adão da Silva.

FONTE: Ministério da Defesa

66
Deixe um comentário

avatar
66 Comment threads
0 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
34 Comment authors
PetardoSilvaRinaldo NeryAdler MedradoRafael Oliveira Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
Maria do Carmo Lacoste
Visitante
Maria do Carmo Lacoste

Eu acho que vai rolar.

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

Claro que nós vendemos. Compra lá o ST da Sierra Nevada via FMS. Quando eles não pagarem as prestações é pobrema dos americanos…
.
Mas antes, que tal conversar sobre aquela refinaria lá que vocês roubaram na cara dura, digo, ganharam de presente do PT…

Marcelo Andrade
Visitante
Marcelo Andrade

O ST cabe como uma luva para eles!! o Paraguai tb estva de namoro!!

Jr
Visitante
Jr

Marcelo, o problema do Paraguai é que eles queriam fazer um negócio que a Embraer não pode mais fazer depois de fechar acordo nos EUA, provavelmente os Coreanos que ainda não foram pegos no flagra ganharão essa disputa

Delmo Almeida
Visitante
Delmo Almeida

Clésio Luiz, o direito internacional possui a previsão de nacionalização dos ativos estrangeiros no país, o que se exige é o pagamento de “justa indenização”. Não é estabelecido um tribunal para julgar o que é justo como indenização, não é admitido nenhum tipo de recurso ou forma de anular a decisão, pois é considerada uma decisão soberana do Estado. Foi exatamente isso que aconteceu, a Petrobrás recebeu a indenização e que nem foi ruim, foi bem razoável. Cada país pode criar leis para regular o processo e definir o que é justo, mas ai é direito doméstico e o país… Read more »

Glasquis 7
Visitante

Não vão comprar não. A Bolívia tem uma quedinha pelo armamento Russo, Chinês, Coreano, etc. O mais seguro é que acabem comprando o KT1 montado no Peru. O ST, embora seja uma aeronave muito superior, é muito caro e eles não tem competência logística pra manter um grupo de A 29.

Glasquis 7
Visitante

Delmo Almeida 18 de novembro de 2016 at 14:31

Foi por isso mesmo que se deu início à Guerra do Pacífico. A Bolívia nacionalizou salitreiras Chilenas só que o Chile não gostou da ideia e colocou 400 militares em Iquique (Cidade boliviana naquela época) pra evirar que fossem leiloadas.

Pedro Lemos
Visitante
Pedro Lemos

Glasquis 7 18 de novembro de 2016 at 14:34
“””” e eles não tem competência logística pra manter um grupo de A 29.”””
__________
Pegou pesado como sempre, hein?? tudo bem que não comprem como você deseja.. mas…

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

Só um adendo a tal nacionalização. Para quem não sabe a Cia Vale do Rio Doce tem origem em uma empresa privada (Companhia Brasileira de Mineração), de propriedade de um empresário americano (Percival Farquhar) e foi expropriada e nacionalizada pelo Getúlio Vargas, ditador mais populista que o Evo Morales. . Até hoje a família do empresário americano aguarda a indenização devida pelo governo brasileiro. O processo é um dos mais antigos do Brasil (da década de 60) e ninguém que passou pelo STF e botou a mão teve coragem de mandar a União pagar a indenização bilionária que é devida… Read more »

Space Jockey
Visitante

Ueh ?!! mas eles não disseram que o governo Temer não é legitimo ?! Agora vem passar o pinico ? Eu só venderia no dia que o cocaleiro for embora ( e este dia tem data).

camargoer"
Visitante

Olá Rafael
Teve a Light que virou eletropaulo sob o gov estadual do Paulo Maluf.
Bem mais longe, teve a nacionalização das petroleiras pelo governo do Irã, que em seguida foi derrubado para colocar o Xá, que no fim foi derrubado pela revolução islâmica… e o longo histórico da United Fruits de derrubar governos devido à processos legítimos de nacionalizaçao e refeorma agrária, coisas de republicas bananeiras mesmo….

sergio ribamar ferreira
Visitante
sergio ribamar ferreira

Boa tarde para todos. Desejo muito que seja realizada as compras dos ST e aquisição das viaturas revitalizadas. lembrando: são acordo comerciais de interesse…Abraços para todos.

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

Pois é camargoer. Desapropriação é muito mais comum do que parece. Eu escolhi o exemplo da Vale porque envolve Brasil e EUA para mostrar que a gente já fez pior no passado e com alguém de um país que poderia dar uma bela sova na gente. O que merece realmente críticas foram as renegociações de preços do gás boliviano e da energia elétrica paraguaia, com o Lula mudando contratos e prejudicando o Brasil. PS: Vargas pagou uma parte em dinheiro, o que ele não fez foi entregar uma parte das ações da Vale, que constou na desapropriação. PS2: No último… Read more »

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

Delmo, obrigado pelo esclarecimento. Até hoje eu imaginava que nós tínhamos ficado com prejuízo total no ocorrido. Não é o ideal, mas é melhor do que nada.
.
Rafael, interessante contraponto. Não sabia desse tópico na história da Vale.

augusto
Visitante
augusto

De quem que eles querem recever os “cascaveis autualizados”? A Engensa não existe mais e o produto não é mais fabricado, o EB vai dor e atualizar seus poucos cascaveis para a Bolivia ?

MadMax
Visitante
MadMax

Fosse eu o ministro diria: paguem e podem levar. Inclusive a FAB tem uns para pronta entrega.

Maria do Carmo Lacoste
Visitante
Maria do Carmo Lacoste

Rafael Oliveira 18 de novembro de 2016 at 15:23 O Palmeiras se chama Palmeiras porque Getúlio Vargas iria embargar todo o clube, por isso mudou de nome e tudo, era italiano, daí o tal do “Palestra Itália”, este era o nome original. No bairro da Liberdade em São Paulo, exatamente na Rua São Joaquim, tem ou tinha, não sei ainda está lá, uma unidade do Exército Brasileiro, o detalhe é que a origem da propriedade da União deste prédio é essa também, foi tomada por Getúlio Vargas dos alemães depois que o Brasil declarou guerra aos chamados Países do Eixo.… Read more »

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

Clésio, essa história da Vale é meio desconhecida. Eu fiquei sabendo mais pela curiosidade de ser um dos processos mais antigos da nossa lenta Justiça.
.
Maria, o Cruzeiro foi outro clube que se chamava Palestra Itália e mudou de nome. Tem vários menos conhecidos, como o Pinheiros, que era o Germânia. Mas esses casos são bem menos drásticos.

RicardoFerredomodelismo
Visitante
RicardoFerredomodelismo

Fora do tópico mas pertinente: os senadores republicanos americanos vetaram nesta quinta-feira a venda de qualquer aeronave comercial americana para o Irã. Prenuncio do que vem por aí com a era Trump. Em se tratando de retaliação ao programa nuclear iraniano é uma grande bobagem. Afinal, depois do desmantelamento da URSS, muito do arsenal russo acabou em mãos para lá de duvidosas.
Grandes prejudicados com o ato dos senadores republicanos: a Boeing (principalmente), seus trabalhadores e o contribuinte. O salário do senador está garantido. http://www.ainonline.com/aviation-news/air-transport/2016-11-17/us-house-votes-block-airliner-sales-iran

JT8D
Visitante
JT8D

Se pagarem bonitinho, uma nota em cima da outra, podem levar quantos ST quiserem. O que não pode é fazer “caridade” para essa gente com o dinheiro do contribuinte brasileiro. Mesmo porque, com os bolivianos, todos os gestos de boa vontade tem tido retorno pior que nulo (negativo)

ivo
Visitante
ivo

desde que não sejam doados como foi o caso dos helicópteros (ou helicóptero) pois mesmo que sejam sucata eu venderia por quilo no ferro velho mas não daria de “regalo” para o cocalero!

zanzam-pampa
Visitante
zanzam-pampa

Parte dos oficiais bolivianos são ou foram preparados pelo Brasil em Pirassununga!

Farroupilha
Visitante
Farroupilha

Rafael, não seja mais um desinformador (desinformante) da internet, seja mais cuidadoso.
Esse caso da Vale que vc citou, envolveu um empresário riquíssimo (Percival Farquhar – nascido no EUA) com a politicagem brasileira nacionalista de sua época. Não foi um caso de governo com governo. Como esse da estatal brasileira (Petrobrás) na Bolívia.
O que deu origem a Vale não foi nenhuma estatal americana em solo brasileiro, mas uma empresa privada. OK!
Logo não haveria porque ter confronto de espécie alguma entre o governo americano e o brasileiro.
O que aconteceu foi que o Sr. Farquhar não soube lidar com nossos políticos.

Farroupilha
Visitante
Farroupilha

Para quem quiser um pouco de história rápida, tem o documentário no youtube, sobre Percival Farquhar no Brasil.
https://www.youtube.com/watch?v=U3-JhPVn5_U

Rodrigo M
Visitante
Rodrigo M

A questão principal, não é o fato de ser legal ou não, a nacionalização de ativos estrangeiros em determinado país, mas a instabilidade política desse países, somado ao populismo barato praticado por seus governantes, que por consequência resultam em nenhuma segurança jurídica, comercial ou de qualquer espécie. Imaginem os senhores a farra que seria, se de repente todo mundo resolvesse se apoderar do alheio, baseado em seu próprio julgamento das leis.. Creio que se realmente amparado pelo direito internacional, como mencionado neste fórum (Ainda não pesquisei a respeito) Seja um recurso jurídico a ser usado em casos muito específicos. Então… Read more »

JT8D
Visitante
JT8D

Certo fez o Chile de colocar essa gente no seu devido lugar

camargoer"
Visitante

Caro Rafael, o problema não é quando um governo decide nacionalizar uma empresa estrangeira. O pior é quando um governo vende o seu satélite de comunicações usado por suas forças armadas a uma empresa estrangeira.

Maria do Carmo Lacoste
Visitante
Maria do Carmo Lacoste

camargoer” 18 de novembro de 2016 at 20:12
E desde quando alguém, ou seja, um serviço de inteligência de uma potência estrangeira precisa que um satélite seja nacional ou não, para obter todos os dados que passam por ele?
Acorda, mano.

camargoer"
Visitante

Cara Maria, além da delicada questão relacionada à espionagem por uma potência estrangeira existiria um outro tão grave relacionado à restrição do volume de dados que uma empresa pode colocar a um cliente em benefício de outro, da redução da velocidade de tráfego de informação, “panes” (nem sempre técnicas) e uma vasta lista de riscos que envolveriam o controle das informações militares por meio de um satélite controlado por uma empresa estrangeira. Isso é tão certo que o MD tem como meta mudar isso. Felizmente, o MD parece ter acordado para este problema.

Rodrigo M
Visitante
Rodrigo M

Camargoer, – Falando em satélites, e mudando um pouco de assunto. Alguns operadores clandestinos (Brasileiros) que usam ilegalmente as faixas destinadas a radioamadores, criaram um sistema que permitiu utilizar um satélite militar geoestacionário norte-americano usado na guerra do golfo, para “bate-papo” como se fosse um telefone 0800 24h por dia, 365 dias por ano, e cobrindo praticamente todo o ocidente, usando equipamentos de fundo de quintal. Esse satélite fica sobre a África, a meio caminho entre os EUA e o Oriente Médio. Algum tempo atrás a NASA em conjunto com a polícia federal brasileira utilizando métodos de triangulação de sinal… Read more »

camargoer"
Visitante

Caro Rodrigo, sensacional. Não dá ideia senão alguém vai sugerir à brava MB a oficializar a comunicação clandestina para economizar para o rancho…. riso

Farroupilha
Visitante
Farroupilha

Quanto ao nosso futuro satélite de defesa, o que não engulo é essa história de ser apenas um e ainda dividindo espaço com um comercial. Ou seja, sua localização fica totalmente acessível. O inimigo que quiser simplesmente acabar com ele o faz o dia e a hora que achar melhor. Satélite de defesa que todo mundo sabe onde fica estacionado, pois é geo-estacionário sempre no mesmo lugar. E apenas um. É ou não facilitar a vida do inimigo. Outra coisa, se for explodido etc, leva junto boa parte das comunicações nacionais de brinde. Santa ingenuidade de Defesa-Soberania-Estratégia!!! – Enfim toda… Read more »

Luiz Antonio
Visitante
Luiz Antonio

Para o Bolívia desse índio nóia devem vender os T-27 da AFA com superfaturamento.
Nota: Sem armamento algum. Do jeito que estão.
Querem fornecer dentes para o vizinho banguela?

Rodrigo M
Visitante
Rodrigo M

Pois é, você não imagina a farra que isso virou.
A operação do satélite em sí, é realmente sensacional, salvo não fosse completamente ilegal.
Se não me engano o satélite foi, ou ainda é, usado pela US Navy.

Rodrigo M
Visitante
Rodrigo M

Farroupilha,

Se as necessidades das FFAA forem por um satélite que cubra o território brasileiro ininterruptamente, obrigatoriamente terá que ser um geoestacionário, e obrigatoriamente a 36.000km de altura, disso não dá pra fugir, é a lei da física.

E cá entre nós, mesmo que o satélite não seja geoestacionário, um país com tecnologia para “abater” um satélite a 36 mil kms de altura não teria muita dificuldade em atingir outro em órbita mais baixa. Creio eu…

Luciano
Visitante
Luciano

E os americanos, alguém avisou a eles? Dessa vez eles vão permitir essa venda?

Farroupilha
Visitante
Farroupilha

Correto Rodrigo,
Mas o que mais me chateia é essa nossa quantidade = 1.
Os EUA só de geoestacionários militares são dezenas e dezenas, quem sabe até centenas, pois além de satélites operacionais ainda tem satélites sobressalentes já em órbita, como reserva de segurança.
E quanta demora esse nosso geoestacionário.
Quanto aos satélites espiões de imagens, órbita baixa e sem sincronia com a rotação da Terra, quantos os EUA possuem? E nosso país?
Meu Deus! Quanta ingenuidade e fragilidade essa nossa Defesa. Nem vamos falar de lançadores nacionais = vergonha!

Nonato
Visitante
Nonato

A Bolívia é mais uma república de bananas.
Se não bastasse a miséria do país, agora governada por regime comunista.
Aproveitam-se da miséria alheia para lhes enganar.
O futuro dos países que adotam tais regime é a ditadura e a continuidade da miséria.
O problema de não vender é que podem comprar de concorrentes.

Ivan da Silveiraa
Visitante
Ivan da Silveiraa

Boa noite! Maria do Carmo Lacoste 18 de novembro de 2016 at 16:29 Muito bacana você ter lembrado desses casos! Eu, como brasileiro, reconheço alguns fatos bons ocorridos no governo Getúlio Vargas. Mas não vou esquecer que Getúlio Vargas era um canalha racista! Perseguiu covardemente centenas de empresários brasileiros (brasileiros) com sobrenome alemão e italiano que não aderiram as suas crenças políticas. Na época ele utilizou da alegação falsa de “guerra contra o eixo” para perseguir tais brasileiros (com sobrenome alemão e italiano). Foi apenas um pretexto externo para aplicar ações internas afim de se fortalecer no poder! É uma… Read more »

Ronnan Rodrigues
Visitante
Ronnan Rodrigues

Rodrigo M, Para esclarecimento e complementando seu comentário, o satélite geoestacionário mencionado é o FleetSatCom ou UHF SatCom que possui um transponder linear, ou seja, se você transmitir em SSB ele transmite em SSB, se você transmitir em FM para o satélite, ele transmitirá em FM e assim por diante. A maior parte das transmissões de caráter oficial são criptografadas. Ele opera na faixa de frequências entre 250 a 260 MHz. Como ele não possui codificação para acesso, há alguns anos ele foi invadido por estações piratas de diversos países, inclusive dos Estados Unidos, também da Europa e por diversas… Read more »

Rodrigo M.
Visitante
Rodrigo M.

Ronnan,

Obrigado pelos esclarecimentos.
Realmente, quando disse que clandestinos que usam “faixas destinadas a radioamadores” acabei sem perceber, criando uma relação errônea das faixas organizadas por orgãos internacionais e liberadas aos radioamadores devidamente autorizados dentro de suas respectivas classes (No Brasil A, B e C) com a frequência de operação do satélite, que claro, não tem nada a ver.

Foi força do hábito, pelo fato desses clandestinos geralmente também invadirem faixas destinadas a radioamadores.

Carlos Alberto Soares-Israel
Visitante
Carlos Alberto Soares-Israel

Bolívia
Não vai rolar.
Não combinaram com o Tio Donald.
________________________

Uruguay
Vai de China.
Hongdu L-15A Falcon
O AC esteve no começo deste mês lá para negociar.
04 unidades e olhe lá.
Pagamentos com Commodities.
________________________

Paraguay
Talvez, pero no hay plata.

Carlos Alberto Soares-Israel
Visitante
Carlos Alberto Soares-Israel

Fugiram do tema/tópico totalmente.
O MO não lê por estas bandas, mas o link é em homenagem a ele:
http://www.agencia.ac.gov.br/tratado-que-tornou-o-acre-territorio-brasileiro-completa-113-anos/

Guizmo
Visitante
Guizmo

Caros, Alguém aqui que comentou conhece a Bolívia ou trabalhou com bolivianos? Eu sim. Longe de defender o país e seu presidente, mas a Bolívia não está lá essa porcaria toda. Claro que é um país subdesenvolvido e com limitações inerentes a esta situação, mas visitem La Paz ou Sta Cruz. Se acharem ruas esburacadas ou sujeira no chão, me avisem. São belas cidades. Sobre gestão pública, a despeito dos atos duvidosos sobre a refinaria, e do ato criminoso com a nacionalização de veículos brasileiros roubados, Evo Moralez não gasta um centavo a mais do que tem em orçamento. É… Read more »

Glasquis 7
Visitante

Guizmo 19 de novembro de 2016 at 5:29 Conheço Bolívia e além de La Paz e Santa Cruz de la Sierra (considerada moderna graças aos Narcos) não tem muita modernidade pra se surpreender não. Não é nada que não se compare a alguma cidade do interior Paulista. Além do mais, as ruas são sim esburacadas como qualquer cidade na América do Sul. Manter uma Força Aérea não é como tampar buracos. A Bolívia não tem tradição nem preparo pra operar uma aeronave como o A 29. Os custos de operação não poderiam ser absorvidos por eles e acabariam tendo uma… Read more »

Pedro Lemos
Visitante
Pedro Lemos

Glasquis 7 19 de novembro de 2016 at 7:36
Compreendo, eu também estou torcendo para que essa venda não seja realizada, mas infelizmente já tem site internacional repercutindo essa informação, e dando a venda como muito provável.

Antonio Palhares
Visitante
Antonio Palhares

O cocaleiro tem como pagar porque país dele tem o maior crescimento de reservas da America do Sul, as maiores taxas de crescimento economico, as maiores reservas de Lítio, alem de muito gás e petroleo. A situação economica é melhor do que a do Uruguai. O que importa é vender e receber. É melhor comprarem aqui do que na China.

Guizmo
Visitante
Guizmo

Justamente Glasquis, “parecida com qualquer cidade do interior Paulista”, é esse meu ponto. O país, do jeito descrito pelos que não o conhecem, parece ser uma favela a céu aberto, não é assim.

Quanto a capacidade técnica e financeira de manutenção e operação de um A-29 pela Força Aérea local, não possuo informações ou conhecimento técnico dos mecânicos e pilotos locais, para julgar. Se você tem, parabéns!

Fresney
Visitante
Fresney

Ainda não engoli o negócio das refinarias da Petrobrás na Bolivia. Se for vender algo para lá que não seja via financiamento brasileiro se não darão calote. É melhor via FMS pela Sierra Nevada e que cobrem caro!!! Não demos os sapões para eles UH1 ????

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

Farroupilha, Eu estaria desinformando se tivesse fornecido informações falsas, o que não fiz. Escrevi claramente que a empresa era privada e não falei que era uma estatal americana, inclusive citei o dono dela. Uma empresa, seja estatal (de economia mista, no caso da Petrobras) ou privada, quando resolve investir em outro país, se sujeita às leis locais, não fazendo diferença para o expropriador se a empresa é estatal ou não. Quem resolve abrir uma empresa em outro país aceita correr esse risco. Aliás, no caso da Petrobras na Bolívia, foi até melhor para o Evo que a empresa era estatal,… Read more »