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Embraer apresenta o Legacy 650E e a mais longa garantia da indústria

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Orlando, Flórida, Estados Unidos, 31 de outubro de 2016 – A Embraer revelou hoje uma nova versão do jato executivo Legacy 650, o Legacy 650E. Com atualizações tecnológicas e de automação, a aeronave que já tem um excelente custo operacional e a maior cabine de passageiros da sua classe, contará agora também com uma garantia de 10 anos ou 10 mil horas de voo, algo sem precedentes na indústria. A entrada em serviço da aeronave está prevista para 2017 ao preço de lista de US$ 25,9 milhões.

“Como uma prova da nossa confiança na herança de robustez e alta disponibilidade do Legacy 650, a nova aeronave terá a mais longa garantia disponível na indústria de jatos executivos,” disse Marco Tulio Pellegrini, Presidente & CEO da Embraer Aviação Executiva. “Seja para operação comercial ou privada, não há aeronave nesta classe que seja mais econômica, durável e confortável. Esta é uma verdadeira e bem definida proposta de valor.”

Com assentos reestilizados, o Legacy 650E tem uma espaçosa cabine dividida em três ambientes para maior privacidade, além de um uma opção exclusiva de um toalete dedicado para a tripulação na parte dianteira da cabine.

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Os refinamentos no cockpit da aeronave incluem o Sistema de Visão Sintética (SVS) como parte da última versão do pacote da aviônica Primus Elite Advanced Features (PEAF), da Honeywell, que também conta com a simbologia do sistema anticolisão de tráfego e informação meteorológica de solo XM sobrepostos ao mapa móvel, aumentando o alerta situacional dos pilotos. Complementando o PEAF, o Legacy 650E também terá autothrottle (acelerador automático) como item de série, elevando o nível de automação e reduzindo a carga de trabalho da tripulação. Essas tecnologias complementam o comprovado sistema aviônico do Legacy 650E, compatível com os mais rígidos requisitos da próxima geração de controle do espaço aéreo.

Além disso, dois iPads com diversos sistemas estão disponíveis no cockpit, permitindo que os pilotos usufruam de uma interface amigável, de fácil atualização e uma ampla gama de outras ferramentas de apoio à operação. Esses itens reduzem a carga de trabalho dos pilotos e criam um ambiente mais intuitivo com as conveniências tecnológicas que os pilotos desejam.

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Legacy 650E

O Legacy 650E, da categoria large, transporta confortavelmente até 14 passageiros em três distintas zonas de cabine, com privacidade e conforto acústico superior. Além de possuir a melhor galley da sua classe e um bagageiro acessível em voo que é maior até do que de aeronaves da categoria acima, a aeronave pode ser configurada com dois toaletes. O Legacy 650E possibilita conexão de alta velocidade à internet e oferece um sistema de entretenimento de última geração em alta resolução, o Honeywell’s Ovation Select. A aeronave tem alcance de 7.223 quilômetros (3,900 milhas náuticas) com quatro passageiros nas condições de NBAA IFR.

O Legacy 650E é a primeira aeronave a oferecer garantia de 10 anos ou 10 mil horas de voo para sistemas e componentes (fabricante e fornecedores), relacionados à plataforma. Essa é a maior garantia da indústria. Garantia de interior permanece com dois anos, bem como a pintura externa (dois anos ou mil horas de voo). Motores têm garantia de cinco anos ou 2.500 horas, Unidade de Potência Auxiliar (APU) cinco anos ou três mil horas e a aviônica, cinco anos ou cinco mil horas.

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Sobre a Embraer Aviação Executiva

A Embraer é uma das maiores fabricantes de jatos executivos do mundo, tendo entrado neste segmento de mercado a partir de 2000, com o lançamento do jato Legacy. A Embraer Aviação Executiva foi constituída em 2005. Seu portfólio, o mais amplo da indústria, é formado pelos jatos Phenom 100, Phenom 300, Legacy 450, Legacy 500, Legacy 650E e Lineage 1000E. Com dez anos de mercado, a frota de jatos executivos da Embraer ultrapassa 1.000, que estão em operação em mais de 60 países. Os clientes são apoiados por uma rede global de 70 centros de serviços entre próprios e autorizados e centros de distribuição de peças, complementados por um Contact Center 24/7.

Sobre a Embraer

Empresa global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 130 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

31 COMMENTS

  1. Quando retornei no início de Setembro postei que a Embraer estava para lançar “algo mais”.
    Lógico que não tinha detalhes, inclusive apostei num ER para 10 mil Km ou mais.
    Quase acertei, eis ai um produto ****** literalmente um seis estrelas.
    Sucesso garantido.
    Ainda aposto para breve num ER do 650 ou será um 650X (Ex), veremos.

  2. Claro que a Embraer tem as razões dela para lançar essa aeronave. Com certeza eles tem motivações bem racionais.
    Porém, na minha visão de semi-ignorante, ficar insistindo em Legacy 650 é atrasar o desenvolvimento do Legacy 500. Espichar o Legacy 500 pode resultar em uma aeronave do tamanho do antigo Legacy 650, com motores atuais e airframe mais atual também.
    Detalhe interessante é que essa aeronave traz o DNA do ERJ-145, a aeronave que tirou a Embraer da situação dificílima em que ela se encontrava na época de sua privatização.
    Se der tudo certo, comprarei um modelo desses. Em escala, claro…

  3. Adriano Luchiari 1 de novembro de 2016 at 17:50
    Se tivesse autonomia para voar non-stop de Brasilia a Washington ou Paris, por exemplo, seria perfeito.
    Brasilia a Washington 6.723 kms a autonomia do avião é 7.223 quilômetros (3,900 milhas náuticas) com quatro passageiros nas condições de NBAA IFR.

  4. JoliLeChat
    A cabine do 600/650 é muito mais larga que a do 450/500.
    O que o 650 mereceria era um up-grade: novo cone de nariz, novas janelas, trocar aquela saída de APU horrenda, colocar o sistema FBW do 450/500 e mesma aviônica. Mas com tudo isso, não sei se não sairia mais barato fazer um totalmente novo.

  5. Continuo achando esses “volantes” (manetes, manches, sejam lá o que forem) muito feios, não anatômicos e destoantes do visual tecnológico da cabine.
    Vou continuar batendo nesta tecla.
    A Embraer, algumas vezes, tem seguido minhas orientaçoes, assim como os russos com o pak da (embalagem stealth reaproveitando tudo que estiver disponível, sem reinventar a roda e concluir o projeto em curto período de tempo).
    Tenho uma ideia de como deveriam ser esses “controles”.
    Esses aí parecem mais um patinete. Ou bicicleta de brinquedo.
    Lembram também um cavalo marinho…
    Eu mudaria outras coisas.
    Baixaria a área envidraçada de modo a permitir aos pilotos ver para baixo.
    A vista fica muito para o alto…

  6. Na minha opinião, iria ficar melhor se resolvem atualizar mesmo. A cabine possui um layout relativamente antiquado, deveriam é colocar aviônicos maiores, especialmente algo como os da linha Pro Line Fusion da Rockwell Collins, os mesmos que estão equipando o KC-390. É o que penso.

    Até mais!!! 😉

  7. A Embraer que trate de investir em estudos para jatos supersônicos ou vai ficar para trás. Uma das prioridades da NASA em termos de aeronáutica tem sido estudar possibilidades de jatos supersônicos executivos ou para talvez até sessenta passageiros. Eles querem fazer uma mino concorde. E há mais de uma indústria com seu próprio desenho, e e com promessas, com metas ambiciosas. Esta sim deveria ser a inovação que elevaria o nome da Embraer. Uma jato supersônico executivo. Apenas como palpite eu estamparia “escamas” na fuselagem, para diminuir o arrasto, e faria um avião com corte oval, para que, mesmo que diminuindo a largura do corredor, aumentaria a altura interna, possibilitando uma piso mais alto ( asa mais alta) e maior capacidade de armazenamento de combustível debaixo dos pés. Eu também faria alguns incrementos na turbina, para aumentar a eficiência, mas isto é outro assunto. O fato é que precisa investir para estar na frente, e não se poderá estar na frente, no caso da Embraer, se não investir no supersônico. Hipersônico. Ou estará sempre a reboque…

  8. Apenas para ilustrar…

    http://aviationweek.com/nbaa-2016/supersonic-hopefuls-who-will-be-first-fly#slide-3-field_images-1535031

    Aliás, em relação a uma comentário anterior, a quem interesse, quando eu digo que os chineses sofrem de déficit de espontaneidade, é perigoso, eles entendendo isto, artificializarem a espontaneidade. Talvez até façam um show de circo muito espontâneo… É o tipo de gente que não admite erro, ao menos, se esforçam, para que isto não seja em público. São tão disciplinados para não errarem que pouco se atrevem a realmente fazer algo que não seja uma cópia. Os chineses, especialmente depois da revolução comunista perderam a capacidade de “sair fora das regras”, no pensamento. São doutrinados para um pensamento único e isto jamais terá sucesso no mundo. Os chineses só fazem o que fazem, ainda porque tem um monte do dinheiro que ainda entra, apesar de já vislumbrarem uma quebra óbvia, não apenas no ritmo de crescimento, mas na estrutura macroeconômica nacional-internacional. A China é uma estado paternalista que trabalha como uma empresa. Não se esqueçam do que é uma estado paternalista. E, bem, empresas quebram, e mesmo estados, falem. E, bem, Então, o único caminho para a China é copiar os EUA, no que tem de mais liberal, ou, sei lá, isolar-se do mundo capitalista, adotando a doutrina Juche da Coréia do Norte e começar a criar ratos para alimentar o povo. Ou, para não fazer uma guerra idiota, estende a lei do aborto para matar “excesso de gente” e para disfarçar, publica uma lei ( onde o estado pode tudo) para justificar o massacre e diz que ” quem reclamar de fome morre!” A china é uma país muito complexo para querer suplantar os EUA ( como os EUA são simples e abertos, basta assistir os filmes de hollywood!), enquanto o povo não adquirir uma cultura de liberdade. O Japão, nestes quesito, está a mil anos luz à frente da China, ainda que sejam muito discretos. Como se diz por aqui os invejosos, o Japão tem mais potencial para criar intelectualmente do que realmente faz. Mas vá lá, mil anos na frente da China.

  9. “Victor Moraes 2 de novembro de 2016 às 22:27
    A Embraer que trate de investir em estudos para jatos supersônicos ou vai ficar para trás.”
    .
    No momento a Embraer está envolvida com o desenvolvimento dos Ejets-E2, KC-390 e do FX.
    Lembrando que estes dois últimos são projetos encomendados pelo governo brasileiro.
    Os pagamentos do KC-390 continuam atrasados, assim como os dos programas de modernização do AMX e do A4.
    .
    Jato executivo supersônico somente quando a tecnologia, principalmente motorização, estiver solucionada e ao alcance de toda a indústria.
    .
    Mercado restrito, alto custo de desenvolvimento, grande chance de prejuízo.
    Daqui a vinte anos talvez.
    Hoje, com as atuais conjecturas e incertezas econômicas do Brasil e do mundo, nem pensar !!!
    Para a Embraer, que tenta equilibrar suas contas, menos ainda.
    Chance zero !!!

  10. Não entregaram. Foram feitos apenas 2 protótipos que estão sendo testados. Se não me engano as primeiras entregas devem ser feitas em 2018.

  11. “Fabianomartins35 3 de novembro de 2016 às 17:54
    Outra pergunta entregaram algum KC390 para FAB?”
    .
    Já, todos os 28 encomendados … o ano passado … você não viu ???
    Procure na internet …
    .

  12. Tanto já foi dito… tantos recursos hoje em dia… mas mesmo assim. Bem (grande suspiro), não… nenhum foi entregue. A aeronave encontra-se ainda em processo de homologação. Existem dois protótipos que voam diariamente, efetuando os mais variados ensaios.
    A FAB só vai receber em 2018.

  13. “Matheus Henrique 3 de novembro de 2016 às 21:46
    Ricardo, apesar do calote do GF sobre a Embraer o programam KC-390 segue no cronograma sem atrasos. abraço!!”
    .
    Matheus Henrique, eu sei disso … acompanho de perto o programa diariamente … foi somente um tom irônico …
    Abração …

  14. JoliLeChat
    De fato, no corte vê-se que que o diâmetro da cabine é o mesmo. Nunca tinha me atido nisso. Sei lá, talvez pela origem do Legacy, do ERJ145 com 2+1 poltronas, sempre me deu a impressão de ser mais largo. De qualquer modo, para alongar a fuselagem e deixa-lo semelhante ao Legacy 650, precisaríamos de motores mais potentes, mais combustível e nova asa para sustentar o peso. No final das contas precisariam fazem quase que um novo avião e dai falta o famoso dinheiro.
    E há um estudo da Embraer, com uns três anos, sobre uma aeronave executiva de longo alcance, que pelo jeito ficou em suspenso.

  15. O GTE deixará de existir. Aeronaves civis serão locadas para atender os Ministérios, e os mesmos pagarão a conta. A FAB transportará somente a Presidência e a Vice Presidência (como em todos os países).
    Nonato, esse manche “velotrol” (é da sua época?) foi desenhado assim atendendo a vários estudos de ergonomia. Tenho 3.000 horas segurando esse manche (E145/190/195) e afirmo que é o melhor dos modelos.

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