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Caças da Royal Air Force invadiram os céus do norte do Japão esta semana no primeiro exercício militar de seu tipo com as forças de defesa do país.

Typhoons da RAF do No. 2 Squadron, completaram voos conjuntos de treinamento sobre o Oceano Pacífico ao lado de aeronaves F-2 da Força Aérea de Autodefesa do Japão (JASDF), das Bases Aéreas de Misawa e Chitose.

A Base Aérea de Misawa e sua comunidade local acolheram os aviões de combate britânicos que voaram praticamente meio mundo para chegar até lá. Um avião-tanque Voyager e aviões de transporte C-17 apoiaram o desdobramento da RAF. Spotters têm testemunhado com entusiasmo as primeiras formações de Typhoon e Mitsubishi F-2A.

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O pessoal da RAF, incluindo equipes de engenheiros, operações de voo, logística, segurança e muitos outros têm trabalhado em estreita colaboração com os seus homólogos da JASDF para estabelecer a base operacional desdobrada do Esquadrão.

A última semana testará pilotos e pessoal de terra em uma variedade de cenários destinados a desenvolver as habilidades, práticas e compreensão entre britânicos e japoneses.

A Guardian North 16 continua até 4 de novembro.

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Nonato
Nonato
3 anos atrás

Como esses typhoon chegaram lá? Israel, arabia saudita, Índia? Margearam a China? 🤔

Marcos
Marcos
3 anos atrás

É impressão minha ou os F16 japoneses são mais longos?

Papan
Papan
3 anos atrás

Linda imagem os dois elementos voando juntos.

camargoer"
3 anos atrás

Olá Marcos. Eu não diria que os F2A japoneses sejam F16… são maiores e possuem outra eletrônica embarcada. O F2 foi baseado no F16, mas foi reprojetado, inclusive custando muito mais caro. Por fim, a camuflagem deles é linda.

camargoer"
3 anos atrás

Alias, a pintura dos F15 agressores da JSDF são as mais lindas.

Space Jockey
3 anos atrás

Não sabia que tinham essa diferença toda esses F2, achava que era só o aro no canopy.

Carlos Alberto Soares-Israel
Carlos Alberto Soares-Israel
3 anos atrás

Tufão ?
Iväny
cadê você ?
Aliás, como se sairiam os Tufões num mano a mano com J 10 ou J 20 ?
É contigo Iväny ….

Carlos Campos
Carlos Campos
3 anos atrás

a asa deles é maior e tem um formato ligeiramente diferente dos F16 made in USA

Leandro Costa
Leandro Costa
3 anos atrás

Para efeito de comparação:
http://www.f-16.net/forum/download/file.php?id=5674&t=1
http://www.airvectors.net/avf16_4_3.png

E um F-2B, até porque geralmente quase nunca vejo fotos da versão biplace:
comment image
https://cdn-www.airliners.net/photos/airliners/3/9/6/1711693.jpg?v=v40

Bom lembrar que o primeiro radar AESA em operação foram os que foram desenvolvidos e produzidos para os F-2.

Marcos
Marcos
3 anos atrás

Fui pesquisar: tudo é diferente. 1′ avião com radar aesa. estrutura da asa em compósito, cuja tecnologia foi posteriormente transferida para a LM. Entre muitas outras coisas.

Renato Vieira
3 anos atrás

Quando vejo o F2 me faz lembrar das piadas rotineiras por aqui quando chamam o A1 de F32, nesse sentido essas mesmas pessoas poderiam chamar também o F2 de F64 e não chamam…..exageros a parte, pessoas assim enxergam apenas 1m além dos pés e carregam consigo o puro complexo do vira-lata. Gente pequena!

Leandro Costa
Leandro Costa
3 anos atrás

Pois é Renato. Enquanto isso o Japão continua sendo uma das maiores economias do planeta e tem uma excelente aeronave, com tecnologia de ponta e totalmente operacional em quantidade pelo menos adequada, enquanto nós temos uma aeronave que nem ao mesmo foi entregue ‘plenamente funcional’ com cabides de mísseis nas pontas das asas que nem sequer tinham cablagem e que somente atingiram seu potencial depois de uma modernização feita quase vinte anos após sua entrada em serviço, e que mesmo assim se encontra interrompida com o que? Cinco aeronaves modernizadas? Talvez um pouco mais, talvez pouco menos… . O que… Read more »

Maria do Carmo Lacoste
Maria do Carmo Lacoste
3 anos atrás

São lindos, né gente?

Renato Vieira
3 anos atrás

Leandro voce deve ser um daqueles que ler superficialmente, nao falei em nenhum momento que o AMX é exemplo para ninguém, onde voce leu isso nos meus comentários? Falei em valores multiplicados (×2, ×4) e na ideia da compra de prateleiea. Mas aproveito e já te digo que não foi só desperdício. ….O projeto AMX trouxe know-how também, tanto que a Embraer aproveitou nas linhas comerciais tornado-a assim uma das maiores do mundo no seguimento, por consequência são milhares de empregos e outras indústrias que são trazidas juntas com ela. Nem tudo dar certo, nem tudo sai como planejado seja… Read more »

Renato Vieira
3 anos atrás

Srs editores, comentário retido.

Matheus
Matheus
3 anos atrás

Leandro Costa 1 de novembro de 2016 at 7:04

O problema não é a critica.

O problema é que querem ficar criticando FAB quando o assunto da noticia nem é a mesma, esse é o verdadeiro Vira-Lata.

Vira uma bola de neve e daqui a pouco viram uma discussão de Coxinhas x Mortadela.

Atahualpa S. Willians
3 anos atrás

1. Não entendo nada de “aviação de caça” como é chamada na A.Sul.
2. A uns dez anos atrás minha preferência no FX era o Tufão.
3. AI OS “especialistas” diziam que era muito caro, etc e etc
4. Depois ofereceram um tal F-35, opps esse era muita areia pro caminhãozinho do Jobim.
Resumindo a estória, sempre que vejo essas imagens fico com muita “inveja”.

BUENO
BUENO
3 anos atrás
Clésio Luiz
3 anos atrás

Os japoneses tinha um requerimento de um caça de ataque para substituir o Mitsubishi F-1. Ele deveria transportar 4 misseis anti-navio simultaneamente. Fizeram uma concorrência só para ver de perto o que tinha disponível no mercado e depois declararam na cara dura que nenhum concorrente atendia as especificações, então eles iriam construir um caça dedicado. . A Mitsubishi acabou usando um conceito da Lockheed de um F-16 alongado com área alar maior (big wing), que permitiu a instalação de um ponto duro adicional em cada asa, permitindo assim o transporte dos 4 mísseis anti-navio: https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/03/f-2-asm-2.jpg . Ele é mais longo,… Read more »

Clésio Luiz
3 anos atrás

Comparativo de tamanho entre o F-2 e o F-16:
comment image

Leandro Costa
Leandro Costa
3 anos atrás

Renato, aonde você falou que o AMX é exemplo? Ué, na base do seu texto você compara o caso dos custos AMX com o caso dos custos F-2, portanto usando o AMX como exemplo de partidarismo analítico por parte do ‘brasileiro com síndrome de vira-lata’, ora bolas! . Que fique bem claro que eu gosto do AMX, tanto do projeto quanto da aeronave em si. O meu problema com ele é o fato de que não foi entregue ‘completo’ e apenas está tendo todo seu potencial aproveitado com a modernização. Que a EMBRAER adquiriu conhecimentos com isso que posteriormente puderam… Read more »

Carlos Crispim
Carlos Crispim
3 anos atrás

Será interessante o resultado da competição, de um lado o caça mais feio do ocidente – Typhoon, do outro o F-16 caça leve mais bem sucedido dos EUA e melhorado pelos super-techs japoneses, quem será que ganha a parada?

Carlos Alberto Soares-Israel
Carlos Alberto Soares-Israel
3 anos atrás

Atahualpa S. Willians 1 de novembro de 2016 at 10:10
Nenhum dos dois atendiam os requisitos da FAB (RFP).
Simples assim.

Alex.
Alex.
3 anos atrás

Cleusio os Japoneses na época estavam corretas afirmações que o Mercado nao tinha o queen eles queriam.

Clésio Luiz
3 anos atrás

Alex, vários caças poderiam atender os requerimentos de transportar os 4 mísseis no raio de ação requerido. Mas eu não discordo da atitude deles de querer desenvolver as coisas localmente. Quem quer ser potência não abre mão da industria local.

Delmo Almeida
Delmo Almeida
3 anos atrás

Não seria possível ir com o Voyager sobre o pólo norte, cruzar sobre a pontinha do Alasca e seguir para o Japão que “cruzar meio mundo”???

Alex.
Alex.
3 anos atrás

Grato..

Carlos Campos
Carlos Campos
3 anos atrás

e aí os Typhoon conseguiram vencer mais que os Mit F2?