domingo, maio 16, 2021

Gripen para o Brasil

Índia inicia concorrência para caças monomotores

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

gripen-india

Competição provável entre o F-16 Block 70 e o sueco JAS39 Gripen E

Uma concorrência mundial foi reiniciada para fornecer à Índia um caça multifunção de médio porte, com a Força Aérea Indiana (IAF) convidando os principais fabricantes internacionais de aviões de combate a estabelecer uma unidade de produção na Índia.

O jornal Business Standard soube que embaixadas indianas em Washington, Moscou e Estocolmo, na sexta-feira passada solicitaram aos fabricantes de jatos de caça nesses países a confirmação de que eles seriam parceiros de uma empresa indiana na construção de um caça médio, monomotor, com significativa transferência de tecnologia para uma empresa indiana.

O documento confidencial enviado pelas embaixadas não é tecnicamente um “Request for Information” (RFI), que é um precursor de uma “Solicitação de Propostas” (também conhecida como licitação). No entanto, ele têm a mesma finalidade, que é a de determinar quais fornecedores estão interessados e o que eles estão dispostos a oferecer.

Gripen IN - imagem Saab - página da campanha do Gripen para a Índia
Gripen IN – imagem Saab – página da campanha do Gripen para a Índia

Especificando que o IAF requer um caça monomotor, o último pedido difere da concorrência anterior, emitida em 2007, para 126 aviões de combate médios multifunção (MMRCA). A concorrência MMRCA, que não tinha tal estipulação, teve seis fornecedores oferecendo quatro aviões bimotores e dois caças monomotores. As ofertas bimotores incluíram o Rafale da Dassault, o Typhoon da Eurofighter GmbH, o F/A-18E/F Super Hornet da Boeing e o MiG MiG-35 da RAC. Os caças monomotores oferecidos foram o F-16IN Super Viper da Lockheed Martin e o Gripen D da Saab.

A concorrência MMRCA tão exagerada finalmente entrou em colapso, com a IAF no mês passado comprando um lote de 36 caças Rafale. Agora, a IAF inicia uma competição mais focada que caracterizará somente caças monomotores.

Vários especialistas do poder aéreo têm apontado que a IAF precisa de caças monomotores para substituir os caças MiG-21 e MiG-27 que devem ser aposentados no futuro próximo. O Rafale, um caça bimotor meio-pesado, é demasiado caro para as tarefas operacionais que um caça monomotor pode facilmente realizar.

Enquanto a Boeing, Eurofighter, RAC MiG, Sukhoi e Dassault seriam tecnicamente capazes de responder ao último RFI, nenhuma delas pode oferecer um caça no estado-da-arte, médio, monomotor. Portanto, parece provável que Nova Deli terá de escolher entre o Saab Gripen E e o Lockheed Martin F-16 Block 70.

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F-16 Super Viper

Como o Business Standard informou anteriormente, tanto a Saab e a Lockheed Martin iniciaram campanhas agressivas para atender às necessidades da IAF. Ambas já apresentaram o que o chefe da IAF descreveu na quinta-feira como “ofertas não solicitadas” para a construção de seus caças na Índia.

A Saab incluiu na sua oferta a assistência ao programa de desenvolvimento autóctone da aeronave de combate leve Tejas (LCA), que está sendo liderado pela Agência de Desenvolvimento Aeronáutico (ADA), uma unidade da Organização de Pesquisa e Desenvolvimento de Defesa (DRDO).

LCA Tejas
LCA Tejas

A Saab ofereceu-se para ajudar a ADA no desenvolvimento mais rápido do Tejas Mark IA, que o chefe da IAF, Marechal do Ar Arup Raha, disse que precisa de quatro melhorias – um radar de combate melhorado, armas mais letais, capacidade de guerra eletrônica dedicada e melhor manutenção. Ele disse que o Tejas atualizado deve voar dentro de três e quatro anos.

A Saab também se ofereceu para ajudar a ADA a desenvolver o planejado Advanced Medium Combat Aircraft (AMCA).

Enquanto isso, a Lockheed Martin está empurrando uma oferta, feita através da Indo-US Defence Trade and Technology Initiative (DTTI), para mudar sua linha de produção do F-16 de Fort Worth, Texas, para a Índia. A nova versão, mais avançada do F-16, denominada Block 70, tem sido oferecida para atrair a Índia.

Insiders da Força Aérea Indiana dizem que há pouca chance da Índia comprar o F-16, uma versão significativamente avançada do Block 50/52 que a Força Aérea do Paquistão opera. Já que Washington está consciente deste importante viés, espera-se que os EUA aproveitem esta oportunidade para oferecer à Índia o F-35 Joint Strike Fighter, um caça de quinta geração no estado-da-arte.

A IAF está mantendo a mente aberta. Na quinta-feira passada, Raha declarou: “Tenho certeza de que quem oferecer o melhor negócio vai ganhar. Todos os aviões são muito capazes, por isso vai depender de quem fornece a melhor transferência de tecnologia; e, evidentemente, o preço. Está na mesa; nada está decidido ainda”.

FONTE: Business Standard

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Glasquis 7

Gostos à parte, F 16 Block 70… Vai ser o fusca entre os caças. O maior sucesso de ventas com mais de 4500 unidades vendidas, logo logo chega nas 5000 unidades. Aliás, vai ter mais F 16 do que fuscas KKK. E continua sendo um senhor caça multimissão.

Jr

Jogo de cartas marcadas, vai dar f-16, ainda mais com a promessa de transferir a linha de montagem global para a Índia, o Gripen tá ai só para sair na foto

camargoer"

Olá a todos. Em se tratando da aquisição de caças para a Índia, qualquer resultado será possível. Mig35 para manter a colaboração com os russos? F39D para abrir um novo fornecedor? F16 para compensar a escolhas dos sukhoi e dos rafales? Verifiquei o inventário da IAF e, coincidentemente, não consta caças americanos. E o tejas?

Wellington Góes

A Índia é uma país estranho, mais estranho ainda é a sua força aérea. – O F-16 dificilmente passa (seu rival mais feroz tem um parecido), mas por incrível que pareça é a opção que não conflitará com o seu Tejas (afinal, mesmo sendo monomotor, é caça médio e não um caça leve). O Gripen E/F seria a opção mais racional, entretanto será que vão optar por avião que matará de vez o projeto local?!?! – A única coisa racional na IAF é que não se limitam a ter um único fornecedor (ou de mesma orientação geopolítica), mesmo assim conseguem… Read more »

Ednardo de oliveira Ferreira

Plano indiano para 2025:

T50 (furtivo de 5 geração)
Tejas (ataque e caça)
Su 30 (interceptação e ataque)
rafale (dissuasão nuclear e interceptação)
Gripen (ataque e caça)

Notem que há aeronaves russas, indianas e ocidentais. Sempre 2 opções de fornecedores de blocos geopolíticos distintos para cada missão (exceto as missões furtivas).

Interessante vai ser ter data link para esta salada toda e preparar doutrina para isso tudo.

Obs.: esta obsessão da Índia em fornecedores de diferentes blocos se deve à sua postura histórica de não alinhamento com ninguém.

Carlos Crispim

É inacreditável a quantidade de caças diferentes na IAF e eles ainda pensam em comprar mais, enquanto no Brasil, técnicos e especialistas de internet dizem que é uma loucura, blá, blá e blá, mas mesmo assim a Índia pensa diferente e não parece dar errado, afinal eles não são burros nem rasgam dinheiro. Não vejo porque o Brasil não poderia abrir outras licitações de caças para adquirir um caça pesado e outro médio, mas acho que ninguém vai gostar da idéia.

Glasquis 7

camargoer”

Mas eles querem um caça monomotor. O MIG 35 não se encaixa.

PauloR

Parabéns antecipado ao F-16

Diogo de Araujo Carvalho

Gastam pra caramba com forças armadas, mas eu saiba o sistema de castas ainda permeia a sociedade como um todo

Matheus

E a índia carimba o fracasso do tejas SDS!!

Alexandre Galante

A Índia tem 1,3 bilhão de habitantes, sua economia está crescendo a 7,1%. A tendência é só melhorar.

http://www.tradingeconomics.com/

Glasquis 7

Diogo de Araujo Carvalho,

Isso uma coisa totalmente distinta. As castas na sociedade indiana são uma questão socio cultural.

Matheus

Tejas já não fabrica caças de médio porte?

ivanmc

Para não ficar na mão de protótipos e motivos óbvios o F-16 Block 70 deve ser a escolha mais acertada e inteligente.

Edgar

Segundo dados de MTOW da Wikipedia:
.
Tejas: 13.500 kg
Gripen E: 14.000 kg
F-16: 19.200 kg
.
Qual seria a diferença de caça monomotor leve pra médio, segundo a IAF?? Como disse o Wellington, o Gripen mataria a produção dos Tejas, então isto é só uma concorrência pra sueco ver, já certa para o Falcon.

Jad.Bal.Ja

Caras, na boa, a Índia ta fazendo coleção ou algo assim? É pra completar figurinha? Que balaio de gato.

Tiago Silva

Eita mais uma novela!hahaha Mas vamos acompanhar atentamente os capítulos.

Diogo de Araujo Carvalho

Glasquis 7
Acredito que não seja só isso. É também uma forma de fazer com que o indivíduo se conforme com sua situação miserável, já que após sua morte ele pode nascer em uma casta superior e gozar de uma vida próspera. Soa mais como um instrumento de controle mesmo, e bem eficiente.

Fernando Zappa

Prezado Galante, qual seria o impacto para o Brasil caso o Gripen vencesse essa? Alguém tem alguma ideia se isso ia ser bom (ou ruim) para nosso pais?
Isso ia diminuir os custos de aquisição dos outros Gripens planejados?
Caso a Índia se tornasse usuária, o Gripen naval seria viável?
Parece (no meu entendimento) que seria bom para o Brasil ter um gigante como a Índia usando centenas desses aviões, ou não? Os vários pilotos e oficiais da FAB que comentam por aqui poderiam opinar, ia ser muito instrutivo.

mbp77

Vou na contramão dos colegas acima.
Acho que é mais possível o Gripen vingar lá, haja vista o Paquistão já operar o F-16 em versão parecida à oferecida.
Mas nunca se pode duvidar da capacidade do Tio Sam em conceder benesses, visando alianças estratégicas de longo prazo.
Vai ser uma disputa interessante.
Sds.

Leandro Costa

Zappa, acredito que seja benéfico, afinal de contas, poderíamos vender peças fabricadas no Brasil para os indianos, bem como baratear o custo de aquisição dos motores, por exemplo. Ao mesmo tempo, técnicos brasileiros, que já estão passando pelo processo de transferências de tecnologia com a SAAB, podem vir à ajudar os indianos à passarem pelo mesmo processo, e por aí vai.

Rinaldo Nery

Carlos Crispim, eles rasgam dinheiro sim. A corrupção lá não fica muito longe da nossa. E as hipóteses reais de conflito fazem com que invistam muito nas suas FFAA, a despeito da miserabilidade da maioria do seu povo. Não é comparação com o Brasil. Não guerreamos com o Paquistão nem com a China. Se eles conseguem resolver essa salada logística, sorte deles. Na FAB nunca iremos operar dessa forma, gostem ou não.

Luan Maia

Olá a todos.
Tenho a mesma dúvida do Ednardo.. como seria a implementação da doutrina desse monte de caças? Datalink? fornecimento de peças e etc.. É mesmo viável tanta variedade assim?

Bardini

O Gripen pode vir a ter uma versão naval…
Os Indianos podem vir a ter um Porta Aviões operacional…

Fábio Mayer

O Brasil deveria aprender alguma coisa com a Índia. Deveria ao menos ter um esquadrão de caças pesados de longo alcance como um SU-35 sediados na Amazônia, dadas as distâncias da região. 3 grupamentos de caças médios como o Gripen em Anápolis, Santa Maria e Santa Cruz e caças leves no nordeste. 16 Su35 ou similar ocidental, 36 Gripen, 48 FA-50. Pronto, 112 caças cobrindo todo o território nacional, se a disponibilidade for de 1/3, ainda assim uma força de dissuasão bem efetiva, e considerando ainda o FA-50 como LIFT. 112 aeronaves não é muito para um país como o… Read more »

Billy

Não entendo? Não contratariam mais de 100 caças bi-motores médio pesados? Porque precisam de um monte de “caçinhas” monomotores? Só vão adquirir mesmo 36 Rafalecos?? Então os leves seriam em grande quantidade para perfazer a massa!Ahhh tá! E nós? Vamos operar apenas caças leves? Grippen naval, quem mais tá querendo embarcar nessa? Poderiam adquirir SH para a Marinha do Brasil e fazer a dupla com os Grippen da FAB. O São Paulo com reformas pode operar SH pleno?

Bardini

Billy 10 de outubro de 2016 at 17:31
.
“Porque precisam de um monte de “caçinhas” monomotores? ”
.
Para substituir o MiG-21.
.
“Só vão adquirir mesmo 36 Rafalecos?”
.
A principio, morre nos 36.
.
“E nós? Vamos operar apenas caças leves?”
.
Sempre operamos caças leves…
.
“O São Paulo com reformas pode operar SH pleno?”
.
Não.

Marcelo Andrade

Nossa Nery, o tal de Fabio Mayer tá muito doido!!! Que festa have foi esta???

Reinaldo Deprera

Fábio Mayer 10 de outubro de 2016 at 17:25 Concordo com você em partes. Um esquadrão de F-15 Silent Eagle seria melhor por duas razões: – É muito mais caça do que o SU-35 – Não é russo — A Rússia não é um país sério e confiável. Além disso, estaríamos financiando um país que, de um jeito ou de outro, esteve por trás de todas as mazelas do mundo do início do século XX pra cá. Do tráfico internacional de armas e drogas ao comunismo. A Rússia é um país que fomenta o ódio baseado na mentira. Além de… Read more »

luiz paulo barros de souza

A India é o segundo país mais populoso do mundo, ao norte tem A China,do outro lado Pasquistão, Russia, todos potênçias militares e nucleares portanto meus amigos ela faz alianças com amigos e inimigos. portanto meus queridos, temos que saber como pensam os nossos inimigos. um abraço forte.

Farroupilha

F-16 ou Gripen? O indiano acima já deu as cartas do vencedor… preço.

Iväny Junior

Está claro que o tejas não tem nem o IOC indiano. Se houvesse cabeça pensante ali, comprariam submarinos japoneses e FA-50 coreano nestas últimas concorrências. Aí já costurava aliança com inimigos em comum.
Posição confortável é a do Paquistão: aliado dos EUA e da China ao mesmo tempo.

Iväny Junior

Contra inimigos em comum*

Papan

E o vencedor é: Gripen E/F, Tanto preço como principalmente transferência de Tecnologia, os indianos também cogitam a versão naval do Gripen.

hamadjr

A proposta da SAAB é bem consistente, superior ao concorrente, mas em se tratando de Índia nuca se sabe.

Roberto Bozzo

Todos estão esquecendo, o F35 é monomotor e pode formar um Hi-low com o T50….dependeria do quanto os EUA estariam dispostos a compartilhar dos sistemas do caça….
E o F35 tem versão que pode operar nos NAes indianos, atuais e futuros…..

Space Jockey

Opa, novo filme a caminho:
.

MMRCA 2: Onde nada jamais chegou a lugar algum !

Papan

Não vejo a possibilidade da Índia escolher o F35, pois já está gastando e comprometida com a Rússia no T50.

Papan

Seria incoerência total.

Carlos Alberto Soares

Tejas,
melhor será acordo com Tio Jacob.
Radar, armas, etc etc
Aposto no F 16-70
Entenderam ?

Marco Passamani

Rinaldo Nery 10 de outubro de 2016 at 17:03 Carlos Crispim, eles rasgam dinheiro sim. A corrupção lá não fica muito longe da nossa. E as hipóteses reais de conflito fazem com que invistam muito nas suas FFAA, a despeito da miserabilidade da maioria do seu povo. Não é comparação com o Brasil. Não guerreamos com o Paquistão nem com a China. Se eles conseguem resolver essa salada logística, sorte deles. Na FAB nunca iremos operar dessa forma, gostem ou não. Estava lendo alguns comentários, e muitos dizendo pq o Brasil não pode fazer o mesmo. Até que cheguei no… Read more »

luiz paulo barros de souza

meu amigos, muitos de nós só pensamos no agora, no hoje, no futuro que se dane, pois é as estrategias os planos são feitos para o futuro não para agora. OS CAÇAS numa concorrençia digna de ser chamada licitaçao honesta demora uns 5 anos para ser entregar, o 1º CAÇA de 4ª GERAÇÃO,caças novinhos em folhas não se entrega da noite para o dia. Ninguém faz isso, quando faz, os aviões já são usados ou tem alguma aliança estratégica,vamos pensar o seguinte, a politica BRASILEIRA de DEFESA só foi realmente colocada no papel quando se descobriu PETRÓLEO na camada do… Read more »

Madmax

Para o Brasil seria bom se o Gripen vencesse.
Mercado maior. Menor custo fixo por unidade. Maior integração de armanentos.
Mas aí penso.
Porque não combinamos uma compra conjunta com outro país antes de escolher?
Não teriamos aumentado nosso poder de barganha e atratividade?

zorannn

Eles querem um caça leve e o Tejas está longe de estar pronto. . No mínimo, a intenção era já ter o Tejas pronto para substituir as aeronaves mais antigas. Mas atrrasou e precisam substituir as aeronaves antigas. Não haverá tempo hábil ( e possivelmente não haja o know-how necessário) para isto. . A gente está cansado de ler por aí das tentativas da SAAB emplacar algo na Índia. Oferecendo parcerias para desenvolver o Tejas. E não é de hoje. . A intenção deve ser esta: comprar os caças de alguém que resolva os problemas no desenvolvimento do Tejas. Uma… Read more »

Rinaldo Nery

Marco, acho que todos estão certos e errados ao mesmo tempo. A questão é paradoxal. Interessante lembrar que a idéia inicial são 108 Gripen NG. Teremos fôlego financeiro? A classe política e o GF estão interessados? O povo brasileiro está interessado? Há muita coisa para substituir na FAB, ao mesmo tempo. A aprovação, agora, na Câmara, do limite para o teto de gastos é o primeiro passo pra colocar o Brasil nos trilhos da recuperação econômica. Essa história da invasão do nosso espaço aéreo pelos venezuelanos (notícia não confirmada até agora) levantou os ânimos de todos. Se for verdade, concordo… Read more »

Luciano

“Enquanto isso, a Lockheed Martin está empurrando uma oferta, feita através da Indo-US Defence Trade and Technology Initiative (DTTI), para mudar sua linha de produção do F-16 de Fort Worth, Texas, para a Índia”…Trump adora essas coisas!rs

sergio ribamar ferreira

Força de dissuasão necessária tendo em vista inimigos externos. Não discuto. Quanto ao Brasil, força de dissuasão necessária para “eventuais inimigos”. Não existe amizade entre países e sim interesses, negócios, transações em todos os níveis. Nosso país precisa de empresas que possam expor suas aeronaves e outros equipamentos militares, mas para isso precisamos de mão de obra qualificada,( engenheiros, técnicos, profissionais que aprendam ou reaprendam com o tempo a se aperfeiçoarem). Lembrando:”…ao vencedor as batatas…”(Quincas Borba – Machado de Assis) Não quero viver em “Brusundanga” lembrando também Lima Barreto.

Rinaldo Nery

Sergio, correto.

Humberto

Se o Grippen for escolhido pela India, o mesmo pode se tornar um grande sucesso de venda, poucos paises podem se dar ao luxo de um caça de 5 geração. Typhon, Rafale apesar de serem aviões fantásticos, são caros de adquirir e manter. Aviões russos serão comprados por países que orbitam na sua influencia. Para o Brasil e Suécia será ótimo mais um força operando o caça, mais caças, menor o custo das peças de reposição e quem sabe um futuro mas improvável novo lote da FAB seja bem mais em conta. Não acho que o Brasil irá exportar tantos… Read more »

galeao123

Sera que este Super Viper Block 70 tem IRST?

sds
GC

Carlos Alberto Soares

Gripen N ?
Ai a salada fica completa.

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