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Força Aérea dos EUA encomenda mais trinta MQ-9 Reaper

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A USAF contratou a General Atomics Aeronautical Systems Inc. para produzir 30 veículos aéreos não tripulados MQ-9 Reaper.

O contrato é de US$ 370,9 milhões, segundo o Departamento de Defesa dos EUA.

A produção será realizada nas instalações da empresa em Poway, Califórnia, e será concluída até 31 de maio de 2019.

O Reaper MQ-9 era anteriormente conhecido como Predator B. Ele tem uma envergadura de 20 metros, uma velocidade de cruzeiro de 313 km por hora, e uma altitude de 15.400 metros. Ele tem pontos duros para armas e uma capacidade de de carga interna de 363 kg para sensores.

O Centro de Gerenciamento de Ciclo de Vida da Força Aérea, da Base de Wright-Patterson, Ohio, é a unidade responsável pela aquisição.

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Ivan da Silveiraa
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Ivan da Silveiraa

Boa tarde

Em vez de ter 200 A-10 não seria mais interessante ter 600 mq-9 reaper? Tem como substituir? São coisas comparáveis?

Abraço!

Nonato
Visitante

Ivan, em parte, talvez.
Alguns colegas falam que o A10 poderia ser substituído pelo f16 e o reaper.
Talvez o problema do reaper é que só leve mísseis e não um grande canhão.
Eu até acho que o fato de ser bem invisível facilitaria a aproximação, mas nem resiste a tiros bem leva canhão de grosso calibre.
Alguns defendem usar o super tucano…
Mas só serve em parte. Para ambientes leves…

Nonato
Visitante

Dizem que o A10 é tão resistente que consegue voar sem asas e motores…

Delmo Almeida
Visitante
Delmo Almeida

Ivan, a consciência situacional de um avião pilotado ainda não pode ser atingida por um ARP.
O termo CAS – Close Air Support – não significa que o avião ta voando baixo e atirando de perto, significa que a distância das tropas aliadas das tropas inimigas é pequena, então a consciência situacional é extremante importante. Sem contar que o sinal precisa ir até o piloto e voltar no avião, considerando a realidade dos campos de batalha, esses poucos segundos importam…
.
Nonato, kkkkkkkkkkkkkkkk

Roberto F Santana
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Roberto F Santana

Prezado Delmo Almeida,
Eu sempre achei que Close Air Support, ou Apoio Aéreo Aproximado, tivesse sua origem na relação da pouca distancia da base da aeronave e a batalha.
Não é isso?

Roberto F Santana
Visitante
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Roberto F Santana

Ou ainda, da proximidade da aeronave com o combate durante seu ataque.

bosco123
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O termo CAS se refere à proximidade que o ataque é feito das tropas amigas, como citou o Delmo.
Ele pode ser efetuado até a partir de um bombardeiro a grande altitude que partiu de uma base distante da linha de frente.

Leonardo M.
Visitante
Leonardo M.

30 desses e já colocaria a Fab de joelhos… Imagina então usando B-2,F-22 e por aí vai…..

Jeff
Visitante
Jeff

“Nonato 17 de agosto de 2016 at 18:30
Dizem que o A10 é tão resistente que consegue voar sem asas e motores…”
.
Mas então isso é um canhão voador kkkkkk

Jeff
Visitante
Jeff

Esquadrilha Mutley, lembrei dela depois do comentário do Nonato…
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Rafael Luciano da Silva
Visitante
Rafael Luciano da Silva

Esses Drones com esses armamentos superam nossa força aérea?? Se for mostra a triste realidade do jeito que deixamos nossas Forças..

DaGuerra
Visitante
DaGuerra

Excelente! Os ratos nem poderão botar as cabeças pra fora dos buracos. Precisamos desses para resolver o problema da segurança no Rio.

Antonio Carlos Jr Zamith
Visitante

o futuro das Força Aérea do 1ª mundo é sem piloto mesmo.