Home Acidente Aéreo ‘Caça pode ter se desintegrado’, diz ex-militar da Marinha sobre acidente

‘Caça pode ter se desintegrado’, diz ex-militar da Marinha sobre acidente

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Caça AF-1

Especialista Alexandre Galante falou com exclusividade ao G1. Aeronaves se chocaram no ar no litoral de Saquarema, RJ, no dia 2

Fernanda Soares e Gustavo Garcia

Do G1 Região dos Lagos

ClippingNEWS-PAO caça da Marinha que caiu no mar após um acidente aéreo no litoral de Saquarema, na Região dos Lagos do Rio, no dia 27 de julho, pode ter se desintegrado ao se chocar contra a água, afirma o especialista Alexandre Galante. Ele é consultor em assuntos militares, defesa e acidentes aéreos, e serviu a Marinha durante quatro anos. Alexandre, que também é piloto virtual (pilota simuladores), conversou com o G1 por telefone diretamente do Texas, no Estados Unidos, onde mora atualmente.

Veja a reportagem completa clicando aqui.

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Fresney
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Fresney

Nada ainda na aeronave e do piloto??

Hawk
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Desintegrações são comuns no meio aeronáutico… Mas e aquela história que o piloto ejetou?

Delmo Almeida
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Delmo Almeida

Não sabia que o Galante morava nos EUA.

Andre paiva
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Pq eles não usa o p-3 orion para procura essa aeronave

MARCELO BASTOS
Visitante
MARCELO BASTOS

Devido a limitação tecnológica de nossas forças armadas, no qual não dispõe de equipamento adequado que possibilite encontrar ao caça, já se começa a desenhar uma desculpa para não encontrar a aeronave e nem o corpo piloto, e o que eu penso ..

Gustavo
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Muito esclarecedora a entrevista, parabéns Galante.

Guilherme Poggio
Editor
Famed Member

Parabéns Galante. Foi tanta informação que o repórter mal conseguiu assimilar um pedaço.

Marcelo Andrade
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Marcelo Andrade

Limitacao tecnológica!!!! Nada a ver!!!

Tamandaré
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Tamandaré

Galante tecendo comentários bastante elucidativos e os comentários do site da Globo?? Tirando sarro e criticando quem não conhecem!! Ah, meu pai….. 🙁 Dá até vergonha ler os comentários de lá!!

Mas quanto a matéria, parabéns meu caro Galante!! Li e reli todo o material. 😉

Boa noite a todos!

Nilo Rodarte
Visitante
Nilo Rodarte

Gostei muito das explicações do Galante, bem esclarecedor para leigos que são o principal alvo do site. Depois fui ler alguns comentários (só alguns porque não aguentei ler mais) e é lamentável o nível cultural do brasileiro médio. Foi bom pra eu me lembrar porque eu frequento os sites da trilogia.

Ivan da Silveiraa
Visitante
Ivan da Silveiraa

Parabéns, Galante!

André Bueno
Visitante
André Bueno

Parabéns, claro e preciso!

Glasquis 7 ex Glaxs7
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Me desculpem mas nem todo o material que compõe o caça afunda. Existem polímeros, espumas, plásticos e outros materiais dentro de um caça que obrigatoriamente flutuam. Se o caça se desintegrou ao bater no mar, acredito que tenha deixado vestígios na superfície e tal vez até um pequeno rastro de óleo ou combustível que seriam visíveis nas primeiras horas de busca. Acho que a dificuldade de encontrar o caça é a área de varrido. Mesmo em dias bons, pode ser muito difícil encontrar um objeto no mar. Mais difícil será encontrar o caça se este não se fragmentou pois afundaria… Read more »

Luiz Antonio
Visitante
Luiz Antonio

Concordo em grande parte com os comentários do Galante, inclusive eu já havia comentado sobre a possibilidade de fragmentação da aeronave em um comentário de 29/07 no qual eu interpretei como dificuldades de busca devido ao rompimento da aeronave em varias partes (não necessariamente desintegração generalizada) e justificando devido à baixa altitude voada e alta velocidade horizontal) sem tempo para ejeção se ainda estivesse vivo. Uma colisão, por menor que seja nessas condições ocasionaria perda de controle catastrófica, impacto de alta energia cinética sobre a água e rupturas múltiplas da fuselagem em dimensões menores que dificultariam a localização. O impacto… Read more »

Rogerio Rufini
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Teoria da conspiração ta rodando, olha só isso Segundo um Blog, como sempre, a fonte nunca é informada mas diz que é de confiança, alega que nunca houve colisão, e sim que hou um acidente com a fragata, e que o Caça A-4 foi abatido acidentalmente pela fragata, que por um erro ou problema técnico, ao enganjar o caça no treinamento, teria disparado um míssil acidentalmente, abatendo o caça, e a MB para esconder o caso, alega que foi uma colisão, mas em momento algum mostrou o caça que retornou, uma vez alegando que o mesmo se incendiou e teve… Read more »

Luiz Antonio
Visitante
Luiz Antonio

Prezado Rogerio:
Teorias podem ser várias, porém devem ser plausíveis. No meu entender, abates acidentais seriam a fina flor da mediocridade pois em treinamentos jamais são utilizados armamentos reais pelo que tenho conhecimento.
Com a palavra os militares da ativa e ou da reserva que podem corroborar ou refutar minhas interpretações.

Jorge Tadeu
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Jorge Tadeu

Comentários pertinentes e plausíveis, que podem ajudar na elucidação do acontecido. Contudo, é óbvio que outras coisas podem ter ocorrido, inclusive sem a desintegração total da aeronave. O nobre Galante afirmou a existência de uma hipótese, efetiva e plausível, nada mais, nada menos. Os comentários desairosos de outros leigos – como eu – em nada diminuem a proficiência técnica dele. att

Clayton Delfino
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Clayton Delfino

Olá pessoal, bom dia. Esse é o meu primeiro post aqui mas acesso o blog praticamente todo dia. Tenho uma pergunta que deve ser realmente de alguém leigo no assunto. Se os caças colidiram e um deles regressou a base, ele não traria consigo algum tipo de informação ou mesmo o piloto, não poderia fornecer algum dado que pudessem ajudar na localização da aeronave desaparecida?

Glasquis 7 ex Glaxs7
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Luiz Antônio, Tem acontecido abates acidentais em treinamentos sim. Alguns por acidente e outros por erro humano. A FACH (Chile) perdeu um F5 sendo abatido pelo canhão do seu ala. EEUU teve diversos acidentes entre os que se destacam o derribo de um A 4 pelo míssil (ou uma bomba) de seu companheiro que se soltou durante o voo atingindo a asa do ala. Tal vez hoje, se utilizem dumis e pod de simulação em treinos de combates aéreos mas antigamente os caças voavam “dentados” nos seus treinos. Neste caso acho que nada é improvável. Ainda faltam muitas informações e… Read more »

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Eu não estava lá, mas, o que o outro piloto reportou? Ele viu a queda? Se houve uma queda, o local ele deve saber com exatidão. Estranho. Quanto ao navio, nesses exercícios toda a tripulação guarnece postos de combate, e quase ninguém fica no convés. Se alguém ficou, viu alguma coisa? Em 1988, 1989, não me recordo, uma aeronave AT-26 Xavante do 3°/10° GAV, tripulada pelo Ten Pryjma, durante uma Operação UNITAS, numa recuperação de um ataque, a baixíssima altura, colidiu com o mar, ocasionando o falecimento do piloto. Foi observado por várias pessoas e, apesar de ter ocorrido longe… Read more »

Luiz Antonio
Visitante
Luiz Antonio

Creio que o que aconteceu , nos detalhes, não serão publicados sendo restritos aos militares. Qualquer elemento de informação poderá revelar o perfil das missões do esquadrão e também dos sistemas de defesa das fragatas, suas qualidades e deficiências. Uma coisa parece certa: as aeronaves não foram detectadas pelos radares o que parede demonstrar que os pilotos estavam “molhando as botas”.

Heyarth
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Heyarth

Vejam, a aeronave que retornou possui registrado o percurso realizado no treino. O piloto provavelmente deve recordar o local aproximado onde ocorreu a colisão. Esse mesmo piloto é, possivelmente, capaz de dizer se houve ou não desintegração. Diante de tantas informações é muito estranho que ainda não tenham encontrado nada. Para mim o que falta são os equipamentos apropriados, pois naquele acidente da Air France, a 6000m de profundidade, conseguiram encontrar a caixa preta (Não lembro se foram americanos ou franceses), e agora um acidente praticamente na costa e não conseguem localizar? É óbvio que não temos os meios apropriados… Read more »

MARCELO BASTOS
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MARCELO BASTOS

Prezado “Marcelo Andrade”, a Marinha possui algum equipamento com sensores adequado para encontrar este caça no fundo do mar ??

XO
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XO

Toda e qualquer informação do piloto que regressou e do pessoal de serviço na Liberal certamente constara no relatorio de acidente aeronautico… mas nao sera divulgado até ser encerrada a investigacao… e pra deixar bem claro, nao houve abate algum e sim acidente…

XO
Visitante
XO

O Vital de Oliveira está varrenfo a area com o side scan, a melhor ferramenta para encontrar a ANV…

Adalto
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Srs,
Acompanho a Trilogia a anos, nunca quis comentar, para mim basta ler os comentário do pessoal serio, aqui destaco o Srs. Rinaldo Nery, não deixo de ler suas publicações.
Mas tem cada comentário fora de seria mesmo, Solicito a permissão de publicar neste comentário, o link do próprio poder aéreo, uma matéria esclarecedora para aqueles que criticam a capacidade das foças na busca e salvamento no marque esta em curso.
Sou apenas um entusiasta, e quando não tenho conhecimento para emitir opinioes, apenas observo.
Desde ja agradeço pela oportunidade.

Guardião
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Guardião

O mar é grande gente, bem grande, e um caça é bem pequeno perto de um A320 que quando cai dá o que fazer pra achar. Outra coisa, não me parece que tem muita coisa que boia em um caça não, acho que se juntar tudo que boia ali não dá o volume de um unico banco de um avião comercial. Não foi a Suecia que procurou com todos os meios um submarino esses dias atras na sua costa e ficou frustrada? Imagina procurar algo 50 vezes menor e com volume 500 vezes menor.

Glasquis 7 ex Glaxs7
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Guardião, Sem dúvida que o Atlântico é enorme mas, existem diferenças enormes entre ela e o acidente com o A 320. Esta queda foi comunicada no momento em que acontecia, O A 320 sumiu do radar. As operações de busca foram iniciadas imediatamente após o acidente, as do A 320 só foram iniciadas após a comunicação de extravio da aeronave. Neste aso se sabe o que aconteceu, no outro não se sabia. Neste acidente, existiam embarcações militares em condições de dar suporte imediato às buscas. Existem registros do lugar exato onde ocorreu o acidente (ou pelo menos deveriam existir) Este… Read more »

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Guardiao, se fosse mais longe da costa dava pra usar o SAR (radar de abertura sintética) do R-99, como fizemos no acidente do AF447, a fim de encontrar algum sinal de óleo ou combustível no mar. Mas como foi próximo da praia, e aquela região é bem poluída do óleo de barcos e navios com destino ao porto do Rio, ia ficar difícil.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Adalto, obrigado pelos elogios. Talvez a vivência em alguns assuntos ajude um pouco, mas há outros comentaristas melhores que eu aqui também, como o Justin, por exemplo.
Percebo aqui, por vezes, pessoas jovens comentando que postam no calor da emoção. Daí o resultado não fica muito bom. Compreensível.

Luiz Antonio
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Luiz Antonio

Os navios Vital de Oliveira e Felinto Perry estão concentrados em uma área a cerca de 0,9 NM um do outro. Quem sabe a área de varredura esta se restringindo devido a detecção de objetos submersos com boas probabilidades.

http://www.marinetraffic.com/en/ais/home/centerx:-42.6/centery:-22.9/zoom:13

Guardião
Visitante
Guardião

Digo que é dificil porque temos certeza que nossos amigos da Marinha devem estar trabalhando com tudo que tem, e mesmo assim nada até agora! O pior é que uma aeronave “sumir” é sempre muito frustrante. Que Deus conforte a família.

Carvalho
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Carvalho

Inicialmente foi dito que o piloto se ejetou e até agora não foi encontrado. Essa coisa está muito mal contada. É inadmissível que a marinha não tenha encontrado nada até agora, pelo menos para confortar a família do piloto. Aliás, a marinha tem experiência em não encontrar nada no mar, haja vista que em 1992, num exercício na costa do ES, ao decolar do Minas Gerais, um helicóptero com três tripulantes e aos cinco minutos de voo caiu no mar e até hoje não foi encontrado.

Luiz Antonio
Visitante
Luiz Antonio

Bom dia a todos.
Pelo que tudo indica a aeronave fragmentou-se em várias partes não necessariamente ter ocorrido desintegração. As demais partes, inclusive o cockpit pode ter sido arrastado sabe lá Deus para onde. Infelizmente o que eu temia deve ter mesmo ocorrido. Será muito difícil, como tem sido até agora localizar outros fragmentos e apesar dos esforços do militares envolvidos nas buscas apenas o tempo fará com que isso ocorra.