Mectron 026

A agência de notícias Bloomberg noticiou no último fim de semana que a Elbit Systems Ltd. de Israel, empresa de defesa conhecida por fazer drones e sistemas aviônicos, estaria perto de comprar alguns ativos da Odebrecht Defesa e Tecnologia (ODT) no Brasil, de acordo com fontes não identificadas.

Os ativos avaliados em cerca de US$ 50 milhões são da Mectron, que desenvolve e fabrica produtos e sistemas de alta tecnologia para usos militares e civis.

A AEL Sistemas, subsidiária brasileira da Elbit, se recusou a comentar. A assessoria da Odebrecht Defesa e Tecnologia disse que a empresa está em negociações com várias empresas internacionais envolvendo sua unidade Mectron, mas ela permanecerá no setor da defesa.

A unidade da Odebrecht S.A. conhecida como ODT tem sofrido queda de receita após os cortes de gastos do governo no seu programa do submarino nuclear, enquanto os decisores políticos trabalham para diminuir o déficit orçamentário em meio a pior recessão do país em um século.

A empresa-mãe, o maior conglomerado de construção da América Latina, anunciou um congelamento de novos investimentos no Brasil no ano passado, devido à crise de crédito e dificuldade de acesso a financiamentos, depois que o então Diretor-Presidente Marcelo Odebrecht foi preso em Junho de 2015, como parte do maior escândalo de corrupção do Brasil.

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Luiz Antonio
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Luiz Antonio

Péssima noticia. Embora se traduza em um provável desaparecimento da MECTRON e junto com ele a oportunidade de desenvolvermos soluções caseiras para nossos sistemas de armas, não podemos compactuar com a corrupção que destruiu a economia do Brasil. A soluções sustentadas são aquelas que nascem em nossas pesquisas acadêmicas, em nossas universidades com aporte de recursos para desenvolvimento. O modelo Governo-Empresa Privada-Governo cheira fortemente a corrupção. Outra solução, que para o Brasil é a mais adequada é deixar para os militares realizarem o ciclo completo.
O Brasil esta quebrado e milagres, papai-noel e fadas-madrinhas não existem.

Delfim Sobreira
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Delfim Sobreira

“A guerra é continuação da diplomacia” – Von Klausewitz.
Esta venda não deveria se realizar enquanto Israel não retornar ao Brasil um embaixador.
Depender de produtos e serviços em áreas sensíveis, de um país que não quer ter relações diplomáticas plenas conosco, é no mínimo descabido.

Eduardo M Silva
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É frustrante como esse país parece predestinado ao fracasso. Quando alguém consegue desenvolver algo, em pouco tempo é ” sabotado ” pela condição do país e acaba sendo “engolido” por estrangeiros ou simplesmente extinto.

Maria do Carmo Lacoste
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Maria do Carmo Lacoste

Delfim Sobreira 25 de julho de 2016 at 15:37 Israel tem boas relações com o Brasil, o problema é que só vão nomear o embaixador depois do julgamento final de Dilma no Senado, segundo “especialistas” em política, o SIM tem hoje 61 votos, são necessários 54. Acho no entanto que U$ 50 milhões é pouco, para um país é simplesmente troco de pinga, nessas horas é que o Estado deve entrar e manter a empresa, até que possa voltar a andar com as próprias pernas, ou ser incorporada no futuro por outra empresa, mas nacional. Já andei lendo que até… Read more »

Delfim Sobreira
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Delfim Sobreira

Falando em Israel… OFF.
A delegação olímpica israeli chegou antes da inauguração da Vila Olímpica. Provavelmente fazendo reconhecimento do local.
E nem reclamaram de problemas eletro-hidráulicos como os “aussies”.
E quando percebermos já foram embora.
Tudo na calada pra não chamarem atenção. Espertos.

Tiago Silva
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Tiago Silva

Tenho uma visão de que a Elbit poderia fazer uma parceria com a Embraer e ambas comprarem a Mectron. Pode ser um pouco de loucura da minha parte, mas acredito que isso possa mais agregar ao portfólio da EDS ampliando assim o potencial destes produtos no mercado internacional aproveitando ai o embalo da Embraer em fazer negócios. O ramo de defesa pode dar um belo “UP” na economia brasileira só falta as cabeças pensantes darem terem visão e perdemos muito nas últimas décadas pensando assim num panorama geral. Ontem estava assistindo este programa e isso me veio muito a mente:… Read more »

Walter Luiz Saint Martin
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50 milhões em ativos ? A Embraer poderia entrar neste negócio.

Delfim Sobreira
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Delfim Sobreira

Maria Lacoste. As relações com Israel são “boas”, este é o problemas, sempre foram ótimas. Não é certo que sejamos honrados com a presença de um embaixador israeli após o impedimento da Dilma, lembre que vamos trocar uma presidente comunista por um árabe-libanês, e Israel tecnicamente ainda está em “casus belli” com o Líbano. E sou cético com relação à boa vontade de Nethanyahu de querer se “rebaixar” a um presidente árabe-libanês e mandar um embaixador descompromissado com a ocupação e incorporação da “Judéia e Samaria”, o que é sua intenção. Posso estar enganado, e até prefiro estar. Israel tem… Read more »

Marcelo Andrade
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Marcelo Andrade

US$ 50 milhões de ativos, o problema é o passivo!!! Gente, não adianta querer desenvolver equipamentos de defesa de alto valor agregado se não houver compras do próprio país para sustentar esta cadeia de produção que contem pessoas e mão de obra altamente especializada. Achei, como muitos que acompanham o setor, que com a criação da END e do Livro Branco, o assunto começaria a ser tratado como Programa de Estado. Muita gente embarcou nessa, inclusive empresas que nunca produziram um parafuso na área de defesa. Agora, com a crise, todo mundo está puiando fora. Todos esses misseis foram desenvolvidos… Read more »

Marcelo Pamplona
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Marcelo Pamplona

Dado que a Mectron foi definida como EED, eu acho – só acho – que tal compra de controle não se enquadra no que estabelece o inciso IV do artigo 2º da Lei nº 12,598, de 21 de março de 2013, alínea “d”: ““Empresa Estratégica de Defesa – EED – toda pessoa jurídica credenciada pelo Ministério da Defesa mediante o atendimento cumulativo das seguintes condições: … d) assegurar, em seus atos constitutivos ou nos atos de seu controlador direto ou indireto, que o conjunto de sócios ou acionistas e grupos de sócios ou acionistas estrangeiros não possam exercer em cada… Read more »

Matheus de Oliveira
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Matheus de Oliveira

Tem vezes que penso que no Brasil as pessoas não tem ou visão de futuro ou são muito acomodadas mesmo, porque a Embraer e Avibras não formam uma sociedade e comprem esses ativos da Mectron, poderiam adicionar à lista a Opto e Bradar, pensem nas possibilidades desta Joint-Venture nossas próprias baterias anti-aéreas VLS ou modular sob o chassi do Guarani, ou porquê não, nosso caseiro protótipo de um sistemas AEGIS para as Corvetas Tamandaré, ou no futuro fragatas e Destroyers? O difícil essas empresas já fizeram, que era desenvolver o produto, agora o que resta é integrar as tecnologias para… Read more »

Reinaldo Deprera
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Reinaldo Deprera

Indústria de defesa em sistemas democráticos é coisa de povos que elegem estadistas para governar sua nação, repetidas vezes. O brasileiro consegue fazer isso com bandidos e só.
Portanto, nada de novo no front.
A MECTRON cumpriu seu papel em alimentar o sonho de muita gente. Fez muito, porque não dá para passar do sonho.
O gigante acordou….enganou meio bilhão de gringo, e foi pra galera.

Save Ferris!

Marcos F.
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Marcos F.

Matheus, a Bradar já pertence à EDS(Embraer Defesa e Segurança).

Fresney
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Fresney

Entregar a Mectron para a Elbit acho uma fria para a indústria nacional repassar essa massa crítica, fora o que foi investido em todos os projetos já realizados.

Carlos Crispim
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Carlos Crispim

Reinaldo Deprera, perfeito o seu comentário. As pessoas são enganadas facilmente, mormente as que acreditam em indústria de defesa nacional, há muito tempo postei aqui que essas empresas são de fachada, montadas sempre pelos mesmos que detém conhecimento de dentro, são criadas da noite para o dia para alimentar o sonho (como vc disse) e depois revender pra ganhar dinheiro, imagina se a Odebrecht tem alguma pretensão de pensar no futuro do país, é uma empresa de gafanhotos, que visa apenas o lucro fácil às custas de propinas e caixa 2, nos EUA uma empresa dessa nunca seria permitida operar,… Read more »

Guizmo
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Guizmo

Quanta inocência……É um negócio, business, como diria o outro…..Fusões e Aquisições acontecem em qualquer setor de atividade e movimenta a economia. Não dá pra ter na mesa sentimentos como patriotismo ou diplomacia. São 2 empresas privadas fazendo negócio. Se tem dinheiro de Governo, ótimo, que se faça auditoria pública, além da privada. Não podemos achar que todo e qualquer negócio que envolva o poder público é ilícito, nem que todo negócio de caráter militar que envolva brasileiros vendendo, sejam encarados como “filhos traidores da pátria”….A despeito do que a Odebrecht possa estar sendo acusada – qualquer M&A (como a compra… Read more »

Pampa
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Pampa

Os Brigadeiros sera que estão fazendo oque nesse exato momento ?

Que pais no mundo vende uma empresa que desenvolve misseis? É uma vergonha!!

Space Jockey
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“O gigante acordou….enganou meio bilhão de gringo, e foi pra galera.”

Um comentário desse paga o ingresso do ano inteiro.

Ganhamos tudo do céu, mas um povinho que não vale nada.

Delfim Sobreira
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Delfim Sobreira

Alguma empresa de material bélico ou sensível nos EUA pode pertencer a estrangeiros ?
Daí já se define a questão.

Maria do Carmo Lacoste
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Maria do Carmo Lacoste

Delfim Sobreira 25 de julho de 2016 at 18:51
Existem muitas empresas de material de defesa dentro dos EUA que não pertencem a norte americanos, ou seja, são de estrangeiros, a BAE Systems, a Elbit e a IAI, são apenas alguns exemplos.
E essas empresas fornecem equipamento ultra sensível para o Pentágono e outras empresas dos Estados Unidos.

Ivan da Silveiraa
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Ivan da Silveiraa

Boa noite. Sinceramente eu não acho ruim a notícia. Trata-se de negócios, ninguém produz armas apenas por produzir. O que adianta ser 100% nacional se nem o governo do Brasil consome os produtos em escala razoável e não há exportação consistente. O “se” não existe na prática. Acho mais inteligente fazer uma parceria, tipo: 40% Embraer, 40% Elbit, 20% (qualquer outro interessado) e fazer a coisa andar, gerar receita e empregos no Brasil (ajudar os profissionais dessa área). Essa ideia de algo ter que ser 100% nacional é besteira. A ideia de segredo de Estado, eles não podem saber o… Read more »

Pampa
Visitante
Pampa

MEU DEUS que pensamento de minhoca!!

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Deixando as relações Brasil/Israel de lado, acho essa aquisição ótima. A Mectron já sugou muito dinheiro da FAB/GF com poucos resultados. Os israelenses são mestres em fabricar mísseis, e só vão contribuir. A Mectron está tentando fazer o Piranha funcionar 100% há anos, e até hoje não conseguiu. Essa aquisição (é só uma parte das ações, não é a empresa toda) não vai acabar com massa crítica nenhuma, não vai roubar engenheiros nem expertise, nem atrapalhar “programas estratégicos”. Só teremos lucros com essa parceria. Pelo menos agora os projetos serão consertados e concluídos.

Larri Gonçalves
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Larri Gonçalves

Esta notícia é brincadeira, vão entregar para tio Jacó a Mectron é piada, se o governo e a defesa permitirem isso é crime lesa pátria, a Mectron é estratégica, portanto não pode ficar nas mãos de uma empresa estrangeira de forma nenhuma, nada justifica essa entrega especialmente a Mectron ela tem que ser 100% nacional e ponto.

JT8D
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JT8D

Os israelenses são mestres na fabricação de mísseis, mas até onde sei fabricam seus mísseis em sua casa. O futuro dessa empresa vai ser virar empresa de fachada, igualzinho à famigerada “Helibrás”. Sua existência terá como único propósito conseguir alguns contratos com as forças armadas brasileiras. Nenhuma tecnologia será desenvolvida. Será a mesma coisa que aconteceu quando dos argentinos “arrendaram” sua fábrica de aviões para a Lockheed Martin, achando que passariam a produzir o F16 lá. Nada contra uma participação minoritária dos israelenses (ou de quem quer que seja), mas se o controle deixar de ser nacional será o equivalente… Read more »

Ricardo_Recife.
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Ricardo_Recife.

Eu juro que não entendo está das relações entre Brasil e Israel serem boas. Elas nunca foram uma maravilha, nem foram ruins. Mas deram piorada em fases: Primeiro, quando ex-militares militares e engenheiros brasileiros passaram a atuar junto com o governo Sadam Husseim nos anos 80 ampliando a capacidade dos mísseis Scud. Segundo, no governo FHC quando a nossa diplomacia passou a ser francamente pró-palestina. Terceiro, Quase foi ao fundo do poço nos governos petistas (nem Embaixador Israel tem mais no Brasil). Contudo, se as relações entre os governos pioraram, o mesmo não se pode dizer dos militares brasileiros. A… Read more »

Pampa
Visitante
Pampa

Me espanta como tem gente que vive no mundo de Alice. Na primeira poça de lama na frente é só vender tudo que os problemas estão resolvidos.. Não vai ser vendendo a Mectron pra Elbit que conseguiremos independência em misseis. A Historia mostra que o desenvolvimento de misseis levam décadas. O Sidewinder que teve desenvolvimento iniciado nos anos 50, os primeiros eram umas porcarias. O Iris-T teve inicio de desenvolvimento nos anos 80 entrou em operação só em 2005(?). O ASRAAM teve inicio nos anos 80 entrou em operação inicio dos 2000. Alias, a Elbit tem experiencia em misseis? O… Read more »

JT8D
Visitante
JT8D

Agora é que vamos saber se essa “Lei de Empresas Estratégicas de Defesa” serve para alguma coisa

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Reafirmo o que postei.

Space Jockey
Visitante

Pampa, aproveitando o gancho, o safado do FHC (não sou de direita, sou de extrema direita) tinha vendido 20% das açoes da EMBRAER em 99, o que gerou um mau estar com o Ministério da Aeronáutica na época, pois não haviam sido consultados. Graças a deus eles venderam a sua parte depois que dançaram com o M2000 BR

Space Jockey
Visitante

Não havia citado: /\ 20% para A dassault-thales-thompson-Snecma.

Marcos
Visitante
Marcos

Há dois problemas que não permitem que empresas desse tipo prosperem no Brasil:
1) Não há continuidade de encomendas. Por exemplo: Onde estão os Osórios? E olha que a coisa toda foi feita ser dinheiro público.
2) Você desenvolve alguma coisa. Então, não se sabe porque, o pedido nunca sai. A crise vai apetando, apertando. Aparece um comprador, que compra baratinho. Então, saem os pedidos. Todos ficam felizes, exceção a você.

bosco123
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Ivan e Rinaldo,
Onde assino??

JT8D
Visitante
JT8D

Space Jockey 25 de julho de 2016 at 21:41
Space Jockei,
O “safado do FHC” não vendeu nada, porque a Embraer já estava privatizada. Os franceses compraram 20% das ações simplesmente porque elas eram negociadas livremente em bolsa

Marcos
Visitante
Marcos

O caso da Embraer é único. Outras empresas privatizadas colapsaram.

JT8D
Visitante
JT8D

Essa discussão não tem nada a ver com privatização. A Mectron já é uma empresa privada. A discussão é se é melhor que seu capital seja majoritariamente nacional (e privado) ou majoritariamente estrangeiro (e privado)

JT8D
Visitante
JT8D

Respeito a opinião dos que acham que seria melhor que a Mectron fosse majoritariamente israelense. Só é preciso deixar claro que isso seria praticamente equivalente a passarmos a comprar mísseis diretamente de Israel. A filial brasileira se tornaria mera representante local da matriz israelense. Se é isso que vocês acham adequado, ok

Space Jockey
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Eu sei que ja havia sido privatizada, isso foi em 94 e eu assistia jornal. Eu quiz dizer que o gov fed vendeu A PARTE DELE para esse conglomerado frances que é CONCORRENTE ! Fui claro ?

Era o caminho para uma Helibras

JT8D
Visitante
JT8D

Space Jockey 25 de julho de 2016 at 22:07
A Embraer era uma empresa privada. O governo não tinha 20% das ações, mas apenas uma cláusula de golden share, mantida até hoje. Os franceses compraram as ações no mercado, fui claro?

JT8D
Visitante
JT8D

Caro Space Jockey, para sua informação:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2112199904.htm
Atente para o parágrafo:
“A negociação da venda das ações ordinárias da Embraer para o consórcio francês foi realizada pelo Bozano, Simonsen. O grupo, ao lado da Previ (fundo de pensões do Banco do Brasil) e da Sistel (fundo de pensões da antiga Embratel), controla a Embraer.”

Space Jockey
Visitante

Mas o gov de alguma forma autorizou, algum órgao como o CADE… senão não teria causado o mau estar com o MAer. E eles estavam certos.

Maria do Carmo Lacoste
Visitante
Maria do Carmo Lacoste

Space Jockey 25 de julho de 2016 at 22:24
Perdeu, véi.

JT8D
Visitante
JT8D

Space Jockey 25 de julho de 2016 at 22:24
Sim, o CADE tem que autorizar. Mas para essa autorização o CADE só leva em conta se o negocio não fere os princípios da livre concorrência

Pampa
Visitante
Pampa

Muito complicado.desenvolver míssil. Negocio é vender tudo e exportar laranja.

Debi e Loide mode ON.

junior
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Do jeito que essa empresa é corrupta é capaz de passarem informações para os chineses, por exemplo, se molharem a mão deles, é melhor saírem da área de defesa.

Pampa
Visitante
Pampa

bosco123 25 de julho de 2016 at 21:53
Ivan e Rinaldo,
Onde assino??

=========

Assina lá em haifa que é a sede da Elbit.

Pampa
Visitante
Pampa

Estou até agora tentando descobrir a linha de misseis da Elbit. Quem souber me diga por favor…

bosco123
Visitante

JT8D,
Mas que míssil compramos da Mectron?
Uma dúzia de Piranhas e um lote de MSS 1.2.

JT8D
Visitante
JT8D

Pampa 25 de julho de 2016 at 22:34
“Muito complicado.desenvolver míssil. Negocio é vender tudo e exportar laranja.
Debi e Loide mode ON.”
Caro Pampa,
Acredito que deveríamos nos dedicar à nossa verdadeira vocação, a exploração do folclore e do turismo sexual

JT8D
Visitante
JT8D

bosco123 25 de julho de 2016 at 22:46
Bosco,
Até agora veio muito pouco da Mectron. Mas a parceria com a Denel prometia ótimos produtos, como o A-Darter. Se a Elbit está interessada é porque algum futuro eles veem na empresa