Super-Hornet-e-Bristol-F2B-em-12-6-2016-foto-2-Min-Def-Australia

No mês passado, o centenário do 1º Esquadrão da Força Aérea Real Australiana (1SQN / No 1 Squadron / RAAF) foi comemorado com um voo de formatura de dois modelos de caças de dois lugares (modelo biposto), juntos no céu mas separados no tempo por 100 anos: Boeing F/A-18F Super Hornet e Bristol F2B.

Super-Hornet-e-Bristol-F2B-em-12-6-2016-foto-4-Min-Def-Australia

As fotos foram divulgadas pelo Ministério da Defesa da Austrália como celebração aos 100 anos da unidade, completados em 12 de junho, data das primeiras operações do 1º Esquadrão, em 1916. Segundo as informações que acompanharam a divulgação das imagens do voo comemorativo, o 1SQN voou caças Bristol na Primeira Guerra Mundial (IGM).

Super Hornet e Bristol F2B em 12-6-2016 - foto Min Def Australia

 

O biplano das fotos é mantido pela TAVAS (WWI vintage aircraft society – sociedade de aeronaves clássicas da IGM), e foi pintado com o padrão do esquadrão naquele conflito. Na cauda da aeronave, vê-se a matrícula B1229, correspondente ao avião em que o piloto Ross McPherson Smith conquistou 10 de suas 11 vitórias aéreas.

Ainda segundo o MD australiano, no voo comemorativo o caça Bristol tinha nos comandos o piloto Jack McDonald, de 86 anos de idade.

Super Hornet e Bristol F2B em 12-6-2016 - foto 3 Min Def Australia

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Fred
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Fred

Ver essa bela formação me fez questionar se ainda é possível colocar algum P40 e P47 da Fab em condições de voo para daqui a 25 anos celebrar os 100 anos da fab em formação com o Gripen…

Fligth
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Fligth

Parabéns aos australianos por manter essa aeronave em condições para esse voo. Lindo.

Frederick
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Frederick

Jamais verá uma aeronave do acervo do MUSAL voar enquanto a portaria 881/GM3/95, estiver em vigor. Façam, entusiastas da aviação, como qualquer entusiasta do mundo faz; crie uma associação ou sociedade ou cooperativa, arrecadem fundos, contratem corpo técnico ou se voluntariem para manutenção dos “Warbirds” que compraram, restauraram, pintaram nas cores da FAB e desenrolaram toda a papelada com os órgãos e agências de controle aeronáutico. Ah, e porque são apaixonados, deixaram de comprar uma quitinete para proteger seu dinheiro e colocaram nessa sociedade, para ver se extraíam rendas com exibições, aluguéis e até mesmo passeios. E então, compremos um… Read more »

Frederick
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Frederick

P-40N, digo.

Frederick
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Frederick

Sugiro até checar o querido Nery no P-40. Rs

Alfredo Araujo
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Alfredo Araujo

SH de nariz para cima quase stolando… e o F2B no full power !! rs

Luciano Ferreira Lima
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É possível um jato como esses conseguir sustentação no ar em tão baixa velocidade? A foto com os dois voando juntos está fundindo a minha cuca. Aos mestres agradeço me elucidar essa dúvida.

Roberto F Santana
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Roberto F Santana

Talvez….
A aeronave que tirou a foto é tão lenta quanto o Bristol F2B, eles aguardaram em formação a passagem dos F-18. No exato momento em que passaram por eles, a foto foi tirada, dando a impressão que ambos mantinham a mesma velocidade.

Justin Case
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Justin Case

Amigos,

Concordo com o Roberto F Santana. Parece que o ângulo de ataque do F-18 está muito baixo para que eles estivessem voando com a mesma velocidade.
Apesar disso, não seria problema para que voassem juntos. Quase todos os caças atuais podem voar nivelados com 100 Kt ou pouco acima disso.
Abraços,

Justin

Roberto F Santana
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Roberto F Santana

Austrália… Sua força aérea não tem uma só aeronave feita no país. Possuía uma indústria aeronáutica tímida, hoje medíocre. O país não produz nem bicicletas. Entretanto, possui uma força aérea e um arsenal recém-adquirido capazes de varrerem o Pacífico Sul, tem caças sofisticadíssimos como o F/A-18 Super Hornet e o F-35 Lightining II e aviões de transporte invejáveis como o C-17 Globemaster. Impressionante. . Brasil… Tem a Embraer, produz aviões, jatos para todos os gostos e bolsos. Parece aquela atriz de cinema, rica e bonita. Enquanto suas fãs, em humildes casas, de chinelo no pé, exclamam: – Olha aí hein?!… Read more »

Frederick
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Frederick

Roberto F Santana Para uma melhor compreensão do cenário da indústria aeronáutica, e criticar o que deve ser criticado e sem se basear em delirantes caricaturas, é bom lembrar que; – A Austrália tinha uma criativa e forte indústria aeronáutica, a maior, a GAF, que era estatal (construia sob licença o Canberra B.20 e Mirage III, por exemplo) foi privatizada em 1995 e hoje é a Boeing Austrália, a maior fábrica da Boeing fora dos EEUU. Produzem os F-18 e C-17 tão invejados por você. Produzida por Australianos, faturado para os estadunidenses. E talvez esse seja o problema. Talvez. –… Read more »

Roberto F Santana
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Roberto F Santana

Prezado Frederick, Você meu caro, transforma o povo brasileiro, todos eles, em uma só frase, em duzentos mil magnatas bilionários da indústria, duzentos mil cientistas da mais avançada e exclusiva ciência, isso tudo, há mais de meio século! E sou eu que comete delírios caricaturados? Que país é esse? Prezado Frederick. Ou melhor, que cidade é essa? Que bairro de São José dos Campos é esse? O objeto de minha crítica não é esse país chamado Embraer, minha crítica é sobre quem supostamente teria que ser seu maior beneficiário, a Força Aérea Brasileira, que equivale, em certa medida de importância,… Read more »

Roberto F Santana
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Roberto F Santana

P.S.
Nunca preenchi cheques na casa do milhão, a escrita desse numeral é completamente desconhecida para mim.
Quem sabe um dia?

Frederick
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Frederick

Discordo em rigorosamente tudo, mas respeito seu ponto de vista, devido às informações que tem e seus valores embutidos na resposta.

Casimiro Montenegro não convenceu Eduardo Gomes sobre o assunto, que se arrasta por décadas. Não serei eu a mudar tua opinião.

Mas os fatos estão aí. Cada qual acessa ou faz deles o que melhor convém. Inclusive ignora-los.

Abraço.

Roberto F Santana
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Roberto F Santana

Prezado Frederick,
.
Esse nosso debate embora inconclusivo, por razões perfeitamente compreendidas e aceitas, trouxe algo que aprecio muito.
Chegamos a bom termo e a porta da cordialidade continua aberta.
Espero, com muito gosto, revê-lo em futuros debates.