quarta-feira, agosto 17, 2022

Gripen para o Brasil

Lockheed Martin e Israel celebram primeiro F-35 ‘Adir’

Destaques

Alexandre Galante
Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

1st F-35 Adir

Fort Worth, Texas, 22 de junho de 2016 – Os líderes do governo de Israel e dos EUA se juntaram à Lockheed Martin (NYSE: LMT) para celebrar o lançamento do primeiro caça F-35A Lightning II da Força Aérea de Israel, registrando um marco importante na produção para o futuro da defesa nacional de Israel.

“Israel tem o orgulho de ser o primeiro país da região a receber e operá-lo”, disse Avigdor Liberman, ministro da Defesa de Israel. “O F-35 é o melhor avião do mundo e a escolha de toda a nossa liderança militar em seu mais alto nível. É claro e evidente para nós e para toda a região que o novo F-35, o Adir, irá criar dissuasão real e melhorar as nossas capacidades por um longo tempo.”

O Brig. Gen. Tal Kelman, Chefe de Gabinete da IAF disse: “como um piloto que voou mais de 30 anos em uma grande variedade de aeronaves, tive o privilégio de voar o simulador do F-35 em Fort Worth e foi como segurar o futuro nas minhas mãos. A combinação exclusiva de tecnologia avançada, a letalidade e a incrível interface homem-máquina vai liderar o mundo para a quinta geração.”

Veja o release completo no www.defenseforces.com

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Rinaldo Nery

Esse vai funcionar? Já atingiu o FOC?

Guilherme Poggio

Prezado Rinaldo Nery

Esse ainda está longe, bem longe. Corremos o risco de ter o KC-390 voando na FAB antes da FOC do F-35.

Rinaldo Nery

É o que imaginei pelas outras matérias sobre a aeronave. Mas logo alguém vai postar defendendo, com argumentos variados. Continuo achando esse projeto o maior fiasco do DoD.

Guilherme Poggio

Projetos militares que se tornaram verdadeiros fiascos a história está cheia. Mas nunca se insistiu tanto e gastou-se tanto dinheiro como este fiasco. Os erros cometidos ao longo do projeto foram vários e nós já discutimos muitos deles aqui (o que não quer dizer que não possamos fazer isso novamente).

galeao123

Segundo o snafu solomon diz que eles vao completar as 500 aeronaves F35 A sem alcancar o FOC.
http://snafu-solomon.blogspot.com/2016/06/f-35-program-is-trying-to-build-false.html

sds
GC

Marcelo Pamplona

Aproveitando a deixa da matéria e dos comentários dos nobres colegas acima.
Acho bom os EUA repensarem com carinho a retomada de produção do F-22.
Poderiam adotar versões mais “simples e baratas” deste vetor.
Sei que há outras questões envolvidas levantadas por outros foristas, salvo engano, quanto aos computadores e softwares utilizados.
Mas há que se pensar numa saída neste sentido, penso eu.
Centrar todo o futuro da força num programa com um histórico desses… huuummm… cheira a grandes (e novos) problemas vindouros.
Sds.

Guilherme Poggio

A visão hi-lo da USAF para o Século XXI era F-22 / F-35.
.
Mas este é um caso onde o “low” virou “high” nos custos sem que tenha havido uma contrapartida técnica. Insisto que a USAF continuará a precisar de um avião de combate “low” para o Século XXI. Seriam os UCAVS o “low” do Século XXI?

Delmo Almeida

Vai completar fácil. A frota já ta bem grandinha e ainda não possuem nem o IOC. Só a versão B que recebeu um IOC pra inglês ver… Estão aumentando a cadencia de produção pra completar…

MARCOV

Ou eles estão escondendo o jogo ou será uma das piores escolhas da história. Além disso, será que o desenvolvimento de radares mais precisos não acontece antes do esperado?

Guilherme Poggio

MARCOV

Não há como esconder o jogo numa democracia como os EUA. Os relatórios estão todos aí. Seja do GAO, seja do DoD, seja do JPO. O desastre está feito.

ederjoner

Nestas alturas do campeonato, com os problemas apontados, com os custos calculados, já deve ter gente separando ferramental do F-22 em alguns almoxarifados da LM….
Os americanos não são burros, se o bicho pegar, eles começam a fabricar F-22 em poucas semanas ou alguns meses. Os investimentos feitos até hoje, os deixaram com bastante vantagem sobre outras forças, mas o F-35 era para dar continuidade a este processo, caso não de certo, eles precisaram agir, e o F22 ainda reina absoluto, podendo garantir esta situação…

Nilo Rodarte

Vendo essa foto, com o cidadão sentado no banco do piloto, me ocorreu uma coisa: em caso de ejeção do piloto, esse canopi ejeta junto? Parece que não tem espaço para o assento sair inteiro junto com o piloto.

Guilherme Poggio

em caso de ejeção do piloto, esse canopi ejeta junto?
.
Sim, o canopi sai frações de segundos antes. O vídeo abaixo deve tirar suas dúvidas.
.

shambr

foram gastos mais de 400 bilhoes neste caca de quinta geracao os engenheiros de Israel ja consertaram e ajustaram os f 35s ,tio Jacob salvou o tio sam , os f35s apresentam problemas entaum vaum la atacar o tio Jacob e tirem suas duvidas tio Jacob e o melhor piloto de jet do mundo e ainda por cima com o melhor jet do mundo teuto brasileiros naum perdem a oportunidade de difamar o tio Jacob mais este e guerreiro quem vai encarar ??kkkkkkkkk

ederjoner

Pelo amor de qualquer coisa….
Israel merece respeito sim, agora dizer que sem eles os EUA estavam perdidos, não né! A situação é oposta meu nobre, sem os americanos, Israel talvez nem existisse mais…

Clésio Luiz

No F-16 e no F-22, o canopi é único e por causa do para-brisas integrado, bastante grosso. Isso obriga a ejeção do canopi antes da ejeção do piloto, o que leva alguns centésimos de segundo. O problema no F-35 é que, por causa da versão de VTOL (sempre ela…) um canopi que não pode ser “atravessado” pelo assento ejetor, não é viável, pois entre a falha do motor (a poucas dezenas de metros do solo num pouso vertical), e a ejeção do canopi, não haveria tempo para o piloto ejetar. O Harrier adota um canopi parecido como o F-35, onde… Read more »

Guilherme Poggio

O Clésio explicou a ejeção do canopi melhor do que eu. Repare que no vídeo o caponi parte exatamente em duas metades quase iguais pouco antes do piloto sair da aeronave.

WFonseca

Posso juntar-me aos colegas que acreditam que o F35 é o maior fracasso da aviação americana, ou acreditar na LM que afirma que o caça, será o melhor do mundo nas próximas décadas. Todo o custo, falhas e atrasos dão uma ideia do que virá pela frente, afinal, considerando o know-how que possuem, se fosse para fazer caça compatível com Rafale, SU35s, Typhoon, acredito que já estaria pronto, não acham? Faz pouco tempo, só lia críticas ao F22, hoje claramente, ele é referência a ser batida, não que não tenha defeitos ou fraquezas. Creio que irá ocorrer o mesmo com… Read more »

Reinaldo Deprera

Não tenho dúvidas de que o F-35 será sim um sucesso. Contra tudo e contra todos, o Pentágono mostra que sabe gerenciar o desenvolvimento de um produto de ponta que, no decorrer do seu desenvolvimento, pode atrasar sim. O atraso por si só não determina o causador dele. Existem muitas variáveis além da contratada e do contratante. Se considerarmos que o F-35 é um software com asas, é ainda mais complicado para as pessoas que estão acostumadas com o preto no branco. Desenvolver um produto desse tipo não é para qualquer um. Mesmo no Pentágono deve haver resistência interna. Esse… Read more »

Ederson Joner

Está dizendo que projetar software é mais caro que projetar hardware?
Está dizendo isso mesmo? Que ensaios de computador custam mais que os ensaios que acontecem em hardware?

Mateus Oliveira

Olá a todos,em meio aos comentários sobre a aeronave ser um fiasco,que possui relatórios afirmando isso.Gostaria que me explicassem melhor,já que,sou leigo no assunto e para mim é uma bela aeronave.
Agradeço pelo aprendizado que venho observando nesse forúm.Grande abraço de um novato de 19 anos

Rinaldo Nery

Li despido de preconceitos, mas não me convenceu.

bosco123

Jovem Mateus,
O negócio é o seguinte: o fabricante diz que o caça é bom, os usuários, inclusive a USAF, a USN, o USMC, Israel, Reino Unido, etc. dizem que o caça é bom. Mas tem um tal de Carlo Kopp e um tal de Bill Sweetman, editor da Aviation Week, que pegaram bronca com o coitado do caça e aí começaram as críticas.
Ele é trabalhoso e ainda vai dar mais trabalho, mas será o burro de carga do combate aéreo no Ocidente pelos próximos 40 anos.

André LUis

Boa noite
Pelo que diz a matéria no site da lockheed, o F-35A irá atingir IOC este ano, 2016. Afinal, atingir um IOC já não é exatamente ter uma capacidade operacional??

Se o F35-A já tem o IOC este ano, então qual seria o problema para Israel, por exemplo, em começar a treinar/usar com o avião já em 2017?

André LUis

Exatamente Bosco, o que eu estou lendo no site do F-35 é que a versão A já vai ter IOC este ano de 2016. Então não veja qual é o motivo de todo este pessimismo.
Já o preço sim, o preço é impressionante. Só para quem pode pagar.

Justin Case

Amigos, Já comentei em outro espaço sobre a perda da importância do evento FOC, que passou a ser apenas um item de recebimentos em contratos comerciais, sem a importância operacional que tinha no passado. A IOC, por sua vez, é crítica, pois marca a disponibilidade inicial para que uma aeronave possa cumprir missões operacionais, marcando o início do retorno do investimento realizado. Como todos já devem ter percebido, todas as aeronaves modernas utilizam uma concepção de desenvolvimento continuado, com Termos Aditivos e Contratos subsequentes que apresentam novo set de requisitos operacionais, técnicos e logísticos. Cada um desses novos termos contratuais… Read more »

André LUis

Aqui uma notícia de que um Coronel da Força Aérea Americana, David Chace declara que possui 24 caças F-35A em condições operacionais e prontos para ação real – Estando estes 24 caças F-35 a disposição do comando da Força Aérea Americana. https://www.f35.com/news/detail/air-force-sees-potential-combat-missions-this-year-for-f-35 Training, other deployments being considered after service declares up to 24 jets have initial combat capability, Col. David Chace, head of Air Force F-35 system management office, tells reporters. Where and when the airplane goes” depends on needs of combatant commanders”: Chace “There are no known technical issues that would prevent declaration of initial operational capability in window… Read more »

Jr

Reinaldo Deprera, então fala isso para o Jonh MacCain presidente da comissão de defesa e relações exteriores do Senado americano, ele no começo desse ano disse que o programa do F-35 é uma tragédia, um verdadeiro escândalo e ele fez isso baseado em fatos e dados secretos que chegaram nas mãos dele que com certeza ninguém aqui tem. Pode ter certeza que para ele falar isso abertamente em público a dupla pentágono/Lockheed Martim fizeram muita m*rda nesse projeto

Mateus Oliveira

Obrigado pela resposta caro Bosco,vou procurar ler mais sobre o assunto.

Rinaldo Nery

Esse Cel Chace parece ser o nosso equivalente a Gerente do Projeto. O dele está na reta se o negócio não funcionar.
Não conheço o avião a fundo, mas, além da furtividade e novo tipo de revestimento (o qual já foi explicado em outra matéria), quais seriam essas novas tecnologias “alienígenas” e tão fantásticas que esse avião possui?

André LUis

Bom, para você acreditar que o F35B e o F35A não estarão operacionais a partir de 1º de agosto, que é a previsão da própria Força Aérea dos EUA, então teria que haver uma conspiração gigantesca de toda a Força Aérea dos EUA, mais os Mariners dos EUA. Alias esta declaração de o Col Chade está na reta é estranha, já que ele é oficial da Força Aérea, não é fabricante da aeronave. Muito pelo contário, se ele disser que o avião está pronto, e ele não estiver, aí sim, o Coronel estaria cometendo um crime e responderia por isto.… Read more »

Rinaldo Nery

André, ele é o responsável direto pelo gerenciamento do projeto, o elo (mais fraco) entre a USAF e o fabricante. Ele tem uma responsabilidade funcional de, junto ao fabricante, tentar resolver ou minimizar os problemas. E, quando sai da competência dele, ele leva o problema pra cima, via cadeia de comando. Mas, quando cobram uma reposta de alguém, ele é o primeiro na “linha de tiro”. É assim que funciona em todas as FFAA do mundo. Foi isso que eu quis dizer. Não disse que alguém está mentindo. Quero mais é que tudo dê certo, pois já gastaram além da… Read more »

André LUis

Nery ele é Oficial da Força Aérea dos EUA e é o “gerente” do treinamento da Força Aérea dos EUA. em nenhum lugar da matéria diz que ele trabalha para o fabricante. A matéria é bem clara em afirmar que a Força Aéria irá declarar o avião em IOC o que foi corroborado pelo Oficial da Força Aérea. Tudo conforme informada na matéria.

bosco123

Rinaldo, O F-35B vai juntar 4 características que nunca foram reunidas: furtividade, capacidade STOVL, velocidade supersônica e alto nível de consciência situacional e de interação homem-máquina. O F-35C também irá revolucionar a aviação embarcada da USN tendo em vista que será o primeiro caça stealth que ela irá operar. Não há o que se discutir acerca das vantagens desses dois modelos. O que pode ser colocado em questão é a vantagem do F-35A em relação ao F-22 já que a USAF irá operar ambos e ambos são caças furtivos de 5ªG. Em relação ao F-22 o F-35 tem a vantagem… Read more »

André LUis

Rinaldo Nery, agora entendi o que você quis dizer. E entendi que você não estava colocando em dúvida a declaração do Coronel.
Mas, me parece que a responsabilidade de entregar o produto funcionando é do fabricante. Ao Coronel cabe, se entendi, adaptar a doutrina operacional às capacidades prometidas para este sistema.
Me parece que foi isto que ele disse na reportagem, que, de fato, a Força Aérea já terá uma capacidade operacional deste avião a partir de agosto deste ano.
Agora eu entendi. rsrsrs

Rinaldo Nery

Sem querer polemizar, me parece que “head of Air Force F-35 systems management” é Gerente de Projeto, e não função do Air Education and Training Command. Posso estar enganado. Se o tal do Chace trabalhar no Pentágono ele é Gerente de Programa, mas se servir no Air Combat Command, daí é responsável pelo treinamento do “sistema F-35”.

Rinaldo Nery

Obrigado, Bosco. Mas, salvo melhor juízo, fora a capacidade computacional, ele não traz grandes transformações. O resto todo já é conhecido e de domínio de alguns países: armamento, furtividade, MMI, propulsão etc. É o que penso.

André LUis

Mais um artigo sobre a matéria. Nesta entrevista, o mesmo coronel afirmava ter 12 aviões nas condições de IOC e que mais aviões estariam completando estas condições no período entre agosto e dezembro. Já na matéria atual ele fala em 24 aeronaves. Seja como for, aqui o link da entrevista. http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/174900/us-air-force-offers-10-reasons-why-f_35-is-ready-for-ioc.html Q1: What is the process for becoming IOC? A1: There are a number of criteria that must be met in terms of capabilities and performance to become IOC. The requirements, established in 2013, include 12-24 aircraft with trained and equipped Airman for basic close air support, interdiction and limited… Read more »

Rinaldo Nery

A matéria esclarece melhor. Ele exerce uma função que não existe equivalente na FAB. Ele trabalha no ACC, já na fase de implantação da aeronave, operacional e logística.

Tiago Jeronimo ☠ (@TiagoJL)

Das duas uma: Ou existe uma conspiração entre todos os futuros operadores do F-35 para esconder o fiasco que ele é, ou o problema é que gostam de torcer contra mesmo. Ambos os cenários são possíveis, mas apenas um é provável.

Clésio Luiz

O F-35 está demorando tanto a entrar em operação, que outros produtos no mercado já são mais avançados que alguns componentes embarcados nele. Seus processadores são da década de 2000. Não acho exagero dizer que os nossos Gripens E terão modelos 10 anos mais novos e portanto, com maior capacidade de processamento. Exagero? Quem tem aviônica mais moderna, um F-5M ou um F-15C? (não confundam isso com alcance do radar). – Já o conjunto óptico do F-35, já está atrasado em relação ao que está sendo operado nos casulos ópticos mais novos, na linha de frente da USAF e de… Read more »

Reinaldo Deprera

Ederson Joner 22 de junho de 2016 at 22:04 As vezes sim é mais caro e as vezes não, depende da plataforma e do sistema de armas. Mas o escopo do meu comentário é outro. Desenvolver software por si só é muito mais complexo do que o processo de desenvolvimento de qualquer tipo de hardware. Disso não tenha dúvidas. Para gerenciar o desenvolvimento de novas tecnologias é preciso estar atento aos requisitos e a todas as novas variáveis que poderão vir a tona. Ser previdente quanto a atrasos, determinar as suas origens e dar o devido respaldo ầ contratada quando… Read more »

HMS TIRELESS

Agora vamos ver como será o impacto do F-35 na Força Aérea Israelense e também como toda a expertise dessa admirável força aérea irá também impactar no caça da Lockheed. Tenho certeza que o input dos pilotos e engenheiros israelenses se fará notar durante a vida operacional do aparelho, lembrando que muito da evolução sofrida pelo F-16 se deve aos israelenses.

Ederson Joner

Reinaldo Deprera 23 de junho de 2016 at 11:08 Minha área é a Eletrônica, então posso navegar neste mundo com propriedade, quando vc fala em hardware, não se pode ficar limitado a módulos ou placas…. Hardware começa com a dopagem de matérias em frações que se aproximam das medidas atômicas. Um processador com milhos de transistores, que são esculpidos em silício, por robôs tão precisos que nem as cirurgias feitas em cérebros humanos dispõem ainda. Para compararmos as dificuldades encontrados no mundo da programação, com as dificuldades do mundo do hardware, lembre-se que um processador com milhões de transistores completou… Read more »

MARCOV

No futuro será confirmado o sucesso ou o fracasso, mas quem defende o F-35 lembra que a sua função primordial é de striker, ou seja, destruidor das instalações e armamento inimigo em solo. Seria como um SU-34 stealth e dizem que ele destruiria um potencial oponente no solo antes que ele soubesse da sua aproximação. Quem o critica confirma que o F-35 não sustentaria um dogfight com nenhum caça conhecido de terceira ou quarta geração. Citam o relatório do teste contra o F-16. Alguns argumentam que, contra um inimigo com maior tecnologia, o F-22 seria utilizado como caça para a… Read more »

Tadeu Mendes

A IAF é a espinha dorsal da IDF (Israel Defense Forces).

Sem a IAF, Israel perderia a vantagem estratégica de conduzir ataques pre-emptivos.

Eles (israelenses) possuem um exercito feroz em combate, tecnicamente superior e com uma invejavel historia militar, mas sem a IAF, Israel nao sobrevive.

Portanto, a escolha do F-35 foi feita por uma nacao que nao pode se dar ao luxo de perder uma guerra.

Querem uma prova mais contundente que esta, para servir como aval do F-35?

MARCOV

Complementando, eu continuo com a minha pergunta: será que o desenvolvimento de radares mais sensíveis não ocorre antes do esperado, diminuindo o potencial steath do F-35?

Reinaldo Deprera

Eu acho que o maior problema do F-35 é que a maior parte das pessoas que falam mal dele simplesmente não tem a menor ideia do que ele irá fazer, sendo que para a maioria delas, isso só poderá ser compreendido quando o F-35 começar a brincar em algum país metido a antiqualquer coisa. O F-35 será o caça quer irá operar nas barbas do inimigo, de maneira persistente e furtiva. Ele levará um outro tipo de guerra ao inimigo. A fusão de dados, a consciência situacional e a guerra eletrônica será elevada para padrões que nem os mais fantasiosos… Read more »

Rinaldo Nery

Não discordo da tecnologia embarcada que a aeronave possui, mas HMD é HMD. Esse não vai diferir muito dos existentes no mercado (os israelenses são muito bons), nem do que será usado no F-39. Me parece muita propaganda. Aliás, ainda não vi nenhum vídeo ou folheto do fabricante sobre esse HMD do “Star Wars”. Fusão de dados várias aeronaves possuem: Rafale, Typhon, F-39 etc.

Tadeu Mendes

E tem mais: Israel vai “instalar” sua propria versao de Cyberdefense no F-35.

Tecnologia made in Israel.

Edgar

F-35 da IAF com tons de cinza?? Cadê a camuflagem do deserto???
.

.
A propósito, eu não fazia ideia de como o F-35 é grande, em?! Basta analisar a proporção do Ministro da Defesa com relação à aeronave na foto do post.

Clésio Luiz

Eles estão interessados em até 75 unidades, sendo que existe a possibilidade de comprarem os últimos 25 na versão B:

According to the Chief of Air Staff, the IAF is already examining the F-35B model equipped with the ability to take off from very short runways and land vertically. “We want the first 50 jets to be A models, but beyond this, we are examining the options. The F-35B may be limited relatively to the A model regarding the amount of munitions it can carry, but has other advantages that may aid us in different scenarios”.

PauloR

Quando eu vejo esse pessoal falar de israelense eu penso que estão falando de extra terrestres com inteligencia artificial. Vergonha alheia disso.

_RR_

Em que pese o mérito das equipes dedicadas ao JSF, não creio que há como negar que o desafio se revelou maior que o originalmente pensado, mesmo assumindo que problemas são ( e sempre serão ) comuns nas diversas etapas do desenvolvimento… Mas isso também não elimina o fato de que a experiência em torno do F-35 é algo que é sim inédito… E entendo trata-se da primeira a aeronave verdadeiramente concebida de acordo com os princípios de guerra centrada em redes, além de aplicar numa única célula todos os conceitos que vão balizar as aeronaves nessa primeira metade de… Read more »

Tadeu Mendes

Recomendo ao PauloR leia e estude sobre as grandes contribuicoes cientificas e tecnologicas que os judeus fizeram ao longo da historia.

Poderiamos começar por Einstein…

Israel é o pais que mais possui cientistas per capita no mundo.

Ter um titulo de PhD em Israel, é tao comun para eles, como ter diploma de advogacia no Brasil.

Nao é qualquer pais do mundo que compra jatos de combate americanos, e que tem a capacidade a capacidade de augumentar a performance dos mesmos.

MARCOV

Enxames de UCAV parece cenário de Star Wars. Eu creio na tecnologia existente, mas não acredito na capacidade de alguns dos países envolvidos para arcar com os custos, lembrando que o controle de UCAV pode ser feito por meio de outras plataformas. Mesmo após tantas explanações, eu fico intrigado por saber como o F-35 atuará como caça se não tiver a manobrabilidade necessária. O caso da Royal Navy continua sendo o mais curioso para mim.

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