sexta-feira, setembro 17, 2021

Gripen para o Brasil

F-16 da USAF empregaram foguetes guiados APKWS em operações, segundo fabricante

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres
APKWS - foguete guiado a laser - lancamento de F-16 - ilustracao BAE Systems

Nota da BAE Systems informou o primeiro uso dos foguetes guiados a laser APKWS de 70mm em aeronaves de asa fixa da USAF, atualmente em operações no Iraque e Afeganistão. USMC já emprega a arma em jatos AV-8B

Em nota divulgada na quarta-feira, 8 de junho, a BAE Systems informou que a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) fez o primeiro emprego em conflito real de foguetes guiados a laser APKWS (Advanced Precision Kill Weapon System) em aviões F-16, de asa fixa. A USAF adquiriu esses foguetes de 2,75 polegadas (70mm) para uso em operações no Iraque e Afeganistão, armando unidades de caças F-16 e de jatos de ataque A-10.

O armamento já era utilizado em operações reais por aeronaves de asas rotativas, como os helicópteros Apache do Exército dos EUA (U.S. Army), e também pela Marinha dos EUA (U.S. Navy) e Corpo de Fuzileiros Navais (USMC) desde 2012. No USMC, já equipava aeronaves de asa fixa, no caso os jatos AV-8B. O uso nos F-16 e A-10 marca o primeiro emprego do armamento em operações reais por parte de aviões de asa fixa da USAF.

Segundo a nota do fabricante, o projeto do APKWS segue a filosofia “plug and play” para emprego em diversas plataformas, e suas principais vantagens são a alta precisão e baixo índice de danos colaterais. Segundo David Harrold, diretor de soluções de guiagem precisa da BAE Systems, o APKWS será uma arma para “virar o jogo” para operadores de A-10 e de F-16.

APKWS -foguete guiado a laser - infografico plataformas - BAE Systems

No momento, a USAF está adquirindo os foguetes originariamente encomendados para o inventário da U.S. Navy, como foi o caso da aquisição feita no ano passado pelo U.S. Army. Segundo a BAE Systems, há negociações em andamento, envolvendo também a Marinha, para que a USAF encomende mais unidades para atender a demandas urgentes. A empresa também informou que o APKWS está no seu quarto ano de plena produção, e já foi qualificado ou demonstrado em mais de uma dúzia de plataformas. Também informou que seu foguete de 2,75 polegadas / 70mm é o único do tipo, com guiagem semi-ativa a laser, totalmente qualificado pelo Departamento de Defesa dos EUA.

O vídeo abaixo mostra algumas cenas de demonstrações de disparos do APKWS, realizados por aeronaves de asa fixa.

ILUSTRAÇÃO / INFOGRÁFICO / VÍDEO (em caráter meramente ilustrativo): BAE Systems

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Anselmo Nogueira

Qual a diferença entre um foguete guiado e um míssil?
Ou seja, a principal característica que os distingue entre si?

Clésio Luiz

Eu considero esse tipo de armamento o multiplicador de força para plataformas leves como o Super Tucano. Além de exigir menos disparos para destruir ou desabilitar um alvo com sucesso (da mesma forma que bombas guiadas), fazendo com que uma mesma aeronave permaneça mais tempo sobre o alvo, por desperdiçar menos a carga transportada. Um lançador com 19 tubos em cada asa, permitiria uma bela persistência (ativa) sobre o alvo, numa missão de apoio aéreo ou ataque a comboios de transporte. . Além disso, permitiria à plataforma lançadora operar a maiores altitudes, mais longe do alvo, ao invés de fazer… Read more »

Jorge F.

Digo o mesmo, mas em relação aos patrulheiros de baixo custo… Só como exemplo, um P-95 poderia efetuar lançamentos contra fragatas FL150 (fora do envelope do aspide), danificando as estruturas mais frágeis como por exemplo, o Radar.

Flamenguista

Isso é um kit tipo Lizard ou o foguete já foi criado assim?? Pergunto porque já pensaram num upgrade de um simples sbat 70?

Nonato

Quem aponta o laser? Se for o caça, como é possível visualizar, apontar, disparar e esperar o alvo a ser atingido?
Enquanto o avião se desloca muda o ângulo…

bosco123

Nonato, O foguete tem velocidade supersônica (em torno de Mach 3 a 4) e o avião lançador pode se evadir e continuar mirando o alvo com o pod de designação. O alcance lançado por um caça é de uns 10 a 12 km, o que dá um tempo de uns 12 a 15 segundos até o impacto. – Flamenguista, É um kit atarraxado em foguetes Hydra 70. No caso desse APKWS está logo atrás do “bico”, que representa a ogiva com a espoleta. – Anselmo, Um foguete é menos flexível que um míssil “puro sangue”. Por exemplo, esse APKWS não… Read more »

Rommelqe

Aí Dom Bosco, no caso, o que poderíamos entender por semi-ativo? O missil emite um laser de guia em somente alguma etapa do voo?
Abs

bosco123

Rom, Semi ativo é quando o míssil se guia pela reflexão de um feixe (de laser ou de radar) sobre o alvo, emitido por uma fonte externa e não do próprio míssil. Esse kit guiado para o foguete opera no modo LOAL, trancando no alvo após o lançamento, quando se aproxima dele, percebendo onde o feixe laser está direcionado. Basicamente ele é lançado de forma balística do mesmo modo que um foguete não guiado, utilizando os recursos como por exemplo os que mostram o ponto de impacto no HUD. Só quando se aproxima do alvo é que seu seeker passa… Read more »

Jorge F.

A Itália alega que o Aspide MK1 pode atingir uma altura de 6km (aproximadamente o FL180), nominal, por isso minha dúvida quanto ao emprego dos foguetes contra embarcações. Os P-95 da FAB até antes da modernização possuíam sistema de oxigênio e alcançavam de forma morosa o FL 200 (500ft/min até o FL 100 e 250 ft/min até o FL 200). Sei que não trata-se do esclarecedor ideal, mas ele possuí duas vezes o alcance dos A-29, um bom radar de superfície, com equipamento MAGE adequado, mas uma performance horrível, contudo o suficiente para a baixo custo patrulhar a costa até… Read more »

Talguiese

Arma perfeita para o Tucanão.

Marcelo Bardo

Compartilho da mesma ideia de alguns colegas, sobre o uso deste armamento pelo Super Tucano.

Carlos Campos

fiquei impressionado com o baixo efeito colateral desse foguete, seria ótima ter mais dessas armas atuando na Síria assim matariam mais terroristas e menos inocentes

bosco123

Na verdade o Super Tucano tem que ter todo um leque de armas guiadas ar-sup, a começar por esse “foguete” guiado, passando pelo míssil Hellfire, pelo Maverick e chegando às bombas guiadas de 250 e 500 lb.
A questão é utilizar a arma mais adequada para determinado alvo, levando em conta a efetiva capacidade de neutralizar o alvo pretendido com o mínimo custo e os mínimos efeitos colaterais.

bosco123

E claro, permitindo ao atacante permanecer fora do alcance das prováveis defesas.

bosco123

Se imaginarmos um caça com velocidade de 300 m/s em voo picado atacando um alvo a 10 km de distância com esse foguete guiado e se imaginarmos o foguete com uma velocidade média de 1000 m/s podemos dizer que o alvo será atingido em 10 segundos após o disparo. Mesmo se o caça não implementar uma manobra evasiva, no momento do impacto ele estaria a 7 km do alvo. Ou seja, em tese esse foguete guiado é plenamente capaz de atacar alvos e manter a plataforma lançadora à salvo dos “manpads”.

Oganza

Bosco,
me ocorreu uma dúvida: o emprego de foguetes não guiado geralmente são em salvas e com o intuito de saturar uma determinada área.
– Seria possível o emprego do APKWS em uma “salva de precisão”? – Por exemplo, tendo que saturar uma construção bem defendida, tanto em número de combatentes, quanto em reforço estrutural?
.Ps.: Claro que estou admitindo que não exista outra arma mais potente a disposição no local e muito menos outros vetores.

Grande Abraço.

Oganza

https://www.youtube.com/watch?v=Hpm7_INvUHM
Esse vídeo, já postado antes aki no PA, mostra o refinamento desse projeto, suas soluções e funcionamento… muito didático.

Grande Abraço.

bosco123

Oganza, Em tese é possível! Uma salva poderia ser lançada contra um único alvo. O problema é que depois do primeiro impacto o alvo se cobre de fumaça e poeira, o que iria bloquear o ponto refletido pelo laser e dispersar o feixe. Só que os engenheiros pensaram nisso e o “foguete” é dotado de uma mini plataforma inercial. Na perda do ponto de reflexão o foguete continua seguindo a trajetória, com chances de atingir o alvo. Mas realmente essa tática deverá ser pouco utilizada (se é que será) já que não foi exatamente pra isso que ele foi feito.… Read more »

Oganza

Vlw Bosco,
então o “bom mesmo” seria um UH-1Y, por exemplo, levar um lançador padrão de 7 APKWS de um lado e um de 19 foguetes Hydra 70 do outro, com os artilheiros catando o resto? 🙂

Grande Abraço.

shambr

otima arma para os tucanoes ja que a boeing liberou todas as armas dos f16 para eles ainda acho que os A 10s e os f16s sao jets muito caros para fazer o mesmo trabalho que dois tucanoes fazem e melhor ter o dobro de tucanos com este Sistema de foguetes

Ricardo Da Silva

A Avibrás não já teve um produto/projeto semelhante ?

Flamenguista

Uma dúvida….Os lançadores sao necessariamente diferentes nesse caso?….Será que os lançadores do nosso Sabre calçam esses foguetes?…. pergunto porque quase todas as muniçoes russas tem medidas diferentes das do, digamos, ocidente.

Ivan

“..exemplo, levar um lançador padrão de 7 APKWS de um lado e um de 19 foguetes Hydra 70 do outro…”
.
Um AH1 Super Cobra ou AH64 Apache pode ‘levar’ no mesmo lado (aquelas asinhas) dois lançadores de foguetes, podendo ser um com 19 Hydra 70 e outro com 7 APKWS.
.
Assim sendo, seriam 38 Hydra e 14 APKWS.
Flexibilidade e poder de fogo na mesma aeronave em missão de escolta e/ou apoio de fogo.
.
Abç., Ivan.

Oganza

Caro Ivan,
sim… sim… eu estava imaginando um cenário “austero”, tanto no tipo de vetor como na disponibilidade de outros vetores… um UH-1Y com 7 APKWS de um lado e 19 Hydra 70 do outro é uma flexibilidade não aventada anteriormente para o “Super Sapão”, que nem poderia sonhar com a possibilidade de realizar algum tipo de ataque de precisão.
.
O Venom realizando Urban Close Air Support Training
https://www.youtube.com/watch?v=xoyMQ2Ni-w0

Grande Abraço

carvalho2008

Hehehe…. Mestre Oganza e Mestre Bosco, Certa vez, desenhei um cenario de arma e equipamento para debate com colegas de outro forum, a qual envolvia alternativas de baixo custo como emprego de foguetes guiados para atacar defesas navais…. . O exemplo era: . 04 UCAVs de baixo custo . um dos UCAVs seria o comnadante, possuindo um radar simples tal como o SCP-01; . Cada UCAV carregaria 38 foguetes de 70 mm guiados a laser. Estes foguetes teriam 4 metros de comprimento para um alcance medio previsto de 40 km. + 02 Misseis FOG MPM guiados por fibra otica, porém… Read more »

Anselmo Nogueira

Bosco, obrigado pela atenção dispensada.

bosco123

Carvalho, Muito legal tudo! Algumas considerações: Mísseis guiados por fibra ótica têm asas grandes e velocidade reduzida para permitir o “man in the loop”, em torno de 150 m/s. Já os foguetes têm velocidade de pelo menos Mach 3. Mesmo o seu míssil funcionando como um designador de alvos remoto é natural que tenha velocidade baixa. Isso dá tempo dele ser ultrapassado pelos foguetes. Carvalho, você já deve ter ouvido falar do kit para foguetes LOGIR, que permite a um foguete não guiado ser guiado por imagem IR, que não precisa de designação por laser já que opera de forma… Read more »

carvalho2008

Hummmm….interessante, pois nos ensaios de testes de stress da ideia, o que já gongo de imediato era a baixa velocidade do FOG….pelo cronometro, os misseis SM chegariam no FOG antes dos foguetes ao navio….mas esta outra solução que voce apontou resolve a questão…..

Esta miniaturização das coisas transforma em um inferno as doutrinas desenvolvidas….afinal, quando um projeto robusto enorme e carissimo entra em operação, lá vem alguem com um foguetinho….uma abelha….que pode jogar tudo fora…

Oganza

carvalho2008, “Esta miniaturização das coisas transforma em um inferno as doutrinas desenvolvidas….afinal, quando um projeto robusto enorme e carissimo entra em operação, lá vem alguem com um foguetinho….uma abelha….que pode jogar tudo fora…” – huhuhuhu muito bom… VERDADE… bagunça tudo. – Bosco, e SE fosse usado um designador laser como telêmetro para marcar a distância e a posição do alvo com os foguetes se guiando apenas com as informações das coordenadas via recptor GPS como nas JDAMs? – Claro que nesse caso os foguetes ficariam restrito a alvos fixos. – Nesse caso não teríamos o problema do encobrimento do alvo… Read more »

bosco123

Carvalho, Pensando justamente em saturar as defesas já aparecem algumas propostas interessantes de mísseis antinavios, como por exemplo o Perseus, que lança duas submunições de 40 kg além da ogiva do míssil com peso de 200 kg. Um defensor teria que se ver com 3 alvos em vez de um. Se imaginarmos um ataque com 3 mísseis seriam 9 alvos. Não há nada que impeça que um míssil furtivo subsônico se aproxime de um navio até uns 10 km ( que é a distância em que ele poderia ser detectado) e lance duas dezenas de sub-mísseis, permitindo que mísseis com… Read more »

bosco123

Oganza, Isso já existe na forma por exemplo do míssil Griffin, que é guiado por laser semi-ativo, INS e GPS. No caso dos foguete seria interessante adicionar o GPS mas eu acho que só o INS basta. Os foguetes são lançados contra alvos na linha de visada e mesmo perdendo o bloqueio continuam a se dirigir ao alvo. No caso do Griffin ele pode até ser lançado na vertical por veículos de terra ou navios e até contra alvos a 180º do longo eixo do avião lançador. Aí faz diferença uma melhor capacidade de atingir alvos na superfície com a… Read more »

augusto

esse conceito do carvalho me lembrou de uma coisa. Millenium Challenge 2002 EXERCISES

Oganza

rsrsrs Vlw Bosco…

groosp

Foguetes sempre careceram de precisão e os foguetes guiados supriram essa defasagem, mas olhando na Wikipédia, me deparei com dados que me surpreenderam. Segundo a Wikipédia, os canadenses, com seus F/A-18, atingiram uma precisão de 3 Mil angular (Miliradian) com o foguete burro CVR7. A fonte não menciona a distância mas isso significa uma precisão de 3m a 1Km, 6m a 2Km, 9m a 3Km e 12m a 4km (alcance máximo do foguete). O foguete consegue esta precisão girando em torno do seu próprio eixo ainda dentro do tubo como uma bala de fuzil. Existe até uma versão com uma… Read more »

bosco123

Mais ou menos o que escrevi foi o seguinte: Na busca por meios de saturar as defesas navais que hoje em dia são aptas a enfrentar ameaças múltiplas já está em desenvolvimento conceitos interessantes como por exemplo o míssil antinavio Perseus, que libera 2 submunições antes do impacto. Não há nada que impeça que um míssil subsônico stealth não possa liberar dezenas de submunições guiadas propulsadas autoguiadas. Por exemplo, um Tomahawk tem uma ogiva de 450 kg que poderia liberar duas dezenas de minimísseis guiados a uma dezena de quilômetros. A confusão de um ataque desse modo poderia facilitar a… Read more »

Bardini

Um conceito interessante é o do Starstreak:
https://www.youtube.com/watch?v=uKb4fW3Uqxg

Carvalho2008

Mestre Bôscoli,
.
Mas aí estaríamos caindo na tentação das armas e soluções complexas e caras….
.
É uma questão do conjunto todo de recursos que seriam necessários para emprega lo
.
Mísseis pesados e de alta tecnologia ensej um caça ou bombardeiro de alto desempenho
.
O que desenhei é uma solução propositadamente pé de boi, bombril, mil e uma utilidades

Felipe Silva

Bosco, mas mísseis como o tomahawk e o 3M-54 não podem ser considerados apenas de baixo RCS? Não falta muito para serem Stealth VLO, como o LRASM?

bosco123

Felipe,
Você está certo! Usei o termo “stealth” equivocadamente.
O Tomahawk é dito ter RCS menor que o do Harpoon (0,1 m²). O Tomahawk Block IV é dito ter RCS bem menor que do Block I, II e III. Mas mesmo assim não é stealth.

Felipe Silva

Sei. Vc sabe qual é o RCS do Klub?

Felipe Silva

Bosco, por falar em 3m-54, vc já viu esse tomahawk lançado de containers? https://photos.travellerspoint.com/559338/P1120527.jpg

bosco123

Felipe,
Esse método de lançamento do Tomahawk não é mais utilizado. Ele foi utilizado pelos destróieres Spruance e pelos couraçados classe Iowa.
Não sei o RCS do Klub.

carvalho2008

Opa….Boscoli não….Mestre Bosco….erro de teclado de smart…

carvalho2008

augusto 10 de junho de 2016 at 16:50 esse conceito do carvalho me lembrou de uma coisa. Millenium Challenge 2002 EXERCISES ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: . Pois é mestre Augusto, . Deveríamos ter uma doutrina de formação específica de wargames e simulações, afim de identificar falhas ou novas oportunidades de equipamento… . Sobre esta Millenium Chalenge, nada mais é que a prova cabal de que a maioria das doutrinas são na realidade obsoletas, mesmo para os EUA…. . Quem mexe com tecnologia ou possui os olhos um pouco mais atentos, sabe que é impossivel um equipamento com 5 anos de idade não possuir… Read more »

Felipe Silva

Valeu, bosco.

bosco123

Bardine, Bem lembrado esse conceito do Starstreak. No caso foi pensado esses três dardos já que espoletas de proximidade não são muito efetivas contra helicópteros plainando a baixa altitude e essa foi a forma de aumentar o raio letal do míssil. Esse conceito poderia muito bem ser utilizado para mísseis antinavios. Um míssil antinavio subsônico propulsado por um turbojato e com características stealths poderia se aproximar furtivamente até um poto onde seria detectado e aí lançaria três foguetes supersônicos. No caso, teria que ser propulsado por foguete, como ocorre com o 3M54E, diferente dos dardos do Starstreak que não são… Read more »

BrancoF-16

O arsenal de armas a disposição do F-16 é realmente impressionante

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