E190 E-2 primeiro voo - 23-5-2016 - foto Embraer

Embraer coloca no ar a primeira aeronave da próxima geração dos seus jatos comerciais

 

ClippingNEWS-PAA Embraer realizou o primeiro voo do jato E190-E2, nova aeronave da empresa que deve entrar em serviço em 2018. O voo aconteceu no aeroporto de São José dos Campos.

A aeronave é a primeira da linha dos jatos regionais E-Jets, com novas asas e novos motores, projetados para uma economia de combustível de até 15%.

E190 E-2 primeiro voo - 23-5-2016 - foto 4 Embraer

E190 E-2 primeiro voo - 23-5-2016 - foto 2 Embraer

E190 E-2 primeiro voo - 23-5-2016 - foto 3 Embraer

FONTE: AgoraVale

FOTOS: Embraer

NOTA DO EDITOR: as fotos acima foram divulgadas pela Embraer em sua página no Facebook nesta segunda-feira, juntamente com um curto vídeo da decolagem do seu novo jato comercial E190-E2. Clique nos links da lista abaixo para saber mais sobre a nova família E2 da Embraer.

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Oganza
Oganza
4 anos atrás

Poggio,
é só não deixarmos os caras empatarem que qualquer coisa, mais dia menos dia, anda nesse País.
A EMB ainda é palco de muita ingerência política covarde e maléfica… imaginem se fosse 50% menor em uns 10 anos.
Isso sim é um sonho proveitoso.
Parabéns EMB.
Grande Abraço.

Clésio Luiz
4 anos atrás

Os novos motores são bem maiores em diâmetro. Qual é o modelo, houve ganho apreciável de potência?

DomSaf
DomSaf
4 anos atrás

Guilherme Poggio 23 de maio de 2016 at 19:16

Que pena que a mágica da privatização não funcionou com a VASP (essa por 2x) e com nosso sistema de telefonia.

Parabéns à Embraer, E só à Embraer.

mauriciosilva2014
mauriciosilva2014
4 anos atrás

Olá.
Esses novos motores parecem ter ficado “grandes demais” (em relação ao diâmetro) para o porte do aparelho.
Sei que estética é um padrão pessoal e individual. Mas achei a geração E-2 bem mais “feia” que os originais.
SDS.

mauriciosilva2014
mauriciosilva2014
4 anos atrás

Olá.
A EMBRAER é um caso de sucesso de privatização. Infelizmente, nem sempre a privatização é a “panaceia para todos os males” das empresas estatais.
SDS.

DomSaf
DomSaf
4 anos atrás

Achei mais imponente.
Mas sinceramente, os empresários pensam mais nos 15% de economia e no conforto que o “melhor” da categoria pode proporcionar. Fora as outras questões de pós venda e política.

Marcos
Marcos
4 anos atrás
Marcos
Marcos
4 anos atrás
Marcos
Marcos
4 anos atrás

Pergunta: qual a finalidade daquela aleta instalada no motor???

Fernando "Nunão" De Martini
Editor
4 anos atrás

Marcos, boa noite.
.
Se não me engano, essas aletas servem para direcionar o fluxo de ar da parte superior das naceles dos motores para os bordos de ataque das asas.

DomSaf
DomSaf
4 anos atrás

(…) nem sempre a privatização é a “panaceia para todos os males.”

No capitalismo quem dá o rumo à economia é o setor privado, sem mais. Entretanto, o sucesso de uma empresa é a SUA GESTÃO.

Embraer é um SUCESSO de GESTÃO !

Henrique
4 anos atrás

E tem gente que ainda fala que privatização não da certo! Aff.!

Farroupilha
Farroupilha
4 anos atrás

O que para uns é feio para outros é bonito.
As novas asas possuem uma certa suavidade e fluides natural de desenho que conferem, ainda que os novos motores tenham tamanho maior, uma igual beleza de forma comum a toda a família Embraer.
Claro que tudo isso sob meu olhar.

Lewandowski
Lewandowski
4 anos atrás

Realmente, a beleza está nos olhos de quem vê. Eu achei o avião mais lindo ainda.
.
Sds

Jr
Jr
4 anos atrás

Também achei a Versão E2 mais bonita que a original, esses motores maiores me lembram o 777. Alguém reparou que o trem de pouso com as rodas não fica mais exposto como na primeira geração? As asas do E2 também são bem mais bonitas, enfim ele parece um avião bem mais parrudo do que a primeira geração.

Nonato
Nonato
4 anos atrás

Não sei onde vi.
Esses motores de nova geração tem diâmetro maior.
No caso da Embraer decidiram fazer umas asas novas e mais finas que vão subindo…

mauriciosilva2014
mauriciosilva2014
4 anos atrás

Olá. Não dá para negar que a gestão corporativa da EMBRAER tem sido exemplar. Pode não haver unanimidade em relação a empresa como um todo e seus negócios com o governo brasileiro. Mas não dá para negar que a gestão da empresa tem mostrado resultados significativos. Pena que nem toda empresa privatizada tenha tido uma administração tão competente. Beleza está nos olhos de que vê e gosto não se discute (no máximo, lamenta-se). Reforço minha opinião: a primeira geração dos EMB me parece bem mais harmônica e de desenho mais limpo que a geração 2. Mas avião bom é avião… Read more »

Carlos Crispim
Carlos Crispim
4 anos atrás

Alguém falou que a privatização das telefônicas não deu certo? Em que país mora esse sujeito? Hoje até minha empregada tem 2 celulares, antigamente um telefone fixo valia um automóvel, os funcionários da Telerj agiam no mercado negro, conheço pessoas que se enriqueceram às custas da falta de ofertas. O Brasil hoje é um dos páises com mais telefones no mundo, celulares em abundãncias, ofertas e o setor é altamente competitivo, até TV por assinatura oferecem. Quanto à VASP, ela foi mal administrada, só isso, nem todo empresário é ótimo gestor, vide Eike Batista, o bom é que quando se… Read more »

Edu
Edu
4 anos atrás

Notaram que os trens de pouso foram recolhidos e que o avião fez diversos rasantes para o público? Isso no primeiro vôo de uma aeronave é raríssimo.

Mauricio R.
4 anos atrás

A motorização do E190-E2 é PW1900G derivada da PW1500G usada nos CS-100/-300, tem 185 cm. de diâmetro.
O E175-E2 deverá ser motorizado pela PW1700G, derivada da PW1200G usada nos MRJ.
Os NEO da Airbus usam a motorização PW1100G.

Marcelo
4 anos atrás

Fabuloso 1o voo, com recolhimento de trem de pouso, FL410 e Mach 0.82. Nao eh qualquer um que consegue fazer isso nao. Precisa de muita engenharia. Parabens Embraer!

Luiz de Souza
Luiz de Souza
4 anos atrás

Mauricio R. 24 de maio de 2016 at 2:19
Você está bem?

Moacar Moraes Neto
Moacar Moraes Neto
4 anos atrás

Ainda tem gente que ousa dizer que não é um projeto nacional..
Trem de pouso feito no Brasil, toda a fuselagem e a asa feitas no Brasil com aluminio aeronáutico brasileiro (feito na alcoa), cablagem feita no Brasil e a grande cereja do bolo, o Fly-by-wire é desenvolvido no Brasil por engenheiros Brasileiros (inclusive toda a lógica de programação)… é para ter muito orgulho da nossa industria aeronautica.

cvn76
cvn76
4 anos atrás

Notei a ausência dos “winglets” comparando com os da versão antiga.

Ronaldo Ribeiro
4 anos atrás

DomSaf 23 de maio de 2016 at 19:29
Privatização não deu certo com o sistema de Telefonia? uai…. lembro que meu pai comprou uma linha telefonia em 1982 e so instalaram em 1987, 5 anos depois, hoje vc vai na loja e já sai telefonando….rsrs, quanto a Vasp que bom que não tivessem privatizado né? Estariam os contribuintes injetando dinheiro todo ano pra cobrir os prejuizos da má gestão e do mercado altamente competitivo!

JT8D
JT8D
4 anos atrás

O primeiro voo aconteceu 5 meses antes do que havia sido inicialmente planejado e o avião ficou um pouco mais leve que o projetado

Marcelo
4 anos atrás

CVN76
Os winglets foram substituídos pelos raked wingtips.
Abraços

Washington Luis
Washington Luis
4 anos atrás

Bom dia a todos. Coroada a boa e eficiente gestão, gostaria na verdade ver uma versão AEW&C com radares da SAAB, nos moldes do b737-700 aew&c mesa. Aos editores e amigos com conhecimento, isso seria viável ou possível? Abraços.

Marco Antonio Capoeira
4 anos atrás

Motores muito mais silenciosos também. Parabéns mais uma vez a EMBRAER.
https://www.youtube.com/watch?v=zpqMXRTIQ2g

André Luiz Duarte de Queiroz
4 anos atrás

Guilherme Poggio 23 de maio de 2016 at 19:16
” Que pena que a mágica da privatização não funcionou com a VASP (essa por 2x) e com nosso sistema de telefonia.”
No caso da VASP, a privatização foi viciada: https://pt.wikipedia.org/wiki/Wagner_Canhedo Ao que parece, a própria venda da Cia. foi uma grande negociata…
Quanto à nossa telefonia, isso é só a continuidade das velhas práticas de carterização de nossa “economia de compadrio”, muito dada a oligarquias. Como o Estado não atua como legítimo agente regulador do mercado, o consumidor é penalisado.
É o que eu entendo que acontece….
Abraços!

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Sim, Washington. Seria possível. Basta alguém bancar o projeto.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Rinaldo Nery
4 anos atrás

Rinaldo Nery e Washington Luís, bom dia. . Complementando o Rinaldo, vale lembrar que alguns anos atrás fizemos matéria sobre os conceitos que a Embraer estava começando a divulgar de novas plataformas (aeronaves) da sua família ISR (inteligência, gigilância e reconhecimento), e entre elas estava um E190 com Erieye. . http://www.aereo.jor.br/2013/04/05/plataformas-isr-da-embraer-novidades-a-atualizacoes/ . A meu ver, seria interessante agora a empresa aproveitar a onda e atualizar seu conceito (ao menos no papel) para o novo E2, de forma a não deixar o assunto esquecido em tempos de lançamento do Global Eye da Saab, sobre plataforma Bombardier. Como sei que gente graúda… Read more »

Jeff
Jeff
4 anos atrás

Série sobre os 15 hackers que fizeram os maiores “estragos” da história, achei este dado:
.
O hacker conhecido como ASTRA nunca foi identificado, pelo menos publicamente. Ele seria um matemático de 58 anos, preso em 2008. Autoridades da Grécia afirmam que ele hackeou os sistemas da empresa de aviação Dassault por quase cinco anos. Nesse período, roubou informações confidenciais de aviões militares e vendeu os dados para 250 pessoas em diferentes países, incluindo o Brasil. ASTRA teria causado um prejuízo de 360 milhões de dólares à Dassault.
.
http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/os-15-hackers-mais-perigosos-de-todos-os-tempos#4
.

Guizmo
Guizmo
4 anos atrás

Videos fantásticos, muito emocionante ver essas passagens rasantes….lindo esse avião. Agora, o que é esse “cone” pendurado no estabilizador vertical?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Guizmo
4 anos atrás

Guizmo, esse “cone” faz parte dos equipamentos de testes, afinal a aeronave está iniciando uma série de ensaios em voo para a certificação, sendo que o primeiro voo já serve para isso.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Todas as Forças Aéreas sabem da necessidade de possuir um AWACS, e a diferença que essa aeronave faz num conflito. Como diz a USAF, “com AWACS, você ganha, sem ele você perde”. O grande impeditivo é o preço, e, nisso, o binômio E-99/Erieye tinha vantagem.
Infelizmente, a EMBRAER está às voltas com ter que assumir quase que sozinha o KC-390, drenando recursos. Noutras épocas econômicas do País, a meu ver, seria um gol se a EMBRAER lançasse esse produto no mercado.

Maria do Carmo Lacoste
Maria do Carmo Lacoste
4 anos atrás

Rinaldo Nery 24 de maio de 2016 at 11:16 Essa do E190-E2 ser usado como Erieye é algo não apenas interessante, eu diria prioritário, e acredito que vai sair do papel, uma plataforma maior e com maior autonomia, isso já deve estar no index da Embraer. Outra coisa, a crise é braba, o déficit é gigantesco, mas o Brasil também é muito grande, ou seja, temos de onde tirar, uma taxa aqui e ali, uma CPMF da vida e tudo se resolve, o problema maior é que no atual momento o Congresso se torna um pouco resistente a essas maldades,… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Tomara. Só fui realista. Lembrando que agora temos um Erieye extended range. Apresentei essa idéia ao Ministro Jobim em 2008, e ao EMAER em 2009. Espero que não tenha ido pra “cesta” seção. ..

Mauricio R.
4 anos atrás

Luiz de Souza 24 de maio de 2016 at 6:41
.
Sim, estou muito bem.

Mauricio R.
4 anos atrás

“…seria um gol se a EMBRAER lançasse esse produto no mercado.”
.
Se a FAB e a “garota de programa”, leia-se o Brasil, não bancarem não será a Embraer que o fará, a despeito dos fantásticos lucros obtidos no mercado de aviação regional.
O Brasil compra de quem tiver produto adequado a necessidade apresentada, prazo e preço, apesar de a Embraer pensar muito diferente disso.

Mauricio R.
4 anos atrás

“….e a grande cereja do bolo, o Fly-by-wire é desenvolvido no Brasil por engenheiros Brasileiros (inclusive toda a lógica de programação)… é….”
.
Será que é mesmo????
.
“East Aurora, NY, USA – Moog Inc. (NYSE: MOG.A and MOG.B) announced today that its Aircraft Group was selected by Embraer S.A. to supply the Primary Flight Control System for Embraer’s second-generation E-Jet family. Under the contract Moog will provide design, qualification and certification support for a three-axis integrated Primary Flight Control System including Moog proprietary flight control computers and software, flight control actuators and related control electronics.”
.
(http://www.moog.com/news/corporate-press-releases/2013/moog-announces-contract-award-from-embraer-for-flight-control-system-on-second-generation-of-e-jets/)

Clésio Luiz
4 anos atrás

Um AEW baseado no 190 teria maiores capacidades, sem dúvida. Mas na minha concepção seria um passo atrás em flexibilidade operacional, já que por ser uma aeronave maior, precisa de bases maiores para operar. . Posso estar redondamente enganado, mas o 145 foi projetado para operar em lugares com infra-estrutura precária, natural dos voos regionais curtos. Então um 145 opera em locais onde o 190 não consegue, importante em tempos de guerra. . Hoje saiu a notícia de que uma base aérea russa foi atacada pela ISIS na Síria, com a destruição de várias aeronaves no solo. Base fixa tem… Read more »

Luiz Fernando
Luiz Fernando
4 anos atrás

A inteligência do fly by wire é brasuca, desenvolvido pela Embraer. A inteligência do sistema foi criada aqui, as leis de controle, as funcionalidades, toda a lógica do sistema. Aí se seleciona uma empresa para fornecer o sistema, e tensões junto com ela na programação e na integração deste sistema com o resto da aeronave.
Foi da forma para o Legacy 500 e para o KC390 .
Baita orgulho… mesmo com alguns querendo a todo custo desmerecer.

Aéreo
Aéreo
4 anos atrás

O FBW da da Embraer é um sistema fornecido por terceiros. O que é feito pelo fabricante é a parametrização do equipamento com os seu modelo aerodinâmico, leis de controle etc… Isto não é um demérito para a Embraer, todos os fabricantes fazem a mesma coisa. Embraer, Bombardier, Dassault, Sukhoi, Gulfstrem etc.. Não faz parte do business da Embraer (nem de outros fabricantes) desenvolver motorização, aviônica e demais sistemas. Elas projetam, desenvolvem, homologam e comercializam aeronaves (no caso da Embraer nos segmentos que atua com grande competência). Esta história de avião brasileiro, com motor brasileiro, FBW brasileiro é ilusão. Nem… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Clesio, sua concepção não está correta. O E-99 não foi concebido para operar “em condições de infraestrutura precária”. E full combustível, alta temperatura, necessita de pista pra sair do chão. Poderia operar em pistas menores se possuísse capacidade REVO. Na diretriz de implantação das aeronaves já estavam definidos os aeródromos de onde iria operar.
Onde o E-99 opera o E-190 também opera. O E-190 opera no Santos Dumont, Ilhéus, Sinop, Corumba. Pistas bem sem vergonha.

Maria do Carmo Lacoste
Maria do Carmo Lacoste
4 anos atrás

Rinaldo Nery 24 de maio de 2016 at 18:49
Um provável E-190 deve vir com uma sonda de reabastecimento.

Clésio Luiz
4 anos atrás

Ok my bad, dei uma viajada agora Rinaldo, obrigado pelos esclarecimentos 🙂
.
Eu imaginei que por ser aeronave regional e possuir os motores longe do solo, ao contrário do 190, o E-99 poderia operar de lugares mais austeros e de pistas curtas. Caças e transportes STOL operam em pistas curtas, mas o E-99 obviamente não tem um desempenho de pista de um Bandeirante ou um Hercules, foi viajem minha.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Do not worry. É que eu sou operacional nos dois. Espero ter contribuído.

Edgar
Admin
4 anos atrás

Se o E-190 opera SBVT x SBIL, pode operar em qualquer pista 😀

Falando sério, a Embraer teria de tocar um projeto de AWACS nos E190-E2 sozinha, ou por meio de um consórcio internacional o qual o BR não participe, pois não há horizonte orçamentário que contemple um novo projeto na pasta da Defesa para os próximos 20 anos, isso se, no muito, mantivermos os atuais.