Rafale com tres tanques externos e seis misseis Mica - foto K Tokunaga - Dassault

Segundo a NDTV indiana, com o preço acertado a compra dos 36 caças Dassault Rafale poderá ser assinada dentro de três semanas, para início de entregas 18 meses depois. Jornal Times of India noticiou que o contrato terá cláusula para 18 opções de compra

 

Reportagem veiculada pela NDTV indiana nesta sexta-feira, 15 de abril, noticiou que o tão negociado acordo da Índia com a França para a compra de 36 caças Dassault Rafale chegou à sua etapa final. Fontes da NDTV revelaram que a Índia comprará os caças por 8,8 bilhões de dólares, e que o acordo será assinado dentro de três semanas. Dezoito meses depois, os primeiros jatos Rafale serão entregues.

O valor pretendido inicialmente pelos franceses era próximo a 12 bilhões de dólares, incluindo os 36 caças (a serem fabricados na França pela Dassault), completos com sistemas de armas. A Índia conseguiu, segundo a NDTV, fechar o acordo por um valor 3 bilhões abaixo do pedido pela França.

Houve uma expectativa de anúncio do acordo em janeiro deste ano, durante visita do presidente francês François Hollande à Índia para as comemorações do “Republic Day”, o que não ocorreu. Por seu lado, o ministro da Defesa Manohar Parrikar se autoposicionou como um “negociador duro”, dizendo que precisaria de tempo para conseguir uma boa pechincha, ainda que a Força Aérea Indiana afirmasse, repetidamente, que tinha urgência para receber os caças para atualizar sua frota de aviões de combate, que conta com muitas aeronaves antiquadas.
Jatos Rafale fazem Break - foto Forca Aerea Francesa via Dassault

Offsets e valores em euro e crore – As fontes da NDTV também disseram que, em contrapartida ao negócio, a Dassault e outras empresas francesas deverão investir perto de três bilhões de dólares na Índia, para ajudar empresas indianas em tecnologias furtivas e de radar. Isso será parte de um acordo de compensações (offset) de 50% do valor do contrato que a França por fim aceitou, ao invés dos 30% inicialmente acordados.

O jornal Times of India também noticiou hoje o acordo com os franceses quanto ao valor do contrato, informando números em crore e euros ao invés de dólares: o preço estaria acordado ao redor de 59.500 crore, equivalentes a 7,8 bilhões de euros, sendo que os franceses pretendiam inicialmente 11 bilhões de euros (80.000 crore) já inclusos o pacote de armas, treinamento e compensações.

A Índia insistiu num preço inferior a 60.000 crore, mas o jornal deixou uma dúvida no ar: o preço final dependeria “dos pacotes de apoio e de sobressalentes” que foi finalizado, sem dar mais detalhes.

Caças Rafale com pós combustores acionados - foto K Tokunaga - Dassault

18 opções de compra – Ainda segundo o Times of India, apesar das negociações serem para apenas 36 caças Rafale fornecidos pela Dassault (contrastando com os 126 inicialmente planejados na concorrência MMRCA vencida pelo Rafale – e depois cancelada –  dos quais 108 seriam produzidos na Índia), o novo contrato terá uma cláusula mandatória de opção de compra de mais 18 aeronaves, pelos mesmos valores unitários dos primeiros 36.

O jornal destacou, ainda, que os aviões não terão componentes fornecidos pelos indianos, contradizendo assim à politica “Make in India” preconizada pelo governo do primeiro-ministro Narendra Modi.

Por fim, as fontes ligadas ao setor de Defesa contactadas pelo Times of India informaram que o contrato “poderia” ser assinado “dentro de aproximadamente um mês”, já que as negociações “estão andando de forma positiva rumo a uma conclusão.”

Rafale - foto 2 Forca Aerea Francesa via Dassault

FOTOS: Dassault

COLABOROU: Delmo Almeida

VEJA TAMBÉM:

66
Deixe um comentário

avatar
62 Comment threads
4 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
38 Comment authors
Wellington GóesIväny JuniorMFVIEIRAJuarezOcidental Sincero Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
Ednardo de oliveira Ferreira
Visitante

Bagatela. dinheiro de cachaça. Indianos podem pagar, que paguem.

ficou 245 milhões por avião, sem se saber ainda o que vem junto.

Interessante foram os tais investimentos de 3 bilhões na Índia. Daí a serem feitos…

Ednardo de oliveira Ferreira
Visitante

Mas aposto mesmo é que em menos de 1 semana virá um desmentido ou reviravolta.

ivammc
Visitante
ivammc

Quase U$ 245 milhões por cada é muita grana. Compra uns Gripens ou F-16 block 60 e já era.

Octávio
Visitante

Nunão,
Será que dessa vez o contrato sai mesmo? Pergunto isso porque em mais de uma situação a imprensa indiana já noticiou que as partes haviam chegado a um acordo, e o que se constatou foi bem diferente disso.
Vamos aguardar as três semanas para ver o que acontecerá de fato. Em se confirmando a notícia, a Da$$ault terá conseguido um belo contrato.

Hamadjr
Visitante
Hamadjr

Vai ter golpe ops, quero dizer, os Indiano acham que estão fazendo um grande negócio resta saber se os Gauleses também acham um grande negócio

Delmo Almeida
Visitante
Delmo Almeida

36+24+24=84
Todos produzidos e gerando empregos na França!!!
PS: Fiquei todo orgulhoso de ver meu nome no final!!!

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

O contrato dos 36 Gripen NG-BR saiu por US$ 5,4 milhões, com parte da produção local, e teve gente que achou caro.
Essas contrapartidas são calculadas com multiplicadores (vale também para o contrato do Gripen). O investimento será muito menor em termos de dinheiro efetivamente empregado.

Maria do Carmo Lacoste
Visitante
Maria do Carmo Lacoste

Rafael Oliveira 15 de abril de 2016 at 17:52
O preço final dos 36 Gripen ficou em 4,5 bilhões de dólares, com transferência de tecnologia, armamento, 15 aviões feitos no país, incorporação e modificações de tecnologia escolhida pelo Brasil, um of set de quase 10 bilhões de dólares.
Ainda tem gente que reclama do Gripen e reclama da negociação do Gripen.

Ulisses Gonçalves de Assis
Visitante

Capaz até do F-35 sair mais barato.

Rafael Oliveira
Visitante
Rafael Oliveira

Pois é, Maria do Carmo, quando efetivamente assinou, a cotação da coroa sueca havia caído e os 39,8 bilhões de coroas suecas valiam US$ 4,5 bilhões.
Pena que o real havia despencado.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Vai aumentar a salada logística deles. O COMGAP da Força Aérea da Índia deve ser muito bom. Russo com francês, bem semelhante…

David Soares
Visitante
David Soares

Tá louco. Essa “ostentação” bélica indiana de querer o Rafale em detrimento a outras opções de igual ou melhor qualidade a um preço menor vai acabar falindo aquela nação. Gripen, F-16, F18 SH, F-35 ou mesmo o Typhoon, que embora caro ainda sim é mais barato que o Ralafe e com opção da Índia fazer parte do consorcio, todas opções mais baratas que o Rafale.

Lewandowski
Visitante
Lewandowski

Os indianos sabem que no mundo fora do 5G quem manda é o Rafale.
.
Sds.

Bardini
Visitante

Em 2020: Su-30MKI, Mirage 2000, MiG-29, MiG-21, SEPECAT, MiG-27 (talvez não), Rafale, FGFA (talvez), Tejas e mais um ocidental…
.
Ainda bem que não sou contribuinte indiano 🙂

André Bueno
Visitante

OFF TOPIC:

Afghan air strike against Islamic State kills 40: official

http://www.reuters.com/article/us-afghanistan-airstrike-idUSKCN0XC1UZ

ivammc
Visitante
ivammc

Bardini 15 de abril de 2016 at 20:53
Em 2020: Su-30MKI, Mirage 2000, MiG-29, MiG-21, SEPECAT, MiG-27 (talvez não), Rafale, FGFA (talvez), Tejas e mais um ocidental…
.
Ainda bem que não sou contribuinte indiano 🙂

.
É contribuinte Brasileiro. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Alexandre Samir Maziz
Visitante

Dai tenho uma duvida se alguém puder me sanar ela agradeço , pelo preço que foi pago 8 bi , de uma compra de prateleira ,será que eles não tem tipo uma meia dúzia para pronta entrega se os Indianos começarem a pagar , ou a forma de venda do produto e igual a comprar um apartamento na planta , tu paga uma parte dai deles começam a construir e depois entregar para o cliente , abraços !!!!

Octávio
Visitante

Obrigado pela resposta Nunão. Realmente é melhor esperar. Boa noite.

EduardoSP
Visitante
EduardoSP

A respeito do preço, o pacote de armamentos pode fazer muita diferença, quando qualquer missil stand off custa para mais de milhão de dólares. No nosso caso, o pacote adquirido junto com os Gripen é básico em qualidade e mínimo em quantidade.

Airacobra
Visitante
Airacobra

Rinaldo Nery 15 de abril de 2016 at 18:39 Vai aumentar a salada logística deles. O COMGAP da Força Aérea da Índia deve ser muito bom. Russo com francês, bem semelhante… Realmente, deve ser um pesadelo logistico, enquanto que para o pessoal do apoio a padronização é o céu a força aérea indiana deve ser o inferno. Apesar de que depender somente de um equipamento/fornecedor pode causar problemas em caso de embargo ou quebra na cadeia logistica com tal fornecedor, então trabalhar com dois equipamentos/fornecedores pode ser a solução, mas daí à sopa de letrinhas indiana já é uma coisa… Read more »

Lewandowski
Visitante
Lewandowski

Ivammc
.
kkkkkkkkkkkk! Assim tu mata o véio!
.
Pô, Bardini… Pelo menos eles estão escolhendo o Rafale… 😉
.
Sds

ivammc
Visitante
ivammc

Lewandowski 15 de abril de 2016 at 22:49
Ivammc
.
kkkkkkkkkkkk! Assim tu mata o véio!

.
É a pura verdade, infelizmente.
Sds,

Mateus
Visitante
Mateus

Com esses valores, no Qatar de 24 unidades a 7,5 bilhões dólares, e Índia com 36 unidades a 8,8 bilhões (claro que cada negociação tem suas diferenças), mas alguém arriscaria ai a chutar o preço final do FX-2 caso o Rafale fosse o vencedor com todos os requisitos de transferência de tecnologia e fabricação local?

Wellington Góes
Visitante
Wellington Góes

Maria do Carmo, acho melhor refazer estes cálculos, os valores aumentaram e os armamentos, bem como a integração destes, vai sair por fora. Até porque, na melhor das hipóteses, serão apenas 08 unidades montadas aqui, todas biplaces.

De resto, estas “contas de padarias” não valem de nada, a tanto tempo lendo e debatendo destes assuntos e o pessoal ainda não se deu conta deste erro?!?! Tá difícil então. rsrsrsrs

Até mais!!! 😉

Kolchak
Visitante
Kolchak

os BRICs se tornaram RICs, o Brasil militarmente é um zero a esquerda.

Alfredo Araujo
Visitante

Off topic: Mi-17 (literalmente) destroçado por IED durante o pouso…

https://www.youtube.com/watch?v=AGH2M23skAk

Maria do Carmo Lacoste
Visitante
Maria do Carmo Lacoste

Wellington Góes 15 de abril de 2016 at 23:04 Tens o link ou alguma declaração oficial de alguma autoridade da FAB que afirme que apenas 8 unidades serão fabricadas no Brasil, ou isso, no mais da vezes é apenas sua opinião? tem que publicar a fonte, o resto é achismo. Sobre a integração do armamento, o valor de 4,5 BI já está incluindo, e isso se refere ao armamento que a FAB pediu e que será compartilhado com os suecos, como por exemplo o Meteor, outros tipos de armas é que podem vir por fora. Minhas contas não são de… Read more »

Mauricio R.
Visitante

“Em 2020: Su-30MKI, Mirage 2000, MiG-29, MiG-21, SEPECAT, MiG-27 (talvez não), Rafale, FGFA (talvez), Tejas e mais um ocidental…”
.
Existe ainda o HAL AMCA, que deverá substituir na força aérea aos Mirage 2000, SEPECAT Jaguar, MiG-23/-27, já o Mig-29 deverá entrar na conta do FGFA.

shambr
Visitante
shambr

a india vai cair de cacas russos e rafalechetes das mais enrustidas eles os hindus ja sao um povo culturamente e racialmente diversificados e uma forca aerea salada russa com croquetes franceses kkk

Rustam Bogaudinov
Visitante

Mauricio R. 16 de abril de 2016 at 1:22,

small correction to your list

60 MIG-29 units will be in modernezirovat version of the MiG-29UPG
__

pequena emenda da sua lista

60 unidades de MIG-29 vão se modernizar na versão MIG-29UPG

Rustam Bogaudinov
Visitante

Alfredo Araujo 16 de abril de 2016 at 0:17,

fighters of the Taliban group obviously could put in advance the improvised explosive device on the platform of military base \a strong point by means of the agents or having imperceptibly got there. The Mi-17 helicopter which has made landing there has been as a result destroyed.
__

os lutadores do grupo de Taleban obviamente podem pôr com antecedência o dispositivo explosivo improvisado na plataforma da base militar \a ponto forte por meio dos agentes ou tendo vindo imperceptivelmente lá. O helicóptero de Mi-17 que fez a aterrissagem lá destruiu-se como isso.

Lemes
Visitante
Lemes

E ainda tem gente que diz que o Gripen saiu caro para nós. 36 Gripens com transferência de tecnologia, 15 caças montados aqui, participação no desenvolvimento das células biplaces, geração de postos de trabalho de alto gabarito dentro de nossas fronteiras, capacitação de indústrias nacionais em novas tecnologias, etc, etc. Tudo isso por 4,5 bilhões de dólares. Já o rafale para a índia, são 36 caças de prateleira por praticamente o dobro do preço. Vai entender a cabeça dessas pessoas.

Antunes
Visitante
Antunes

Acredito que a persistência dos indianos como Rafale tem haver com a possibilidade do Rafale M ser escolhido para aquela marinha, num futuro próximo.

Robson
Visitante

totalmente off topic…. a globo news anunciou ontem que um bombardeio aéreo matou 40 militantes do isis no afeganistão…. será que já é o Super Tucano trabalhando….

Nonato
Visitante
Nonato

muitos falam em salada logística na força aérea indiana.
Não vejo isso como problema.
Afinal de contas quantos tipos de helicópteros temos em nossas forças armadas?
Quantos tipos de caças os americanos e chineses têm?
So pegam no pé dos indianoa….
Manutenção exige profissionalismo. Treinamento e peças. Ponto.
Cada aeronave por si so ja é um complexo com dezenas ou centenas de peças.
Quem liga com 500 peças pode lidar com mil ou duas mil…

Carlos Campos
Visitante
Carlos Campos

Alfredo acho q não foi um IED foi um míssil, quando um avião foi abatido

Felipe Morais
Visitante
Felipe Morais

Sim, o contrato do gripen já está se mostrando mais caro, e mostrará muito mais. Mas e o indiano? Vocês acham mesmo que não haverão acréscimos? Tratando-se de Índia e França? Ta booom viu. É bobagem argumentar isso. Imagine só se fossemos de SH ou Rafale. Será que seria diferente? ” Você é contribuinte brasileiro”. É realmente triste. Os Indianos ao menos já possuem caçadores de respeito. E estão comprando mais. E aqui, nada, por hora. Entretanto, deve ser triste para a grande maior parcela da população indiana, que vê seu governo brincando de “Comandos”, enquanto passa fome e morre… Read more »

Felipe Morais
Visitante
Felipe Morais

Não simplifique o que não pode ser simplificado Nonato. O pós venda russo já é conhecido por não ser lá essas coisas. Junte isso, com os caros produtos franceses e peças únicas e sim há um grande problema. E olha que os suecos também estão tentando entrar na parada. Então você tem a necessidade de um grupo de trabalho para o russo, outro para o francês, outro para o indiano e talvez outro para o Sueco. E isso tratando-se apenas do caça. Isso é completa falta de competência e gestão. Você pode até dizer que os indianos tem grana pra… Read more »

Alfredo Araujo
Visitante

Carlos… A matéria onde eu vi esse vídeo, fala em IED… e realmente parece… Ao menos eu não vi disparo de mísseis ou RPGs…

Bardini
Visitante

Felipe Morais 16 de abril de 2016 at 18:02
.
Os indianos tem muita coisa, sim… Mas e a disponibilidade?
.
Tão ruim quanto a da FAB e com o agravante das rusgas com Paquistão e China. De resto, temos sorte por ser brasileiros nesta comparação, pagamos uma conta mais barata e não temos grandes problemas com vizinhos.
.
Mauricio R. 16 de abril de 2016 at 1:22
.
Nem lembrava mais desse AMCA, mas não deve sair tão cedo… Ainda mais nas mão da HAL.
.
Será que seria acertado pensar que o Rafale virou no fim das contas um Stopgap para a IAF?

Mauricio R.
Visitante

De uma maneira ou de outra a IAF irá necessitar de uma aeronave de interdição no estado da arte, M-2000 e Jaguar recauchutados não serão suficientes.

EduardoSP
Visitante
EduardoSP

Uma duvida: o texto diz “o novo contrato terá uma cláusula mandatória de opção de compra de mais 18 aeronaves, pelos mesmos valores unitários dos primeiros 36.”
Me parece uma contradição, ou a cláusula é mandatória ou há opção de compra. Alguém pode esclarecer?

Renato Vieira
Visitante

Não sei porquê o pessoal aqui ainda se assusta com os valores acordados pelos indianos, 245 milhões por avião ta caro? Ora, quem pagou o valor de 3,2 bilhões de dólares para modernizar meia centena de Mirage 2000, que dividido pelo número de aeronaves, ultrapassa o custo unitário de 62 milhões de dólares pode pagar mais esse estratosférico valor. É que lá como aqui tem pixuleco.

hamadjr
Visitante

Fala serio, quer dizer que a escolha do gripen foi errada, tenha a santa paciência, que a escolha além de errada é a mais cara no custo e no benefício, pelo amor de allah eu vou pedir para velhinha de taubate ressuscitar agora no triplex do guaruja

Mauricio R.
Visitante

Há uma opção de compra de 18 células.

Coutinho
Visitante
Coutinho

.
EduardoSP 16 de abril de 2016 at 21:22
.
Significa que o valor unitário dos 18 Rafales da opção será o mesmo valor unitário dos 36 comprados agora.

E.Silva
Visitante
E.Silva

Pelas contas de padaria e considerando as aquisições recentes indicadas pelos editores foi um belo desconto, mais ou menos 55 milhões de dólares abatidos por unidade.
As aquisições do Rafale e Typhoon, em média, ficam em torno de 300 milhões de dólares a unidade, com o segundo saindo um pouco mais caro que o primeiro.
Uma boa referência para os que reclamam que o Gripen saiu caro para nós com seus 150 milhões de dólares a unidade.

Ocidental Sincero
Visitante
Ocidental Sincero

Jaca neles ! Tudo que vem da França, Ucrânia, Rússia, Irã, Turquia e China não merece comentários !

Juarez
Visitante
Juarez

Digo a vocês, falar que o NG é barato e o Rafale é caro(e é mesmo) é premeditada, porque não conhecemos os detalhes de cada contrato e a histórias não chegaram ainda o” The end”, e eu, tenho a plena certeza que nós e os Indianos teremos varias surpresas pelo caminho. Ahhhh, não quer ter surpresas desagradáveis, muito bem, compre aquilo que está plenamente operacional, de preferência testado em combate, que o fabricante coloque no contrato até bitola das roscas dos parafusos e que se possa comprar peças de reposição a custos baixos com larga escala de produção, poupará varias… Read more »

Mauricio R.
Visitante

“…compre aquilo que está plenamente operacional, de preferência testado em combate, que…”
.
Buy american, indeed!!!