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E190-E2 na Via Dutra

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Embraer transfere fuselagem de novo jato de uma unidade para outra visando realizar ensaios estruturais.

fuselagem do 190-E2 - FOTO g1

ClippingNEWS-PAA Embraer transportou nesta quarta-feira (13) parte da fuselagem central de um jato E190-E2 entre as unidades Faria Lima e Eugênio de Melo, ambas em São José dos Campos, no interior de São Paulo. A estrutura vai ser usada em ensaios estruturais estáticos da aeronave na campanha de certificação do modelo, previsto para chegar ao mercado no 1º semestre de 2018.

A fuselagem, de 36,2 metros de comprimento, foi transportada em um caminhão e deixou a unidade Faria Lima às 10h. O trajeto foi pela Via Dutra.

O transporte, em velocidade máxima de 60 km/h, demorou cerca de 2h e chamou a atenção dos motoristas. De acordo com a concessionária Nova Dutra não houve necessidade de apoio no transporte da carga, pois o percurso no trecho foi percorrido em velocidade compatível para o horário.

Segundo a empresa, nas próximas semanas estão previstos também o transporte de outras partes da fuselagem do avião, como as asas.

O jato vai ser montado na planta de Eugênio de Melo para realização de testes de resistência e movimento.

Essa aeronave não vai ser comercializada, nem fazer testes de voo.

E2-190

A Embraer apresentou em fevereiro a nova geração do jato E2-190. O modelo é a principal aposta da fabricante de aeronaves para se manter líder mundial no mercado de aviação regional.

A Embraer é a terceira maior fabricante de aeronaves no mundo e um dos maiores exportadores do país.

FONTE/FOTO: G1/L L Ruiz

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Clésio Luiz
4 anos atrás

A plataforma me parece exagerada para a carga transportada. Aquela fuselagem do jeito que está não deve pesar mais que 25/30 toneladas.

Ferreras
4 anos atrás

Clésio, suponho que não exista ( ou não seja comum) plataformas compatíveis com as dimensões da fuselagem com menos capacidade de carga.

Maico
Maico
4 anos atrás

Clésio Luiz,

Eu penso o mesmo. O peso da fuselagem não necessitaria de uma carreta com tantos eixos. Acredito que seja assim pelo comprimento da fuselagem.

Lembrando que uma carreta cegonha tem 22,40m; um rodotrem (2 carretas grandes), de 25m a 30m. Sempre de para-choque a para-choque.

Essa fuselagem tem 36,20m. Não devia haver uma carreta disponível que comportasse esse comprimento e que tivesse menos eixos.

Abs

Juliano Lisboa
Juliano Lisboa
4 anos atrás

Bom é a avaliação no olho.

ivanildo barros dos santos
ivanildo barros dos santos
4 anos atrás

o nome disso é linha de eixo. foi transportado dessa maneira por segurança e não pelo peso da estrutura.

Defourt
Defourt
4 anos atrás

Maico 14 de abril de 2016 at 13:10 (…) “Sempre de para-choque a para-choque.” [a contagem de sua extensão por força de Lei] . Eis o motivo de não haver “trucks bicudos” no País e consequentemente o caminhoneiro du brésil ter menos conforto; dirigindo sobre o motor etc. Quem nesse País liga para essas questões? . Ademais “não sabemos” – ainda que saibamos – se haveria pressão por parte das montadoras europeias para que a Lei brésilienne não mude, não avance. Forçando a reestruturação das fábricas e dos projetos, além da possível entrada no país de marcas américaines… . “Uma… Read more »

fonseca
fonseca
4 anos atrás

Isso é muito estranho.
Ficar levando estrutura de um lado para outro.
Sei que, de certo modo, isso acontece com outras fabricantes, que usam até mesmo aviões para transportar grandes partes de um avião de uma fábrica para outro, o que considero um exagero.
Se bem que se conseguiu chegar inteira após ser transportada em nossas rodovias, já passou no teste estrutural. rs.
“A estrutura vai ser usada em ensaios estruturais estáticos da aeronave na campanha de certificação do modelo, previsto para chegar ao mercado no 1º semestre de 2018.”

DomSaf
DomSaf
4 anos atrás

Só uma pergunta: qual o peso real daquela estrutura transportada ?

Romeu Brito
4 anos atrás

Tantas reposta sem nexo, transportar essa fuzilagem em carreta, navio,tren ou avião. qual a diferença se a carreta chegou ao seu destino em duas horas, isso a 60kmh. seria óbvio ter uma via férrea mas como não tem nas proximidade e a rodovia ali é boa foi o meio mais seguro e correto.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Romeu Brito
4 anos atrás

Também não entendi a surpresa com algo comum pelo mundo em processos de fabricação de aeronaves – e não só de aeronaves. . E vale lembrar que nesse caso nem se está transportando a fuselagem como parte de um processo rotineiro de fabricação, e sim (ao menos conforme o que foi descrito na matéria) numa situação excepcional visando algo específico, no caso o envio de fuselagem de protótipo para realização de ensaios estruturais em outra unidade da empresa, dentro de uma campanha de certificação de uma nova versão de aeronave. . De qualquer forma, achei interessante a discussão sobre a… Read more »

Space Jockey
4 anos atrás

começou o exercicio de advinhação…

Rommelqe
Rommelqe
4 anos atrás

Transportes de certas cargas são, na sua maioria, avaliada pelo publico em função do cavalo mecânico para tração, das linhas de eixos acopladas, etc. Mas o que realmente é mais importante é o componente que esta sendo carregado e em quais condições de solicitação mecânica possa estar submetido. Essa plataforma ftografada permitiu que o apoio da fuselagem se desse prinicpalmente em duas seções: a traseira (reparem o berço sobre o antepenultimo eixo) que corresponde à região da estrutura que se encrrega da transferencia de sustentação das asas para a fuselagem (quando em voo, obviamente); o segundo apoio da fuselagem sobre… Read more »

Rommelqe
Rommelqe
4 anos atrás

Ops, correção: a plataforma de transporte possui 12 ( e não 14) eixos, 96 pneus e 48 pivots. Um aspecto interessante: em algumas ocasioes ja fiz estudos e projetos de equipamentos que,uma vez instalados, possam sofrer solicitações decorrentes de terremotos. Em determinados casos fizemos ensaios em plataformas de testes mecânicos visando certificar os componentes nesta hipótese de cargas (sismicas) segundo algumas normas tecnicas “rigorosas” e “supremas”. Depois disso monitoramos, por nossa conta, com acelerometros digitais etc, os esforços durante o transporte….é incrivel como as “porradas” causadas na carga pela carreta “caindo” em buracos na pista da estrada superam largamente meros… Read more »