"The Buff" Does its stuffBombardeiros B-52 da Força Aérea dos EUA (USAF) chegaram à Base Aérea de Al Udeid, no Qatar, sábado passado e se juntaram à Operação Inherent Resolve, a campanha liderada pelos EUA contra o grupo Estado Islâmico.

Esta é a primeira vez que a Força Aérea usará os aviões da época da Guerra Fria, na luta contra ISIS no Iraque e na Síria. Não foi divulgado o número exato de bombardeiros, mas sabe-se que eles são prevenientes da Base Aérea de Barksdale, Louisiana.

“Como uma plataforma multi-função, o B-52 oferece diversas capacidades, incluindo o lançamento de armas de precisão e a flexibilidade e a resistência necessária para apoiar as prioridades do comandante e fortalecer a equipe de coalizão”.

Em março, oficiais da Força Aérea deram indícios que alguns “BUFF” iriam substituir os B-1, que retornaram para os EUA em janeiro.

“Houve melhorias de infra-estrutura recentemente. Elas permitem agora o emprego dos B-52 no teatro”, informou a secretária da Força Aérea, Deborah Lee James, no último dia 7 de março.

FONTE: Air Force Times

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JoséIvanmauriciosilva2014Renato Carvalhoaugusto Recent comment authors
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Ocidental Sincero
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Ocidental Sincero

Em grande parte deste conflito, os terroristas estão dentro das cidades e zonas urbanas. Não vejo como um bombardeiro deste porte seria capaz de operar de forma precisa e segura em relação a população civil que ainda vive nestas cidades. Isso me lembra a ofensiva americana no vietnã. Bombas despejadas a rodo e sem critério algum.

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Naquele caso das viaturas de transporte de petróleo seriam bem úteis.

Felipe Silva
Visitante

Ocidental Sincero, Isso não é exatamente um problema. Veja por exemplo a rússia conseguindo excelentes resultados com seus ”Carpet bombing” na síria. Esse método se mostrou técnicamente bem sucedido nas missões contra o ISIS, o problema vem quando os civis aparecem, somente. Ainda assim isso não seria em absoluto necessário, pois os BUFF’s são plenamente capazes de realizar ataques de precisão com as bombas LGB e JDAM.

Claudio Moreno
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Rolling Stones!

CM

Marcelo Andrade
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Marcelo Andrade

Nossa, Médicos Sem Fronteiras, abaixem as cabeças!!!! Um monstro desse fazendo bombardeiro cirúrgico só se for contra os cirurgiões!!!! A não ser que levem Tomahawks!!!

Mauricio R.
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O B-52 é tão capaz de bombardeio cirúrgico qnto o B-1 ou o F-15E, o arsenal é o mesmo e vai bastante além de somente mísseis de cruzeiro “Tomahawk”.
E sua persistência em combate, é tão grande qnto a da aeronave que está substituindo.

Ederson Joner
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Um monstro!

Fabiano
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Fabiano

Interessante notar que o B52 tem baias internas e externas para armas.

Gustavo
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Gustavo

Operação Arc light na siria?

ivo junior
Visitante
ivo junior

uma marreta para matar uma mosca!

W.K.
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W.K.

Bom, considerando que já estavam usando o B-1B na Siria. e que os russos usavam Tu-160 e Tu-95…

Renato de Mello Machado
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Renato de Mello Machado

Quem pode,pode!

Gustavo
Visitante
Gustavo

Siria virou campo de provas, ainda bem que nao é nos!

junior
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junior

Vão jogar uma bomba nuclear no ISIS

Bosco
Visitante

Marcelo,
O Tomahawk não é lançado por nenhuma aeronave mas apenas por navios e submarinos. Uma versão nuclear era lançada de terra, mas não está mais em uso desde a década de 90.
Os mísseis cruise lançados pelo B-52 são: ALCM (nuclear com 2500 km), CALCM (convencional com 1500 km), JASSM-ER (convencional com 1000 km).
Além disso o B-52 pode lançar o míssil cruise antinavio Harpoon (270 km) e o mini míssil cruise MALD (1000 km).

Nonato
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Nonato

agora vai…
era isso que estava faltando?
outro dia teve matéria sobre navios mercantes usados com função militar.
um Boeing 737 adaptado ou um Airbus 380 não fariam a mesma tarefa a custo mais baixo?

Bosco
Visitante

Nonato,
Mas como um Boeing 737 iria levar as bombas? Do lado de fora?

Bosco
Visitante

Pegando o gancho do comentário do Nonato, na década de 90 foi proposto a utilização de aviões civis modificados para transportar e lançar mísseis cruise de longo alcance (acima de 1000 km). https://i.kinja-img.com/gawker-media/image/upload/rlabfdndjnelosjgyuw5.jpg

Bosco
Visitante

Junior,
Sem querer ser preciosista mas já sendo rsrsrs, o B-52 não leva mais bombas nucleares como regra. Sua arma nuclear hoje é unicamente o míssil cruise AGM-86 com 2500 km de alcance.
Só o B-2 leva as bombas nucleares (B-61).

Nonato
Visitante
Nonato

ora. avião é tudo igual. fuselagem e asas
o que se coloca dentro ou fora depende do objetivo do uso.
não cabem bombas e mísseis dentro de um 737?

Bosco
Visitante

Nonato,
Eu não percebi o termo que você utilizou: “adaptado”.
Perdão!!
De qualquer forma os requisitos de um bombardeiro são bem diferentes de um avião de passageiros mesmo que “adaptado”.
No final as adaptações seriam tantas (desenvolvimento de painéis ventrais para as baias de bombas, sistemas de ECM, radares e sensores diversos, asas reforçadas para voos em baixa altitude, etc.) que ele iria virar um bombardeiro.

Bosco
Visitante

Nonato,
E se o B-52 tem alguma semelhança com aviões de carreira, o mesmo não pode ser dito dos B-1B e B-2.

Guizmo
Visitante
Guizmo

Uma coisa é adaptar um navio mercante para transporte de equipamento militar. Os ingleses fizeram isso em 82, até Harriers foram levados. Outra coisa, completamente diferente, são as adaptações de fuselagem, centro de gravidade, asas, aviônica, etc, de um avião de carreira nessa função. É outra aeronave, só mantém a célula, vide P-8 Poseidon. Os custos sao enormes

Nonato
Visitante
Nonato

Certo, Bosco. Como você mesmo falou, na década de 1990 ja se lançou essa ideia. É tudo questão de valer a pena, de ser possível é querer. Ora, um 767 não se transforma num avião tanque que para mim é mais complicado do que transportar e lançar mísseis e bombas. Até sugiro o uso do KC 390 como bombardeiro e reabastecedor de mísseis. Ah, mas como vai transferir o missil para o caça? So falta encontrar essa solução. Sugiro até que o kc 390 possa ter abertura para cima como tinham os ônibus especiais e guindastes para colocar o míssil… Read more »

Marcelo Andrade
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Marcelo Andrade

Oi Bosco, Valeu! é que estes CALCM eram versões do Tomahawk lançados do ar, se naõ me engano, e produzidos pela Boeing.

shambr
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shambr

nos anos 90 usamericanu lancaram o primeiro satellite para a Amazonia ele foi lancado do foguete Pegasus de um bomber b52 quem se lembra??

Renato B.
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Renato B.

Off- topic. Prezados, parece que um Mi-28 caiu na Síria. http://snafu-solomon.blogspot.com.br/2016/04/mi-28n-downed-in-syria.html

Leandro Costa
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Leandro Costa

OBS: O ‘carpet bombing’ dos B-52 no Vietnã foi extremamente preciso, ainda mais para os padrões da época, principalmente durante a Operação Linebacker II. Maiores informações sugiro MUITO que comprem o livro “The Eleven Days of Christmas” por Marshal L. Mitchel III.

Bosco
Visitante

Nonato,
Na década de 90 foi amplamente divulgado um sistema montado em um avião de transporte com rampa traseira capaz de remuniciar caças em voo. Havia também um projeto de um Boeing 747 como um porta-aviões aéreo, capaz de receber e lançar caças.
Quando as armas de energia direta de estado sólido estiverem plenamente operacionais aí sim haverá como “remuniciar” caças em voo já que bastará encher o tanque. rsrsss

Marcelo,
Na década de 80 e 90 houve intenção de desenvolver versões do Tomahawk (General Dynamics/Raytheon) para lançamento aéreo (ALCM) mas que não vingou. O ALCM é da Boeing.

Ivan
Visitante
Ivan

Bosco e Nonato, . Existe um Boeing 737 adaptado para ‘lançar bombas’: O Boeing P-8 Poseidon. . Alguns dados que vocês conhecem, mas é interessante informar aos eventuais neófitos no assunto: Comprimento: 39,47 metros; Envergadura: 37,64 metros; Altura: 12,83 metros; Peso vazio: 62.730 kg; Carga paga (Useful load): 9.000+ kg; MTOW: 85.820 kg; Motorização: 2 × CFM56-7B turbofan com 120 kN cada; Velocidade máxima: 907 km/h; Velocidade de cruzeiro: 815 km/h; Raio de combate (ou alcance de missão típica): em uma distância de 2.222 km pode ficar até 4 (quatro) horas “on station”. . Os sensores do Poseidon o habilitam… Read more »

Ivan
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Ivan

Outra visão do Posidon com ‘bomb bay’ aberto.

Bosco
Visitante

Ivan,
Realmente Ivan. Bem lembrado.

Bosco
Visitante

Correção: O ALCM AGM-86 é da Boeing.

Ocidental Sincero
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Ocidental Sincero

Foi tão preciso e efetivo que foram perdidos(15) quinze B-52.
Os norte vietnamitas avançaram com muito força até o Vietnã do Sul. E o desfecho final da guerra sabemos MUITO bem.

http://militarycorruption.com/heightof%20deception.htm

Ivan
Visitante
Ivan

Uma alternativa americana seria o velho e confiável Lockheed P-3 Orion. . Como já escrevi aqui, em uma matéria sobre o francês Breguet Atlantique, o Orion da US Navy tem também uma ‘bomb bay’, só que para torpedos ASW leves e/ou bombas guiadas ou não. . Seria simples operar 4 (quatro) bombas guiadas de 500 libras (227kg) como a GBU-12D Paveway II ou a GBU-38 JDAM já citadas a partir da baia interna, bem como mísseis Hellfire dos pilones externos (como foi usado na Líbia). . Apesar de mais lento que P-8, o P-3 está disponível para conversões, bem como… Read more »

Ivan
Visitante
Ivan

Claro que existe soluções fora dos EUA, como o patrulheiro japonês Kawasaki P-1 que começou a ser introduzido nesta década. Uma olhadinha no ‘danado’ por baixo, com a baia interna aberta: . E ainda tem os turboélices bimotores franceses Breguet Atlantique 2 (ou ATL2), que estão sendo usados no mesmo TO na Opération Chammal, em missões ISTAR. Mas nada impede que usem bombas guiadas Paveway GBU-12 como nas missões no Mali, ao longo da Operation Serval. . Os patrulheiros ASW apresentam características úteis no tipo de guerra que está sendo travada no Oriente Médio e Norte da África (quem sabe… Read more »

Bosco
Visitante

Ocidental Sincero, Os EUA podem ter perdido a Guerra do Vietnã, mas parece que ganhou a Guerra Fria, que em última análise é que era a guerra a ser vencida.Com a derrocada da URSS quem venceu no final foi o ocidente democrático capitalista. Com a Guerra do Vietnã, mesmo perdida, evitou-se a propagação de ditaduras comunistas, que longe de serem paraísos do proletariado se mostraram verdadeiras máquinas de moer carne. Não tivesse havido o contraponto ocidental ao comunismo e ele teria se espalhado como um câncer em toda a Azia. Perdem-se batalhas e ganham-se guerras e pra o meu e… Read more »

Ivan
Visitante
Ivan

Ocidental Sincero,
,
Sério?
Vietnã?
.
São cenários totalmente diferentes, principalmente em termos de apoio externo que implica em defesas aéreas completamente diversas.
.
No Vietnã foi usado o que havia de mais moderno no arsenal soviético em termos de defesa terra-ar, tanto para testar o armamento mais também para ‘quebrar’ o ímpeto norte-americano e questionar o poder aéreo.
.
Nos territórios ocupados pelo DAESH há apenas armas de curto alcance, Manpads IR, metralhadoras pesadas e/ou canhões automáticos leves (23mm) apontados no ‘olhometro’.
.
Mas tenho certeza que vc sabe disso…
.
Sds.,
Ivan.

Ivan
Visitante
Ivan

Bosco,
.
Vamos evitar entrar no Vietnã novamente.
.
Foco no BUFF e nas alternativas de apoio aéreo contra um inimigo fluido como as formações do EI, DAESH, ISIL, ISIS ou seja lá como sejam chamados aquele grupo extremista.
.
Abraço,
Ivan.

Bosco
Visitante

Os EUA não perderam a Guerra do Vietnã. Eles se retiraram! Um país só perde uma guerra quando o inimigo se mostra militarmente superior após o perdedor ter utilizado todas as suas potencialidades. Não me consta que os EUA tenha utilizado suas mais de 30.000 armas nucleares no Vietnã.
E não venha com a ideia que soviéticos ou chineses iriam fazer algo se os EUA tivesse se valido de seu arsenal nuclear. Eles não teriam feito absolutamente nada.

Ivan
Visitante
Ivan

Bosco, . Vietnã não, por favor. É uma armadilha para fugir do assunto que interessa. O que havia de ser dito comparando o uso dos B-52 nos dois TOs diferentes já foi devidamente pontuado. . Prefiro debater sobre o uso do BUFF em uma guerra assimétrica como a que se trava no Oriente Médio, notadamente considerando algumas imposições do cenário que se impõe. . – Fluidez dos alvos – As formações de combate do EI é baseado em um grupo de combate de 5 (cinco) a 7 (sete) combatentes, montados em camionetas 4×4, com apoio de fogo próprio (RPG integrante… Read more »

Clésio Luiz
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Sim, no Viet… Brincadeira Ivan 😉

Me parece que o paralelo de um F-16/ST seria mesmo o B-52/P-3. Imagino que o P-3, por ser derivado de um airliner, tenha custo de hora de voo ridiculamente menor que o B-52, dispondo de excelente persistência sobre o alvo, talvez comparável ao BUFF. Para atacar o tipo de alvo la na Síria me parece mais econômico.

Exceto que não existem P-3 preparados para ataque ao solo, o que exigiria, nesses tempos ridículos de hoje, anos para ficar pronto e centenas de milhões para financiar.

Ivan
Visitante
Ivan

Clésio, . Realmente o problema está “nesses tempos ridículos de hoje,” onde qualquer adaptação custa uma enormidade de dólares e inúmeros testes de um monte de coisas. . Mas entendo que patrulheiros turboélices como o Orion americano e o Atlantique 2 (ATL2) francês teriam um enorme potencial para trabalhar com ‘bombardeiros’ independentes, reunindo capacidade ISTAR (que em parte já dispõe), grande persistência em combate (podem voar por cerca de 10 horas, sendo 3 ou quatro sobre área alvo), grande capacidade de armamento (entre 6 e 9 toneladas, sendo parte significativa em baia interna), espaço interno para duas tripulações de vôo… Read more »

augusto
Visitante
augusto

o USMC não tem versões do Hércules para apoio ao solo como uso de paveways ii e hellfire, porque não usam se compraram exatamente pra isso, Os spectre também só vi uma reportagem do uso deles contra caminhões bomba do EI

Bosco
Visitante

Num cenário de baixa intensidade sem dúvida que um avião civil adaptado poderia ser utilizado como bombardeiro, mas num cenário de alta intensidade no máximo ele seria um “porta mísseis de cruzeiro”. Seria muito difícil ou mesmo impossível “transformar” um avião civil para operar em espaço altamente contestado na função de bombardeiro clássico, daí eu nem ter me atentado aos vários exemplos de aviões civis adaptados para as mais diversas funções militares, inclusive como avião patrulha marítima, dotadas de baias internas. Claro que a visão clássica de um bombardeiro despejando dezenas de bombas burras não é mais levada em consideração… Read more »

Augusto
Visitante
Augusto

Pra que penetracao a baixa altitude? Hoje em dia isso não funciona, negócio é ser stealth, seu bombardeiro Bosco é o B-2 com várias JDAM fazendo ataques diretos(passando direto pelos radares e SAMs sem ser visto) contras os caças inimigos no solo

Renato Carvalho
Visitante

Se os russos usaram seus bombardeiros pesados apenas para demonstração de poder segundo foi amplamente debatido aqui nesse mesmo espaço, o que seria agora por parte dos americanos
o uso do seu icônico bombardeiro? sabendo claro que os yankees não precisam provar nada pra ninguém?

Bosco
Visitante

Renato, Ninguém disse isso não! O que foi dito é que o emprego de mísseis de cruzeiro de longo alcance a partir de bombardeiros não era uma prática justificável tendo em vista o EI e os outros grupos contrários ao Assad não terem sistemas antiaéreos dignos de nota. Aí alguns podem ter dito que era só com função de propaganda. De modo algum bombardeiros são dispensáveis em cenários de baixa intensidade, agora, a utilização de mísseis cruise a partir deles o é. – Augusto, A penetração a baixa altitude ainda é utilizada, inclusive pelo B-2 quando e se achar necessário.… Read more »

mauriciosilva2014
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mauriciosilva2014

Olá. O uso do velho “BUFF” contra o Estado Islâmico num TO assimétrico somente é possível devido ao armamento moderno, como as bombas guiadas. Nesse quesito, ele não é “menos cirúrgico” que um F-16, F-15, B-1 ou B-2, como foi muito bem dito. Usar aviões “civis” para fins militares não é novidade alguma. Exemplos aos montes ao longo das décadas. Também não é “novidade” pensar no uso de aviões de passageiros como bombardeiros. O problema não é “técnico” (no sentido de “ser possível”); é mais um “problema” de “doutrina”. Na década de 1950, com o advento dos primeiros mísseis AA,… Read more »

Bosco
Visitante

Maurício,
O míssil era o Minuteman. O programa foi só para teste do conceito e nunca se pensou em usá-lo na prática embora na década de 80 tenham aventada a hipótese de utilizar esse conceito para basear o Peacekeeper (com até 12 ogivas de 500 Kt cada). Isso exigiria que vários C-5 ficassem em voo constante e o conceito foi abandonado e os 50 mísseis Peacekeepers (MX) fabricados foram baseados em silos do Minuteman.