F-35A - foto via Code One Magazine - Lockheed Martin
F-35A

Por David Archibald

Uma coisa que tem ajudado a manter o programa F-35 é a percepção de que não há “Plano B”. Como Margaret Thatcher disse na famosa frase,”Não há alternativa”. Não importa o quão ruim o F-35 é, ele vai ser fabricado porque a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) precisa de algo para substituir seus aviões de combate desgastados.

Essa parece ser a posição de retaguarda no plano de marketing da Lockheed Martin para o F-35. O Departamento de Defesa está plenamente consciente do custo extraordinário do F-35 em relação ao seu desempenho e está buscando reduzir sua aquisição. Isso poderia resultar em uma espiral da morte pois números reduzidos podem enviar os custos unitários para o telhado.

A figura abaixo mostra os pedidos de caças e bombardeiros leves da USAF de 1975, com uma projeção a 2030:

U.S. Air Force fighter and light bomber procurement from 1975 with a projection to 2030

A maior parte da frota de caças foi construída nos quinze anos de 1977 a 1992. Em seguida, o F-22 veio ao longo da década seguinte. Embora seja um caça fabuloso quando está voando, é muito caro para voar. O F-22 tem 42 homens/hora de manutenção para cada hora no ar. Cerca de metade dessas horas de manutenção são tomadas com a reparação de seu revestimento de material radar-absorvente (RAM).

A disponibilidade subiu para 63 por cento. Os pilotos de F-22 estão restritos a 10 ou 12 horas no ar por mês devido a um custo operacional de US$ 58.000 por hora, a Força Aérea simplesmente não podem pagar mais do que isso. Idealmente os pilotos deveriam ficar pelo menos duas vezes essa quantidade de tempo em voo, a fim de ser totalmente proficientes em seu sistema de armas.

Fort Worth Alliance Air Show 2015 - F-22 - 14
A hora de voo do F-22 custa US$ 58.000

Então reiniciar a linha de produção do F-22 para reparar o déficit de aviões de caça não é a solução ideal. Indiscutivelmente o custo do F-22 dizimou metade da frota de caças dos EUA antes mesmo de os russos ou chineses terem tido a oportunidade de atacá-los.

Simplesmente devido ao seu custo, o que era para ser uma forte frota de 750 aeronaves ficou estagnada em 187; desse número, apenas 123 são “codificados para combate.” Depois da disponibilidade aumentar para 63%, há um caça moderno para cada 4,1 milhões de americanos. Claro que isso não é suficiente.

A Força Aérea dos EUA está considerando comprar mais caças F-16 e F-15. Isso não é uma solução. Como o general Mike Hostage, ex-comandante do Comando de Combate Aéreo disse: “Se você me der todo o dinheiro que preciso para renovar as frotas de F-15 e F-16, eles ainda se tornariam taticamente obsoletos em meados da próxima década. Nossos adversários estão construindo aviões que superam nossos aviões antigos, não importa o que eu faça, em meados da próxima década”.

F-15C em rota para o Artic Challenge 2013 - foto USAF
F-15C

A Força Aérea dos Estados Unidos tem adorado no altar da furtividade por mais de três décadas, uma vez que o F-117 tornou-se operacional em 1983. Ele foi considerado uma coisa maravilhosa quando foi deslocado para a Coreia do Sul, em segredo, e apenas voou durante a noite e assim continuou. A promessa do F-117 foi corroborada pelo seu desempenho na Operação Tempestade no Deserto, em 1991.

Mas as coisas tinham mudado até o final da mesma década. Na Operação Allied Force contra a Sérvia em 1999, um F-117 foi abatido por uma bateria SAM e outro teve a missão abortada pela mesma bateria. O furtivo F-117 teve uma taxa de perda superior ao F-16 no conflito. Ele só poderia operar quando protegido por uma cobertura de outras aeronaves.

Su-35S
O sensor IRST do Su-35S pode detectar aeronaves furtivas a longa distância

O formato  da fuselagem fornece 90% da discrição da cobertura de invisibilidade de uma aeronave furtiva, com os restantes 10% provenientes do revestimento RAM. A doutrina operacional do F-22 é baseada no caça voando ao redor sem ter o seu radar ligado e não fazendo quaisquer outras emissões eletrônicas. Ao mesmo tempo, ele capta as emissões eletrônicas de aeronaves inimigas, triangulando sua posição e, em seguida, atacando em um momento de sua escolha. O mundo mudou a partir daí. Discrição, como praticada pelo F-22 e F-35, é otimizada no radar na banda X de 7,0-11,2 gigahertz.

A detecção em outras partes do espectro eletromagnético tem melhorado muito ao longo dos últimos vinte anos. A principal delas é o (IRST), que permite que um F-35 seja detectado pelo calor do seu motor a mais de 60 milhas de distância. A mais recente iteração da família Su-27 Flanker, o Su-35, tem IRST e radar banda L em suas asas. Esses radares banda L e radares de baixa frequência podem detectar aviões furtivos a mais de 100 milhas de distância. Assim, um Su-35 pode ver um F-35 bem antes do F-35 poder detectá-lo. Discrição, como um fim em si mesmo, tem perdido sua utilidade, e manter esse revestimento RAM está matando o orçamento por nenhuma boa razão.

Martin_B-57A_USAF_52-1418
O English Electric Canberra virou o Martin B-57A nos EUA

No momento a USAF está caminhando para uma repetição do início da 2ª Guerra Mundial, quando seus aviões de combate foram abatidos por aeronaves do Eixo muito superiores. A vantagem qualitativa no pequeno número de caças F-22 não vai salvar o dia, porque eles serão esmagados pelo grande número de variantes Flanker chinesas, de acordo com o estudo da RAND de 2008. Há uma solução, mas isso significa ter que ir ao exterior para obtê-lo. Isso já foi feito no passado.

Na década de 1950, a USAF comprou o bombardeiro English Electric Canberra construído sob licença nos EUA como o Martin B-57. Foi um grande projeto, ilustrado pelo fato de que um B-57 foi ressuscitado após 40 anos no cemitério no Arizona e usado para comunicações de campo de batalha no Afeganistão. Trinta anos após o B-57, o Corpo de Fuzileiros Navais se apaixonou por outra aeronave do Reino Unido, o Harrier, que foi fabricado nos EUA a partir de 1985 como McDonnell Douglas AV-8B.

Two AV-8B Harriers from Marine Attack Squadron (VMA) 542 conduct flight operations aboard the amphibious assault ship USS Kearsarge (LHD 3)
O AV-8 Harrier foi outro projeto inglês adotado pelos americanos

O primeiro F-35 saiu da linha de montagem em 2006. Isso foi há dez anos e, mesmo assim o F-35 ainda está a anos de entrar em plena produção, pois precisa de uma modernização US$ 2,6 bilhões para atualizar o seu poder de combate. A solução para o pesadelo do F-35 voou pela primeira vez em 2008. Este é o Gripen E da Saab na Suécia, atualizado a partir do original Gripen A de 1988. É uma asa delta com canards, provavelmente a plataforma ideal para um caça monomotor de superioridade aérea.

A última vez que a USAF teve teve um caça com asa-delta foi o Convair F-106 Delta Dart, que se aposentou em 1988. Um esforço promissor que poderia ter resultado em mais um caça asa-delta foi o F-16XL, uma versão esticada do F-16 com maior alcance e carga de armas ampliada. O F-16XL foi sacrificado para o programa que em última análise tornou-se o F-22.

Gripen NG demo - foto Gripen International
Gripen NG Demo

Simulações mostram o Gripen E derrubando o Su-35 em quase a mesma taxa que o F-22 faz. Estima-se que o Gripen E é capaz de abater 1,6 caças Su-35 para cada Gripen E perdido, o F-22 é um pouco melhor a 2 caças Su-35 derrubados por F-22 perdido. Por sua vez, o Su-35 é melhor do que o F-35, abatendo 2,4 caças F-35 para cada Su-35 derrubado. O Su-35 abate o F-18 Super Hornet, à taxa de 8 para 1, de acordo com o comentário do General Hostage. Como isso acontece explica-se pelo seguinte gráfico da taxa de curva instantânea cruzada com a taxa de curva sustentada:

Screen-Shot-2016-01-22-at-5.09.51-PM-620x396

A capacidade de fazer curvas, e ter um canhão, continua a ser tão importante como sempre foi. A maioria dos mísseis erra em combate e o avião lançador vai ter que fazer o merge, indo para o combate visual. Assumindo que a habilidade dos pilotos é igual, 2 graus por segundo de vantagem na taxa de curva sustentada permitirá ao caça mais ágil a dominar o engajamento. A alta taxa de curva instantânea é vital para ser capaz de evitar os mísseis ar-ar em primeiro lugar. A aeronave no quadrante superior direito do gráfico terá uma maior taxa de sobrevivência. As do quadrante inferior esquerdo vão produzir mais viúvas.

O Gripen E tem um motor feito nos EUA, o GE F414, que também é o motor do F-18 Super Hornet. A Força Aérea Sueca está comprando o seu Gripen E por US$ 43 milhões por unidade, menos de um terço do preço do F-35. Seu custo operacional por hora é de menos de um décimo do custo do F-35. Na verdade, é a única aeronave que atende aos critérios de seleção do programa Joint Strike Fighter que gerou o F-35: que os custos de aquisição e operação não fossem superiores a 80 por cento das aeronaves antigas.

Su-35
O Su-35 é o principal oponente

A parceira da Saab nos EUA é a Boeing, que estará sem uma oferta de caças próprios uma vez que a linha de produção do F-18 Super Hornet em St Louis seja fechada. Seria surpreendente se as duas empresas ainda não discutiram trazer o Gripen para a América. Isso seria uma boa notícia para a projeção de poder dos EUA no Pacífico Ocidental, e para as famílias dos aviadores americanos.

A história não termina aí. Neste momento, o Su-35 é o caça a ser batido. É quase tão grande quanto o F-22, com um peso vazio de 18,4 toneladas e um peso máximo de decolagem de 34,5 toneladas. Sua fração de combustível de 38% dá-lhe um alcance de combate de 1.000 milhas. O argumento para se ter um avião de caça grande é que a física faz com que aviões maiores sejam mais capazes.

Supondo que uma aeronave menor e um grande avião têm a mesma relação sustentação/arrasto, cruzando no mesmo número de Mach e têm o mesmo consumo específico de combustível, o caça maior terá um alcance 40% melhor. Uma consequência inevitável da física de voo é que combate aéreo de longo alcance exige fuselagens maiores e dois motores, todos os outros parâmetros iguais.

YF-23 - 1
Que tal ressuscitar o YF-23?

Há um papel para uma grande aeronave de caça bimotor, ágil, no Pacífico Ocidental. Para além de proporcionar superioridade aérea, essa plataforma seria ideal para o lançamento de mísseis de cruzeiro anti-navio de longo alcance. Mas esse avião não deve ser um F-22 ressuscitado. O F-22 data de 1991, quando o seu protótipo, o YF-22 produzido pela Lockheed Martin, ganhou a competição “fly-off” contra o YF-23 produzido pela Northrop, embora o YF-23 fosse mais rápido e mais furtivo.

A USAF adjudicou o contrato à Lockheed Martin, porque pensava que a Northrop não seria capaz de fabricar o bombardeiro B-2 e o novo caça, ao mesmo tempo. Dado que a aviônica do F-22 está agora com mais de 25 anos de idade, seria um resultado melhor, a longo prazo, voltar à estrutura do YF-23 e atualizar seus motores e aviônicos. Isto produziria uma aeronave com peso, custo de aquisição e de operação semelhantes à do F-15. Seria a mais furtiva possível na forma sem a despesa logística e baixa disponibilidade de manter um revestimento RAM.

A Northrop foi premiada com o programa do bombardeiro de longo alcance de 80 aeronaves a US$ 550 milhões cada. A oferta de bombardeiro da Northrop é um YF-23 ampliado e subsônico. Precisamos também da variante de caça atualizada.

FONTE: The Dailly Caller / Tradução e adaptação do Poder Aéreo

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Tiago Jeronimo ☠ (@TiagoJL)
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Quanta baboseira.

Da lista de coisas que nunca acontecerão, a USAR substituir o F-35 pelo Gripen está no topo da lista, junto com a fabricação do YF-23.

Jakall
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Jakall

Bom, pelo menos não ficaremos tão ruim como muitos sugeriram! Outra coisa que me surpreendeu foi “O Su-35 abate o F-18 Super Hornet, à taxa de 8 para 1, de acordo com o comentário do General Hostage.” Será ??

Fabiano
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Fabiano

como eu disse outro dia para enfrentar o su 35 só f22 ,typhoon e rafale atualmente.

Edimo neves
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Edimo neves

Meu deus gripen sendo alternativa ao F35.é o mundo enlouqueceu

Ednardo de oliveira Ferreira
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esta taxa de abate aí parece meio marketeira… Estranhei todas elas. Em que cenário elas foram ‘simuladas’? Dogfight? BVR com plena consciência situacional? Táticas stealth? lembrando que no combate moderno não se pode mais pensar simplesmente em 2×2, tipo filme Top Gun. Toda e qualquer aeronave voa dentro de um sistema bem complexo que contempla minimamente: – estações radar em diferentes bandas, no chão e no ar; – data link onde aeronaves que podem estar com seus sistemas de radar desligados disparando mísseis a partir de dados de outros vetores; – aeronaves de cobertura escoltando outras de ataque; – sistemas… Read more »

Ednardo de oliveira Ferreira
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A guerra das Malvinas foi um caso clássico onde aeronaves com capacidades semelhantes como os Harrier x Mirage se enfrentaram e os Harrier venceram. Não é uma questão de coragem e equipamento apenas.

O cenário, as táticas, os recursos de apoio, o treinamento, a coordenação fizeram diferença.

Predador
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Predador

Agora a FAB pode ensinar a USAF a fazer a guerra no ar com o Super Tucano e o Gripen rsrsrsrs

Mas que está caro operar um de quinta está!!!

Fred
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Fred

Independente das taxas de abates projetadas a partir de qualquer tipo de simulação, se tem uma coisa que eu acho inteligente por parte dos profissionais dos EUA, e me refiro aos pilotos. Eles normalmente não superestimam suas máquinas. Eles são profissionais, eles sabem que tudo num combate é conjuntural. Sempre foi assim, é assim, sempre será assim. Combate não é super trunfo. Por isso mesmo, eu acredito seriamente que os estadunidenses estão reconsiderando o F-35. No mínimo vão buscar opções de aviões para cobrir outras funções auxiliares a ele. Não acredito no Gripen para isso, acredito mais numa manutenção do… Read more »

HMS_TIRELESS
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HMS_TIRELESS

Texto de pura propaganda!

AL
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Prezado Jakall, essa conversa aí já é manjada! Faz décadas que a Usaf fala que qualquer novo caça soviético / russo é tão supra sumo, que só um novo “brinquedo” que eles querem é que poderia suplantar a nova “ameaça”. Nada de novo nisso. Só esse autor aí que eu desconheço. Alguém tem alguma referência dele? Outra coisa: teve outro artigo, traduzido pelo PA também, em que um autor defendia a adoção do A-29 Super Tucano pelos Marines, pois, nas contas dele, com o gasto com 8 F-35, daria para comprar uns 100 A-29. Ou seja, até para eles a… Read more »

aldqueiroz
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aldqueiroz

Aos redatores/editores do PA: a tradução do texto original para o português tem váriso erros de gramática… Não dá pra confiar cegamente nas ferramentas de tradução online…! Acho difícil que, a essa altura do campeonato, o Gripen E possa ser um sucedâneo ao F-35 em qualquer das armas dos EEUU, mesmo que fabricado sob licença. Mas que o F-35, por mais fantástico que possa ser como caça, ainda é um projeto pra lá de problemático e absurdamente caro, isso é mesmo! E dinheiro, por mais se tenha, se não for gasto com bom senso, um dia acaba…! (modo ironia> on)… Read more »

Ednardo de oliveira Ferreira
Visitante

Um general americano falava que para ganhar a guerra tem que ‘bater forte, bater firme, bater muito’.

Os EUA tem frotas enormes, gastam horrores com treinamento e tecnologia não apenas devido a uma indústria bélica ou porque são ricos. Eles sabem que se quiserem ganhar apanhando pouco tem que estar 2 ou 3 passos na frente dos outros e constantemente aprendendo.

Arrogância não é querer ser o melhor. Todos devemos tentar isso. Arrogância é achar que o que tenho tá bom e eu sou o cara.

Marinho Av
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fiquei assustado com a letalidade do gripin frete a Grandes aeronaves

Iväny Junior
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Member

Hahaha.

Claramente a Saab está pagando o autor. Lobby da Saab, ‘pixulexion’ sueco ;P . O fato é que o Gripen é o melhor monomotor do mercado e a aeronave de alto rendimento mais barata. Isso não é devaneio e vai de encontro ao movimento pró gripen do Canadá.

Marinho Av
Visitante

desse jeito o Canadá rapidinho vai trocar o F35 por Gripin ai vai vira um efeito cascata, Italia, Hisrael etc.

Duanny D.
Visitante
Duanny D.

Nunca vi tanta bobagem de uma vez só.

Negrão
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Negrão

Gostaria que os editores fizessem uma comparação entre o gripen e o f16 (versão mais moderna), pelo fato dos dois serem monomotores.

shambr
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shambr

o brasileiro e rico e naum sabe o gripen vain entrar na rabeta do supertucano no Mercado Americano vai vender mais que pamonha hehe tem negu que diz que e loucura e coisa e tal o gripen e pequeno?e mais tamanho naum e document no combate aereo mais eu ainda acredito que a versao dos f35s de Israel foram melhorados eles tem codigo fonte tio Jacob sempre acha uma solucao kkkkkkkkkkkk ja existe uma versao do gripen bimotor se chama typhoon hehe eurocanards foram feitos para superioridade aerea contra cacas russos o Rafael typhoon e gripen

Bosco
Visitante

O texto diz que o Su-35 pode detectar o F-35 a 100 NM (?????) mas não diz a que distância o Su-35 pode ser detectado pelo F-35.
Também desconheço ser o Su-35 dotado de radar banda L.

Felipe Silva
Visitante

Esse é o pior artigo que eu já li dentre os milhares dedicados a detonar o F-35. Parece que veio da Sputín news.

Farroupilha
Visitante
Farroupilha

Repito aqui meu último comentário do post “Rússia envia caças SU-35S para a Síria”:

Farroupilha 4 de fevereiro de 2016 at 14:43
Delmo Almeida – 21:00h,
Espera só para ver quando o tal Gripen E/F (Gripen NG) estiver operacional, com o dedo da confiabilidade e qualidade Embraer, a cara que os americanos vão fazer de cobiça… Nos seus cálculos de centenas desses caças econômicos e com alta tecnologia nas suas Forças.

Alexandre
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Alexandre

Não é tão absurdo não. Nos anos 70 e 80 a Suecia já tinha chamado atenção com o Viggen 37 era um grande projeto que não deixava nada a desejar aos Mig 21da URSS e ficava um pouco abaixo dos fantásticos F-4 Phanton. O Grippen é um bom projeto pertence a outra filosofia distante do F35 porem mais próximo do Rafale) e o Eurofhiter F-2000

Delmo Almeida
Visitante
Delmo Almeida

Eduardo de Oliveira Ferreira:

Quando ele partiu do pressuposto de que os pilotos eram igualmente capazes e com outras partes, eu parti do pressuposto que as demais variáveis eram também equivalentes. As variáveis que você sitou devem ser desprezadas apenas nesse calculo, caso contrário o F-5 mata até F-22 se o cenário for favorável. Concordo com tudo que você disse, mas diria que esses cálculos só existem se houver paridade de condições.

Concordo que ta muito estranho, mas que é interessante e que não adianta os especialistas desprezarem os caças russos… não adianta mesmo…

Marinho Av
Visitante

Bosco sera que você pedia fazer um comparativo entre o F-16 e o Gripin NG

Fabiano
Visitante
Fabiano

desculpa, mas vai uma pergunta de leigo, o f35 vai substituir os f15 tambem ? se sim nao seria mais certo apostar mais no f22 porque ecerraram sua produçao ?

Zmun
Visitante
Zmun

Tirando a parte em que o autor compara os caças somente pela razão de curva, eu não vi tanta bobagem assim. Principalmente na parte em que ele aponta as falhas dos projetos americanos. Agora, as soluções, o Gripen E e o F-23, eu acredito que ele esteja apontando apenas o caminho mais barato. Mas, interessante mesmo foi ele ter apontado a necessidade de um caça pesado, furtivo e capaz de disparar armas antinavios de longo alcance para operação no cenário asiático. Pensei que ele iria sugerir a montagem do J-20 sob licença. HAHAHAHA

Marinho Av
Visitante

então estamos prestes a ter nova mente a força Aérea mais poderosa da América latina

teropode
Visitante

Quando mencionou que o F16XL foi sacrificado por causa do F22 ,ignorando que ele perdeu uma concorrencia para o F15SE , nao li mais o texto !

Jose Souza
Visitante

Gripen vs SU-35… no meu entender os russos “esperariam” o combustível do inimigo acabar…

Vencem por WO…rs

Duanny D.
Visitante
Duanny D.

Zmun, o texto é tão ilógico que beira a sandice. Menciona que na próxima década os americanos teriam sua aeronaves da série teen ultrapassadas por aeronaves russo-chinesas. E diz que a culpa é o investimento cego em aeronaves com baixo RCS e a falta de projetos convencionais americanos que reduzem a quantidade de aeronaves, sendo por isso suplantadas, por números. E nem se as mesmas aeronaves f-16, f-15 fossem adquiridas em detrimento de f-35 o quadro melhoraria pois seria ultrapassado pelas novas armas “do inimigo”. Mas quais são as armas dos inimigos. Aeronaves com baixo RCS. J-20 e T-50. Deixa… Read more »

andre
Visitante
andre

Certo, vejo o pessoal desqualificando o texto por algumas razões até certo ponto coerentes. Mas o fato é que o JSF, foi um fiasco tanto, no que tange a gasto quanto a performance. Gasto astronômico para entregar um produto com capacidade mediocre, sem falar na disponibilidade do mesmo que chega a ser menor que a do f-22 que é de 63%. O f-35 só tem motor e uma I.A com 4 milhões de linhas de código que ainda está dando dor de cabeça depois da “certificação”.

Bosco
Visitante

Marinho, Os dados mais significativos são relativos ao peso máximo de decolagem que é de 16 t do NG e de 16,8 t no F-16. O motor do F-16C tem cerca de 20 % mais empuxo. O peso vazio do F-16 é de 8,9 t e do NG é de 7 t. O F-16C tem um “lastro” de cerca de 8 t para combustível e armamento e o NG tem 9 t. A quantidade de combustível interno do F-16 é de cerca de 3,2 t e a do NG é de cerca de 2,8 t. Mas há dados conflitantes dos… Read more »

Jose Souza
Visitante

Estava lendo a revista alemã… Stern

Segundo a mesma o SU-35 ..atualmente… depois do F-22 é o avião mais perigoso em operação.

E no caso da Síria… as baterias S-400 em conjunto com o Pantsir C1 … não deixa duvida alguma de quem “manda” na área.

Marinho Av
Visitante

Bosco obrigado pela comparação entre os caças, pelo que intendi são equiparados um ao outro

Hélio de araujo
Visitante
Hélio de araujo

Ate aonde eu sei os EUA estão testando aviões sem pilotos tipo(sexta geração ) drones mesmo.quanto ao SU 35 a eletrônica faz toda diferença Alem de ser um ótimo avião.O gripen é excelente em tudo quase nao se percebe no radar,eletrônica de primeira no estado da arte um 4,5 geração na opinião de muitos.Acho que os gripens Br. Vao surpriender bastante,mesmo aos que criticaram a Sua aquisição .Essa é minha humilde opinião.

Wagner
Visitante
Wagner

Até parece que o su 35 perderá para o gripen. Ridiculo.

Mauricio R.
Visitante

“…com o dedo da confiabilidade e qualidade Embraer, a…”
.
Nós aqui já estamos cansados de saber como esse “dedo” dá errado. Depois do F-5 da FAB, foram os A-4 da MB.
Se não fosse pela Elbit…

Mauricio R.
Visitante

“…as baterias S-400 em conjunto com o Pantsir C1 … não deixa duvida alguma de quem “manda” na área.”
.
Os turcos que estão morro acima, da montanha bem em frente ao S-400.

Mauricio R.
Visitante

“…um B-57 foi ressuscitado após 40 anos no cemitério no Arizona e usado para comunicações de campo de batalha no Afeganistão.”
.
Já foi substituído por um jato Bombardier, modificado p/ a mesma função.

Mauricio R.
Visitante

“O F-16XL foi sacrificado para o programa que em última análise tornou-se o F-22.”
.
O F-16XL perdeu a concorrência p/ o avião que viria a ser o F-15E “Strike Eagle”, aeronave que complementaria os F-111.
Nem F-22 e menos ainda F-15SE, que é algo que nem existe pois a USAF não quer.

Alfa BR
Visitante

“Wagner 4 de fevereiro de 2016 at 19:46
Até parece que o su 35 perderá para o gripen. Ridiculo.”

De fato o SU-35 é uma aeronave bem mais capaz do que o Gripen, mas isso não quer dizer que o caça sueco não possa derrotar o russo.

Farroupilha
Visitante
Farroupilha

Rafaletis, Hornetis, Sukhonetis… tudo PIRA!

F-35 (Aí nenem, não vem que não tem, tu não engana mais ninguém, melhor um busum ou até mesmo um trem!)

Bosco
Visitante

Achar que um caça mais “manobrável” e em tese mais capaz no combate com canhão (dogfight) é superior a outro menos capaz nesses quesitos é uma ingenuidade. Comprovadamente os combates estão caminhado para se resolver no BVR, havendo menos oportunidade de usar mísseis SRAAM e canhões. Isso é claro tanto nas estatísticas quanto na configuração usual de superioridade aérea de qualquer caça. Há em geral apenas e tão somente dois mísseis SRAAM (para autodefesa) enquanto os mísseis BVRAAMs somam em geral 4 a 6. A capacidade de munição do canhão também tem caído de forma visível. O combate aéreo no… Read more »

Bosco
Visitante

Correção: colada = colocada.

Wellington Góes
Visitante

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Não dá pra fazer nenhum comentário um pouco mais sério, me desculpem.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Zmun
Visitante
Zmun

Alguém sabe dizer se procede essa de o Su-35 ter radar L nas asas? Eu achava que isso era só do T-50…

Zmun
Visitante
Zmun

Duanny, o problema é que o conceito de aeronave furtiva dos chineses e russos é um pouco diferente do conceito dos americanos. O T-50, por exemplo, é praticamente uma aeronave convencional melhorada. Eu acredito que o autor aponte que, pela relação custo-benefício, os russos e os chineses estejam no caminho mais correto. No caso, os caças americanos são melhores, mas seu custo é muito maior. É bom lembrar que tanto o conceito F-22, quanto o do F-35, foram criados ainda durante a guerra fria. O F-22, por exemplo, foi criado para lutar contra caças convencionais e fazer valer sua superioridade… Read more »

Manuel Souza
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Manuel Souza

Substituir F-35 eu não diria. Mas que poderia ser usado para substituir F-16s e F-15s mais velhos eu acho que seria acertadíssimo. A Boeing ganharia um contrato e não precisaria mais linhas de Super Hornets abertas. Imagina um Sea Gripen desenvolvido por EUA, Suécia e Brasil. Kkkkkkkkkk. F-35 e F-22 podem e deverão ser a ponta de lança. Mas um bom jogador como o Gripen E não deve ser desprezado. Em tempos onde o custo benefício é imperativo mudanças de pensamento práticas devem ser o Norte dos estrategistas.

Bosco
Visitante

Zmun, Sua análise é bem interessante mas só saberemos ao certo a partir da informação de como os projetistas de caças imaginam a próxima geração (6ª G), mas até agora tudo indica que a próxima geração irá adentrar ainda mais na tecnologia stealth e não recuar para algo menos stealth. Também o conceito da furtividade em alto grau, em banda larga, parece ser a tônica dos futuros UACVs e bombardeiros. Não há nenhuma sinalização por parte dos americanos que eles estejam querendo repensar a trilha que seguem em busca da furtividade plena, incluindo no que diz respeito a mísseis anti-navios… Read more »

Oganza
Visitante
Oganza

Fazer ok? O texto e o autor acham que as Guerras NCW serão travadas em turnos e voleios como nos séculos XVII, XVIII e IXX: Artilharia, mosquete, baioneta e cavalaria flanqueando. – Sem falar em sua time line totalmente deslocada. – Ele coloca uma situação como se os primeiros ataques não contassem com a penetração de Raptors, Spirits e Tomahawks, que o F-35 vai sem nenhum tipo de escolta (seja de caça, F-22, ou até mesmo eletrônica como os Growlers) e que essas mesmas escoltas, junto com o próprio flanqueando não irão plotar a posição do inimigo para os F-15C… Read more »