Tornado alemão

A Alemanha planeja desenvolver um novo avião de combate para substituir os jatos Tornado no longo prazo e tem como objetivo manter conversações iniciais com os parceiros europeus em 2016 sobre as características da aeronave, de acordo com um documento obtido pela Reuters no domingo.

Um rascunho do documento do Ministério da Defesa sobre ‘estratégia da aviação militar” disse que ainda não está claro se o novo jato seria tripulado ou não-tripulado. Disse também que é possível que o jato seria projetado para ambas as opções e poderia ser voado com ou sem piloto, dependendo do tipo de emprego.

Como seria um projeto europeu, é provável que uma ou mais empresas europeias seriam escolhidas para desenvolver o jato. O jato Tornado, que a Alemanha tem utilizado desde 1981 – embora agora também tenha o mais recente jato Eurofighter – também foi feito em um consórcio internacional chamado Panavia.

Ao mesmo tempo, as forças armadas da Alemanha estão procurando saber se seria possível estender o uso dos jatos Tornado até meados de 2030, segundo o documento.

Os jatos Tornado tinham a desativação planejada para meados de 2020.

Um porta-voz do Ministério da Defesa disse que o documento ainda não tinha sido acordado com os outros ministérios e que não poderia comentar sobre ele.

FONTE: Reuters UK

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Mauricio R.FabianoMarcioMarcoszorannn Recent comment authors
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donitz123
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Estou prevendo mais uma novela.

Clésio Luiz
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Então os franceses estavam certos desde o início…

Carlos Crispim
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Carlos Crispim

É estranho porque o Typhoon teoricamente deveria substituir os Tornado, mas pelo jeito o tufão não é grande coisa, talvez tenham revisto que ele simplesmente não consegue fazer tudo que o Tornado faz. Os europeus precisam pensar em tecnologia stealth, senão correm o risco de ficar atrás até dos chineses.

Nonato
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Nonato

Os franceses estavam certos? Como assim? O thyphoon não consegue realizar algumas atividades? Quais possivelmente? Reconhecimento? Apoio aéreo aproximado? Superioridade aérea?
A Embraer não teria nenhuma chance de desenvolver algo? Se for apoio aproximado algum dos caças atuais ou mesmo algum treinador serviria?
A Embraer associada a alguma empresa de menor porte (pois talvez as grandes não tivessem interesse nesso) associação não poderia tentar alguma avião subsonico barato se esse for o que se precisa?

Bosco
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Essa pra mim também é novidade. O que o Tornado faz que o Typhoon não consegue fazer?
Tudo bem que queira um novo caça, mas para substituir o Tornado? Boiei!!!!

Lewandowski
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Lewandowski

Como se diz ‘Le Jaca’ em alemão?

groosp
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Na guerra do Golfo em 91 os Tornados foram criticados por seus motores não serem eficientes em altas altitudes já que foram projetados para operar em baixíssima altitude.

Rogério de Oliveira
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Acho eu que a melhor alternativa para a Alemanha seria procurar algum descendente de Willy Messerschmitt e pedir que este desenvolva um novo caças para a atualidade .

Clésio Luiz
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Nos anos 80 os franceses queriam um caça polivalente (como se dizia na época), mas os ingleses, provavelmente assustados com os Flanker e Fulcrum, deram toda ênfase à superioridade aérea. Assim o Typhoon surgiu com ótimo desempenho em velocidades transônicas (superior até ao Flanker) mas a aeronave é pouco apta ao ar-solo, onde a relação carga paga/alcance do Tornado é melhor. Um exemplo fácil disso é a localização inadequada do casulo de designação de alvos, que no Typhoon ocupa o lugar de um precioso tanque externo. Já os franceses queriam algo para substituir tanto suas aeronaves de ataque quanto as… Read more »

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Foram 11 perdas, se não me engano, devido ao perfil de ataque a baixa altura. Até que o Lt. Gen. Charles Horner, Joint Force Air Component Commander, decidiu que todos os ataques deveriam ser a partir de médias altitudes. Está no seu livro Every man a tiger.

Bosco
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O problema do Tornado no Golfo foi a armazinha que fizeram pra ele. Tanto alemães quanto os britânicos foram “mui amigos” com os dispersadores cativos de submunição MW-1 e JP-233 que obrigava o caça a passar diretamente sobre uma pista de pouso para destruí-la.
Os americanos tinham a bomba anti-pista francesa Durandal para os F-111, que também obrigava o sobrevoo da pista a baixa altitude, mas as utilizavam depois de neutralizar as defesas.
Essas armas hoje são relíquias em se tratando de guerra de alta intensidade.

Wellington Góes
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Pois então Clésio, está ai a diferença, franceses e suecos foram mais exitosos nisto. Vale lembrar que Reino Unido e Itália acabaram tendo que embarcar no F-35 justamente por causa desta “debilidade” do Typhoon.

Mesmo assim acredito que a saída, especialmente pelo aperto orçamentário que todas as forças vivem mundo afora, seja padronizar no Typhoon até que uma solução baseada no nEUROn se concretize, pelo menos é o que eu acho.

Até mais!!! 😉

carlos alberto soares
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carlos alberto soares
Kolchak
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Kolchak

Falando em Tornado
Primeira mulher a passar no teste para pilotar caças na RAF reclama que na propanda sobre a carreira não tinha nada explicito que ela teria que matar outras pessoas e sugere transformar o exército inglês em uma instituição de caridade.

“No-one I knew, joined the military to kill someone. We were all attracted to the lifestyle. The fast-paced adverts promised adventure, excitement, an outdoor life, new experiences, world travel and a respected career. No-one mentions the killing clause. The military doesn’t carry a mental and emotional health warning: it should.”

“http://www.independent.co.uk/voices/as-the-rafs-first-woman-fast-jet-pilot-i-know-we-need-to-question-the-psychological-effects-of-war-a6773846.html

Carlos
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Carlos

Se os alemães querem um avião para ataque ao solo, por que não compram rafales ou gripens? Ou até mesmo f18? Ou f35? Ou F35 seria caro demais? Ou não tão eficiente para essa finalidade? Ou que tal amx, yak 130, supertucanos? Projetar um novo caça do zero não seria complicado? Se bem que dizer ser complicado. Eu até acho que não. O básico de aviões é tudo igual. Um ou dois motores, duas asas. Dá tanto trabalho projetar um novo avião? os motores usarão já existentes no mercado. Aviônicos, idem. Então, o problema é mais estrutural, design, testes de… Read more »

Bosco
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Carlos, Realmente fantástico. Nunca imaginei que isso seria possível da forma como foi feito. O primeiro estágio fez seu serviço e voltou à terra com a ajuda dos motores e pousando na vertical. Nunca tinha visto um conceito de sistema reutilizável parcialmente que usasse esse método completamente inusitado de recuperação de um dos estágios. Estamos próximos aos sistemas totalmente reutilizáveis (de estágio único ou de dois estágios) que irão revolucionar a tecnologia espacial. Só de curiosidade houve um programa de um transportador orbital de estágio único completamente reutilizável que foi cancelado há muitos anos e que se tivesse seguido como… Read more »

Iväny Junior
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Caros A principal premissa de rafale e Typhoon é a superioridade aérea. Em missões ar-ar, o Typhoon é a maior ave da rapina dos céus (ver comentário do cel da USAF John Jumper). Não é ruim nos quesitos ar-solo, porém, é mais caro. Não faz sentido tanto poder de fogo para executar missões que um Ghibli faz. A tendência da Alemanha retomar os projetos “solo” ou liderando “efetivamente” (o Typhoon já foi liderado por eles) se apresenta pela necessidade do mercado sobre o melhor conceito possível. Fizeram o primeiro stealth (Ho-229), criaram um conceito moderno de caça stealth em 1987… Read more »

Guizmo
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Guizmo

Essa notícia da SpaceX é digna de comentários, apesar de fora do tópico, até que os editores, caso julguem, façam um post. Li hoje pela manhã esta matéria e, no mesmo portal, a notícia de que Salvador inaugurou 12km de metrô, com mais de uma década de atraso e 3x o valor inicialmente orçado.
É de chorar a diferença de realidade…..

Pangloss
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Pangloss

Bosco 21 de dezembro de 2015 at 21:28
“Essa pra mim também é novidade. O que o Tornado faz que o Typhoon não consegue fazer?”

Bosco, o Tornado consegue mudar a geometria de suas asas. O Typhoon só o faz se quebrá-las, o que não é muito recomendável.

Devo admitir que a vantagem do Tornado não traz nenhum diferencial qualitativo.

Ednardo de oliveira Ferreira
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A esta altura do campeonato, investir 10 a 15 anos em uma nova aeronave tripulada não parece interessante. Ainda mais que não vejo parceiros na empreitada.

Para curto prazo seria mais interessante aquisição de F35, Super Hornets ou Gripens.

A tal nova geração de aeronaves, iniciados hoje os estudos, ficaria para mais uns 20 anos.

Oganza
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Oganza

Carlos
22 de dezembro de 2015 at 1:12

Como assim não é complicado? Pelo visto, sua familiaridade em P&D é ZERO… vamos falar menos bobagem? Só a dor de cabeça para operacionalizar, a logística e a política na Eurobambilândia já me tira o sono. afffff.

Sds.

groosp
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O  Ho-229 não era stealth. Nem foi criado levando isso em consideração.

galeao123
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Da sono até de ouvir estas noticias, por que dias atras tivemos a noticia que somente um terço dos Tornados tinham condiçoes de voo na alemanha, se nao conseguem nem manter os aviões imaginem como deve tar o euros praquelas bandas!!! pra saber a veracidade da noticia somente ver a carteira do dono.

sds
GC

Ednardo de oliveira Ferreira
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Kolchak, sobre a matéria da mulher piloto.

Achei interessante o comentário de um infante. Ele disse que pilotos atualmente mas são mais gerentes de sistemas que guerreiros. Eles não são realmente preparados para MATAR. Têm inúmeras coisas a aprender e fazer, até dado a complexidade da atividade. Mas… o o condicionamento mental e treinamento para matar não tem a mesma dureza que um infante tem.

Claro que qualquer militar sabe que matar faz parte do serviço. Mas ter um treinamento realmente robusto sobre o assunto é outra coisa.

Oganza
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Oganza

Meus caros, – eles querem é um “Pé de Boi”, mas um que venha lixado, lustrado e sem cutícula e que custe a metade da hora de voo de um Typhoon, mas que possa conversar em rede, ataques Stand-Off, etc… etc… eles querem um Gripen com capacidade LO maior que a atual e talvez seja desejável uma ou duas “pequenas” baias internas, ou EWP. – Esta ai uma boa hora para tocarem o tal de nEUron… e com certeza a França vai entrar com a neura dela para que ele opere tb do CDG… – Mas pode ocorrer alguma coisa… Read more »

Oganza
Visitante
Oganza

Wellington Góes,

A Inglaterra e a Itália não tiveram que necessariamente comprar o F-35 por causa da “desta ‘debilidade’ do Typhoon”, eles compraram o F-35 para substituir o Harrier. Mas agora estão falando lá pras bandas da Rainha em números de 100 – 140 F-35 até 2035, voltaram com esse papo, e que a metade desses números poderiam ser de F-35A e não só do modelo “B”… maaaasss se isso irá se concretizar, teremos que esperar até o início da próxima década.

Grande Abraço.

Iväny Junior
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groosp

Dá uma olhadinha neste documentário.

https://youtu.be/MqgfjXaJxV8

zorannn
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Pra quem tem boa parte das aeronaves sem condições de voo por falta de verbas, dizer que deseja planejar uma nova aeronave parece piada.

Sai muito mais barato resolver os problemas do Typhoon do que planejar e construir uma nova aeronave. Há questões de escala de produção, e tantas outras que no fim pode tornar esta nova aeronave um pesadelo de custos.

Não duvido da capacidade da industria alemã, muito pelo contrário. Mas há custos demais envolvidos numa economia estagnada. Duvido que haja condições econômicas para isto.

Marcelo
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Interessante, poderiam ressuscitar o MAKO, mas com baia de armamento interna, para garantir VLO. A ver.

Bosco
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Sem dúvida os nazistas foram responsáveis por muitas das armas que irão vencer a terceira guerra mundial, mas foram os americanos, britânicos e soviéticos que desenvolveram as armas que ganharam a segunda guerra mundial.
Às vezes o pioneirismo cobra um preço caro.

carlos alberto soares
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carlos alberto soares

Bosco 22 de dezembro de 2015 at 1:34
Valeu Amigo.

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

Creio que farão um “Um rascunho”, analisar custos etc …..
E correr para fazer um belo MRO no Tornado e ponto. Rascunho …. Kkkk …. rsrsrsrs

groosp
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Não é stealth, o vídeo força a mão. Os compressores do motor e o cockpit acabariam com qualquer esperança de furtividade. O Horten, assim como o Avro Vulcan, tem aquilo que é chamado redução de RCS acidental. O conceito de uma asa voadora é uma ideia radical de se retirar tudo o que não é necessário ao design de uma aeronave como a fuselagem, por exemplo, visando, principalmente, a redução de peso e a aerodinâmica.

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

Iväny Junior 22 de dezembro de 2015 at 11:44
Caro Amigo, gostei ….. belo vídeo esse não tinha assistido !

Iväny Junior
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Bosco

Ainda bem que os nazistas perderam, mas perderam por quantidade e não por qualidade.

Iväny Junior
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zorann Economia estagnada? A terceira economia do mundo e crescendo, juntamente a uma pressão interna e externa para que a Alemanha faça valer suas vanguardas tecnológicas em forma de armas e efetividade nas lutas atuais contra o terrorismo. Eles têm a tecnologia e os recursos necessários para fazer a coisa acontecer, porém, pode ser que enfrentem resistência da própria população. groosp Dá uma comparada de pertinho nos desenhos do B-2 e do H-229. Aí, leva em consideração o pessoal que fez parte da equipe de desenvolvimento do B-2 que está no vídeo fazendo o experimento. Só a asa voadora de… Read more »

Iväny Junior
Visitante
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Amigo Carlos Alberto Soares

Também fiquei bastante maravilhado quando vi este vídeo a primeira vez, justamente por indicação de outro forista aqui do aéreo.

Um abraço.

Oganza
Visitante
Oganza

Iväny,
digo mais, SE esse ai tivesse combatido na Batalha da Inglaterra, ele seria completamente invisível aos radares da época… Poderia até forçar um resultado diferente, ainda mais se levarmos em conta que o Mosquito britânico, que era de madeira, já era um problemão pros radares, imagina esse ai.

Se hj esse design já entregaria um baixo RCS “relativo”, imagina no campo de batalha dos anos 40. 🙂

Belo vídeo e Grande Abraço.

juarezmartinez
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juarezmartinez

Bem, vindo da Eurobambilândia, o mundo encantado dos sonhos nada mais me surpreende, mas o que está realmente acontecendo?????? Muito simples meus amigos, estas trolhas que eles criaram, Tiffies, Rafales e congêneres se não liquidarem o combate contra o inimigo em um mês, logo em seguida quebram os cofres de seus operadores. Esse ladainha de não faz o que o Tornado faz é conversa para boi dormir, o que acontece, vem acontecendo e vai continuar a acontecer e que Tornados. Mirages 2000 e F16 ainda vão carregar o piano cada vez que der um enrosco por lá, porque simplesmente conseguem… Read more »

Wellington Góes
Visitante

Pois então Juarez, este entendimento também pode ser dito dos EUA, não a toa estão prolongando a vida útil e modernizando (com radares AESA) os F-15 e F-16, ante a aquisição de mais F-22 e F-35. A mesma coisa podemos dizer de russos e chineses.

O problema não é, necessariamente, de quem compra, tem, ou desenvolve, mas da típica relação custo-benefício (será que o que eu tenho, compro, ou desenvolvo, vale o custo?). Só quem pode responder é o próprio operador.

Até mais!!! 😉

Wellington Góes
Visitante

Oganza, de repente, o projeto FS2020 seja o caminho. #ficaadica
Até mais!!! 😉

Oganza
Visitante
Oganza

hahahaha é como eu disse, vão querer um “pé de boi”, mas sem cutícula, coisa de Bambi. 🙂 – –––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– – Wellington, FS2020 “não seria tão” interessante industrial e comercialmente, ele teria uma grande chance de matar o Gripen E… algo meio parecido com o erro da Dassault em fechar a produção do M-2000, um produto que ainda teria muito espaço nos dias de hj. – O grande problema/gargalo que vemos hj é que os principais desenvolvedores mundiais (Ocidente) estão querendo/apostando em que os outros “banquem” o desenvolvimento de seus vetores do futuro sem nenhuma garantia (olha o F-35), mas… Read more »

Carlos Crispim
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Carlos Crispim

Sem falar que o Typhoon é mais feio que o diabo e a fome juntos, nunca pensei que os descendentes dos nazistas que projetaram aviões espetaculares fizessem um avião tão canhestro como o Typhoon, ganha de lavada em qualquer concurso de feiúra. Já o Tornado é muito bonito, se tivesse 2 estabilizadores verticais seria o mais bonito do mundo em operação.

Wellington Góes
Visitante

Mas ai, Oganza, existe uma diferença. Primeiro porque quem “matou” o Mirage 2000 não foi a existência do Rafale, mas a opção nada inteligente da Dassault de não mantê-lo atualizado (como faz a LM com o F-16), buscando um nicho de mercado diferente do Rafale. No caso da SAAB com o FS2020 e Gripen, cada um seria para um “público” diferente. Mas tudo isto é um conceito a ser discutido e no qual existem muitos SEs, como o T-X que tu lembraste. No mais, eu ficaria muito contente com a possibilidade da Luftwaffe adotar o Gripen E/F, afinal diversos armamentos… Read more »

Oganza
Visitante
Oganza

Sim, foi uma decisão da Dassault, mas ela, com toda costa quente do Governo Francês achou que não podia ter um “concorrente” do Rafale em sua própria linha, pois o M-2000 o seria, ainda mais existindo Typhoon, F-16, SH e o F-35 batendo à porta, então vc acha que a SAAB poderia se dar a esse luxo? – Não meu caro, e o motivo é simples: a Dassault sabia que alguém iria ter que bancar o “resto” do Rafale, e não seria a França… tinha que ser um “besta” de fora, eles precisavam da ToF – Transferência Financeira. Os Europeus… Read more »

lucas
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lucas

Acredito que sera uma otima oportunidade para SAAB implacar o gripen ng no mercado europeu… Sera que a embraer nao conseguiria colocar uns ST a operar láh? Afinal eles tbm tem problemas orçamentarios!

lucas
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lucas

ou a embraer poderia propor a construçao de um amx-tornado… kkk

Carlos Crispim
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Carlos Crispim

A Luftwaffe jamais adotaria o Gripen, ele é um caça leve, monomotor e não é stealth, mais fácil começarem do zero mesmo e é o que vai acontecer, tomara que venha um caça fantástico, pois eles merecem.

Ednardo de oliveira Ferreira
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Acho o Gripen uma boa na questão ser um ‘pé de boi’. Fora o que os EUA têm a oferecer.

E como um tapa buraco para mais 10 a 20 anos. Afinal, neste horizonte de tempo já estão em andamento diversos outros projetos mais avançados.

Lembrando que o preço de desenvolvimento de um novo avião de combate não leva menos de uns 10 bilhões de doletas. Fora aquisição.