Su-34 4

O ministério informa também que recebeu 90 sistemas de mísseis de defesa aérea e 208 sistemas de radar

Segundo a agência russa de notícias TASS, o Ministério da Defesa informou o recebimento de 243 aeronaves e 90 modernos sistemas de mísseis de defesa aérea em 2015, de acordo com o ministro da Defesa Sergey Shoigu, na sexta-feira.
O ministro também informou que um novo ramo das forças armadas – a Força Aeroespacial – foi criado este verão com base na Força Aérea e nas Forças de Defesa Aeroespacial.

Shoigu também disse que as forças aeroespaciais russas irão receber em 2016 dois bombardeiros estratégicos modernizados Tupolev Tu-160 e sete bombardeiros Tu-95MS.
Segundo ele, os planos do ministério para o próximo ano incluem “colocar em serviço de combate cinco regimentos de mísseis equipados com sistemas de mísseis modernos e colocação em serviço nas forças estratégicas da aviação dois Tu-160 modernizados e sete bombardeiros Tu-95MS.”

IL-38 modernized

Em fevereiro, Shoigu previu que os militares russos receberiam em 2015 mais de 200 aviões e helicópteros. Em 2014, o Ministério da Defesa informou que os militares receberam mais de 140 aviões e 135 helicópteros.

Anteriormente, o ministro da Defesa russo adjunto Yuri Borisov disse que os contratos de defesa para 2015 compreendiam 1,8 trilhões de rublos (US$ 28,92 bilhões) contra 1,6 trilhões de rublos (US$ 25,71 bilhões) em 2014. O Ministério da Defesa russo disse no início deste outono que as encomendas seriam executadas como previsto. O vice-primeiro Ministro Dmitry Rogozin no entanto observou diminuição das taxas de cumprimento das encomendas de defesa do Estado em relação aos números do ano passado.

FONTE: TASS

39 COMMENTS

  1. A força aérea russa conta com 662 caças em seu inventário (765 ao todo se somarmos todas as forças que operam este tipo de aeronave), a previsão é de que ocorra a aposentaria de pouco mais de 150 aeronaves até 2020. Salvo engano o projeto de aquisições até 2030 é de 200 T-50 e 100 Su-35s.

  2. “HMS TIRELESS 14 de dezembro de 2015 at 14:37
    E a imensa maioria dessas 250 aeronaves são modelos modernizados voltando ao serviço.”

    Algumas modernizações parciais também. O Il-38 da foto teve apenas seus sistemas de combate modernizados mas o cockpit permanece analógico.

  3. Nos Estados Unidos do Brazil eu ficaria muito feliz com:
    Todos AMX para padrão M;
    Todos Jordanianos finalizados;
    Todos A-4 Skyhawk da MB, todas as células possíveis para o padrão M;
    Os 3 KC 767 IAI;
    Uma geral em todas as células que assim o permitam no C 130;
    Bandeirulhas todos possíveis no padrão M = P 95M;
    Todos C 95 para padrão M e
    P 3 BR operacionais e armados.
    Caramba, na minha ótica seria um avanço.
    Oremos …….. (rs).

  4. “Fernando 14 de dezembro de 2015 at 15:25
    Só pra efeito comparativo, alguém teria o número total de aeronaves do inventário dos Estados Unidos? creio ser o dobro disso”

    Fernando a USAF conta com pouco mais de 1.400 caças ativos em seu inventário. Somando ao que a Navy, USMC e ANG possuem dá mais ou menos umas 2.200 aeronaves de caça.

  5. Muito bom Carlos, seria mesmo.

    Adiciono as finanças sanadas para a manutenção diária da frota. E a manutenção dos planejamentos anuais de exercícios e horas voadas.

  6. Caro Antunes 14 de dezembro de 2015 at 15:42
    Ter não significa operar, modo JM.
    Portanto meu pressuposto é esse, tem que ter dindim para a roda girar, ops …. as asas voarem.
    Por isso vendi meu Galaxie. (rs).

  7. Sobre os números americanos, é bom lembrar que além das mais de duas mil aeronaves citadas, os americanos ainda se dão ao luxo de manter estocados em seus desertos centenas de caças que poderiam estar operando em qualquer força aérea do mundo.

  8. Lendo os comentários acima só tiro uma conclusão :

    A USAF é a maior força aérea do mundo , a US Navy é a segunda maior força aérea do mundo!

    ______________________________________________________

    Que bom trabalho putin vem realizando na Russia , de paíz emergente a centro das atenções em muito pouco tempo!

  9. Com 120 gripens eu me daria por satisfeito, não temos pretensões imperialistas, a Argentina não põe medo em ninguém, a Venezuela ta zuada rs, enfim fecha a conta e passa a régua, ta de bom tamanho pra esse Brasil-sil-sil-sil de samba e futebol, segue o enterro!

  10. “”jose davi 14 de dezembro de 2015 at 17:07
    Que bom trabalho putin vem realizando na Russia , de paíz emergente a centro das atenções em muito pouco tempo!””

    Amigão… centro das atenções por centro das atenções, a Venezuela e suas aquisições militares tmb é…

    Agora… entre modernizar forças armadas e elevar o status econômico/social do país é muiiiiito diferente…

  11. Me pergunto, porque é tão difícil para alguns foristas aceitarem que a Russia, com sua economia cambaleante, está atualizando suas Forças Armadas.
    Enquanto isso, aqui no Brasil, a unica coisa que se atualiza é forma de denominar a corrupção generalizada em todas as esferas do poder publico.

  12. Esses números só são possíveis porque após o colapso da URSS a Rússia, milagrosamente, consegui manter uma indústria de defesa forte e apesar da perda de um grande número de profissionais conseguiu manter o Know-how, pois se dependessem de fornecedores estrangeiros estariam ferrados.
    O Know-How é o que fornecedores, como a Saab a DCN, prometem com o nome offset (transferência de Tecnologia), que é impossível de se praticar sem uma estrutura industrial e educacional para absorver, e mesmo que tenha, levaria anos para a consolidação de um produto oriundo disso, e quando o fizer quem vendeu o Know-how já vai estar um passo a frente. A China é um bom exemplo, tem rios de dinheiro, profissionais formados nos quatro cantos do planta, comprometimento, eles Compram, copiam e haqueiam e mesmos assim não conseguem alcançar o Know-How da Rússia, que, está atrás da tecnologia ocidental por falta de investimento em pesquisa e desenvolvimento.
    E como diabos uma parte de um comentário que eu fiz no forte veio parar aqui ? Moderadores se poderem apagar meu comentário “rebelde” anterior eu agradeço desde já.

  13. Melky, o assunto é complexo e nem vou me aprofundar, mesmo na qualidade de leigo.
    Mas tenho algumas opiniões a respeito, algumas das quais um pouco diferentes das suas, as quais peço permissão para apresentar.
    Sem dúvida, a Rússia, de há muito tempo, é uma potência científica.
    Nos séculos XVIII e XIX, a Europa foi o palco do desenvolvimento científico. Os EUA acompanharam, mas meio que à distância.
    Após a segunda guerra, isto é, durante a guerra fria, houve a corrida armamentista.
    Nesse período, a Europa meio que ficou para trás, em relação aos EUA, mas a Rússia disparou em termos de conhecimento e produção de armamentos, inclusive “sofisticados”.
    os russos parecem ter sido muito bons na área da tecnologia bruta (física, aeronáutica, física nuclear, mecânica, química, etc.), mas defasados em tecnologia fina (computadores, etc.).
    Com o fim da União Soviética, sem dúvida, houve um declínio enorme, mas continuou sendo uma potência militar e o conhecimento não se foi.
    Agora, não podemos negar, a Rússia tem desperdiçado oportunidades de ser tornar, se não uma potência, um país economicamente mais estável.
    Pelo pouco que sei, tem uma população não desprezível, com um nível de educação razoável e, considerando que a Rússia não deixa de ser uma potência, comparada com muitos países, poderia ter desenvolvido uma indústria automobilística, aeronáutica civil, computadores, eletrônica, celulares, agricultura, minerais, química, em vez de depender, quase exclusivamente, de petróleo. Fica muito parecida, neste aspecto, com alguns países do oriente médio. Petróleo acaba, acaba o dinheiro e a economia.
    Faltou inteligência e planejamento à Rússia, neste aspecto.
    Hoje poderia ser, pelo menos, um quarto do que a China é (produz de tudo, atua na área de consumo, fabricação dos mais variados bens, internet, telefonia, indústria automobilística, ramo têxtil, transporte marítimo, siderurgia, etc.). Mas não ouvimos falar disso na Rússia…
    Quanto às potências militares, acredito que existem basicamente, os EUA, como maior potência militar, e a Rússia.
    Alguns países europeus e a China também são potências.
    Só que países europeus mais pela sofisticação dos seus armamentos do que pela quantidade de aviões e navios…
    A China está melhorando na qualidade, mas destaca-se pela quantidade…
    Os EUA têm qualidade e muita quantidade, até porque espalham-se pelo mundo. Bases de grande porte ou importantes ao redor do mundo. Europa, oriente médio, Japão, Ascensão, Diego Garcia, Havaí, Alasca (claro que esses dois últimos, estados americanos…).
    Israel destaca-se também pela sofisticação e pelo número elevado em relação ao seu território, população e PIB, mas não comparável a verdadeiras potências.
    Há outras “potências” pela quantidade, tais como Turquia, Arábia Saudita, Índia, Grécia, etc, mas, aparentemente, com grande déficit de treinamento, capacidade própria e outros.
    Na minha opinião, 600 aviões de caça para a Rússia, considerando sua importância, enquanto potência militar e o seu vasto território, é muito pouco, especialmente se se considerar que muitos desses aviões são velhos…
    Acredito que o que faz a diferença em termos de aviões são os aviões de caça.
    Helicópteros e bombardeiros são secundários.
    Helicópteros só têm utilidade se houver uma supremacia aérea, fornecida, em grande parte, por caças de verdade.
    Bombardeiros também só podem atuar protegidos por caças ou em áreas sem perigos.
    Os EUA têm uns 170 F-22. só desse avião invisível…
    A Rússia estaria mais forte com pelo menos uns 400 SU-27 e SU35, como base de sua força.
    Poderia ser complementada por pelo menos 100 PAK-FA ou talvez 200…
    além de pelo menos uns 300 mig 29, como aviões de “enxame”, para fazer quantidade.
    Existe também os mig 31, de interceptação, que poderiam ter enorme valia em combates aéreos. Uns 100 estariam de bom tamanho…
    Agora se entre os 600 que dizem ter for contar os SU-24 e SU-25, não considero-os importantes no combate aéreo. Servem só para bombardear e ataque leve… Isso é secundário, muito embora importante em teatros como o da Síria… Mas são os SU-27, 30 e 35 que impõem respeito…

  14. De outro espaço de debates. Esta seria a ordem de batalha aproximada da Força Aérea Russa.

    ” Posted by TR1 View Post

    Pssst, Totoro and others:

    A pretty detailed look @ the RuAF ORBAT (and other stuff too):

    http://milkavkaz.livejournal.com/48665.html

    Not sure if the list is exhaustive, but it seems very close and the base detail and inventory is decent (as of September 2015 apparently)

    Clearly not the entire inventory (though very close for some), but just for fun, added up some figures to get an idea of fleet size of certain types:

    Su-24 ( all types) : 195
    Su-34: 73
    Su-25 : 59 (too many upgraded too few vanilla IMO)
    Su-25SM : 93
    MIG-29: 121
    MiG-29SMT: 34
    MiG-31: 49
    MiG-31BM: 65 (Actual number should be 73)
    Su-27/P/UB: 97
    Su-27SM/SM3: 79 (Again, too many upgraded, not enough vanilla IMO)
    Su-35: 48 (Guess he counted as if all delivered already )
    Su-30M2: 22
    A-50/U: 18
    Il-78: 20
    Tu-95: 54
    Tu-22: 89
    Tu-160: 16
    Mi-35: 51
    Mi-24: 140
    Ka-52: 68
    Mi-28: 71
    MI-26: 36
    Mi-8: 285 (far from all)”

  15. Esses mais de 600 caças incluem somente os voltados para combate aéreo (Mig-31, Su-27 e etc.) ou multifuncionais com ênfase no combate aéreo (Su-35s, Su-30 e etc.), excluindo assim os Su-25 e Su-24.
    Vale lembrar que nem todos esses caças estão na ativa e acredito que esses números devam ser o total (na ativa + na reserva?).

  16. !Space Jockey 15 de dezembro de 2015 at 12:13

    Carai, eles só tao com 120 MIG-29 ?!”

    >>>>>> E são da versão mais antiga. SMTs somente os 35 da fracassada venda para a Argélia na qual a MiG tentou passar a perna nos argelinos. Os argelinos pediram Flankers no lugar.
    É possível que saia uma encomenda do MiG-35.

    Alfa BR.

    >>>>>> A página da ordem de batalha foi atualizada pela última vez em “Page last modified: 17-07-2013 19:02:05 ZULU” e a página do inventário em Page last modified: 13-02-2014 18:18:11 ZULU.
    O números citados são das aeronaves ativas que podem estar disponíveis ou não por questão de manutenção como qualquer aeronave.

  17. donitz123 a data do link que você mandou (não consegui abrir aqui) é mais recente do que a do Global Security. Logo percebemos que os russos aumentaram a disponibilidade das suas aeronaves nos últimos 2 anos.

  18. Esse filme é velho! Não tem milagre. As FFAA russas não cabem no PIB do país. Basta comparar a mesma relação com países como Reino Unido ou França, com PIB’s 50% maiores e muito menos carências sociais do que a Rússia. Logicamente, sempre há a fórmula Coréia do Norte, que investe em mísseis e mata o povo de fome. Não acho que o ego e fome de poder de Putin chegue a esse ponto, ou que os russos aguentem o mesmo nível de flagelo que os norte-coreanos. Assim, em algum ponto, faltará cobertor, e haverá algum ajuste.

    Como será este ajuste? Pode ser encostando equipamentos. Pode ser deixando a frota envelhecer. Sabe-se lá… O certo é que o ciclo de expansão dos preços de gás e petróleo acabou por um bom tempo. O retrato da conjuntura econômica russa não difere muito da do Brasil: governo gastão e populista (cada um a sua moda…) surfou a onda de preços favoráveis no exterior e agora a economia mergulha descontrolada, com aumento de desemprego, taxa de câmbio e inflação, que está na casa de dois dígitos ao ano.

    Sem falar que lá ainda existe o cabresto externo das sanções internacionais. Na ânsia de travar os caminhos alternativos de gás para os europeus (e manter a maior renda externa do país), Putin resolveu abrir na marra seu círculo de influência. Porém, paga agora pelo lado do investimento externo. E, no longo prazo, este garrote energético só exigirá mais dedicação da Europa de livrar-se dele, através de outras fontes ou outros tipos de energia. Ou seja, em algum momento a Rússia vai ter que contar menos ainda com essa renda.

    Assim, não me parece sustentável o nível de gastos militares frente aos desafios econômicos e sociais do país. A prioridade pode mudar de país para país (aqui no Brasil é o reverso da moeda, onde a defesa tem prioridade quase inexistente…), mas não existe fórmula em que o dinheiro não conte em débito e crédito.

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