Star Wars The Force Awakens - 1

Por Augusto Teixeira Jr.**

Creio ser difícil encontrar um internacionalista ou estudioso de política internacional que nunca tenha assistido Star Wars. Em tempos de Estado Islâmico, observamos a continuidade das guerrilhas e insurgências como desafios constantes para a segurança internacional. Desta forma, no ano em que a saga será retomada para mais uma trilogia, vale a pena pensar como os acontecimentos daquela galáxia muito distante podem ser elucidativos de problemas contemporâneos nos quais a guerra é assunto central. Antes de lembrar os sabres de luz, das naves pomposas e das tramas emocionais, a saga acontece no contexto de um longo conflito. Tal como a Força, a guerra é uma das constantes em Star Wars.

Uma das primeiras perguntas que o estudioso de defesa e segurança faz quando termina de assistir a 1ª trilogia[1] é: como o Império Galáctico perdeu a ofensiva[2]contra a Aliança Rebelde? Pensar a Galáxia como um sistema de planetas (Estados) submetidos a uma autoridade central (Império) nos faz lembrar a ideia de que a existência de um Império (Estado) mundial seria o prenúncio de uma guerra civil global. Neste sistema hierárquico, sob o comando do Antigo Senador Palpatine, estava a mais poderosa máquina de combate existente. É válido lembrar que, como resultado das Guerras Clônicas, o recém instaurado Império contava em suas hostes com:

1) ampla força de infantaria, aviadores e tripulações de blindados operadas por clones;

2) centralização da autoridade, comando e controle nas mãos do Senador Palpatine, permitindo a condução política da guerra e controle da máquina militar à luz do desígnio político Sith;

3) eliminação da ordem Jedi[3] e;

4) neutralização das principais lideranças de oposição civis[4] e militares[5].

Dito isto, como foi possível a derrota de uma força de combate que contava com Destroyers imperiais, ampla força terrestre (estratégica e de choque, como AT-ST e AT-AT Walker), infantaria (aerotransportada) e logística, tudo subordinado a uma condução política que gozava de unidade de comando? A resposta se encontra na forma de luta adotada pela Aliança Rebelde: insurgência. Entendamos como.

Star Wars - The Empire Strikes Back 2

Estágio I: defesa estratégica.

Nesta fase, entre “Uma Nova Esperança” e “O Império Contra-Ataca” buscou-se evitar custos (físicos e psicológicos) de entrar em conflito direto com as forças do Império. Do momento em que tentaram levar à Aliança os planos de construção da Estrela da Morte até a escolha Rebelde pelo refúgio em Yavin 4, os insurgentes buscaram proteger e ocultar as suas bases. A presença da Aliança espalhada pela Galáxia[6] voltava-se à possibilidade da construção de Ofensivas Táticas, como vistas na lua de Endor após a destruição da Estrela da Morte. Tendo superioridade local numérica, iniciativas como essas contribuíram para dispersar e esticar os recursos do Império, afetando negativamente a capacidade deste de lutar. Um dos aspectos centrais da estratégia da Aliança Rebelde consistia na superioridade moral com a população dos planetas submetidos ao jugo do Império. No caso em tela, esta superioridade revestia-se de legitimidade. O uso da força desproporcional, inclusive contra a população civil, como ocorrido em Alderaan, permitiu uma coesão interna sólida entre os diversos planetas e grupos que lutavam contra o Império. Em tempos de paz, divididos pela política republicana foram unidos posteriormente à luz de uma ameaça comum em tempos de guerra. Lembrando Clausewitz, poderíamos afirmar que o apoio popular consistia num dos centros de gravidade de luta, objetivo estratégico que o Império nunca logrou êxito em perseguir ou conquistar, preferindo uma abordagem mais próxima a um Seek and Destroy. A Aliança, ao conquistar Hearts and Minds,obteve um trunfo moral e psicológico sem o qual seria impossível estabelecer doutrinação política para treinar novos recrutas para lutar como irregulares em bases remotas e seguras, como Hoth, Yavin e Endor.

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Estágio II: Impasse.

Se em “Uma Nova Esperança” os insurgentes forçam o Império a projetar força pela Galáxia em sua busca, destruindo os recursos imperiais no ato de fuga, em “O Império Contra-Ataca” o Estágio de Impasse é construído. Apesar de no Filme IV ser possível detectar operações ofensivas estratégicas, estas são voltadas a minar a já existente assimetria entre a Aliança e o Império, para assim permitir condições para continuar lutando. O melhor exemplo deste tipo de objetivo foi a destruição da Estrela da Morte, na órbita de Yavin 4. Entretanto, apenas no final de “O Império Contra-Ataca” é que a Aliança Rebelde constrói condições para um engajamento de atrito contra as forças do Império. Nesta fase da luta, o controle do governo imperial foi minado pelo aumento do apoio à resistência, como exemplificado pela mudança de lado de Lando Carission, a favor da rebelião. O tempo conquistado e o apoio à rebelião foram importantes para construir capacidade convencional das forças da Aliança. Nesta fase da insurgência, batalhas prolongadas de atrito para minar a força física e moral do inimigo foram centrais. Da fuga desesperada de Hoth à preparação para a batalha liderada pelo Almirante Ackbar, as condições de impasse estratégico foram postas na mesa.

star-wars-the-force-awakens-trailer-12

Estágio III: Ofensiva Estratégica.

O momento final de “O Império Contra-Ataca” e o início de “O Retorno de Jedi” é o momento crucial onde se dão os momentos centrais da ofensiva estratégica da Aliança Rebelde. Momento que marca o início do fim do conflito, no qual as tropas engajadas nas operações diretas e de atrito contra as forças imperiais manobram no espaço e em terra, é exatamente o momento decisivo desta fase da Guerra. Se de um lado a ofensiva final da frota do Almirante Ackbar falha antes de iniciar, ao ser avisada por Lando da Armadilha Imperial, é também na proximidade da órbita de Endor que a Ofensiva estratégica logra êxito de uma forma inesperada. Com a destruição da segunda Estrela da Morte, o Império sofre pesadas perdas humanas e materiais, as quais impactam na sua capacidade de lutar. Somado a isso, tanto Lorde Vader como o Imperador são mortos, deixando em vacância a liderança política imperial. Como resultado, o Império perde momentum, permitindo a continuação e expansão da rebelião.

Considerando estes elementos, observamos como num contexto de assimetria, a vitória pôde ser construída através da insurgência. Entretanto, a guerra não acabou e a vitória foi parcial. O Império não fora plenamente derrotado. À luz destes elementos, uma nova trilogia faz todo sentido. Diante do despertar da força, que esta esteja conosco, sempre!

———-

* Agradeço aos comentários do Prof. Dr. Antonio Henrique Lucena Silva feitos na versão original deste texto.

** Doutor em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Atualmente é professor Adjunto do Departamento de Relações Internacionais da UFPB. Líder do Grupo de Pesquisa em Estudos Estratégicos e Segurança Internacional (GEESI/UFPB /CNPq). Membro da Associação Brasileira de Estudos de Defesa.

[1] Filmes de IV a VI, em sequência: “Uma Nova Esperança”, “O Império Contra-Ataca” e “O Retorno de Jedi”.

[2] Ao pensar em ofensiva temos o termo momentum em mente.

[3] Em seu apogeu, a Ordem Jedi cumpriria uma função semelhante à ONU na garantia da paz e ordem da República.

[4] Por exemplo o Senador Bail Organa, de Alderaan.

[5] A exemplo do General Kenobi, recluso em Tatooine.

[6] Tatooine, Alderaan, Yavin, Dagobah.

FONTE: Vox Magister

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Ednardo de oliveira Ferreira
4 anos atrás

Nerdaiada agradece!

augusto
augusto
4 anos atrás

muito bom !

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
4 anos atrás

1) ampla força de infantaria, aviadores e tripulações de blindados operadas por clones;

Após as guerras clônicas, os exércitos de clones foram descartados…
Então essa força de infantaria pode ser descartada como um recurso do Império

Fábio Roth Vargas
Fábio Roth Vargas
4 anos atrás

Não foram exatamente descartados.
Após a ordem 66. Kamino se recusou a continuar fornecendo novos clones para o recém criado império.
Tendo em vista a aceleração de crescimento para garantir a funcionalidade dos clones em curto tempo.
A vida útil de um clone é relativamente curta.

Esta situação forçou o império a utilizar recrutas normais. O que no final, provocou a escassez de novos recrutas para o imperio

cerberos
cerberos
4 anos atrás

Qual seria a sequencia correta, cronologicamente falando, para assistir a saga star wars?

Marcelo Bardo
Marcelo Bardo
4 anos atrás

Cerberos, você deve assistir primeiro a trilogia moderna que conta os episódios I, II e III.
Então, em seguida você deverá ver a trilogia clássica que mostra os episódios IV, V e VI.

augusto
augusto
4 anos atrás

os filmes recentes são os primeiros enquanto Nova Esperança, O Império Contra-Ataca e Retorno De Jedi são os 3 últimos.

Jose Souza
4 anos atrás

vamos ser realistas os caças do império (Caça TIE…LN/X1)…..nunca poderiam voar em um planeta com atmosfera …. aquelas “asas” com painéis solares para o motor iônico seriam feitas em pedaços.

Nick
Nick
4 anos atrás

O analista esqueceu de mencionar que a Força estava com os rebeldes…. 🙂

[]’s

Bosco
4 anos atrás

Jose Souza,
Não são painéis solares e sim geradores de campo de gravitons. Esse caça não usa motores à reação e sim impulsionadores de massa potencial não reativos.
As “asas” não são feitas em pedaço porque não entram em contato direto com o meio externo já que o campo de gravitons cria uma bolha de singularidade relativa ao redor da nave.
Entendeu????
Então me explica porque eu não entendi nada. rsrssss

carlos alberto soares
carlos alberto soares
4 anos atrás

Lord Vader, tudo de mal é responsabilidade dele e ponto.
Vamos para o lado negro da força.

Duanny D.
Duanny D.
4 anos atrás

Um erro tático do império concentrar suas forças na estrela da morte.

Duanny D.
Duanny D.
4 anos atrás

Houvesse tentado ganhar os corações e mentes pela imprensa e cinema, vendido o peixe que os rebeldes eram os vilões, feito ataques cirúrgicos com drones ao invés de sair por aí largando bomba e destruindo mundos civis inteiros, estariam no comando até os dias atuais.

Heitor C.
Heitor C.
4 anos atrás

@Alexandre Galante, 1) não chame o Imperador/Darth Sidious de Senador/Chanceler Palpatine. Isso é spoiler para quem ainda não assistiu a 2ª trilogia. 2) Você escreveu o nome Lando Carission errado. O correto é Lando Calrissian. @Alfredo Araujo, de acordo como contado no jogo ‘Star Wars: Battlefront II’ e em outras fontes do Universo Expandido, os clones não foram descartados após o golpe militar. Eles foram morrendo em combate (ou mortos/invalidados por idade) e foram sendo substituídos por clones de diversos hospedeiros (diferentes do Jango Fett) e humanos normais, com a 501ª legião de clones originais tendo sido a última a… Read more »

Space Jockey
4 anos atrás

Save Endor Forest !

Ricardo F. Pinto
4 anos atrás

este tema deveria gerar um bom documentário 🙂

Toleman Picoli
Toleman Picoli
4 anos atrás

Lindona as Tie Interceptor, ficaria do lado do Lord Vader só por causa delas!

Heitor C.
Heitor C.
4 anos atrás

@Alexandre Galante, 1) não chame o Imperador/Darth Sidious de Senador/Chanceler Palpatine. Isso é spoiler para quem ainda não assistiu a 2ª trilogia. 2) Você escreveu o nome Lando Carission errado. O correto é Lando Calrissian. @Alfredo Araujo, de acordo como contado no jogo ‘Star Wars: Battlefront II’ e em outras fontes do Universo Expandido, os clones não foram descartados após o golpe militar. Eles foram morrendo em combate (ou mortos/invalidados por idade) e foram sendo substituídos por clones de diversos hospedeiros (diferentes do Jango Fett) e humanos normais, com a 501ª legião de clones originais tendo sido a última a… Read more »

M. Silva
M. Silva
4 anos atrás

Apoio popular, confiança na população civil, capacidade de reação de civis suficientemente habilitados para a tarefa.

Tudo o que os militares brasileiros mais temem ou detestam (graças ao pensamento burocrático fascista brasileiro – de que o povo é incapaz e que o Estado é onipotente e onisciente). E é justamente o povo que forma o conjunto de pilares que suportam a defesa em guerra assimétrica de resistência, além das fileiras das próprias forças armadas.

Forças armadas, PMs, etc = entreguistas.

Numa futura guerra contra inimigos internos ou externos, seríamos massacrados e rapidamente dominados graças ao que deveriam nos defender.

Renato B.
Renato B.
4 anos atrás

Um dos blogs que acompanho é de um oficial engenheiro americano que já foi infante. De vez em quando ele usa Guerra nas Estrelas como contexto para explicar história militar e estratégia para soldados que não são versados em história militar. Como o filme já se tornou cultura popular fica muito mais fácil usar como exemplo. http://angrystaffofficer.com/2015/11/17/center-for-galactic-lessons-learned/

Andre. M
Andre. M
4 anos atrás

Na verdade as Forças de Infantaria imperiais, os Stormtrooper, não eram mais clones, os Stormtrooper são alistados e voluntários! Os clones só lutaram na época das “guerras clônicas”, posteriormente a isso o próprio Imperador Palpatine teve de “descartar” seu exercito de clones. Os clones foram concebidos para servir a Republica, com ideais republicanos, e com o tempo eles poderiam se voltar contra o Império, aja visto que na “programação” dos clones o Chanceler (futuro imperador) deveria ser protegido em momento de crise (guerras e ameaças de golpe), mas posteriormente ele deveria entregar o cargo. O Imperador agiu rápido, destituiu seu… Read more »

edcarlos
edcarlos
4 anos atrás

Lembrando, na saga o senado foi dissolvido após a conclusão da estrela da morte. O senado foi peça fundamental para a criação e manutenção do império. Com a estrela da morte os Sith tinham em mãos uma arma poderosa e não mais precisariam de um senado para estabelecer o poder. Ou seja, o senado, como representante do povo, tornou-se dispensável pois havia uma nova arma para persuadir a vontade popular. Neste momento a aliança rebelde consegue engrossar suas fileiras para a batalha contra o império.

O clássico, o povo oprimido unido contra a tirania!

Saudações!

Ednardo de oliveira Ferreira
4 anos atrás

Não sei quão forte seria o apoio civil aos rebeldes. Olhando os episódios 4,5 e 6, a população em geral parece, no máximo,incomodada pela presença do império. . Explico: Nos filmes 1,2 e 3 mostra diversas civilizações e tal. Mas tudo no período pré-ditadura/império. Percebe-se um cenário político como o nosso. diversas nações com suas culturas e leis e uma grande ONU para regular a relação entre elas. O Império é construído criando inimigos a esta ordem das coisas. Primeiramente os tais comerciantes, e depois os ‘jedis’ Mas percebe-se que os mundos querem, pelo menos no começo, a presença do… Read more »

Renato B.
Renato B.
4 anos atrás

Ok meu momento para lá de nerd: Duanny D. a idéia estratégica de corações e mentes faria sentido em outros grupos, não na galera do lado negro. A obsessão dos sith por microadministração e centralização pode ser encontrada na própria ordem deles, que era simplesmente um mestre e um discípulo, que eventualmente matava o mestre. Agradeça ao Dath Bane por essa. Para dar uma idéia de como os Sith não são muito chegados a essas amenidades de “corações e mentes” basta ver o código sith. Paz é uma mentira, só existe paixão. Através da paixão, ganho força. Através da força,… Read more »

Ednardo de oliveira Ferreira
4 anos atrás

Sim, o império é Mau. Como Edcalos lembrou, fez até estrela da morte. Mas a população média tá “nem aí”. Peguemos o caso do Oriente Médio. Tudo que é potência militar tá jogando bomba na Síria e região pelo “bem da população”. A cada bomba que cai o ISIS “prova” o quão malvados são os outros países. No fim, quem se arrebenta mesmo são os civis. Um porta aviões é uma arma de projeção de poder. A estrela da morte também! 🙂 Meu cunhado é muçulmano. Paquistanês. Perdeu parente nestas confusões. Por eles, preferem ficar sem ajuda alguma. Podemos ficar… Read more »

Jacinto Fernandes
Jacinto Fernandes
4 anos atrás

Esta imagem com os soldados em primeiro plano, tendo como fundo um palco e uma enorme bandeira é claramente inspirada no trabalho da Leni Riefenstahl…

carlos alberto soares
carlos alberto soares
4 anos atrás
carlos alberto soares
carlos alberto soares
4 anos atrás
Rafael M. F.
Rafael M. F.
4 anos atrás

Eu sempre associo o X-Wing ao F/A-18 e o TIE-Fighter ao MiG-21, don’t know why…

Guizmo
Guizmo
4 anos atrás
Dafranca
Dafranca
4 anos atrás

https://www.publico.pt/mundo/noticia/arabia-saudita-anuncia-coligacao-islamica-antiterrorista-1717463

So faltava essa… Próximo deve ser assim: “Isis inicia campanha anti terrorismo”
Parece que quanto mais o país está envolvido com terrorismo, mais ele vai dizer que está lutando contra o terrorismo.

Vader
4 anos atrás

As guerras de Star Wars podem ser resumidas em uma única frase: Toda tirania é efêmera! 😉 Todo “império” eventualmente cai (ainda que dure um milênio). Somente a democracia traz o equilíbrio à Força. E a democracia não pode tolerar a convivência com a tirania, o caminho fácil e rápido, o Lado Negro. Qualquer coisa que fuja à democracia, assim entendida como o domínio da vontade da maioria, respeitados os direitos fundamentais da minoria, é tirania. A monarquia absolutista? Tirania. A oligarquia republicana? Tirania. O nazi-fascismo (tudo no Estado, tudo pelo Estado, nada fora do Estado)? Tiranias. O comunismo em… Read more »

Bueno
Bueno
4 anos atrás

Vader, parabéns pelo belo comentário… com todos os defeitos a democracia ainda é melhor

Carlos
Carlos
4 anos atrás

Por falar em perseguição e eliminação de líderes da oposição, Eduardo Cunha insurgiu-se contra o poder central e, por isso, é alvo de críticas diárias.
Há pessoas que acham que ele é pior do que os governantes atuais…
O poder central tem feito o mesmo no Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo, tentando desestabilizar o governo dos líderes da oposição…

Carlos
Carlos
4 anos atrás

Edcarlos, até que ponto a dissolução do Senado se assemelharia ao Brasil?
Depois de assumir o poder descartar o PMDB?

dafranca
dafranca
4 anos atrás

Caramba como tem Murica nesse mundo, aqui no Brasil então esta cheio de Murica.

E temos alguma democracia hoje? Quem disse que os EUA são Democracia? Estados Unidos e’ um pais Corporatista. Hoje, ha’ vários países que tem meios tecnológicos de ter democracia, mas não e’ interesse das grandes corporações. Tem muita gente que acha muito bonitinho a palavra democracia, e não entende seu significado.

Jose Souza
4 anos atrás

Bosco…
Creio que compreendi…seria um tipo de efeito “supercavitante” dos torpedos russos Shkval…no caso das naves…a força ?magnética? “isolaria” o atrito com a atmosfera… faz sentido.

Duanny D.
Duanny D.
4 anos atrás

Vader estava inspirado.

Duanny D.
Duanny D.
4 anos atrás

Fale macio, use um porrete.

Renato Carvalho
4 anos atrás

Enfim vou concondar com algo do vulgo Vader..

Renato Carvalho
4 anos atrás

Ops…Lord Vader, vai que…

Ednardo de oliveira Ferreira
4 anos atrás

Antes de mas nada, como disse Churchill: “A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas.” Perdoem-me se o texto que escrevi dá a entender algo contra democracia. Não sou e é mesmo o sistema mais desejável. Mas como todo bom remédio, tem a posologia certa. Não é se ‘tem de aplicar” a resposta. A pergunta é “como”. Entre a Grécia e os EUA ou França foram 2400 anos. O “problema” da “democracia” que estamos levando ao Oriente Médio (por isto a escrevi entre aspas no post sobre “democracia” segundo meu… Read more »

Oganza
Oganza
4 anos atrás

Acho que os amigos tem que achar John Galt…. e quem sabe bater um papo 😛

O mundo irá mudar quando você estiver pronto para pronunciar e VIVER este juramento:

“Eu juro pela minha Vida e pelo meu amor por ela que nunca irei viver em função de outro homem, nem vou pedir a outro homem que viva em função de mim.”

Grande Abraço

Johnatan warp drive
4 anos atrás

Bosco a nave cria uma bolha de dobra local !

Johnatan warp drive
4 anos atrás

??

Renato B.
Renato B.
4 anos atrás

Se fosse comparar, sem fazer juízo de valor, diria que os Jedi são algo como o partido democrata americano. Acreditam em promover a paz, mesmo que mentindo de vez em quando.

Enquanto os Sith seriam uma vertente de anarcocapitalismo, com um individualismo tão exacerbado que a ordem é composta de apenas 2 indivíduos; acreditam na destruição criativa, pois o discípulo deve matar o mestre, e colocam a liberdade como o valor máximo.

Pode ter começado como um luta entre o bem e o mal, mas com o tempo vemos que as coisas não são tão simples.

Ednardo de oliveira Ferreira
4 anos atrás

O Império foi criado a partir de um golpe pela ‘Onu’. Não foi nenhuma nação específica. Mas a máquina que organizava os diversos estados. A tática quase sempre é a mesma: crie/aumente um ‘inimigo’. Criaram uma crise global (uma ameaça à liberdade de todos os mundos) e em torno deste medo deram o golpe. Sempre em nome não da liberdade, mas da segurança. (Já vimos este filme nas últimas décadas). Apenas os jedi eram uma ameaça (mais moral que militar) a esta ideia. Venderam que os jedi eram uma ameaça à segurança e deram o golpe. Sem julgamento nem nada.… Read more »

Nick
Nick
4 anos atrás

May the Force be with you. Ainda vou ter que aguardar mais alguns dias. 🙁

[]’s

aldqueiroz
aldqueiroz
4 anos atrás

Renato B. 16 de dezembro de 2015 at 7:33

“Se fosse comparar, sem fazer juízo de valor, diria que os Jedi são algo como o partido democrata americano.”…
Hã?! Então, O Obama é quem? Mace Windu?!… ;P
O amigo me desculpe, mas a comparação ficou meio… Episódio I – “Ameaça Fantasma” !! Se fosse realmente (possível) fazer um paralelo com o mundo real, a Ordem Jedi não poderia ser associada a umm partido político, mas sim a algo como uma Instituição religiosa, como os Jesuítas (“Ad Maiorem Dei Gloriam!” )
Abraços!

Rogério
Rogério
4 anos atrás

Vader 15 de dezembro de 2015 at 12:55

Nossa, só agora que eu li isso, que comentário hein!!! Parabéns Vader, ótimo comentário.