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Northrop Grumman entrega fuselagem central do primeiro caça F-35A do Japão

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F-35 center fuselage
Uma das fuselagens centrais do F-35 produzida pela Northrop Grumman

A Northrop Grumman entregou a fuselagem central para o primeiro F-35A de decolagem convencional (CTOL) do Japão, aeronave designada AX-1.

O centro da fuselagem é uma estrutura do núcleo da aeronave F-35. A Northrop Grumman projetou e produz a fuselagem central para todas as três variantes do F-35: o F-35A; o F-35B de decolagem curta e pouso vertical ; e a variante embarcada F-35C, disse a empresa em comunicado.

Cada F-35 recebe uma designação alfanumérica com base no seu tipo de variante (A, B ou C), o país para o qual ele voa (por exemplo, F = US, K = Reino Unido, X = Japão), e número de seqüência do jato.

A fuselagem central AX-1 é uma das 42 fuselagens do F-35 que a Northrop Grumman está produzindo para o Japão. É o centro da fuselagem número 206 que a empresa já produziu em sua fábrica de Palmdale, e a 44ª unidade deste ano.

Os quatro primeiros F-35A japoneses, incluindo o AX-1, serão submetidos à montagem final e check-out (FACO) nas instalações do F-35 da Lockheed Martin, em Fort Worth, Texas. Os restantes 38 jatos japoneses (AX-5 até AX-42) serão concluídos na nova fábrica (FACO) de F-35, em Nagoya, no Japão.

9 COMMENTS

  1. Este programa JSF é simplesmente espetacular.

    Repetindo a fórmula vitoriosa do F-16, é o único programa de aeronave militar que permite a diversas nações, inclusive não-desenvolvedoras, como Japão e Israel, concluir localmente, com maior ou menor grau de profundidade no envolvimento, a montagem final das aeronaves.

    Vejam vocês: a Itália e a Turquia produzem partes e montarão localmente suas aeronaves. O Japão montará localmente a maior parte de suas aeronaves. A Coréia montará localmente suas aeronaves. Israel não apenas montará localmente como ainda recheará suas unidades com seus brinquedinhos malvados de desenvolvimento local (os quais eles não compartilham nem mesmo com os americanos). Outros países produzem partes, peças, componentes e sistemas inteiros.

    O F-35 é um caça multinacional que é produzido “em rede”, ao redor do globo, o primeiro do gênero (o F-16 era apenas rudimentarmente assim). O que vale dizer: mesmo em caso de um conflito generalizado, fica praticamente impossível interromper sua produção (a não ser que se destruísse o planeta inteiro).

    O F-35, com este esquema de fabrico e montagem ao redor do globo, corre o sério risco de virar uma “commoditiie”, no sentido de que qualquer interessado vai lá e adquire sem maiores restrições e, em caso do tão temido – pelas esquerdas mentecaptas, mentirosas e atrasadas – “embargo”, poderá ser vendido pelo vizinho. É o novo “right arm os the western world”.

    Isso senhores, é a tão propalada e mal compreendida “transferência de tecnologia” sendo realizada na prática, no duro, sem mirabolices lunáticas e “luláticas” megalomaníacas e sem invencionices de “ToT irrestrita”, promessa “sarkoziniana” esta que – como multisabido -, só pode acreditar o intelecto subdesenvolvido e deturpado de um governante tolo, mau-caráter e leviano, que governa idiotas igualmente imbecilizados.

    Tivesse o Brasil lá atrás, quando foi oferecido pela Lockheed Martin (ao que foi respondido pelo cretino do Nelson Jobim, min-def do Lula da Silva-PT, que era “demais pra nós), optado pelo F-35, e não apenas já estaríamos na bica de receber nossas primeiras aeronaves, como também estaríamos participando ativamente do processo, integrando-nos aos países e povos que prestam nesta nossa pequena bolinha azul flutuante.

    E a um preço muitíssimo mais em conta do que o que iremos pagar pelo Programa Gripen NG-Br.

    E nem estou fazendo comparações em termos tecnológicos entre os dois produtos, porque aí é como comparar uma espada da Idade do Bronze com uma da Idade do Ferro…

    Mas como sempre, nós brasileiros preferimos o caminho difícil e duro. Preferimos o caminho da confrontação, do embate, da cizânia com o mundo que presta, especialmente “usamericanus” sempre tão temidos e odiados.

    E com isso jamais perdemos a oportunidade de perder uma oportunidade.

  2. Carlos,
    O motor do F-35 é o mais potente que existe. O “problema” é que um caça furtivo foi feito para operar com tudo dentro, portanto ele tem alguns inconvenientes relativos à aerodinâmica já que tem que ter um volume maior, e a área é diretamente proporcional ao arrasto.
    E não se deixe enganar. O F-35 é considerado pouco manobrável por conta que é comparado com caças “pelados”, só que caças não vão à guerra “pelados” e sim cheio de penduricalhos, como tanque, pods, mísseis, etc., que interferem na manobrabilidade de forma grotesca.
    O F-35 vai com tudo isso só que internamente.
    No mano a mano com um caça “fodão” de manobra, tipo um Rafale “carregado”, duvido muito que ele leve grande desvantagem no quesito manobrabilidade e aceleração.
    Tudo bem que os tanques externos de um caça convencional podem ser alijados, mas isso não inviabiliza o argumento que citei do porque o F-35 é considerado pouco manobrável.

  3. Vader mas vc não acha que o país deveria esperar um pouca para ir de F35 pois este apresenta muitos problemas e tem um preço atualmente maior que o Gripen? vc disse que ele é mais barato que o Sueco mas da ultima vez que vi o preço do F35 estava na casa dos 90milhoes de dólares

  4. No 1º dogfight vai dar mais de 500 post ….. Kkkk ….
    Espero que seja o Adir com um “Super-Fodástico-Tribolado-Hiper-Power-Mega-Turbinado” Irani …. um não …. dois ….. e na perna de volta …. mais uns dois ….. (rs) !

  5. Carlos Campos 10 de dezembro de 2015 at 15:44

    Amigo, faz seguinte, pega o valor que o Brasil está pagando por cada Gripen com a tal “ToT” (divida o total a ser pago pelo número 36) e verifique quantos F-35A daria pra comprar “de prateleira” a US$ 90 mi, que é aliás o mesmíssimo preço “de prateleira” do Gripen NG. Dá uma caralhada de F-35…

    Problemas por problemas, o Gripen NG também terá. Aguarde. Nem protótipo tem ainda…

    Gosto do Gripen. Acho que no que depender dos suecos sairá uma ótima aeronave.

    Mas não presta pra um país sem planejamento e continuidade como o Brasil. Aqui teria que ser feito o simples: compra, de preferência via FMS, faz manutenção e opera. Nada de nhém nhém nhém de “fabricá us aviãum” que isso aqui não rola.

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