Livro Guido Pessotti

Biografia sobre Guido Pessotti, Ex-Diretor Técnico da Embraer, será lançada em 9 de dezembro de 2015

São José dos Campos, SP, 3ª feira, 01 de dezembro de 2015 – A Somos Editora irá realizar no dia 9 de dezembro próximo, às 19 horas, o lançamento e noite de autógrafos do livro Guido Pessotti – Mestre do Design Aeronáutico, de autoria do jornalista e fotógrafo de aviação Mário B. de M. Vinagre. O evento acontecerá no Salão D da Associação dos Pioneiros e Veteranos da Embraer (APVE), à Alameda Cândido Marciano Leite, 88, Vila Bethânia, nesta cidade. A obra tem o Apoio da Embraer e foi realizada via LIF – Lei de Incentivo Fiscal da Prefeitura de São José dos Campos (Lei Municipal nº 192/99), através da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

Sobre Guido Pessotti

Guido Fontegalant Pessotti manifestou interesse por aviação desde a infância e na juventude ingressou no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), onde concretizou o sonho de se tornar engenheiro aeronáutico.

MAB - 6 - EMB-110 Bandeirante

No ITA, trabalhou no desenvolvimento e fabricação do rebocador Panelinha e do planador de alto desempenho Urupema e, no Departamento de Aeronaves (PAR), do Instituto de Pesquisas e Desenvolvimento (IPD), do então Centro Técnico da Aeronáutica (CTA), no desenvolvimento do turboélice de transporte Bandeirante e do avião agrícola Ipanema.

EMB-121 Xingu - 1

Com a criação da Embraer, em 1969, assumiu o posto de Diretor Técnico da empresa, onde liderou o desenvolvimento de diversas versões do EM-110 Bandeirante e dos programas EMB-121 Xingu, EMB-312 Tucano, EMB-120 Brasília, CBA-123 Vector, AMX (parte brasileira) e EMB-145.

EMB-312 Tucano

Sua contribuição ao desenvolvimento da indústria aeronáutica brasileira foi imensurável e a excelência dos produtos criados sob sua gestão tornou a Embraer conhecida mundialmente.

Após deixar a Embraer, em julho de 1991, voltou a dar aulas no ITA e depois passou dez anos no exterior, dando assessoria a diversas empresas nas áreas de Engenharia e Projeto Aeronáutico.

Guido Pessotti é reconhecido como um dos grandes projetistas aeronáuticos de todos os tempos. Além de sua atividade de projetista, foi destacado piloto de planadores, tendo sido campeão brasileiro na categoria e também o primeiro piloto de planadores no Brasil a conquistar o Brevê de Ouro com Três Diamantes.

Em 1974, Guido recebeu a Medalha da Ordem do Mérito Santos Dumont, outorgada pelo Ministério da Aeronáutica por destacados serviços prestados à Força Aérea Brasileira e, em 1986, o título de Eminente Engenheiro do Ano, concedido pelo Instituto de Engenharia do Estado de São Paulo.

Sobre o Autor

Mário VinagreMário B. de M. Vinagre é jornalista e repórter fotográfico especializado na cobertura do setor aeronáutico. Aficionado por aviação desde criança, fez suas primeiras incursões no jornalismo aeronáutico em 1970.
Atuou na Embraer por 15 anos no atendimento à imprensa nacional e internacional especializada em aviação, inicialmente na Assessoria de Comunicação Social e, posteriormente, na Divisão de Marketing, onde ocupou o cargo de Assessor de Imprensa.

Depois de deixar a Embraer, em julho de 1995, passou a atuar como free-lancer, produzindo textos e fotos para diversas publicações nacionais e internacionais do segmento de aviação, tendo também feito a cobertura de feiras e exposições aeronáuticas na Europa, Estados Unidos e América do Sul, e visitado fabricantes de aeronaves e motores no Chile, Canadá, Estados Unidos e França.
Foi editor e coprodutor do livro No céu, na terra e no mar: Memórias de um piloto de provas, do Cel-Av Ref Luiz Fernando Cabral, lançado em 2011 em associação com a Somos Editora, de São José dos Campos.
Durante sua carreira foi agraciado com 13 prêmios de jornalismo aeronáutico conferidos pelo Incaer (Instituto Histórico Cultural da Aeronáutica), do Rio de Janeiro, e pela SAE (Society of Automotive Engineers, Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), de São Paulo.

Especificações técnicas

  • Formato: 170 mm x 235 mm
  • Capa: Cartão Triplex 300 g/m2, laminação fosca, com orelha, verniz com reserva
  • Miolo: Papel couchê fosco 150 g/m2
  • Acabamento: Capa flexível e lombada quadrada
  • Número de páginas: 308
  • Número de fotos: 397

Para maiores informações contactar:

Mário B. M. Vinagre
Alameda dos Acarás, 52 – Aquarius II
CEP 12246-010 São José dos Campos, SP.
Tel.: (12) 3921-4669/98100-1959
E-mail: mariovinagre@uol.com.br

Somos Editora
Av. Dr. Adhemar de Barros, 1817 – Jardim Maringá
12245-010 São José dos Campos, SP.
Tel.: (12) 3322-9113/98191-5888
E-mail: neide@somos.editora.com.br

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Nonato
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Nonato

1970… o quê? O Brasil fabricar aviões? Tá louco? Somente uns 4 países detém essa tecnologia… não somos páreo…

Clésio Luiz
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Olha, não é por serem aeronaves da Embraer não, mas do Xingú até o EMB-145 foi um avião mais bonito que o outro. Depois da privatização eles começaram a dar lucro, mas em estética caiu um pouco. Se bem que o KC-390 é bem agradável.

Já sobre o Tucano, me parece que o EDA adotou a pintura usada pelo protótipo YT-27, no seu retorno em 1983.

Marcelo
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Tucano deve sua existência mais ao Kovacs.

Nonato
Visitante
Nonato

Realmente não são feios. Até porque a maioria dos aviões Boeing, Airbus, Bombardier, dassault, cessna não são grande coisa…

André Bueno
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Bom, beleza é algo discutível e relativa de acordo com a cultura, por exemplo.
Vejamos um exemplo de comparação entre o EMB-110 Bandeirante e um de seus concorrentes, o Shorts Skyvan:

Shorts: http://www.air-and-space.com/Shorts%20Skyvan%20330%20360.htm

Bandeirante: http://spotterbjphome.blogspot.com.br/2012/01/classicos-da-aviacao-embraer-emb-110.html

Rodrigo Figueiredo (@figueiredista)
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Grande Vinagre!

Lc
Visitante

André Bueno,

Como bem disseste, beleza é algo discutível.
Não acho o Bandeirante um primor de design, mas o Skyvan é sacanagem. O nome já diz tudo, parece uma Van com asas.
Outro “esquisito” contemporâneo do 110 é o Swearingen Metroliner.

Sds.

jeronimo
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jeronimo

Grande Guido ,parabens vinagre!