E vai modernizar os radares dos caças Typhoon para o padrão AESA

O Gabinete do primeiro-ministro britânico anunciou hoje a decisão de comprar 9 aviões de patrulha marítima Boeing P-8. A frota de caças Eurofighter também será atualizada com radares AESA.

O Primeiro-ministro britânico David Cameron deve fazer os anúncios quando revelar o planejamento de 5 anos da Revisão Estratégica de Defesa e Segurança (SDSR – Strategic Defense and Security Review) do Governo para avaliação na Câmara dos Comuns hoje mais tarde.

114 aviões P-8 já foram encomendados pela Marinha dos EUA a um custo de US$32,8 bilhões, o que dá US$ 288 milhões por unidade. O avião está substituindo os velhos quadrimotores P-3 Orion e já foi adquirido também pela Índia e pela Austrália.

O Japão chegou a demonstrar seu avião de patrulha Kawazaki P-1 no Reino Unido, mas pelo jeito os ingleses preferiram a solução americana.

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Iväny Junior
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Eu gostava do Nimrod.

Oganza
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Oganza

Ivany,

eu tb… 🙂

o Mk4 era o olho da cara e da alma… mas era lindão, fazer o que? 🙁

É nessas horas em que a escala se impõe de forma brutal e sem piedade.

Grande Abraço.

Wellington Góes
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Wellington Góes

Um importante mercado que a Airbus perde, caso tivesse iniciado os trabalhos com o A319 MP como havia anunciado tempos atrás. Vale citar que empresas britânicas (ou é o governo, falta confirmar direito) têm participação acionária na empresa europeia.

A319 MP
http://old-airbusmilitary.unusualwonder.com/Surveillance/A319.aspx

Carlos
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Carlos

Alguém poderia explicar, de forma objetiva, as funções de uma aeronave dessas?
Seria mais uma espécie de avião radar para detectar navios nos mares? OU também serve para localizar aviões e submarinos?
Que tipos de radares e sensores usa?
Como são realizadas tais missões de patrulha?
O preferível é voar rápido e os radares vasculham o mar, céus e abaixo do mar?
Ou é melhor voar mais lentamente para uma possível observação visual?
Quem os tem, os mantêm em voos 24 horas?
Ou o faz ocasionalmente?

Carlos
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Carlos

Os p-3 brasileiros podem transportar mísseis harpoon. Isso é comum nesses aviões, inclusive nos p-8?
Ou depende do cliente?
Quantos mísseis um avião desses (p3 e p 8) poderiam transportar?
poderia se configurar numa espécie de avião patrulha bombardeiro? Já que os mísseis transportados não iriam interferir no trabalho de patrulhamento…
Ou seja, em vez de identificar navios inimigos e chamar os caças, já teria os mísseis a postos. Patrulha e ataca.

Marcelo
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Marcelo

Essa bola estava cantada….
Excelente aeronave, mas deve ser bem cara. Acho que para os brothers do Reino Unido, Tio Sam deve fazer um precinho camarada.

Iväny Junior
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Oganza, pois é, uma pena. O que prejudicou muito o Nimrod é que ele era feito em cima da plataforma do de Havilland Comet, avião comercial que há muito tempo saiu de linha. Se a BAe tivesse aviões comerciais em seu catálogo, poderiam até ter achado uma solução. Wellington, na airbus existe um patrulheiro feito em cima do C-295, já está sendo utilizado por alguns países. Carlos, tanto o P-3 quanto o P-8 são patrulheiros marítimos. Têm radar AESA otimizado para patrulha aérea do oceano, têm capacidade de lançar mísseis antinavio e torpedos, sonobóias para localizar submarinos, busca e salvamento… Read more »

joseboscojr
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joseboscojr

Carlos,
Esse avião de patrulha tem função tanto de detectar e atacar navios como submarinos.
Seus sensores são: radar ar-sup, FLIR, RWR, MAD (detector de anomalias magnéticas), sonoboias ativas e passivas, etc.
O radar não tem função de detectar aeronaves mas somente alvos na superfície do mar (incluindo periscópios).
Como ele não paira como um helicóptero que pode usar um sonar de mergulho o jeito dele detectar um alvo submerso é através das sonoboias descartáveis, usando sonar ativo e passivo.
Para atacar navios ele faz uso de mísseis antinavios e para atacar submarinos ele faz uso de torpedos leves.

Renato B.
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Renato B.

Quem sabe seja um mercado futuro para o KC-390. Afinal, ainda existem muitos usuários de P-3 que vão trocar no futuro e o P-8 não vai ser para qualquer um.

Marcelo
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Marcelo

Só um comentário, Bosco. Os P-8 americanos não tem o MAD, sei que os indianos irão instalar um feito lá. Provavelmente a versão britânica deve ser igual à americana, para manter os custos mais baixos.
Abraços

joseboscojr
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joseboscojr

É Marcelo,
Parece ser um equipamento em desuso tendo em vista o uso de metais amagnéticos e técnicas de desmagnetização dos cascos.

carlos alberto soares
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carlos alberto soares
carlos alberto soares
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carlos alberto soares

Caro Carlos 23 de novembro de 2015 at 3:08,
Observo suas perguntas e sua “sede” de assimilar informações. Vejo nossos colegas lhe responderem o que é muito bom.
Mas permita-me educadamente lhe dar uma sugestão: Vá ao campo de busca nas páginas da Trilogia e coloque palavra chave das suas dúvidas/indagações, verás farto material para consulta, não se detenha as matérias, vá tb aos comentários. Farto material Colega. Quando houver muitos comentários, procure se manter em Colegas que estão sempre presentes na Trilogia, é aula atrás de aula lhe garanto. Espero estar contribuindo …. Saudações !

Marcelo
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Marcelo

Não chegaria a dizer que o MAD está em desuso, já que o novíssimo P-1 japonês o tem e os indianos querem tê-lo nos P-8I. Parece que a decisão de remover o MAD dos requisitos da USNavy teve a ver com redução de peso e com o fato do 737 ser otimizado para perfil de em altas altitudes, ao contrário do P-3. E em altas altitudes, o MAD perde eficiência.
Abraços

Juarez
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Juarez

Vai ser o novo P 3 dos usuários, enquanto isto a Airbosta tenta embundar mais algum troucha com 295 W ultra powe foderation..,…

G abraco

Tiago Silva
Visitante

Antes tarde do que nunca, quando da desativação dos Bae Nimrod o Reino Unido ficou desprovido de meios aéreos próprios para a realização das missões de patrulha marítima. Os Japoneses tentaram emplacar o seu P-1, mas o P-8 da Boeing é sem dúvida a uma das melhores opções do mercado começando pelo fato que ele é baseado na plataforma do mais que difundido 737 e que seu custo de manutenção e operação vão ser muito baixos e com uma grande cadeia de fornecimentos de sobressalentes em todo o globo. Sempre penso na possibilidade da Embraer desenvolver uma várias plataformas no… Read more »

Mauricio R.
Visitante

A BAe vendeu seus 20% de Airbus a então EADS em 2006.
Os P-8 da US Navy não receberam um sensor MAD devido a intenção em aliviar seu peso (1600 Kg), melhorando o desempenho da aeronave.
Um UAV equipado deste sensor p/ emprego pelos P-8, está em desenvolvimento pela BAe.

“…ainda existem muitos usuários de P-3 que vão trocar no futuro e o P-8 não vai ser para qualquer um.”

A própria Boeing tem anunciado um MSA sobre plataforma Challenger 600, equipado c/ quase que a mesma aviônica do “Posseidon” como opção.
IAI e Dassault tb tem ofertas semelhantes.

Wellington Góes
Visitante
Wellington Góes

Iväny, sim, eu sei, mas o C-295 MPA é de uma categoria abaixo, é de baixo custo (aquisição e operação), serve para completar a frota como faz o Chile (P-3C e C-295 MPA), por exemplo. É muito útil à pequenas marinhas/forças aéreas, de países com litoral pequeno e recortado. O A319 MPA é (ou será) outro patamar, equivalente ao P-8 Poseidon. Acredito que França, Espanha e Alemanha, futuramente, acabarão substituindo seus Atlantics e Orions por esta variante, o que será bom ao mercado, é mais uma opção. É bom a Embraer apressar o passo em relação ao P-190, rsrsrs. Maurício,… Read more »

anildo cruz
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anildo cruz

que belo avião o p-8, nunca tive oportunidade de ver um ao vivo.
mas tenho uma pergunta para quem estiver em condiçoes de me ajudar, é verdade que os radares dos avioes se estiveraverem no solo e ligado uma pessoa atravesar pela frente a pessoa corre o risco de ficar inpotente.
obrigado e desde ja obrigado por quem me ajudar

juarezmartinez
Visitante
juarezmartinez

Esta parceira entre a Boeing e a Bombardier só aconteceu graças a desgoverno Brasil seus tots(que o WG é defensor implacável), caso contrário a história seria outra.
A 319 MPA é fruto de imaginação,” non ecsiste”

G abraço

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

Aqui no Brazil creio os P 99 ter o melhor pedigree para tal, óbvio precisamos de mais unidades e as atuais serem modernizadas. Nada contra a modernização dos Bandeirulhas e os P 3AM com dentes.
Aliás,
Caro JM as Asas dos P 3 continuam podres ? E as garantias etc …..

Bartolomeu
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Bartolomeu

Um dos comentaristas afirmou que o Orion está com as asas “podres”. Há mais detalhes? O que aconteceu com o trabalho de revitalização na Espanha?

carlos alberto soares
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carlos alberto soares

Ou colocarmos os recheios modernos(nizados) no E-190. O Cel Nery já apontou esse vetor como a melhor solução para E 99, portanto vai por tabela ? Ou ficamos com ambos na plataforma dos 145 ? Ou duas, E-190 e P 99/R 99 modernizados ?

joseboscojr
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joseboscojr

Marcelo,
Pode ser, mas vale salientar que os MH-60R também não possuem o MAD.

Mauricio R.
Visitante

Praticamente 1/3.
Caraca e pensar que em outros tempos a RAF chegou a ter 3 esquadrões de MPA/ASW e ASuW, mobiliados de “Nimrod”….
Sem contar as 11 células escrapeadas qndo a versão AEW foi p/ a glória e as 3 células para ELINT do Esquadrão 51.
Que decadência.
Ou seriam os custos da intervenção no Iraque e no Afeganistão??? Ou seria o F-35??? Dizem que por onde esse passa, o dinheiro sublima!!!

Oganza
Visitante
Oganza

319 MPA imaginem a escala… em toda a Europa, incluindo akeles não tão prováveis assim: De P-3 Orions tem o que? Uns 25-30 ainda em operação por lá? De Atlantic, tem o que? Uns 30-35? Ok, no melhor cenário seriam uns 65 vetores para serem substituídos… – Não Meus amigos, se cada P-8 sai por US$ 288 milhões, cada 319 MPA sairia por US$ 350 milhões no mínimo. É a escala, sempre ela… só países como Japão, Rússia e China para poder bancar o seu próprio patrulheiro de 1ª linha e seguir em frente sem olhar para trás. Os Europeus… Read more »

Iväny Junior
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Oganza A Europa foi combalida pela crise, mas o núcleo rico ainda tem condições de bancar, até porque, gera muitos empregos um projeto desse tipo. Acredito que vai sair. O interessante é que vários armamentos que a Alemanha foi proibida pela ONU de fazer e pesquisar logo após a segunda guerra voltaram ao mercado por buscas de países da própria ONU. O negócio sendo bem feito, tem que compre. Embora a DASA (antiga Daimler-Benz Aerospace) tenha se camuflado muito bem comprando a Airbus e mantendo a sede na frança, hehe. Por isso, acredito que o negócio sai, porque tem qualidade.… Read more »

Oganza
Visitante
Oganza

Ivany,

todos os produtos citados tem escala… 🙂

Já um patrulheiro? Sei não, pode se tornar mais um A-400M, que hj é praticamente o F-35 deles…

…a DGA da França acabou de emitir um ROB para meia dúzia(?) de C-130 para poder reabastecer seus helo pois o A-400M simplesmente não pode faze-lo… a turbulência ficou muito grande e a solução ainda não apareceu no horizonte.

Eu realmente não vejo uma Espanha encomendando uns 9 Patrulheiros de 1ª linha e pagando U$350 milhões (ou provavelmente mais) a unidade.

Grande Abraço.

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Acredito que a FAB/EMBRAER perderam o bonde da historia quanto ao P-99. Via o P-99 como substituto do P-95, e não do P-3, como queriam alguns. Porém, a célula do ERJ145 não é muito grande, dificultando a instalação de todos os equipamentos que uma aeronave de Patrulha necessita. Desconheço o valor da hora de voo do KC-390, mas quero crer que seja mais alto que a do 190, que possui milhares de células voando mundo afora, com um pós venda consagrado. Por isso sugeri a plataforma 190 para substituir o E-99. O KC-390, salvo melhor juízo, tem um peso máximo… Read more »

Jr
Visitante
Jr

Juarez, a Airbus ainda vai vender muito C295W até porque a maioria dos países não tem dinheiro para comprar um avião com a capacidade do P8 aliás a maioria dos países sequer precisa de um avião com a capacidade deste, no final o C295W sequer compete com o P8 e até a Boeing sabe disso por isso ela fez o MPA que utiliza a plataforma de um Bombardier Challenger 605 este sim compete com o C295W

Jr
Visitante
Jr

Juarez nesse caso vou discordar de você, a Boeing escolheu o Challenger da Bombardier por vários motivos que não tem nada que ver com o governo Brasileiro, um dos motivos o Rinaldo Nery falou aqui em cima, que a célula do 145 não comporta a instalação de todos os equipamentos que uma aeronave de Patrulha necessita e isso todo mundo sabe desde aquela vez que a Embraer junto com a Lockheed Martim ganharam aquele contrato nos Estados Unidos e não levaram e depois a Lockheed culpou a Embraer por isso, creio que a Boeing levou isso em conta, outro motivo… Read more »

douglasfalcao
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o Sr. Rinaldo Nery, isento de paixões ideológicas e partidárias, como sempre, deu o norte da discussão…. Na minha avaliação, um governo que não consegue sequer pagar fornecedores civis de insumos cotidianos, não consegue cortar nenhum carguinho DAS de apaniguados e só fala em aumentar imposto não tem noção nenhuma do que é realmente importante para o país. A escolha criminosa de células P3 sucateadas para receberem mais de um bilhão de investimentos com horizonte curto de uso, pois estarão sob serias limitações de operação dentro de poucos anos (se já não estão…) demonstra o descompromisso do Estado, i.e., da… Read more »

Juarez
Visitante
Juarez

Olá Jr, sim eu sei a diferenca e concordo, mas a Airbosta continua oferecendo como solução ASW e isto como diria o Cap Nascimento, nunca serão.
Com relação a proposta da aeronave Comint/Sigint do USArmy, se não me engano foi está a concorrência, e não uma aeronave de patrulha que para isto na minha modesta opinião o P 99 tinha e tem algumas limitações, e aquilo não foi para frente em função do desgoverno Brasil.

G abraco

sergio r ferreira
Visitante
sergio r ferreira

E quanto ao R99 e P99 alguém pode me explicar? Não seria melhor desenvolver um “patrulheiro marítimo” localmente. Obrigado.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Sergio, a EMBRAER só irá desenvolvê-lo se tiver pra quem vender, e pagar os custos de desenvolvimento e produção. Como já há muitas opções no mundo, como foi comentado acima, não vai rolar. O KC-390 já está dando problema.

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

Juarez, bem lembrado. Foi a concorrência do US Army.

Iväny Junior
Visitante
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O Orion é uma ferramenta de intervalo. Porque a base dele (Electra) saiu de linha. O jogo de mercado aponta que os operadores de Orions e Atlantique’s esperam uma solução de alto nível. Se a escala for pequena (vamos supor que embarquem no patrulheiro os mesmos países do consorcio Typhoon menos o Reino Unido), mas que gere empregos e no fim deixe a balança econômica no azul, vai ser feito um Airbus. E eu acredito piamente que dá, pois, só a Alemanha dá conta de alavancar o projeto só (tecnicamente e financeiramente).

Saudações a todos.

Mauricio R.
Visitante

E a França que pretendia interessar os britânicos na modernização de seus Atlantique 2, dentro dos acordos de Lancaster House; dançou!!! A proposta de uso do ERJ-145 no ACS não foi em frente, pois alegou-se que a aeronave não comportava as necessidades de geração de energia elétrica dos sistemas embarcados. O Canadá está a procura de substitutos p/ seus CC-115 Buffalo de SAR, já a uns 11 anos. A aquisição dos P-3 não foi um erro, o P-8 nem disponível se encontrava a época e o P-99 nunca passou sequer perto de atender as necessidades da FAB, o erro foi… Read more »

Mauricio R.
Visitante

“O Orion é uma ferramenta de intervalo. Porque a base dele (Electra) saiu de linha.” Tem bem uns 50 anos que o “Electra” saiu de linha. Uma célula de P-3 guarda mto pouca semelhança do ac original, é um outro produto. “E eu acredito piamente que dá, pois, só a Alemanha dá conta de alavancar o projeto só (tecnicamente e financeiramente).” Os alemães operam 8 ou 9 P-3C ex-holandeses, já a França opera 22 a 27 Atlantique 2 (ATL 2). É a França que tem uma necessidade premente de substituição, não os alemães. Essa versão MPA do 319 “morreu” vários… Read more »

Iväny Junior
Visitante
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Mauricio, é verdade. Embora ainda exista Electra em ação no mundo, o P-3 teve grande escala (maior que o electra, inclusive) e foi fabricado até 1990, porém, se ainda existisse produção do vetor original, a escala de manutenção seria mais prolífica. Afora isso, o fato da Airbus ter sede na frança pode facilitar esse negócio em cima do 319 (ou de qualquer outra plataforma adequada do catálogo). Existem outros países precisando de um consórcio similar (geração de empregos) que podem, eventualmente, apoiar o programa.

carlos alberto soares
Visitante
carlos alberto soares

Brazil: O Cel Nery já comentou inúmeras vezes sobre este tema, realmente os E/P/R 99 como uma solução local associada aos Suecos, e em substituição aos Bandeirulhas etc, salientando que todas as vezes que se fala neste espaço sobre combates aéreos os E 99 são destaque e diferencial. Queremos algo melhor ? O Cel esteve na Suécia e apontou a SOLUÇÃO local + Suecos = E 190, fecho com isso e pronto. KC 390 ? O Cel já explicitou, tiro no pé ……. ops …….. na asa ! P 3 AM as asas estão podres, a solução para mim foi… Read more »

Rinaldo Nery
Visitante
Rinaldo Nery

O problema nas asas já havia sido avisado. É só o que posso postar.

juarezmartinez
Visitante
juarezmartinez

As asas vãoss er feitas provavelmente no PAMA GL, e espero que a DIRMA tenha a lucidez suficiente para não cair de nova nas mãoss do picaretas da Airbosta e homologuem a proposta da LM que já tem tudo prontinho é vapt e vupt.

G abraço

Jr
Visitante
Jr

Juarez você sabe dizer caso a Lockheed for escolhida a troca dessas asas vai ficar muito cara? Na boa depois dos 8% de aprovação a tia ficou toda amiguinha dos americanos, visitou o Obama, não reclamou da NSA, aprovou aquele acordo com os americanos que estava no fundo da gaveta e todo empoeirado em tempo recorde.

Delmo Almeida
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Delmo Almeida

Com o RU dizendo que deve atualizar os EF 2000 (chamados por eles de Typhoon) e terminar o radar AESA, acredito que o EI acaba se tornando a salvação para esse projeto que eu tanto namorei e me decepcionei por ver que foi tratado de forma tão prostituída pelos seus sócios. Os franceses fizeram um trabalho infinitamente melhor com a gestão do projeto do seu Rafale mesmo sozinhos, a Dassault recebeu o primeiro radar de série em 2011, enquanto o EF 2000 a previsão é 2018 (da última vez que vi e só acredito por essas mudanças que estão ocorrendo).… Read more »

Iväny Junior
Visitante
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Juarez

Em termos de sensores, radar e integração de armamentos, o upgrade na airbus foi bom. Agora o problema estrutural das asas não estava no pacote. Se tinha que ser feito tudo na LM pra ficar mais barato, tudo bem, concordo. Mas foi dito também em muitos meios que a solução da Airbus nesse caso também era a mais barata.
O PAMA tem capacidade de resolver esta questão?

Mauricio R.
Visitante

Caraca, ninguém pesquisa nada por aqui??? Só na US Navy a LM e a L-3 reformaram umas 80 células de P-3C, tirando Brasil e Espanha que contrataram a Airbus, quem contratou upgrade de P-3 o fez c/ os americanos!!! Até a Argentina, que está fazendo o seu upgrade via OGMA de Portugal.
O PAMA GL se vier a fazer algo, vai instalar um kit fornecido pelos americanos, em uma ou duas células assessorados por uma equipe americana, testa, homologa e depois pau na máquina.

Wellington Góes
Visitante
Wellington Góes

Vamos lá, sobre a possibilidade do A319 MPA vir a existir, mais ou menos como Iväny colocou, existe não só a possibilidade (capacidade industrial instalada, como também plataforma já disponível) deste projeto se tornar realidade, como também ser uma questão política (interesse dos governos envolvidos). A plataforma (a mesma do ACJ – charuto do A319, com asas do A320) foram produzidas aos montes e ainda está em produção, ou seja, a aeronave já existe, não precisaram injetar muito mais dinheiro pra isto, apenas algum trocado para alguns ajustes, afinal seria uma aeronave militar. A Airbus (Airbus Casa) também já possui… Read more »

Bosco
Visitante

“”””Caraca, ninguém pesquisa nada por aqui??? “””
Não pode!
Se pesquisar o Topol vai desconfiar e vai chamar o infeliz de “inspicialista da Wikipédia”
Tem que ser tudo de cabeça…

Mauricio R.
Visitante

Bosco,

Fox 3!!!