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Vídeo: caça F-35A dispara canhão de 25mm na capacidade máxima

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EDWARDS AFB – Um caça Lockheed Martin F-35A Lightning II disparou 181 projéteis com seu canhão de 25mm de quatro canos, durante um teste no solo na Base Aérea de Edwards, California, no início deste mês.

O canhão fica dentro da asa esquerda do avião e dará a capacidade aos pilotos de engajar alvos no solo e no ar.

A F-35 Joint Strike Fighter Integrated Test Force busca completar os testes no solo este mês e começar os testes no ar no outono. No final do programa de desenvolvimento e fase de demonstração em 2017, o F-35 terá uma arma operacional.

A primeira fase de testes do canhão do F-35 começou em 9 de junho, quando disparos iniciais foram feitos na área de testes de harmonização da base. Nos meses seguintes, a quantidade de munição disparada foi aumentada gradualmente até atingir 181 disparadas em 14 de agosto.

Para conduzir os testes, foi utilizada a aeronave F-35 AF-2, que recebeu modificações e um canhão de produção GAU-22/A. Os testes no solo foram projetados usando um software para replicar o voo real e a aeronave usou munição PGU-23/U, que não explode no impacto

FONTE: F-35.com

42 COMMENTS

  1. Galante, boa noite!!!!
    “Os testes no solo foram projetados usando um software para replicar o voo real”.

    Obviamente esse software não se destina apenas a abrir a porta do canhão e efetuar os disparos. Tem alguma informação de que esse software proporciona?

  2. O que fica claro sem achismo ou torcida, que acesso a informação real e videos estão sendo posto na rede. Isso ajuda e muito os amantes da aviação.

  3. M109, num eventual campo de batalha o que salva ainda é um bom tiro, seja de qual calibre for. A pólvora ainda vai fazer muita diferença. Entre uma simples 9mm, e um objeto tecnológico, a diferença ainda é uma 9mm na mão.

  4. já combinaram com os russos ???….rs

    Sorry, não resisti. Mas se todos “principalmente os americanos” dizem que o mesmo (F-35) é limitadíssimo para combate …”asa x asa” … essa “fantástica” tecnologia de 25mm parece mais um… “vamos jogar para a torcida”.

  5. Uma vez li em uma revista especializada o seguinte foi se o tempo onde se juntavam um monte de homens para conquistar territorios hoje em dia tudo depende da alta tecnologia o Estado slamico esta ai para provar o contrario

  6. Xtreme
    Os americanos dizem que o rival do t-50 e o f-35 se colocasem os dois lado a lado no solo eu apostaria no t-50 mas o que conta e a tecnologia embarcada e o combate bvr dificilmente os dois entrariam em combate a curta distançia ai eu apostaria no f-35

  7. Sempre tive curiosidade a respeito do canhão destas aeronaves muito interessante o vídeo, mas fiquei com uma impressão que a tampa iria soltar a qualquer momento.

    A-10 30mm
    F15/22 20mm

    Fusão

    F-35 25mm?

    Estou enganado ou seria este um canhão com propósito múltiplo prover apoio aproximado e dogfight?

  8. Não sei se li ou alguém comentou que o software proporcionaria um controle de alvo, ou seja, por controle micro dos comandos o software ajustaria a aeronave em relação ao alvo.

  9. Independente do caça ser bom ou ruim no dogfight o certo é que se ele tem um ele forçosamente irá usá-lo, desde que o procedimento seja treinado.
    O que é certo é que o canhão deverá ser usado contra ameaças assimétricas (drones, aviões civis, etc) que não justifique um tiro de um milhão de dólares.

  10. Apesar das controvérsias,é um caça que ainda gostaria de ver na FAB,mesmo que em poucas quantidades,porem,não antes do SU-50 russo hehehe

  11. Por que 25mm ? existe uma lende de que no USMC os ADEN de 30mm do AV-8A causavam tanto estrago quanto uma rajada leve (6 a 20 tiros) do GAU-8A do A-10. Os vulcans com 20mm tem uma cadência maior mas para mesmo “estrago”gastam muita munição. Para uma pessoa normal o ADEn ou DEFA de 30mm seria uma opção mais práitca, econômica e eficiente.
    Aí aparece a malandragem da General Dynamics: “Vamos desenvolver uma arma de calibre intermediário de alta tecnologia, que vai nos fornecer o melhor dos dois calibres”.
    Bom até hoje não li reclamações do USMC sobre o GAU-12 nos AV-8B, mas geralmente vejo fotos desse avião sem os pods dos canhões – ao contrário dos GR.5 da RAF, daí vai a conclusão de cada um…

    Curiosidade: o espaço interno reservado para o canhão era praticamente para o M-61 Vulcan o mesmo do F-22, não caberia então o GAU-12 Equalizer. De novo a malandragem da GD: “Vamos passar de 5 para 4 canos que cabe !”

  12. Por que ninguém comenta o fato da Lockheed ter bancado um série de voos do Yak-(1)41 para aprender como motores de sustentação se comportam e todo o esforço estrutural na aeronave. Nào estou dizendo que o Lightning II seja uma cópia do Freestyle, mas sem o segundo certamente não teríamos o primeiro.

  13. Ricardo:
    Tem muito tempo que isso já foi discutido por aqui: sim, o F-35 é um avanço do Yak-141, além de ser furtivo. Com o fim do desmantelamento da União Soviética, a LM “associou-se” à Yak e assim pode conhecer melhor o 141. E há quem diga que jamais houve de fato uma concorrência entre o YF-34 da Boeing e o YF-35 da LM, pois o segundo estaria vinte anos a frente.

  14. Tem uma história muito boa da GD:
    Tem gente que não gosta de falar “Lockheed-Martin F-16”, prefere “General Dynamics F-16”. Acontece que o Falcon não foi criado pela GD !?!? A verdadeira genealogia é Vought : F-8 -> A-7 -> Project ???[não lembro o no.]. Parece que na época a Vought propôs dois projetos para substituir o A-4 o que ganhou virou o A-7, o outro ficou esquecido. Não sei exatamente como (espionagem, compra de projeto…) mas a GD pegou o projeto “desnavalizou” e apresento no LWF – Lightweight Fighter Program e ganhou. A Vought, que ja tinha virado LTV Ling-Temco-Vought, ficou de bico fechado (um cala -boca talvez?) e tteve seu nome apagado da história do F-16. É possível achar na internet alguns desenhos, concitos e até um u dois mock-up do projeto nas cores da USN.

  15. Meu Deus!
    Lá vou eu de novo!!!
    O que o F-35B tem que o Yak-141 tinha como inovação?
    O avião russo tinha 3 motores, o F-35B tem 1.
    O avião russo tinha dois motores exclusivos para VTOL, já o F-35B tem um “ducted fan” no lugar.
    O avião russo derretia concreto com seus 3 jatos, o F-35B tem uma temperatura no modo “vertical” muito mais baixa já que mistura o ar frio do “fan” com a turbina.
    O avião experimental russo tinha um motor principal com um escape articulado tipo 3BSM e o F-35B também tem esse bocal, e ambos copiaram de desenhos antigos como por exemplo do projeto Convair 200 que foi proposto na década de 60 para a USN.
    https://m.cdn.blog.hu/le/lemil/image/Proletair/xcrafts/convair_200_1.jpg
    Sem dúvida os americanos buscaram trocar experiência com os russos e isso é bem normal num mundo globalizado

  16. Pra quem faz 90% das surtidas à noite, voa ao lado de feras como o F15, F16, F18 e F22, ser lento em dogfight num cenário voltado para a discrição e o BVR não vejo demérito algum. Esqueçam o F4B no Vietnã. Os tempos são outros e o tipo de missão que o F35 faz em 90% das surtidas, tornou o canhão supérfluo. Esse avião fará uma revolução na arena de combate até a primeira metade do século.
    O problema daqui é que a mentalidade ficou nos anos 80. Esqueçam isso, é passado. 😉

  17. SE o Yak-141 fosse realmente o pai do F-35, só ficaria mais á mostra como a Rússia/URSS foi incapaz de aproveitar a oportunidade.
    Igual o tal võo do Santos Dumont. Se ele foi mesmo o pai da aviação e é brasileiro, só fica registrado como uma VERGONHA nacional de ficarmos uns 70 anos sem fábricas de aviões, e que só tivemos uma por insistência do Ozires Silva/militares.
    Esse negócio de ah, ele foi o primeiro e blah blah blah.
    GRANDES COISA! Foi o primeiro e não foi adiante então não adianta ficar cantando pros 4 ventos.

  18. Voltando ao assunto principal, o canhão.
    Pois é, alguns falam em poucos projéteis, só que…
    Só que os disparos feitos serão mais precisos. E serão precisos porque há um software que irá corrigir a mira.
    De resto, como já foi dito, você vai disparar o quê quando for interceptar um jato civil ou atacar um drone? Vai gastar um milhão de dólares num míssil pirotécnico?

  19. Minha impressao sobre o conjunto da obra e vendo o video, eh de q esta porta nao vai aguentar a vibracao qdo a porta for aberta em voo e menos ainda qdo a arma for disparada em media velocidade ……tbm acho q vai ser ate dificil fecha-la…… Minha opiniao OK….Sds

  20. Yak-141 e o F-35 usam o mesmo conceito para pousos e decolagem vertical, um motor pricincipal com escape articulado e o outro “sistema” de elevação auxiliar que fica logo atras da cabine do piloto, a diferença é que um usa dois motores a jato pra auxiliar na elevação e o outro um ducted fan, mas de resto é o mesmo conceito.
    Além do mais Lockheed fez um acordo com a Yakovlev envolvendo mais de 385 milhões de dolares, e a Lockheed não gastaria essa grana se não achasse que pudesse aprender algo com o Yak-141.

  21. Pessoal, deixemos o Yak-141 de lado, já sabemos que ambos se “inspiraram” no Convair 200, americano. O canhão de 25mm é muito bom, acho apenas 181 projéteis muito pouco para dar segurança e conforto ao piloto, por isso a existência do software de controle de tiro para otimizar ao máximo a rajada, pois só tem alguns segundos. De resto, avião sem canhão não funciona, independente se é para os fãs ou não, há uma necessidade REAL do canhão, isso é incontestável.

  22. Interessante a portinha que abre na lateral ao mesmo tempo que a superior. Pelo jeito é para resfriar o canhão e seu compartimento.

    Um uso do canhão que pouca gente lembra, é o tiro de aviso para uma aeronave que está entrando em espaço aéreo protegido, e não responde às chamadas de rádio.

  23. Então o uso de canhão no F-35 se restringiria a tiros de aviso e ameaças assimétricas, com uso de software de mira pra gerenciar os disparos ?

    Ora, coloca-se um Pontiac M39 – o mesmo do F-5 – com uma generosa capacidade de munição, e pronto. Mais leve e barato.

    A cadência elevada de disparo era necessária porque afinal se disparava em dogfight, quanto mais projéteis tentava se acertar no inimigo mais rapidamente, melhor. E na base do olhômetro, sem software de auxílio. O famoso “spray and pray” – pulverize (chumbo) e reze (pra acertar). Afinal quem não abate é abatido.

    Mas para um país que tem $$$ pra gastar no desenvolvimento de uma aeronave, de 6ª geração, em 3 subtipos diferentes, para adquirir mais de 2000 unidades, isso é nada.

    Não sei se acho graça no desperdício ou invejo a capacidade.

  24. Todo caça possui software para o canhão.
    Todo radar de caça com canhão tem o modo “canhão” onde a pontaria é mostrada no HUD e deve ter algum sinal sonoro.
    No caso do F-35 que não tem HUD esse software deve ser mais “complicado”.
    Há uma distância “ótima” onde a probabilidade de acertos é maior devido à “dispersão” dos projéteis. O caça tem que colocar o caça inimigo nessa “faixa letal” e o software aliado ao radar é que avisa o piloto quando isso acontece.
    Provavelmente o software também mostra o melhor caminho para que o piloto consiga melhor posicionar o caça inimigo dentro dessa faixa.

  25. Bosco 21 de agosto de 2015 at 23:38
    Por favor não se estresse.
    É sabido o fato da Lockheed e a Yakovlev terem trabalhado juntas – na verdade a 2a. contratada pela 1a.
    Os estadounidenses foram aprenderam e melhoraram e daí ? Daí que eles devem ter economizado algum tempo e recursos. Estão certos. Fizeram melhor que a MDD com a BAe e o Harrier, já que a MDD praticamente só custeou o projeto da BAe para a asa do AV-8B. Não aprenderam e não evoluiram o projeto, tanto é o Boeing X-32 não usou o projeto da MDD no JSF.

    Parabens para a Lockheed em reconhecer um potencial, aproveitá-lo e melhora-lo !

    Agora, se o F-35 vale o quanto custa . . . .

  26. Bosco 21 de agosto de 2015 at 23:40 #

    “Aliás, o Yak-141 é que visivelmente se inspirou no Convair 200”

    Como diria uma falecida tia minha:
    “É igual , só que diferente!”.

    Se bem que . . . . . será que dá pra fazer um Gripen VTOL ?

    Em 1/72 acho que dá!

    Grande abraço

  27. Caramba, olha a cadência de um negócio desses ! Agora é colocar o F-35 para voar e testar na blindagem de um Armata russo, vamso ver se a blindagem do bichão suporta essa descarga toda kkkkk

  28. Bosco.

    Pensei que, do jeito que falam do F-35, que o piloto decidisse pelo canhão e o software disparasse automaticamente quando o alvo entrasse na mira, sem desperdício de munição.

  29. o Yak tinha três motores e o F35 tem dutos para canalizar os gazes e manter o equilíbrio no ar, não o que se negar que a Yak assessorou parte do projeto JSF e LM não esconde, a diferença é que os estadunidenses tinham e tem mais dinheiro que os soviéticos/russos

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