Home Divulgação INFOGRÁFICO: esquadrões da USAF de comando e controle, reconhecimento, resgate, reabastecimento e...

INFOGRÁFICO: esquadrões da USAF de comando e controle, reconhecimento, resgate, reabastecimento e outros

981
16

Clique nos infográficos abaixo para ampliar a imagem e conhecer os esquadrões de comando e controle, reconhecimento, resgate, reabastecimento etc. da Força Aérea dos Estados Unidos.

Conheça também o inventário da aviação de caça dos EUA, clicando aqui.

Recon, Spec Ops, Rescue And Tanker USAF Inventory

ESQUADRÕES DE REABASTECIMENTO EM VOO

USAFs aerial refueling fleet

ARTE: CIGeography

16 COMMENTS

  1. É muita apelação. Estados Unidos deveriam parar de investir nas suas forças por 50 anos para que outras possam chegar perto dela.
    Sds

  2. Quantos países juntos se fazem necessários para ter uma frota de mesmo número que a frota americana???
    Realmente é de cair o queixo e parabenizar por serem tão grandiosos!
    Enquanto isso, num país um pouco mais ao sul…

  3. A muitos estas quantidades acima podem parecer exageradas, e vão usar como justificativa o permanente estado de guerra que os americanos se impõem.
    Éhh!, para os leigos esta é uma boa justificativa, porém está longe da verdade.
    Este raciocínio é por desconhecimento de certas realidades, que vão além do tal clima de guerra.

    Vejam , que há americanos que ainda acham essas quantidades insuficientes.
    Insuficientes! Como assim?

    O que acontece hoje vem lá da WW2, na qual para os USA atuaram na Europa e Ásia, tiveram que construir uma gigantesca indústria bélica, que produziu só no quesito aviões, mais de 100.000 unidades em praticamente 5 anos.
    Logo, atualmente, essa sua estrutura militar estremamente robusta não saiu do nada. Ou apenas de um super sentimento de prevenção. Esses números que chocam muitos de nós, para os americanos fazem parte de um contexto corriqueiro até.

    Uma encomenda de 36 caças para lhes defender é que lhes seria por demais chocante… Terrível!!!!
    Ainda mais se a entrega fosse aos poucos e num futuro distante.

  4. Sinceramente não consigo imaginar uma força atual que pudesse fazer frente aos EUA, até porque não é só quantidade. É qualidade e treinamento, além de uma sólida indústria que anda em paralelo com as universidades, com a iniciativa privada, sem nenhum receio de gerar lucro e riqueza, além de, obviamente, um povo que tem uma exata noção de patriotismo e do que custou a eles chegar onde chegaram. Realmente é maior potência mundial e não vejo isso mudar tão cedo, apesar da China.

  5. Interessante…

    …a USAF não tem mais os seus esquadrões de caças para ataque eletrônico dedicado e está tendo que emprestar o da USN por meio do VAQ-129 “Vikings” com seus EA-18G Growlers.

    E realmente, é gigantesco… mas tb é impressionante a importância que eles dão a capacidade de Consciência Situacional…

    … acho que quem conseguir elaborar uma tática para “quebrar” ou dificultar tal capacidade poderá vislumbrar alguma chance.

    Ps.: Elaborar uma tática não é o mesmo que ter os meios para executa-la… isso já são outros 500. 🙂

    Grande Abraço.

  6. E por problemas ideológicos da Petralha deixamos de aprender muita coisa com eles. Tivemos que recorrer aos franceses.
    Quando estava comandando o Guardião não consegui um intercâmbio com os Esquadrões de E-3, em Oklahoma, nem a pau!

  7. Prezado Oganza,
    Pelo jeito existe sim uma tática vencedora contra esse poderio todo, e não é baseada num número igual ou superior de meios. Apenas num adversário com capacidade tecnológica de ponta e forçado a guerrear.
    Ela se baseia numa estratégia principalmente de excelente espionagem no alto comando americano…
    Ao se saber que os americanos vão empreender um ataque a seu país, vc os ataca antes da ordem deles de ataque chegar as tropas. Seu ataque se concentra apenas em suas bases aéreas, destruindo-as.
    Nada de atacar quarteis, bases da marinha e infra estrutura de valor.
    O Calcanhar de Aquiles são suas aeronaves no chão. Quando há chances de destruir várias ao mesmo tempo.
    Os demais detalhes, e são vários, fica em sigilo. rsrs!

    Ninguém é invencível. A História prova. E nem sempre é a quantidade por si só sai vencedora.
    Na Batalha das Termópilas na qual algumas centenas de gregos enfrentaram cerca de 300.000 persas, vemos o uso da traição para a quantidade ganhar da inferioridade numérica heróica.
    Abraço!

  8. Um só porta-aviões americano é sozinho a quarta potência bélica mundial. Não lembro o nome mas ele já passou pelo Brasil, dando a volta entre uma costa e outra dos EUA porque não cabe no canal da mancha

  9. Farroupilha,

    sim… essa é a “Decapitação do Polvo”, que em teoria, deixaria os seus tentáculos sem comando e descontrolados.

    Ela, em teoria, só tem uma falha… a “Compartimentalização” da Cadeia de Comando Americana. Ela está prevista para um cenário de crise global… Mas SE ela funciona ou está pronta para ser usada nem eu nem vc sabemos.

    Agora como vc mesmo disse, ou melhor, exemplificou como fazer, é que é o principal desafio.

    1º – Pois quem é hj o adversário com “capacidade tecnológica de ponta” comprovada, ou melhor, no mesmo nível?

    2º – Quem é que possui hj uma “estratégia de excelente espionagem no alto comando americano”? – Essa seria sacanagem se alguém soubesse, pois ai não seria uma ” excelente espionagem”. kkkkkkk

    Ps.: é como eu disse: “Elaborar uma tática não é o mesmo que ter os meios para executa-la… isso já são outros 500.” – Mas é bom exercitar a mente com nossos Joguinhos de Guerra.

    Pps.: só para colocar lenha na fogueira: Sempre nos atemos de como seria o Confronto Bélico, mas nos esquecemos que em caso de Guerra Total, temos um novo ator e que pode fazer diferença ou pelo menos causar muita confusão: O Ataque Cibernético.

    Grande Abraço.

  10. Como algum país conseguiria atacar as bases aéreas americanas dentro dos EUA?
    Só usando ICBMs e armas nucleares, e aí seria guerra nuclear.
    Num caso de haver algum tensionamento das relações é que haveria transferência maciça de meios aéreos para bases no exterior e países amigos, e aí elas estariam sob estado de alerta e os inimigos sendo observados.
    Os EUA continental é praticamente invulnerável a ataque convencional.
    Se a Rússia tem o General Inverno, os EUA tem o General Distância.

  11. Bosco,

    eu nem quis entrar nessa da Guerra Nuclear… vi o que se fez em outro tópico… partir apenas da “ideia” do Farroupilha de que esse suposto adversário teria um “Assessor Espião” ao lado de cada decisor Americano…

    … e que ainda teria “paridade” tecnológica com os gringos… enfim… “meio” surreal tal cenário nos dias de hj.

    Lembrei do Filme No Way Out (Sem Saída no Brasil) com Kevin Costner e Gene Hackman… Um rabo de saia ainda pode por tudo a perder… kkkkkk 🙂

    Grande Abraço.

  12. “…dando a volta entre uma costa e outra dos EUA porque não cabe no canal da mancha…”

    O canal correto é o do Panamá. E o porta-aviões pode ser qualquer um da classe Nimitz.

  13. Esse gigantismo militar, por incrível que pareça, é o que garante a paz mundial, ao menos do ponto de vista dos conflitos entre grandes potências.

    A Rússia e a China, com 1/4 ou 1/5 disto cada uma, ou ainda Inglaterra e França, cujos arsenais também são relevantes, também são impressionantes, tão impressionantes que uns não atacariam os outros, salvo, claro, condições políticas tão extremas que gerariam uma guerra total entre todo mundo, com aniquilação pura e simples da humanidade.

    Os EUA mantém FFAA gigantes, por várias razões além da segurança do país. O complexo industrial-militar gera empregos e riquezas, desenvolve tecnologias que acabam virando produtos de consumo que por sua vez, além de exportarem o modo americano de viver, geram riquezas em outros países (a China, por exemplo, que manufatura muitos dos produtos que o mundo inteiro, inclusive os EUA, consomem). Foi graças à essa tecnologia toda que além de vencerem a II Guerra, os EUA se tornaram onipresentes no mundo. Hoje, um chinês e um russo querem ter acesso e viver como norte-americanos, querem comer no MCDonalds, manusear um IPhone e dirigir um carro potente e confortável. Portanto, dizer que é apenas militarismo, é ser simplista demais, é achar que se fazem guerras apenas por maldade, quando em verdade, guerra é negócio e, por ser uma crise, além de negócio é oportunidade.

    Vejam bem: todos os países efetivamente ricos do mundo investem em FFAA e tecnologia militar, e todos os países emergentes, idem, a conferir Rússia, Ìndia e China. E quem não o faz, vai ficando para trás, caso de uma certa nação sul-americana, onde F-35 é demais para seu uso, onde F-16 não pode porque tem problemas com detritos em pistas ruins, onde programas militares recebem recursos à conta-gotas, etc… etc… etc…

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here