domingo, maio 22, 2022

Gripen para o Brasil

Boeing vai atrasar o primeiro voo do avião-tanque KC-46 por um mês

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Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

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A Boeing informou ontem que o primeiro voo do seu novo avião-tanque totalmente equipado será atrasado em um mês por causa da introdução de produtos químicos incorretos no sistema de combustível do avião durante a fase de testes.

“Esse problema vai estender a primeira data de voo projetada por cerca de um mês além do plano anterior de voar no final de agosto, início de setembro”, disse o porta-voz da Boeing Chick Ramey em um email à Reuters.

O “combustível substituto enviado por um fornecedor tinha sido marcado como compatível para um uso militar particular, quando na verdade não era”, acrescentou.

A Boeing disse que o combustível substituto estava sendo usado para aproximar o peso do combustível real no boom de reabastecimento.

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Clésio Luiz

Atualmente parece impossível um programa militar não sofrer atrasos nos EUA. Como pode um programa desses, cuja função é apenas converter um airliner em um tanqueiro, numa plataforma antiga dessas, a décadas em produção, cujo fabricante usou de todas as artimanhas possíveis para ganhar o contrato, sofrer atrasos? Se engana quem pensa que tal atraso é de apenas um mês apenas. A Boeing já teve que pagar multa algum tempo atrás por não atingir algumas metas estabelecidas no contrato, que por sinal, foi melhor redigido do que o feito com a Lockheed para o programa JSF. O único motivo para… Read more »

Leonardo

Mais atrasado que esse projeto é o KC-390, de um país sub-desenvolvido que está em grave crise.
Sds

Vladmir Avellar

O nosso KC-390 atrasará por um ano. Que diferença!

Leonardo.

Alguém poderia me explicar como seria feita essa resistência maior a pulso eletromagnético (EMP hardening) como mostrado na ilustração?

Marcos F.

Vladmir, faz diferença, pra mim rssrs
Eu já tava na expectativas pra 2016 rsrs
Uma pena que teve que atrasar 1,5 ano.

É de se espantar o aumento de custos nos projetos americanos. Apesar de eles terem muito dinheiro pra torrar, não deve ter gente muito feliz com isso.

Mauricio R.

“…é apenas converter um airliner em um tanqueiro, numa plataforma antiga dessas, a décadas em produção, cujo…”

Se bem me lembro, um KC-46A será a junção da fuselagem do 767-200, com as asas do 767-300 e o cockpit do 777.
A aeronave resultante tem sub versão própria, é o 767-2C.
Que deverá ter certificação tipo FAA.
Qnto ao “tanker” derivado do A-330, aquilo lá não cabe nem no sapato do KC-10, ia caber como no sapato do KC-135R???

Oganza

Mauricio.

isso mesmo, muitos se esquecem que esse vetor não é uma conversão ala Itália ou Israel… é literalmente uma outra aeronave e que ao ler o seu texto de forma superficial, muitos podem chama-lo até de “Frankenstein”.

Ainda tem o fato de que a Boeing está tentando oferecer o 767-2C para mercado de carga.

Grande Abraço.

Clésio Luiz

De fato não é uma simples conversão como se fez nos nossos KC-707 e (espero) KC767. Mas nem por isso se equipara a construir uma nova aeronave, já que eles estão pegando peças de prateleira e acrescentando item de uso militar. A minha crítica é: não são mais os americanos capazes de manter um programa nos trilhos? Porque diabos tudo tem que atrasar e estourar orçamentos? A não ser que a Boeing sabia perfeitamente dos custos e tempos necessários e quando entregou a papelada para o DoD, diminuiu os números para parecer melhor que o concorrente. E Maurício, não deixe… Read more »

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