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Índia cancela programa MMRCA mas competição deve ser retomada

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O programa indiano MMRCA de caças, avaliado em US$ 20 bilhões, foi finalmente encerrado pelo governo indiano. Apesar do Rafale ter sido declarado o vencedor em 2012, indianos e franceses não conseguiram chegar a um acordo para a assinatura do contrato.

Em abril deste ano Nova Delhi decidiu comprar apenas 36 caças Rafale de prateleira, sem transferência de tecnologia.

A Índia planejava comprar 126 caças para subsituir seus velhos MiG-21, MiG-27 e Jaguar. De acordo com o planejamento, 108 aviões seriam montados na Índia e 18 importados.

Os 36 aviões Rafale vão cobrir apenas parte da lacuna de caças e por isso uma nova concorrência deve ser retomada, segundo fontes indianas.

Os antigos concorrentes devem retornar com novas capacidades e novos preços.

50 COMMENTS

  1. Esta novela ainda não acabou.

    Indian demands put Rafale deal in jeopardy, say sources

    janes.com/article/53244/indian-demands-put-rafale-deal-in-jeopardy-say-sources

  2. Isto não é apenas falta de planejamento, algo disseminado em todas as áreas no Brasil. O que acontece na India beira a insanidade.

    Quer dizer que o MMRCA que era para adquirir 126 vetores, se transformou em 36 Rafales + novo MMRCA? Eita frota diversificada 🙂

  3. Airbus, SAAB, Boeing e LM secando tudo o que podem.

    No mais, se tiver um MMRCA2 não acredito nem nesses 36, e o Rafale vai para o último da fila.

    []’s

  4. Concordo com o Nick………
    Também acho que o RAFALE vai ser o ultimo…..
    É um excelente avião , mais tem seu preço e custos……………..

  5. Eu cancelaria também o Tejas e compraria o Gripen com o Tot. Com isso se preparariam para desenvolver o Pak fa. Acredito que uma boa quantidade de gripens + os 36 rafales + os sukhois dá e sobra pra aguentar alguma ofensiva do Paquistão nos próximos anos. Com isso teriam o gripen como a espinha dorsal complementado pelo pak fa. Se conseguissem passar esses rafales para.algum outro país, melhor ainda.

  6. Os chinas já estão com 24 j-16 que é comparável ao SH e o mesmo número de j-10b que é comparável aos deltas europeus de 4,5 geração, a cada dia a índia fica mais distante da China na corrida é melhor os hindus se apressarem

  7. Eu acredito que no lugar do Tejas o melhor seria comprar FA-50, que é mais barato que o Gripen e tem condições de substituir os MiGs.

  8. Quem deveria levar o MMRCA era o MiG-35, eles já fazem uso do MiG-29, inclusive modernizado, seria uma forma de manter o mínimo de padronização.

  9. Na minha opinião a melhor solução para a índia.

    Cancelamento total do Rafale. Compra direta de 96 SH sendo 24 growler. Entrega rápida e garantida.

    Mais entrada no F35 (48 unidades). com a respectiva saída do PAK FA.

    Solução para o curto/médio prazo, além de um parceiro de peso caso a coisa esquente.

  10. Faltou complementar, faça uma parceria com a SAAB para produzir o Grippen E com eletrônica e armamentos simplificados. Para o low.

    Montados pela SAAB na Índia com componentes (principalmente estrutura) feitos pela Hindustan.

    Ficariam 3 aviões, sim, mas com custos de ciclo de vida menores do que os que se projetam com as soluções atuais.

  11. Não seria o caso da Índia diversificar tando seus vetores, tentando fazer uma engenharia reversa para aprender o melhor de cada um e aplicar no seu futuro caça??? Logicamente qualquer um que entende minimamente de logística de peças sabe que é uma loucura manter um estoque de peças de alto custo e de um mercado Tão restrito .

  12. O Pessoal da Índia faz uma salada de aeronaves, aja material de manutenção e custos, ao inves de padronizar fica comprando varias aeronaves isso tem seu preços custos de manutenção altíssimos.
    Compraria boa parte de RAFAEL e F 35 e Eurofighter Typhoon esse são aviões de verdade.

  13. Não lembro quem aqui do fórum disse: ” A Índia compra um pouco de tudo e aquilo que ela mais se agrada ela compra aos montes!”. Ele estava certo.
    Adquirir uma frota pequena de Rafales vai aumentar e muito os custos da força área se ao menos a motorização e parte da eletrônica fosse padronizada teria menores custos. Se a Índia insistir no Tejas, que turbina americana e parte da eletrônica israelense, ao menos eles poderia cogitar em adquirir o SH ou mesmo o pequeno Gripen mas duvido que esse último tenha reais chances de vencer naquele mercado. Creio que agora o consócio Typhoon vá vir de forma ainda mais agressiva para cima do indianos, oferecendo inclusive uma porcentagem maior de parceria.

  14. Pessoal, vamos ser realistas. A Dassault meteu a faca para modernizar os Mirages 2000 indianos. Não vai rolar F18, F16 e nem F35. Eles simplesmente não compram equipamentos ianques para aviação de combate. O Gripen foi reprovado e concorre diretamente com o Tejas. É carta fora do baralho. Eles irão comprar os 36 Rafales, incrementar o Tejas e colocar em serviço o PAK FA.

  15. A novela indiana se arrasta…não entendo a teimosia hindu em não se aliar a América, tá mo meio do fogo cruzado China x Rússia, é quem tem mais a perder na região, o mais frágil num futuro embate das potências asiáticas.

  16. Para quem falou sobre indianos gostarem de variedades, já viram quantas variações na interpretação do hinduísmo existem por la? Quantas variações em um dos principais temperos, o Garam Massala? Praticamente cada família tem o seu. Talvez seja um dos motivos de ainda serem, depois de milênios, um país pobre! Falta de regras e padronizações

  17. KKKKKKKKKKKKK…

    Eu avisei!!! EU, e praticamente apenas EU avisei que esse MMRCA iria dar em nada!!!

    EU falei há mais de dois anos que esse MMRCA iria dar em nada!

    Ora, mas o Vader é profeta? O Vader incorpora a Mãe Diná? 🙂

    O Vader tem pacto com o Diabo? O Vader comunga com o Lado Negro da Força?

    O Vader é “fontado”? Tem alguma fonte dentro da IAF ou no governo da Índia?

    O Vader tem ao menos alguma amante indiana tarada por aeronaves de combate?

    🙂

    Nããããããããããããooo senhores!!! Nada disso!!!

    O Vader apenas usa a LÓGICA! Lógica formal, aristotélica, “menor”. Nem precisa ser a lógica material não, apenas o velho bom e infalível “somar os pontos”!

    O Vader sabia desde quando as duas aeronaves selecionadas foram o Dassault Rafale e o Eurofighter Typhoon, duas aeronaves caríssimas, e mais ainda quando ganhou a aeronave mais cara DO MUNDO, o caça francês Rafale, que os hindús não iriam ter “bala na agulha” pra sustentar essa bomba relógio!

    Chupa que a cana é doce Rafaletes! 🙂

    E olha só, vou mais além: o prêmio de consolação da Dassault, a “Vitória de Pirro” da Dassault e do Rafale podem ficar pior!

    Esses 36 caças “de prateleira” correm o risco de não sair também! Simplesmente porque os hindús exigem 50% do valor do negócio em contrapartidas, e os franceses só topam 30%.

    Assim, até isso corre muito risco de “miar”.

    Porquê? Porque o Rafale é um caça pra Sheik Árabe. Só com muito petrodólar pra algum país que não seja a própria França voar num caça que custa US$ 200 milhões a peça e 30.000 euros a hora de vôo. E nem estamos falando das armas…

    Maaaaaaaaaasss… Se os hindús preferirem persistir no erro e ainda assim comprarem o Rafale…

    Só lhes restará desejar boa sorte. Porque vão precisar.

    Saudações.

  18. Acho difícil algum outro país no mundo ter cash para operar o rafale, o thypoon e os F35 conforme proposto acima. Acho que a Índia deveria repensar sua posição tendo em vista estar territorialmente ligada a dois potenciais inimigos, a China e o Paquistão. Não confiaria tanto nos russos nem no brics. Escolheria uma aeronave de aquisição e manutenção barata e não vejo uma que se encaixa melhor que o gripen.
    Cancelaria o Tejas imediatamente, ficando assim:
    1 fase: gripen + rafale + MIG.
    2 fase: Gripen + rafale + pak fã, mantendo aparelhos ocidentais e orientais.

  19. Eu compraria mais Su-30 e vários Mig-35. São ótimas aeronaves, e penso eu, os acidentes com os sukhoi indianos ocorreram em virtude da manutenção displicente e dos poucos cuidados. Não sou lá muito fã de equipamento russo, mas é o mais próximo dos indus.

    Podem até ter desconsiderado o Gripen, mas para um caça leve, ele é o avião mais correto. Põem-se Gripens para substituir Tejas, Mig-21, Mig-23… como caça leve. Para material mais pesado, Mig-35 e Su-30. Fica legal!!!

  20. É, quase Lord Vader, que o Rafale veio para cá…Ufa!!! Um excelente caça, nada contra ao aparelho em si, mas não é adequado à nossa realidade, ainda mais agora com a crise.

    Estamos, agora, esperando um caça, excelente por sinal e também nada contra, só que talvez apareça por cá pelos anos 2020. Sim, senhores, anos 2020 devido estar ainda em desenvolvimento!! Pois o bicho (leia-se Rússia) está pegando na Europa, o Urso resolveu acordar, e os suecos tem que contar, sabiamente, com todos os seus meios operacionais, se precisarem.

    Se tivéssemos fechado com o Tio Sam, o F-18 já estaria voando por aqui, e com transferência de tecnologia para a nossa indústria, só nos lembrar do longo e penoso FX-2. Dava para a gente manter eles, além de que peças e experiência com eles tem de sobra no mundo pela sua imensa produção passada. Ainda penso que seria uma boa ideia em termos alguns de prateleira para garantir uma defesa aérea, enquanto esperamos a “transferência de tecnologia” e desenvolvimento do caça, para posterior produção lá e cá. Mas a grana no país esteve, está e estará curta. Sonhar, enfim, não custa nada.

    Enfim, espero que nada ocorra até os anos 2020 por nossas bandas, se acontecer, e agora José? Vamos contar com a “Unasul”? É isto?.

    Qual é a missão? Em primeiro lugar, antes de tudo, até mesmo da transferência de tecnologia, é defender o país, com defesas operacionais a qualquer hora, sendo acionadas imediatamente, é isso! Se não, não teremos páis e nem indústria para defender, por tabela.

    E até lá, como ficamos com caças re-re-remanufaturados? Sério mesmo que isto é o nosso melhor? Penso sempre em um país com grandes aspirações, mas temos que cuidar do básico, e o básico é proteger o país.

    Os meios humanos de nossas forças são excelentes, todos nós sabemos.

    Abs a todos.

  21. Eita Índia, consegue ser mais azarada que nosso amado Brasil…

    Se nós só temos pobreza ao nosso redor, eles pior ainda… só possuem tranqueiras mal acabadas, e como pior exemplo a tranqueira Paquistão… País governado e dominado por fanáticos, bem do ladinho deles.

    Aí mesmo com a Índia tendo sérios problemas de saneamento básico, entre muitos outros sociais, precisa ficar gastando rios de dinheiro com suas FA.
    Enquanto isso os franceses cheios de vaidades e pretensões querem a todo custo lhes enfiarem esses Rafales banhados a ouro goela abaixo.

    Espero que os indianos abortem inclusive esses 36 caças franceses que são ridiculamente custosos em todos os sentidos. O povo indiano miserável não merece esse contrato de grife.

  22. Por que os rafales custam tão caro? Para cobrir o custo de desenvolvimento? Mas aí não vende e o custo não é coberto.
    E por que a hora de vôo é cara? Potência demais? Turbina pouco eficiente? Aerodinâmica não ajuda? É pesado demais? Ou é culpa do desgaste rapido e da necessidade de trocar peças com frequência óleo etc?

  23. Aviões médios para grande poderiam comprar su35 em vez de su 30. Ou f18. Ou rafale ou typhoon. Gripen só se for pela quantidade. Têm muita tecnologia mas alcance e desempenho inferiores.

  24. Pessoal aqui não está sabendo da grana na India? Advinha quem é um dos países que mais está crescendo no mundo?? China, errado.
    China irá crescer 6,8% este ano, e 6,3% ano que vem.
    India irá crescer 7,5% este ano e 7,5% ano que vem.
    Fonte: FMI
    Eles podem passar o Brasil e Inglaterra neste ano no máximo ano que vem.
    Então eles tem grana na agulha sim.
    Acredito, que vão pegar os Rafales, e cuspir Tejas.
    Sds

  25. Leonardo,

    Uma coisa é o crescimento do PIB (ou ainda PNB).

    Outra bem diferente é arrecadação federal. Bater recorde de PIB e ter uma taxação de 10%, por exemplo, não é nada!! A Índia crescendo a 7,5% não arrecada metade que a China a 1% de crescimento.

    Além do mais, nem a própria arrecadação diz muita coisa: de nada vale arrecadar muito se a dívida pública for alta. É como o Brasil; arrecada trilhões, mas gasta o dobro…. E dinheiro pro FX-2 nada….

  26. Vader,

    belíssimo comentário, parabéns. Quem diria que o MMRCA seria cancelado, hem? Mas o SENHOR, juntando os pontos com lógica aristotélica, já tinha previsto o que ocorreria. É por essas e outras que sempre dou atenção especial aos seus comentários.

    Abraço.

  27. Essa foi a decisão mais inteligente que a Índia poderia ter tomado… mas para ser genial, só falta cancelar essas 36 Rainhas de Hangar.

    Eles são a 4ª maior Força Aérea do mundo em números e o grosso disso são MiG-21, MiG-27, MiG-29 e Jaguar que juntos somam uns 500 ACs… |o|

    Se eles substituírem todos esses vetores pelo Gripen E/F, e não precisa ser 1:1 não, eles teriam um poder aéreo que nenhum país Europeu poderia igualar.

    Su-30: até 2020 serão 272
    MiG-29: uns 70
    MiG-27: uns 80
    MiG-21: uns 240
    Jaguar: uns 120
    M2000: uns 50

    Meu, uns 250 a 300 Gripens E/F substituiriam esses 500 ACs com sobra e ainda sobraria grana, Muuuuita grana, para eles ficarem brincando de Tejas, até pq, eles não vão tirar essa joça da cabeça… Mas nunca que o Tejas atingirá a eficiência de custo/benefício/efetividade do Gripen, e é o Gripen qualquer letra, não o E/F.

    Agora, SE encomendas desse tamanho fossem feitas para o AC nórdico, era capaz da SAAB até “perder” a propriedade sobre o vetor… kkkkkk.

    No mais, era só eles construirem uma Aviação Estratégica com uns Su-35, Su-34 e no lugar desses 36 Rafales era só colocar uns 36 F-35 e baterem muuuita cabeça para colocarem uma Nuc ali dentro. Pronto.

    Grande Abraço

  28. Tamandaré,
    A dívida a India é parecida com do Brasil, 65% do PIB.
    A diferença entre Brasil é India é seguinte, lá mudou o governo, entrou governo sério.
    Lá não tem 40 ministérios, não tem verbas para partidos, não tem 30 mil cargos comissionados, e a dívida é parcelada, eles dão para pagar as parcelas, e sobra muita grana ainda.
    País crescendo igual foguete, aumenta mais ainda arecadação federal indiana.
    Somente este ano a India vai passar Rússia, Itália e Brasil.
    Irá ser a 7 maior economia.
    Concordo com você a China arecada mais dinheiro por ser um país comunista, deve ter 80% de impostos. Mas graças à essa alta taxas de impostos está fazendo a China patinar no gelo.
    Uma economia que ficou 15 anos crescendo 15% todo ano, agora este ano 6,8% ano que vem 6,3%, 2017 poderá ser 5,4%, coisa boa não é não, para uma economia que sonhava ser a maior do mundo.
    Sds

  29. Concordo Leonardo! A correção que fiz foi apenas com relação ao dado mostrado, uma vez que crescimento do PIB não é lá o melhor número pra falar sobre a saúde das contas indianas.

    Quanto à situação economia deles, estou por fora um pouco, então vou confiar nos teus dados! XD

    Já sobre a China, posso dizer que eles são um exemplo de país que poderá entrar em crise por excessos, e não escassez! Pra quem cresce 15%, passar a crescer a taxas de 6 ou 7% é um grande freio… Um baque violento!

    Forte abraço amigo!

  30. Os indianos tem grana sim camaradas, eles estão crescendo formidavelmente na área econômica, os projetos de infraestrutura estão saindo do papel em velocidade impressionante,os impostos são baixos, a burocracia é leve e as contas do governo são relativamente bem geridas ao contrário do Brasil.

    A Índia está fazendo o dever de casa e será ainda este ano a sétima economia do mundo!

    Quando o país é amigo do setor produtivo ( ao contrário do Brasil) as coisas vão bem….

  31. O maior problema do Tejas foi resolvido quando os indianos cancelaram a Kaveri e optaram pela F-414. A não ser que ela tenha uma séria falha de projeto tudo isto é frescura.

  32. leigo
    3 de agosto de 2015 at 23:33

    “Por que os rafales custam tão caro?”

    A resposta é um pouco longa e complexa, mas vou tentar ser o mais sucinto possível:

    Em resumo: os franceses, por orgulho e ufanismo desmedidos, deram o passo maior que a perna, e insistiram no erro mesmo quando tudo apontava que o fim da URSS mudaria tudo no mundo dos caças.

    A Dassault, essa empresa que já foi uma referência mundial, e hoje não passa de uma subsidiária da Airbus, “tapeou” a política francesa, que abandonou o Eurofighter, e, abandonando a família Mirage (que sustentou a Dassault por décadas), e principalmente os clientes de décadas do Mirage, vendeu um projeto que era mais caro do que os franceses precisavam, e muito à frente de seu tempo quando foi projetado, mas que ficou tão caro e complexo que demorou muito para sair (perdeu o “time to market”), e quando finalmente ficou pronto, estava defasado e teve que ser atualizado, duas vezes.

    Hoje o Rafale é caro porque é cotado em Euros (moeda forte); porque tudo no caça, de motores e sistemas a pneus, e principalmente armas, é exclusivo, sem comunalidade ou uso dual (civil). Porque tudo nele é feito na França (altos custos de mão de obra e insumos). E acima de tudo porque o caça, suas peças, sistemas e armas não possuem escala de produção.

    Basicamente é isso. O Rafale é o AMX francês, só que custou 60 bilhões de Euros ao contribuinte francês.

    Se a França tiver outro caça tripulado em seu inventário futuro, esse provavelmente será o F-35.

    Sds.

  33. Claudio,

    não é bem assim, e aki no PA tem matéria sobre isso.

    O problema do Tejas não é nem o seu conceito militar, que por muitos pontos de vista é bem válido… o problema dele é de concepção industrial, inclusive com muitos conceitos estruturais e doutrina industrial baseado nos MiG 21 e 27. ou seja, conceitos de 40-50 anos atrás.

    Se comparado a um carro, seria como vc colocar o acesso as velas atrás do motor, tendo que retirar o mesmo para uma simples troca de velas.

    Mas sim, o abandono do Kaveri em favor da F414 já foi um grande paço. A solução de alto nível disponível para eles no mercado é o Gripen… e com essa economia eles poderia continuar brincando com Tejas, Kaveri, etc… até pq eu acho que esse osso eles não largam não. 🙂

    Grande Abraço.

  34. Vader
    4 de agosto de 2015 at 21:25

    Vader, perdoe a minha ignorância, não estou contraditando suas palavras, mas apenas expondo uma dúvida minha, mas quando a URSS desapareceu (1991), creio que a França já tinha deixado o projeto Eurofighter, e reverter tal decisão não seria mais possível à época.

    Ou estou enganado?

  35. Pangloss, não coloquei os fatos na ordem. De fato a URSS desapareceu depois, embora já estivesse razoavelmente falida (e fod. até as tampas, com a derrota no Afeganistão) em meados da década de 80.

    De qualquer maneira, em 91 a Dassault ainda poderia ter mudado as coisas para o Rafale; talvez até mesmo reentrando no Eurofighter, ou barateando o caça.

    Mas, sobretudo, nada justifica o abandono da família Mirage e seu enorme mercado.

    O que quero dizer é: o Rafale é uma sequencia incrível de erros comerciais, empáfia, arrogância e burrice.

  36. Acho que foi em 86 que a França abandonou o Eurofighter, aquele protótipo todo branco… rsrsr o Vader não perdoa a França por isso.

  37. Vader
    5 de agosto de 2015 at 20:10

    Vader, agradeço a gentileza da sua resposta.

    Creio que nenhuma das alternativas da França (permanecer no Eurofighter ou desenvolver o Rafale sozinha) era boa, após o declínio do mercado de armas posterior à queda da URSS.

    A partir dali, a indústria de armas européia passou a enfrentar dificuldades diante da escala e dos menores custos de produção dos produtos americanos.

    Parafraseando a sentença definitiva do Levi Strauss sobre o Brasil, entendo que o Rafale e o Typhoon sofrem o mesmo mal da Linha Maginot: magníficos, só ficaram prontos depois da sua obsolescência.

  38. Até que enfim eu concordo com o Vader. kkkkkkkkkk

    Também tenho o mesmo entendimento, pelo menos em relação a Dassault e a visão comercial e industrial que tiveram com o projeto Rafale, ponto.

    Entretanto, não se pode dizer que o projeto/avião é ruim, vale salientar que mesmo assim ele é menos caro e problemático do que o Typhoon. Aliás, o Rafale está a frente em vários quesitos, afinal foi pensado como um multimissão de verdade. É hoje o melhor caça europeu se pensarmos como conjunto da obra.

    Até mais!!! 😉

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