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Arábia Saudita interessada pelo caça sino-paquistanês JF-17 Thunder

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Segundo o jornal paquistanês The News, a Arábia Saudita demostrou interesse em comprar o caça JF-17 Thunder, fabricado em cooperação pelo Paquistão e pela China.

O Ministério da Defesa e a Força Aérea Saudita estão examinando com atenção o programa JF-17 Thunder e ponderando sobre sua participação no mesmo.

O Paquistão ofereceu à Arábia Saudita a fabricação conjunta de aviões JF-17, juntamente com a transferência de tecnologia. Esta oferta teria sido feita ao vice-ministro da Defesa saudita, Salman bin Sultan, durante sua visita ao Paquistão na semana passada.

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Claudio Donitz
Claudio Donitz
5 anos atrás

E virão junto com os submarinos Agosta B que os sauditas prometeram comprar junto com os JF-17 há uns 10 anos, ou seja…

Clésio Luiz
Clésio Luiz
5 anos atrás

Tá certo. Um país com dinheiro para rasgar e que só opera os aviões mais caros que seus fornecedores tem para oferecer, vai comprar um caça explicitamente marketeado para nações de terceiro mundo…

A única chance de isso acontecer é como fornecimento à nações com problemas, que sejam de interesse dos sauditas, como o Iraque ou o Iêmen.

Marcelo
Marcelo
5 anos atrás

a compra só serviria para aprender a projetar/fabricar, se é que os sauditas precisariam disso…

Alexandre Galante
5 anos atrás

Nenhum país do Oriente Médio possui indústria de Defesa avançada, só Israel. Qualquer oportunidade para fabricar alguma coisa é um avanço, para sair do atraso da dependência externa.

Carlos
Carlos
5 anos atrás

Boas palavras esas do galante .
Os árabes nadam a mais de um século na riqueza do petróleo, sem conseguirem qualquer avanço tecnocientifico, inclusive para sua auto defesa, quem sabe não podem estar caindo na real.

Duanny D.
Duanny D.
5 anos atrás

Melhor opção seria o Gripen com transferência de tecnologia.

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
5 anos atrás

Não entendo o pq do preconceito contra essa avião. Ou vcs acham q mosquito deve ser morto com raio laser de 300 bilhões de dólares ? Esquecem que esses países operaram F-5 ? Alguns ainda o tem no serviço ativo… Relegar as tarefas mais simples a equipamentos mais simples é, no mínimo, gastar recursos com inteligência. Qualquer força armada do mundo precisa de um vetor do nível do JF-17. Um avião de alta performance (a jato e supersônico) com valor de aquisição e operação abaixo da média. Pra jogar bomba a laser em terrorista islâmico, não é necessário um F-35,… Read more »

Duanny D.
Duanny D.
5 anos atrás

Ou a Voyager equipado com o novo motor de dobra.

Claudio Donitz
Claudio Donitz
5 anos atrás

Gripen???

Pouco provável.

Sweden’s stopped selling arms to Saudi Arabia.

theguardian.com/commentisfree/2015/mar/12/sweden-stopped-selling-arms-to-saudi-arabia

Claudio Donitz
Claudio Donitz
5 anos atrás

Alfredo

Se você colocar uma EJ-200, PW-F100 ou M-88 no JF-17 ela vai deixar de atender o mercado para o qual foi planejado, ou seja, de baixo custo.

Fábio Mayer
Fábio Mayer
5 anos atrás

O Brasil opera F-5. Se compra 36 Gripen NG e 66 JF-17, teria a melhor força aérea da América Latina e vetores adequados para todas as tarefas aplicáveis a um caça-bombardeio, quando precisasse de superioridade aérea de alta performance, teria 3 esquadrões.

PauloR
PauloR
5 anos atrás

Por trás dessa boa vontade dos sauditas em querer o JF-17 esta o interesse no programa nuclear paquistanes onde eles finaciam uma boa parte do programa. Por isso acho provável a venda desses caças que não equipariam a Força Aerea mas a guarda nacional do país.

Ademar do L. L. Vila Nova
5 anos atrás

Alexandre Galante está correto!
Eles se tocaram que a dependência dos EUA não foi nada boa para eles e a primeira oportunidade de desenvolver algo próprio é um bom começo!

Claudio Donitz
Claudio Donitz
5 anos atrás

A Arábia Saudita tem algo que eu chamo “Bolsa Petróleo”. Ganha-se para não trabalhar ou para estudar no exterior. A maioria prefere a primeira opção e vai decorar o Alcorão.

A Arábia Saudita tem uma “parceria” com a Antonov para desenvolver uma nova versão do An-32 denominada An-132 com motores e aviônicos ocidentais e deverá ser fabricado em território numa fábrica que será construída em território saudita. Esta aeronave será oferecida para exportação. Na realidades eles vão dar um “banho de loja” no An-32, montá-lo lá e torcer para vendê-lo.

Jose davi
Jose davi
5 anos atrás

Se for como o Alfredo Araujo disse , que comprem super tucano , poxa!!!

Felipe
Felipe
5 anos atrás

Além do desenvolvimento industrial local, tem a questão da diversidade das fontes de armamentos. Acho interessante a ideia dos árabes, pois além de dotar alguns esquadrões com alguns caças mais baratos, podem vendê-los para alguns países da região e da África. Seria um incentivo para consolidar a posição da Arabia saudita como potência na região, ao lado de Israel, Turquia e a frente do Irã.

Delfim
Delfim
5 anos atrás

Fabio Meyer,

prefiro que o BR compre o F-50 coreano, com turbina TF-404.

Delfim
Delfim
5 anos atrás

Mas “o Reino” tem um futuro incerto.

A queda do preço do petróleo fatalmente repercutirá em tudo na AS, da qualidade de vida ao poder militar.

O sunismo wahabita, extremamente conservador, impede que a parcela feminina da população tenha maior participação econômica.

Idem para outras formas de riqueza como o turismo.

Mauricio R.
5 anos atrás

Mais parece um toma lá dá cá, em relação ao programa nuclear paquistanês.
A aeronave não tem nada de F-5, nem em termos de facilidade de operação, nem em custos operacionais mais baixos.
Na verdade em relação as demais aeronaves do inventário saudita, largamente mantidos por estrangeiros, seria bastante inferior em termos de disponibilidade.
Tem tudo p/ ser um sorvedouro de dinheiro, se for deixado exclusivamente nas mãos dos sauditas.
E o petróleo já não rende tanto assim.

Mauricio R.
5 anos atrás

“A Arábia Saudita tem uma “parceria” com a Antonov para desenvolver uma nova versão do An-32 denominada An-132 com motores e aviônicos ocidentais…”

Alguma relação c/ o An-32B-300, versão c/ a mesma motorização do C-130j e o C-27J?

Samuel r s.
Samuel r s.
5 anos atrás

O Galante esqueceu o Irã apesar do embargo tem um ótimo quadro de cientistas e se não fosse por causa justamente desses embargos já teria algo como JF_17 produzido em seu País , a final não é para qualquer um manter um F14 voando sem ajuda do fabricante.

Danilo
Danilo
5 anos atrás

A Arabia Saudita, já deve ter planos para esses aviões, não para seu uso mas para ceder a países como, Iêmen, sultanato de Omã, Egito e marrocos uma vez que todos estes países seguem a doutrina de obedecer a família real saudita, para ficar inerte em seu inventário acho pouco provável.

Claudio Donitz
Claudio Donitz
5 anos atrás

Maurício

A fonte que li não deu detalhes sobre a motorização embora tenha dito que a “fábrica” saudita deve ser inaugurada em menos de dois anos.

Luiz Trindade
Luiz Trindade
5 anos atrás

Acho mais provável que eles estejam interessados em comprar alguns exemplares para conhecer o seu potencial devido algum país vizinho esta querendo comprar ele, podendo ser até o próprio Irã.

Vader
5 anos atrás

Arábia Saudita de JF-17? Pra que? Pra servir de alvo?

🙂 🙂 🙂

Falando sério, é uma ótima aquisição para fazer números. Como segunda linha de defesa, como forma de incentivar alguma indústria que seja diferente da do petróleo, ou mesmo para distribuir pelos seus aliados.

Os iranianos não tem nem terão nada tão avançado tão cedo, lembrando que os paquistaneses mantêm-se em paz mas pouco confiam em seus vizinhos xiitas.

Mario Heredia
Mario Heredia
5 anos atrás

Na Arábia Saudita não tem bobos. Se essa compra realmente sair, é por uma das duas razoes descritas acima. Ou pretendem criar esquadrões com menor capacidade e menor custo operacional, ou pretendem patrocinar países vizinhos amigos.

Eu não ficaria surpreso se Tio Jacob participasse da brincadeira, recheando esses bichos com aviônicos israelenses.

Assim até que o aviãozinho ficaria interessante.

Claudio Donitz
Claudio Donitz
5 anos atrás

Mario Heredia

Eu queria ver a ditadura saudita tentando explicar aos clérigos wahabistas este conteúdo israelense.