quinta-feira, março 4, 2021

Gripen para o Brasil

Embraer Defesa & Segurança e República de Mali firmam contrato para seis A-29 Super Tucano no Paris Air Show

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Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Super Tucano A-29B FAB - Cruzex V

Paris, França, 15 de junho de 2015 – A Embraer Defesa & Segurança e o Ministério da Defesa e Veteranos da República de Mali firmaram, hoje, um contrato para a aquisição de seis aviões turboélice de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano no Paris Air Show. A cerimônia contou com a presença do Ministro de Defesa da República de Mali, Tieman Coulibaly. O acordo inclui suporte logístico para a operação dessas aeronaves e também a instalação de um sistema de treinamento para pilotos e mecânicos da Força Aérea de Mali. Os A-29 Super Tucano serão utilizados para missões de treinamento avançado, vigilância de fronteiras e de segurança interna.

“Com este contrato, adicionamos mais um importante cliente na África, onde diversos países já operam o Super Tucano”, disse Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança. “Trata-se de um avião versátil e robusto, com experiência comprovada em combate e que cumprirá com excelência as missões para as quais foi selecionado. Parabenizamos a Força Aérea de Mali como um novo operador do Super Tucano e estamos certos de que esta nova parceria durará por muitos anos”.

“Estamos bastante satisfeitos com a forma que a nossa cooperação militar e de defesa com a República Federativa do Brasil está progredindo”, disse o Ministro de Defesa de Mali, Tieman Coulibaly. “Quanto ao Super Tucano, todos nós sabemos como essa aeronave é reconhecida no mundo todo por sua versatilidade e baixo custo de operação. Resumindo, estou muito satisfeito de assinar este contrato hoje.”

O A-29 Super Tucano é atualmente utilizado por dez forças aéreas em três continentes. Também foi selecionado pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) para seu programa de Apoio Aéreo Leve (LAS – Light Air Support). Em mais de dez anos de operação, o Super Tucano já alcançou um excelente histórico de desempenho: mais de 230 mil horas de vôo e mais de 30 mil horas de combate. A Embraer já recebeu mais de 210 pedidos firmes e entregou mais de 190 unidades da aeronave.

O A-29 Super Tucano é um turboélice robusto e versátil, capaz de cumprir uma ampla gama de missões, incluindo apoio aéreo tático, bem como inteligência, vigilância e reconhecimento. Com mais de 130 configurações de armamentos certificadas, o avião está equipado com tecnologias avançadas em sistemas eletrônicos, eletro-ópticos, infravermelho e laser, assim como sistemas de rádios seguros com enlace de dados e uma inigualável capacidade de armamentos. O Super Tucano é a única aeronave de ataque leve e treinamento avançado no mercado global com atuação comprovada em combate e plenamente operacional, o que a torna altamente confiável e com excelente relação custo-benefício para um grande número de missões militares, mesmo em pistas não pavimentadas e ambientes hostis.

DIVULGAÇÃO: Embraer

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Corsario137

Ainda falta anunciar as vendas para o Líbano e Iraque.

Claudio Moreno

Que bom para a EMBRAER e para a FAB. Penso que já está na hora de ambas pensarem no futuro de curto prazo. Explico: EMBRAER: Uma versão atualizada tipo “C”. FAB: Aquisição de mais um ou dois lotes de 24 aeronaves cada para repor perdas operacionais, criar mais dois ou tres esquadrões e fomentar a produção do modelo “C”. NOTA: Como sou da arma terrestre e lá em minha época de ignorância chamavamos a FAB de “força auxiliar”, imagino que alqueles do forum que sabe bem mais do que o vleho aqui, teriam ideias de o que poderia compor esta… Read more »

wwolf22

Galante,

poderia os EUA atravessarem essa venda(ou outra qq) e oferecer um pacote dos ST “americanos” com preços melhores e eventualmente algumas armas e sensores diferentes do que a Embraer(Brasil) possa oferecer ??

_RJ_

Caro CM. Os Super Tucanos de exportação (versão E) já são bastante mais avançados que as versões A/B operadas pela FAB. Costumo (por conta própria, baseado em reportagens de revista) classificar as versões do ST da seguinte forma (já que não conheço classificação oficial): A-29A/B versões operadas pela FAB, início do desenvolvimento. A-29C (Colômbia) possui alguns equipamentos adicionais como Chaff/Flare e Laser Rangefinder A-29D (Dominicana) versão B com alguma customização. A-29E (exportação) foi para Chile, Equador e demais. Tem vários refinamentos e equipamentos mais avançados (para mim o mais bonito). A-29F (LAAS) possui, além da versão E, blindagem adicional e… Read more »

Marcos

Pois é!
Se a Embraer estivesse recebendo em dia do Governo Federal, o KC-390 já teria feito algumas boas horas de voo e poderia efetuar um translado até Paris. Seria um imenso feito, com um marketing sem precedentes, mostrando nossa capacidade. Mas…

Marcos

Complementado minha colocação acima:

Disse hoje o Major-General Bydén, comandante da Força Aérea Sueca:

“Se o KC-390 mantiver o seu programa de desenvolvimento, como previsto, é o candidato preferencial” para substituir o C-130.

Marcos

E ao que parece, o atual Comandante da FAB foi convidado para o evento acima, mas não foi.

Baschera

Senhores,

A FAB não necessita de mais Super Tucanos.
Tanto é verdade que por pouco não cedeu algumas unidades de seus estoques aos EAU para aquele pressuposto fornecimento para o Iraque,

Sds.

Baschera
carvalho2008

Um Super Tucano NG?? Faz este aqui….kkkk…

https://projetosalternativosnavais.wordpress.com/?attachment_id=1131

Claudio Moreno

Boa noite Senhores!

RJ, obrigado pelo esclarecimento…

Baschera, descordo de seu ponto de vista…tal como o EB a FAB não trabalha com a ideia de “reserva ativa” e dois ou mais lotes adicionais daria esta capacidade a força, bem como permitiria que fosse se não criado novos esquadrões, pelo menos aumentar sua dotação.

Por exemplo para apoio as frações do EB entre Letícia e Benjamin Constant, estas unidades adicionais já seriam o visual que o EB necessita para operações de profundidade na fronteira Colombia / Peru.

CM

Marcos Gilbert

Deveriam mesmo depois a gente poderia comprar um lote adicional mais modernos se de ST se fosse o casso.

A Embraer e o Iraque agradecem.

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