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Força Aérea dos EUA fecha contrato de US$ 91,5 milhões com a Raytheon para o MALD-J

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MALDs on a B-52

Tucson, Arizona, 31 de marco de 2015 – A Raytheon Company recebeu uma modificação de contrato com a USAF no valor de US$ 91,5 milhões para o míssil Miniature Air Launched Decoy Jammer (MALD-J). A modificação do contrato é para o lote 8.

O trabalho será realizado em Tucson e está previsto para ser concluído até junho de 2017. Este contrato foi registrado no primeiro trimestre de 2015.

Sobre MALD e MALD-J
O MALD é um veículo aéreo modular dispensável no estado-da-arte, lançado do ar e programável. Ele pesa menos de 300 libras (136 kg) e tem um alcance de cerca de 500 milhas náuticas. O MALD-J adiciona capacidade de bloqueio de radar (“jamming”) para a plataforma básica MALD.

O MALD confunde as defesas aéreas inimigas duplicando perfis de voo e assinaturas de radar de aeronaves amigas. O MALD-J mantém todas as capacidades do MALD e adiciona capacidades de bloqueio eletrônico. A Raytheon começou a entrega de MALD-Js no outono de 2012.

Veja no vídeo abaixo o MALD sendo utilizado para enganar as defesas antiaéreas inimigas, simulando alvos falsos.

FONTE: Raytheon

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joseboscojr
joseboscojr
5 anos atrás

Galante,
Ele pesa menos de 300 libras(136 kg).

Alexandre Galante
Reply to  joseboscojr
5 anos atrás

Valeu, Boscão!

Hamadjr
Hamadjr
5 anos atrás

Alguém pode tirar uma dúvida, este artefato não tem carga explosiva então quando lançado pode ser recuperado? e sua autonomia em voo depende de sua programação.
Ou lançou perdeu.

joseboscojr
joseboscojr
5 anos atrás

Hamad, Ele não pode ser recuperado. Ele tem navegação inercial + GPS e pode simular um ataque aéreo vindo de diversas direções, utilizando diversos pontos de baliza. Sua capacidade de “vadiagem” é empregada no modelo J como um interferidor ativo, atazanando a vida do defensor à queima roupa. Quanto a não ter explosivos, ele não tem ogiva, mas deve ter algum explosivo que garanta sua autodestruição no final da missão. Ele é um míssil cruise miniatura de baixo custo (sem ogiva, sem seeker terminal, etc) e nada mais lógico de não só parecer uma ameaça, mas se tornar uma ameaça… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
5 anos atrás

Estamos num novo limiar da tecnologia. Se a década de 80 no brindou com os mísseis cruise como são hoje, atualmente os novos mísseis cruise propulsados por turbina tendem a ficar cada vez menores. Versões inicias do MALD pesam 45 kg e voam por 500 km. Os americanos cancelaram o programa NLOS, que teria um míssil cruise de 50 kg. Antes desenvolviam o SMACM, com 70 kg. Por muito tempo testaram o LOCAAS, com menos de 50 kg. Os britânicos estão desenvolvendo o Spear, com 80 kg. Essa nova geração de mísseis cruise só são superados em tamanho pelos propulsados… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
5 anos atrás

E há uma nova geração de minimísseis cruise que além de pequenos (menos de 300 kg), serão supersônicos e com grande alcance.
Novos tipos de propulsão que utilizam turbinas como a que combina micro turbojatos com propelentes de foguetes (air turborockets – ATR),como a que será usado no programa Hoplite (MBDA) ou como o turbo ramjet, o turbojato de ciclo variável (usados inclusive no MALI, uma versão supersônica do MALD), etc., aliados a outras mais exóticas, como o motor detonação pulsátil, a tecnologia ramjet miniaturizada ou à de propelente sólido com ducto (Meteor).

Hamadjr
Hamadjr
5 anos atrás

Grato Bosco

É interessante como o uso de tecnologia para atormentar a vida do inimigo tem sido cada vez mais desenvolvido, fico imaginando caso um desses “vadios” acabassem fazendo o feitiço virar contra o feiticeiro.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
5 anos atrás

Off Topic mas nem tanto: F-35 é testado em dogfight contra o F-16, e ao que tudo indica se saiu bem!

http://aviationweek.com/defense/f-35-flies-against-f-16-basic-fighter-maneuvers

Bosco, Vader, é com vocês…..

Galante, que tal publicar?

Rafael M. F.
Rafael M. F.
5 anos atrás

Míssil Vadio. Adorei o novo termo termo.

Poderiam chamar também “Horn Missile”.

Já tó imaginando a cacetada de aplicações ofensivas e defensivas, podendo saturar eletronicamente as defesas terrestres ou de uma força-tarefa naval, ocultando um ataque principal.

Isso facilitará enormemente a defesa de países com FA’s pequenas contra potências maiores.

Rafael M. F.
Rafael M. F.
5 anos atrás

A arena de batalha dos próximos 30 anos será um lugar interessantíssimo – e cada vez mais perigoso.

Rafael M. F.
Rafael M. F.
5 anos atrás

“Horn missile” não…

Acho que o termo mais correto seria “vagabond”…

joseboscojr
joseboscojr
5 anos atrás

Rafa,
O temo mais usado é “loitering”.

Mauricio R.
Mauricio R.
5 anos atrás

O MD, as FFAA e principalmente a BID, já sabem o que vem a ser e p/ o que serve o MALD???
Desconfio que não.