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Frota da Airbus Helicopters no setor de Óleo e Gás supera a marca de 10 milhões de horas de voo

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©_GOUHIER Nicolas2

Marignane, França, 14 de janeiro de 2015 – Utilizada no mundo todo em algumas das condições mais desafiadoras, a frota de helicópteros Airbus Helicopters em operação na indústria de Óleo e Gás acumulou mais de 10 milhões de horas de voo no final de 2014.

O resultado representa uma nova conquista na história de mais de 50 anos de atividades de transporte por helicópteros realizadas pelos produtos da Airbus Helicopters. As operações começaram com o Alouette na década de 1960 e continuaram com os helicópteros das famílias Super Puma, Dauphin e Esquilo. A confiabilidade dos BO105 e Puma também contribuiu para essa performance, assim como os representativos EC135, EC145 e EC120 da Airbus Helicopters, entre outros modelos.   O EC175, da nova geração de produtos da marca, agora também é parte da frota global de óleo e gás, já que começou suas operações no Mar do Norte após a entrega da primeira unidade para a empresa NHV, em dezembro último.

“A Airbus Helicopters se orgulha de ser parte importante do desenvolvimento do setor de Óleo e Gás em todo o mundo, e estamos comprometidos em manter este desempenho oferecendo aeronaves eficientes, fruto da preocupação da empresa com a segurança e a confiabilidade”, disse Christopher Grainger, Vice Presidente de Óleo e Gás da Airbus Helicopters.

Dos cerca de 2.300 helicópteros utilizados atualmente em missões de óleo e gás, cerca de 25% são produzidos pela Airbus Helicopters. A região geográfica líder é a das Américas, onde os helicópteros da empresa acumularam mais de 4,12 milhões de horas de voo, seguida pela Europa (3,27 milhões), Ásia (mais de 1,82 milhão), África (mais de 557 mil) e Oceania (216 mil).

Além das áreas de maior operação em Òleo e Gás, como o Mar do Norte e o Golfo do México, os produtos da Airbus Helicopters estão sendo cada vez mais utilizados por operadores nas regiões do crescente setor de energia que se estende da China e Mianmar até a África. A Airbus Helicopters dá suporte estratégico à sua base de operadores internacionais aportando recursos que incluem centros de peças de reposição, instalações de treinamento com simuladores full-flight, além dos representantes técnicos e de segurança.

EC225 ERA (USA) Devant le complexe pétrochimique de Lavéra, à Martigues.

O helicóptero líder da Airbus Helicopters para estas operações é o robusto Super Puma, que responde por aproximadamente 2.785 milhões do total de horas de voo. O EC225 da classe de 11 toneladas foi desenvolvido para atender os crescentes requisitos dos usuários, especialmente quanto às longas distâncias envolvidas nas missões de transporte do setor de óleo e gás.  Entre as melhorias estão o aumento da carga útil e da capacidade do tanque de combustível auxiliar, os novos layouts de cabine para aumentar o conforto do passageiro e os novos aviônicos que melhoram consideravelmente a consciência situacional do piloto e, ao mesmo tempo, reduzem sua carga de trabalho.

O EC225e, cuja certificação e entrega estão previstas para 2016, está pronto para se tornar o novo trunfo dos operadores de Óleo e Gás. Este helicóptero irá atender às expectativas crescentes dos clientes na indústria oferecendo uma aeronave com melhor custo-benefício, que pode operar em um raio de ação de 300-NM com um novo layout de bancos.

ec175-img4-lg

Com a entrega do primeiro EC175U, teve início uma nova era nos serviços de transporte por helicópteros. A aeronave da classe de 7 toneladas foi certificada de acordo com os últimos padrões de aeronavegabilidade, cobrindo tanto o helicóptero como sua suíte de aviônicos Helionix®. Seu raio de ação em uma configuração de missão para o setor de óleo e gás permite que 16 passageiros sejam transportados para plataformas marítimas em distâncias de 140 milhas náuticas (NM), em voos de troca de tripulação, se estendendo a quase 200 NM quando 12 passageiros são transportados.

O bimotor leve EC145 T2, que evoluiu da família BK117/EC145 da Airbus Helicopters com tecnologias de última geração, está pronto para atender às demandas de missões que requerem alcance mais curto tanto em terra quanto no mar (onshore / offshore), sendo que os primeiros helicópteros nesta versão foram entregues em julho de 2014. Com capacidade para acomodar de 10 a 11 pessoas, a versão do EC145 T2 na configuração óleo e gás estará pronto para operar em 2015.

Os helicópteros de peso médio da família Dauphin e as versões Esquilo da Airbus Helicopters, nas configurações mono e bimotor, também foram testados em atividades de Óleo e Gás em todo o mundo.

Para visualizar as fotos da comemoração dos 10 milhões de horas de voo dos helicópteros da Airbus Helicopters em todo o mundo, acesse o link: http://thewall.airbushelicopters.com/

DIVULGAÇÃO:  Convergência Comunicação Estratégica / FOTO: Nicolas Gouhier

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lynxCorsario137OganzaMauricio R.Augusto Recent comment authors
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Oganza
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Oganza

O único crédito legítimo de nota ai é o do EC175… o resto, 90%, é tudo “evolução” ou recauchutagem, algumas bem sucedidas e outras no melhor estilo “Gambiarra do Seu Zé da Oficina”, dos velhos projetos em parceria a mais de 40 anos atrás da era Aérospatiale (França), Westland (Inglaterra) e MBB – Messerschmitt-Bölkow-Blohm (Alemanha). “…evoluiu da família BK117/EC145 da Airbus Helicopters…” – povinho sem vergonha que mente. BK117 nunca foi Airbus Helicopters e muito menos da finada Eurocopter… ele na verdade é MBB/Kawasaki BK 117, nem parafuso da França eu acho que tinha… projeto Nipo-Germânico atendendo a um requerimento… Read more »

Baschera
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Baschera

Oganza,

Ao trazer e promover o EC-175 a própria fabricante não acredita no “sucesso” do EC-225, a versão civil do EC-725….

Sds.

Oganza
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Oganza

Baschera, verdade, é um ponto válido, são praticamente redundantes. Só sei que tenho asco dessa empresa… o que eu já ouvi de trambicagem dessa gente mundo afora não está no gibi. O que é certo é o seguinte: eles são sempre a segundo opção de qualquer operador sério e eles tem a sorte de seus produtos prontos e herdados com origem de 40 anos atrás serem realmente bons (para o mercado civil). O futuro deles não é bom não e eu sou um que não compraria suas ações apostando em um background de 20 ou 30 anos. Mas nem com… Read more »

Augusto
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Augusto

EC-225: categoria de 11 ton;
EC-175: categoria de 7 ton;

Não são redundantes, são classes muito diferentes.

Oganza
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Oganza

Augusto,

ups… verdade… 🙂

Grande Abraço

Corsario137
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Corsario137

Se o assunto é Off-shore, vamos lá… Essa coisa de helicóptero “pequeno” não pode ser levada muito a sério. Bell 212, EC 145, isso é pra casos muuuuito específicos, no offshore a coisa é beeeem diferente. AS 330, vulgo puminha: foi a melhor aeronave da Airbus Eurocopter-Aeroespatiale-Helicopters até hoje. Aqui no Brasil, no início dos anos 2000, chegou a ser a aeronave com melhor disponibilidade da Petrobras. Esse era guerreiro. AS 332 L1 e L2: venderam bem pro projeto que era (antigo). Tinham lá seus problemas e aqui no Brasil foi de idas e vindas. Quando do acidente que vitimou… Read more »

Corsario137
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Corsario137

Não me espantaria se no futuro, derivado do EC175, viesse um EC195.

Mauricio R.
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Mauricio R.

OFF TOPIC…

…mas nem tanto!!!

Esses sulcoreanos estão saindo melhores que a encomenda:

http://www.flightglobal.com/news/articles/PICTURES-Amphibious-assault-Surion-makes-maiden-flight-408241/

Incrível, ToT utíl, descente e honesta da Eurocopter/Airbus Helicopters é possível!!!

Oganza
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Oganza

Mauricio R.,

é velha história:

ToT está em quem recebe e não em quem repassa.

Grande Abraço

Corsario137
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Corsario137

Mauricio R.,

Bela imagem.

Corsario137
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Corsario137
lynx
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lynx

A comparação entre os EC-175 e EC-225 é a prova de que comparativos “super-trunfo” de nada valem. O 175 pode levar 16 pax a 140MN e o 225 leva 18 na mesma distância. Em teoria! Sim, pois nenhum operador leva o 225 a essa distância no Brasil, depois dos problemas na MGB. Além dessa distância, só o S-92. É preciso, também, pesar o custo x benefício. A proposta dos super-médios (EC-175, AW-189 e Bell 525) é de um custo operacional menor do que o dos “grandes” (S-92 e EC-225), com capacidade “quase” semelhantes. Assim, os grandes só se tornam vantajosos… Read more »