domingo, maio 16, 2021

Gripen para o Brasil

Asas da Guerra Fria: aeronaves da USAF, em 1957

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

1950's Air-show

A USAF (Força Aérea dos EUA) reuniu, em agosto de 1957, uma seleção de suas melhores aeronaves de combate e de apoio, no aeródromo de Air Providing Grounds, na Flórida. Clique na foto para ver as aeronaves que fizeram história e alguns modelos ainda se encontram em operação, 57 anos depois!

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Iväny Junior

Pra mim o mais belo é o F-106. Elegantíssimo. Seguido pelo F-86.

Aldo Ghisolfi

EC-121 e F-86.

Guizmo

Eu gosto muito do Grumman Albatross (acho que é), no canto direto. Tinha um desses caindo aos pedaços no Campo de Marte em SP. Era maravilhoso

Bogaz

Eu lembro bem do albatroz no Campo de Marte. Acho que a esquadrilha oi tem um ainda.
Mas eu fico com os bombardeiros do lado esquerdo.

Alexandre Galante

O mais incrível é que o B-52, o B707 e o C-130 ainda voam!

leejunior22

Interessante notar que duas aeronaves ainda voam na USAF hoje! O KC-135 e o C-130.

Bogaz,

Esse Albatroz que é (ou era) da esquadrilha Oi está no Campo dos Amarais em Campinas. Admirava-o quase todo final de semana quando passava por lá.

leejunior22

Galante, o B-52 tinha me passado batido…

Mauricio R.

“…no aeródromo de Air Providing Grounds, na Flórida.”

Englin AFB???

Mas interessantes são as superposições de aeronaves de uma mesma função:

B-52; B-47; B-36; B-50; B-66 e B-57

F-102; F-94; F-89; F-86D/L

F-84; F-86; F-100

KC-135; KC-97

Franco Ferreira

Vou chutar! De cima para baixo, da esquerda para a direita:

1ª linha (2 anvs) – B-52; C-124
2ª linha (3 anvs) – KC 135; B-36; C-124
3ª linha (4 anvs) – B-47; EC-121; KC-97; C-130
4ª linha (5 anvs) – RB-66; F-94; H-19; F-86; SA-16
5ª linha (5 anvs) – RB-57; F-86D; T-37; FJ-4; F-89;
6ª linha (3 anvs) – F-100; F-102; F-101.

Fernando "Nunão" De Martini

“Mas interessantes são as superposições de aeronaves de uma mesma função” Sim, Maurício, e isso era muito comum (e ainda é, porém em menor grau) por se tratar de gerações que iam se sucedendo. No caso dos bombardeiros, isso é mais do que evidente (apesar de haver médios e pesados, mas também há a questão técnica do que era possível produzir alguns anos antes e alguns depois). A sucessão de tipos / gerações foi muito rápida. Alguns esquadrões ainda eram equipados com a(s) geração(ões) anterior(es), enquanto outros recebiam a nova, e o reequipamento total levava algum tempo – às vezes… Read more »

Mauricio R.

“…acho que não é um B-50 que está na foto, esse já havia saído de linha. Parece ser um reabastecedor KB-50.”

O “bomb bay” aparece aberto e não aparece a turbina entre o propulsor e o tanque extra.
E a empenagem do C-130 esconde a cauda da aeronave, que no KB-50 era em forma de bulbo.
Mas posso estar enganado.

Fernando "Nunão" De Martini

Verdade, Maurício, mas não é incomum fotos do KB-50 com as portas do compartimento de bombas abertas (obviamente, com alguma outra função que não o transporte de bombas), quando no solo. Eram ex-bombardeiros ou ex-reconhecedores convertidos. Também houve exemplares do KB-50 sem motores auxiliares a jato sob as asas e sem a extensão na cauda, não foram todos que receberam esses adendos. Para complicar ainda mais nossa identificação, havia também a versão WB-50, de reconhecimento(e variante meteorológica), que ficou em serviço praticamente tanto tempo quanto a de reabastecimento em voo (até meados dos anos 60, chegando a servir no início… Read more »

Franco Ferreira

Duas correções:

1- Quarta linha: RB-66; F-94, H-19, F-84; SA-16

2- Segunda linha: KC-135; B-36; B-50.

Desculpem.

Oganza

Nunão e Maurício R,

“Mas interessantes são as superposições de aeronaves de uma mesma função”.

Na verdade penso que isso era fruto do fértil e maravilhoso período entre 48 e 65, onde tinha uma nova aeronave ou protótipo a cada “4 meses”… impossível de se evitar as sobreposições.
______________________________________________________________________

Galante,

verdade… é impressionante. Os B-52, B707 e o C-130 ainda voam… 🙂

Grande Abraço.

Nautilus

Uma correção Oganza: não se trata do B707, mas do KC-135. Note a ausência de janelas e o “flying boom”, para o reabastecimento em voo de outras aeronaves, na cauda.

Gardusi

Ali no meio, entre o Sabre e o Sabre Dog não é o Dragonfly? Se for, é mais um ainda em atividade. É o “caça” do Uruguai, não é mesmo?

Fernando "Nunão" De Martini

Gardusi,

Pelo que entendi, está se fazendo menção a determinado avião ainda estar em atividade na USAF, e não em algum lugar do mundo.

Franco Ferreira

Gardusi, boa tarde;

Né não. É um T-37B (sem tip-tank. O A-37 Dragonfly ainda não existia.

Agora, eu quero que Você me ensine algo: O que vem, a ser “Sabre Dog”? Eu nunca ouvi esta expressão usada.

Obrigado por tua resposta que vem por ai!

Gardusi

Nunão e demais,
Sem considerar a USAF, tem outros da foto ainda em atividade?

Franco Ferreira, de memória não sei te dizer onde, mas já li menção ao F-86A, E e F como Sabre e o F-86D como Sabre Dog. Creio que foi em algum daqueles fascículos de aviação militar dos anos 80.
Na Wikipédia está assim também.

Sds

Fernando "Nunão" De Martini

“Sem considerar a USAF, tem outros da foto ainda em atividade?”

Sim, Gardusi.

Há o KC-135, ainda em uso em forças aéreas de alguns países (embora com motorização mais moderna do que a vista na foto, o que é o caso também da frota da USAF).

Quanto a aeronaves de propriedade civil, creio que ainda existam alguns Grumman Albatross voando, e um leitor lembrou deles lá em cima.

Franco Ferreira

Grasani; A trilogia também é cultura – Aprendi!

O alfabeto fonético tal com é usado hoje data de 1956. A letra “D” no alfabeto anterior era “DOG”.

Fernando "Nunão" De Martini

Grande Franco Ferreira, sempre aprendendo!

Quando eu crescer, quero ser assim, rsrsrsrsrs

luizblower

O que me chamou a atenção na foto é ver o tamanho de algumas aeronaves em relação a outras. Em especial o quanto são gigantescos o horroroso F-89 Scorpion (maior que o Voodoo!) e o B-36 (perto dele o B-52 é nanico)

Fernando "Nunão" De Martini

Luizblower,

De fato, o B-36 é um monstro, especialmente na envergadura, mas deve-se levar em conta que o B-52 está posicionado mais atrás (pelo menos meio avião mais pra trás, talvez 2/3) e é visto de ângulo ao invés de frente, o que ameniza seu tamanho.

Andar ao redor de aviões B-52 é uma experiência inesquecível.

ivanildotavares

Em 1957, ano da foto, a USAF não usava o T-33 nãos? Ou não cabe avião de treinamento? Aqui eram AT-33.

GUPPY

André Sávio Craveiro Bueno

Bom “revê-lo”, Roberto.

Ricardo Hugo Uruguay

Estou surpreso que em 1957 já existiria o Ec-121, o KC-135 e o B-52.

ronaldo de souza gonçalves

Achei interressante que o t-37 ainda voa na Bolivia acho que e mais treinamento. O Brasil teveria comprar um destes ou varios destes para os museus aqui sobra muito pouco. Alguns são lendas vivas ainda

rogerio

acho que faltou o SR 71 BLACKBIRD

fabian

Está faltando o F104…

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