Putin se vinga do Ocidente oferecendo jatos Sukhoi Su-24 à Argentina

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    Su-24- foto aviaciaru

    Roberto Lopes
    Exclusivo para o Poder Aéreo

    A notícia de que o governo de Buenos Aires examina a conveniência de alugar 12 jatos supersônicos de ataque Sukhoi Su-24, para reforçar a aviação de combate da sua Força Aérea durante a metade final dos anos de 2010 e o início da próxima década, ganhou ares de veracidade na tarde desta segunda-feira (29), quando o site IHS Jane’s 360 – pertencente ao prestigioso grupo britânico Jane’s (especializado em assuntos militares) – publicou um breve comentário do MoD (Ministério da Defesa do Reino Unido), a respeito do assunto:

    “O Ministério da Defesa realiza avaliações regulares de potenciais ameaças militares para as Ilhas Falkland, para garantir que vamos manter um nível adequado de capacidade defensiva para enfrentar quaisquer ameaças. Nós continuamos a nos manter vigilantes e compromissados com a proteção dos ilhéus das Falklands”.

    A novidade surge cinco meses e meio depois de uma visita do presidente russo Vladimir Putin a Buenos Aires, e apenas 30 dias após o anúncio da decisão do governo francês, de se recusar – pela segunda vez – a entregar a uma tripulação da Marinha russa, o porta-helicópteros da classe “Mistral” construído pela DCNS e um pool de empresas francesas sob encomenda de Moscou.

    Os Estados Unidos e as potências ocidentais lideram um conjunto de sanções contra a administração Putin, em razão da anexação da Península da Crimeia, no primeiro semestre, e da forte suspeita de que elementos separatistas ucranianos apoiados por Moscou se utilizaram de um lançador de mísseis de fabricação russa para derrubar um jato de passageiros da Malaysian Airlines.

    Diferente – Mas a “bomba” do Su-24 não representa um choque só para os kelpers (como são chamados os habitantes das Malvinas), ou para as autoridades incumbidas de defendê-los na distante Inglaterra.

    Um representante da indústria militar israelense que acompanha o esforço dos argentinos para renovar a sua frota de caças, observou ao Poder Aéreo que o advento do jato Sukhoi gera um impacto de conseqüências perturbadoras para a própria Força Aérea Argentina (FAA).

    Segundo esse raciocínio, os brigadeiros platinos precisarão abrir espaço em sua estrutura operacional para formar uma equipe de recebimento e manutenção de um bombardeiro bimotor, de dois tripulantes e superfície alar com geometria variável, mantido por meio de lubrificantes e ferramental desconhecidos pela logística argentina.

    Uma aeronave que nada, absolutamente, tem a ver – por sua concepção, nível atual de modernidade, seus conceitos operacionais e exigências de conservação – com os modelos utilizados pela FAA até aqui.

    E a verdade é que há muito o que aprender sobre o avião russo.

    Em primeiro lugar, é preciso dizer que ele não representa o tipo de aeronave que Buenos Aires vinha procurando desde 2013: um jato adequado à interdição, que assegure aos argentinos uma capacidade mínima de superioridade aérea. O Su-24 não foi projetado para cumprir essas funções.

    Ele é o que os aviadores chamam, em seu jargão profissional, de avião-martelo, tipicamente concebido para o ataque (ou, para tarefas subsidiárias como o reconhecimento a grandes altitudes). Seus objetivos são, portanto, alvos no solo ou “targets” de superfície em zonas marítimas – motivo pelo qual transporta os mísseis Kh-31A, capazes de alcançar uma embarcação a distâncias entre 25 e 50 kms.

    Há dúvidas, entretanto, quanto à capacidade de sobrevivência do Su-24 em um cenário de guerra aérea moderna – ou, em outras palavras, de potencial enfrentamento com os caças ocidentais de última geração, como o também bimotor Eurofighter Typhoon (que, não por acaso, guarnece os céus das Ilhas Malvinas).

    Adequação – O Su-24 foi o primeiro jato de ataque diurno/noturno da extinta União Soviética a exibir aviônica digital, que integrava seu sistema de navegação ao controle dos armamentos.

    No fim da década de 1980, com os sucessivos avanços da pesquisa de autodefesa dos aviões de combate, seus projetistas puderam, por exemplo, improvisar uma baia de guerra eletrônica, que sanava esse importante item de vulnerabilidade da aeronave.

    A aparelhagem era formada, basicamente, por um sistema de alerta radar, ao qual foi adicionado, mais tarde, um receptor de alerta contra mísseis e um equipamento de guerra eletrônica ativa, por geração de interferências – sistema que exigiu a instalação de antenas junto às tomadas de ar da fuselagem e na cauda.
    Segundo o site IHS Jane’s 360, essa capacidade do jato russo de aceitar modificações modulares, permitiu que os técnicos da Força Aérea Iraniana desenvolvessem o seu próprio pacote de armamentos para a aeronave.

    Em linhas gerais – simplistas –, o Su-24 é, contudo, um avião perfeitamente apto a manter sob vigilância – ou estresse – o atual dispositivo militar britânico das Malvinas: quatro caças Typhoon, uma bateria de mísseis antiaéreos Rapier, uma guarnição estimada em 1.200 militares e a presença (não permanente) de um navio de superfície da classe de uma fragata média ou pesada.

    O Sukhoi oferecido aos argentinos tem um raio de ação de combate de 1.046 km, transportando três toneladas de bombas, o que lhe permitiria decolar do território argentino, sobrevoar o arquipélago malvinense por dez ou 15 minutos e retornar à base sem a necessidade de reabastecer no ar.

    Essa perspectiva é ainda mais difícil de ser aceita pelos britânicos, quando se sabe que o primeiro dos dois novos porta-aviões britânicos classe “Queen Elizabeth” só estará pronto em 2020. E, segundo o articulista Gareth Jennings, do IHS Jane’s Defence Weekly, só poderá ser considerado plenamente operacional no ano de 2023.

    67 COMMENTS

    1. A Argentina nao tem dinheiro para adquirir, dinheiro para operar nem pilotos treinados, nem navegadores treinados e também nao tem a doutrina operacional para empregá-los e finalmente, nao dispõe de infraestrutura nas suas bases areres e ahh … e nao dispõe de armas compatíveis.

      Superando os obstáculos acima descritos, estara adquirindo um aviao de combate prestes a ser retirado de operacao pela Forca Aerea da Russia.

      (noticia é risível se se considerar que o negocio dos Kfir nem saiu da carta de intenções)

    2. Há muita água para rolar. Mas se a oferta russa for real e Putin oferecer “mundos e fundos”; entendam isso como financiamento facilitado e apoio irrestrito de manutenção e treinamento [talvez por pessoal russo], então os argies se virão tentados a aceitar. Quem sabe não poderiam vir, eventualmente, caças?

      A questão primária é dinheiro. Se essa barreira for rompida, ainda resta a de manutenção e treinamento, além do estabelecimento de uma doutrina.

    3. Não entendi, a preferência não deveria ser por aeronaves de defesa aérea? Sem falar no custo operacional, tempo para desenvolver doutrina de uso, peças de reposição, etc. Falam como se da noite para o dia o sistema de defesa Britânico nas ilhas fosse ameaçado de colapso, sem que os mesmos não fizessem um estudo do impacto desta hipotética compra. Ma se não veio F-1, o sino -paquistanês e Kfir, o ideal não seria optar por Mig-29 ou SU-27, caso realmente existisse $$$$ para tanto. Apesar dos meus parcos conhecimentos penso que é pegadinha de fim de ano.

    4. Espero que seja pegadinha mesmo, pois a força aérea argentina merece coisa muito melhor e dentro de sua realidade. Como já foi dito essa aeronave já passou do seu tempo de aposentadoria, os russos estão substituindo o SU-24 pelo SU-34. E se fossem mesmo camaradas ofereciam alguma versão moderna do Fulcrum.

    5. O que pode estar em andamento é uma nova Guerra Fria, mas na América do Sul. E pessoal doido para botar lenha na fogueira não vai faltar. Provocar estresses em lugares distantes pode interessar à própria Rússia e à China. A Rússia pode muito bem oferecer um pacote de aeronaves, armamentos e treinamento por preço simbólico, já que vai desativar as aeronaves. As forças do Eixo Bolivariano, pela simples provocação, podem apoiar a coisa toda. De outro lado, ingleses e americanos podem levar, no entanto, a coisa mais a sério.

    6. O impacto de uma FAA equipada com Su-24 seria semelhante ao impacto provocado pelos Lincoln/Lancasters na década de 1950. Naquela época somente a FAA possuía esta capacidade de bombardeio estratégico (mesmo que a aeronave já estivesse ultrapassada).

    7. A questão chave é $$$. Se Moscou [e Pequim] quiserem e puderem agir, então poderão armar a Argentina [e Venezuela, Bolívia, Equador…]. Se os Su-24 vierem, apenas isso bastará para incomodar os ingleses. Sim, os Typhoon poderiam dar conta, porém imagino que nenhum planejador militar inglês iria desprezá-los. E se os Su-24 usarem misseís cruise?

    8. Se os argentinos conseguirem os Su-24 ou qualquer outra aeronave mais moderna, isso obrigará os ingleses a investirem mais na defesa das Falklands no médio prazo?

      A Argentina estaria disposta a arcar com as consequências de uma ação contas as ilhas?

    9. Putin, pare de arrancar as calças pela cabeça. Isso já começa a afetar sua capacidade de raciocínio, rapaz!

      Se você quer mesmo vingar-se do Ocidente, começar pela Argentina é covardia. Os caras estão falidos e você ainda oferece mais corda para os enforcados?

    10. Hummmmm……

      Não foi um Su-24 russo com seus pood’s ECM ligados que deu um “susto” no Uss Donald Cook no Mar Negro poucos meses atrás ???

      Foi propagado pelos russos:

      “…Tudo decorria como de habitude, tendo os radares da nave calculado a distância até o alvo. Mas de repente todos os ecrãs se apagaram. O Aegis deixou de funcionar e os mísseis não receberam a indicação do alvo. Entretanto, o SU-24 sobrevoou a coberta do destróier, fez uma viragem de combate e imitou um ataque de mísseis. Depois fez uma volta e repetiu durante 12 vezes consecutivos a manobra.” …

      De resto, os argentinos teriam que investir muito (tempo e dinheiro) para se adaptar a estas aeronaves…. mas que seria perigoso para os ingleses há seria…..

      SDs.

    11. Também lembro aos colegas que não necessariamente a Argentina paga por produtos chineses e russos com dólares.. mas sim com produtos primários e agrícolas carne inclusive.

      Sds.

    12. Bem…não é minha praia a aviação. ..sou da época em que no’B chamávamos a FAB de força auxiliar. ..rsrsrsrs vê se pode!
      Mas que venham os Fencer! Toda a AS ganha com isso…sou adepto de uma corrida armamentista sem precedentes na região. Porquê?
      ÁGUA meus caros…
      Não somente a FAA sai ganhando mas toda a região. ..
      Ahhhhh o governo portenho não está apto a fazer guerra com nenhuma nação dentro dos próximos dez anos pelo menos..fazer guerra vai bem “mas allá” que simplesmente comprar equipamentos.
      CM

    13. Boa lembrança Baschera…

      O pessoal só lembra da guerra de super trunfo… Não lembra que a situação tática pode inverter totalmente o jogo a favor de um hipotético, e improvável, ataque de Su-24 contra a ilha…

      Os 4 Typhoon possuem disponibilidade para manter CAP 24 por 7 ? E qual a capacidade das Falklands em relação a alerta aéreo antecipado ?
      Na minha opnião, apenas um Type-45 em alerta que viraria o jogo para os britânicos…

      Em relação a pilotos/armas… a URSS, uma Russia com bandeira diferente, já provou que não liga de ceder pilotos e aviões armados até os dentes, quando o interesse é maior.

    14. Acredito que seja inevitável para a Argentina no futuro operar equipamentos russos ou chineses. Não por elucubrações geopolíticas envolvendo Washington, Londres, OTAN.

      Não é demais lembrar que os aviões mais modernos da argentina são dos EUA e eles sabem que é melhor controlar a argentina sonegando peças de reposição no futuro, então sim, é interessante para a Inglaterra que a argentina compre equipamentos dos EUA, desde que estes não sejam de ultima geração.

      O que vai aproximar a Argentina de russos e chineses é o simples fato de que, tanto china quanto Rússia, talvez sejam o únicos dois fornecedores que a argentina tenha algum credito para comprar qualquer coisa. E também são os que possuem produtos mais baratos.

      Faz sentido o Su-24 na FAA? Sob o ponto de vista russo estas aeronaves são caras de se manter e a Rússia as tem em grande quantidade. Então desova-las não é uma má ideia na medida em que os Su-34 estão entrando em serviço.

      Para a FAA, faz mais sentido a adoção do Su-27 nas versões mais antigas ou o Mig-29. É este o braço da FAA que esta em extinção.

      Esqueçam esta historia de logística russa, treinamento diferente, pós venda ruim e todos os problemas destes equipamentos. Para a argentina é isto ou nada. Caça russos ou chineses manteriam a FAA viva para um dia, sabe-se lá quando a argentina tome rumo e volte a ser uma nação digna de ser chamada de nação.

    15. De outro lado, no momento em que aviões com alguma capacidade de golpear as forças britânicas pousarem em solo argentino, a rainha reforça a ilha… Mais Typhons ? Destroyers Type-45 ?

    16. Na verdade esse tipo de notícia faz a alegria da RAF e da Royal Navy: se com duas dúzia de cacareco véio Mirage e A-4 a Rainha já meteu 4 Typhoon nas Falklands, imaginem o que não fará com os argies armados pelo Putin…

      PS: Baschera, notícia da “Voz da Rússia” não vale… 🙂

    17. Pobre Argentina, virou um mero joguete internacional.
      A Guerra Fria não foi nada mais que isso: EUA e URSS utilizando os outros numa guerra de desgaste.

    18. Lord Vader,

      Não vale….. mas as vezes vale !

      Sempre foi a “ameaça” eslava (Rússia) após a segunda guerra que manteve acesa a fogueira por maiores desenvolvimentos de armamentos e verbas ocidentais com o objetivo de se contrapor à esta.

      Bastou a Rússia (ex-URSS) falir e as verbas foram escasseando… fabricantes de aeronaves ocidentais foram sumindo…. marinhas foram encolhendo…. exércitos foram declinando… com uma ou duas exceções esporádicas aqui e ali.

      O que Putin está fazendo, e não é de hoje, é mostrar que o defunto russo ressuscitou…. um pouco depois do terceiro dia… mas ressuscitou.

      A Argentina é só uma peça útil que surgiu no tabuleiro… assim como o foi Cuba no passado.

      Sds.

    19. A notícia sobre o Su-24 “argentino” publicada no Jane’s é encarada como piada em alguns fóruns argentinos epor alguns foristas hermanos que postam por aqui também…

      Por “Calquin” lá no FBM:

      Esta noticia es totalmente falsa (Fake) y lanzada por medios ingleses para manipular la opinión pública británica.

      No existe ninguna negociacion por Su-24. El fracaso del sostenimiento de la base militar de Malvinas a partir de la rentabilidad petrolera off-shore se vino a pique por la baja internacional y el gobierno británico estudia recortes en el presupuesto de Defensa de Malvinas. Esto llevó a algunos ingleses a intentar hacer lobby para presentar a la Argentina como una amenaza nueva con los Su-24. Pero no existe tal negociacion, lo que si se nota es el enorme poder que tienen para manipular la opinión publica.

      No debería llamarnos la atencion ya que así lograron convencer a la opinion publica mundial que Irak estaba detras del atentado a las Torres Gemelas (fue un auto-atentado) que tenian armas de destruccion masiva (Fake) que Bin Laden era el terrorista más buscado, pero tardaron 13 años en encontrarlo los servicios de inteligencia más eficientes del mundo (CIA, MI6, Mossad), justo cuando deciden dar por terminada la guerra en Afganistan lo encuentran y lo matan, pero nunca aparece su cadaver.

      Muchachos, por favor, no sean ingenuos y no se dejen manipular por esta gente.

      Sds.

    20. Baschera 30 de dezembro de 2014 at 7:25 #

      Como é fantástico podermos opinar livremente!
      O bom é o exercício do pensamento e da exposição das idéias. Cada um com a sua.

      Gostei do que disse o Calquin até a metade da estória, mas a outra metade já me pareceu uma extrapolação desnecessária.
      Mas que bom que cada um pode apresentar sua idéia.

    21. Baschera..concordo com eparro. O texto Argentino fazia sentido até o segundo parágrafo. Depois começou a falar de auto atentado nas torres gêmeas, que o Bin Laden não morreu…

      De qualquer jeito acho que a Argentina não vai adquirir os Su-24. A prioridade é a caça. O que adianta ter bombardeiros e nenhum avião para protegê-los.

    22. Se a notícia for verdadeira, apesar de serem caças-bombardeiros antigos, deixaria os ingleses preocupados. Ainda mais se além desses SU-24, no futuro a Argentina conseguisse uns lotes de SU-30.

      []’s

    23. Realmente isso parece ser manipulação Inglesa eles são muito bom nisso, enfim esses Su-24 estão muito ultrapassado e duvido que o governo Argentino o queira!!

      Mas seria tão legal se os Russos em troca de grão, galinhas,porcos etc, entrega-se alguns Su-30 e 35 a Argentina só para ver o medinho e chororó desse Inglesinho…

      Avante Hermanos………

    24. segundo informações por ai, a FAA dispõe operacionais atualmente menos de seis A-4 …

      A penúria deles vai a tal ponto que nem a CRUZEX eles conseguem participar.

      A oferta dos Kfir Block 60 ficou parada aparentemente por falta de $.

      A Argentina faliu – e nao ha dinheiro disponivel para nada.

    25. Graças à política econômica que limita ou até mesmo suspende exportações, atualmente a Argentina sequer exporta bens primários como carne (menos de 1 bilhão de dólares em 2013) e trigo (estimada em 1,5 bilhão de dólares na atual safra) em quantidades suficientes para fazer escambo com caças – e olha que esses valores são pagos aos produtores e não ao governo argentino, cujas divisas internacionais são limitadíssimas.

      Então, no momento, a Argentina apenas tem condições de aceitar doações ou compras excessivamente subsidiadas. “Só” precisa achar algum país que queira fazer esse tipo de negócio com ela.

    26. Vader
      30 de dezembro de 2014 at 1:46
      __________

      hey people!

      first published the news

      The British newspaper “Sunday Experss” December 28, 2014 published an article by Marco Giannangeli “EXCLUSIVE: Falklands defence review after military deal between Russia and Argentina”, which, citing unnamed officials of the Ministry of Defence of the United Kingdom reported that though Russia proposes to take in Argentina rent 12 Sukhoi Su-24M of availability.

      We are in Moscow for a long time laughed about it 🙂 Apparently the UK MoD budget so gutted that vbrasyvayutsya the fake news to knock out a lot of money

      Well Fektovalschik osobeeno version M2 is great for applying udarov- but I can hardly imagine such a complex technique in the hands of Argentines
      ________

      hey pessoas!

      publicado pela primeira vez a notícia

      O jornal britânico “Sunday experss” 28 de dezembro de 2014 publicou um artigo de Marco Giannangeli “EXCLUSIVO: revisão da defesa das Malvinas após acordo militar entre Rússia e Argentina”, que, citando oficiais anônimos do Ministério da Defesa do Reino Unido informou que embora a Rússia tenciona tomar em Argentina alugar 12 Sukhoi Su-24M de disponibilidade.

      Estamos em Moscou por um longo tempo rimos sobre isso 🙂 Aparentemente, o orçamento UK MoD tão eviscerado que vbrasyvayutsya a notícia falsa de bater para fora um monte de dinheiro

      Bem Fektovalschik osobeeno versão M2 é ótimo para aplicar udarov- mas eu mal posso imaginar uma técnica tão complexo nas mãos dos argentinoshttp://www.youtube.com/watch?v=LMso7asm3Yw

    27. Soldat
      30 de dezembro de 2014 at 8:13

      O medo que os ingleses tem é de precisar gastar mais do que podem, deslocando material e pessoas às Falklands e não de uma dúzia de aeronaves pilotadas por argentinos.

    28. and the bright title

      Putin revenge !! ))))))))) Fantasies and fears, some going through the roof, and tomorrow will be informed by the British tabloid that Argentina will receive a TU-22 and nuclear missiles))))))))))

      Search result fake turned on glory

      ___________

      eo título brilhante

      Putin vingança !! ))))))))) Fantasias e medos, alguns atravessando o telhado, e amanhã será informada pelo tablóide britânico que a Argentina vai receber um TU-22 e mísseis nucleares))))))))))

      falso Resultado da pesquisa ligada glória

    29. Ouvi dizer que ofereceram a Interprise para os ermanos mas parece que eles não tem doudrina,
      ferramentas, porto epacial, essa coisas que é dita por dizer, a questão é bem simples de ser análisada a Argentina vai querer mesmo operar este tipo de aeronave.
      Se esta for a escolha então começa com o Su-24 depois entra os outros para o delirio da galera que não suporta o mundo multipolar. Os formuladores de estratégia do militar do Brasil tem que imaginar cenário possível e já que não tem como projetar o impossível pelos menos alguns provaveis.

    30. Caros, o Fencer é um bom avião, mas não atende à necessidade argentina. Eles precisam de um vetor ar-ar primordialmente. Caça bombardeiro adaptado eles já têm e, apesar de serem o supra sumo da faa, são um tanto quanto inadequados ao enfrentar supersônicos (os a-4ar).

      Se Putin quisesse mesmo ajudar a argentina, forneceria uns Mig-21, por mais velhos que fossem, é o que dá pros argentinos operarem. Com uma aviônica mais moderna arracaram suspiros dos pilotos americanos que os enfrentaram na india.

      Um esquadrão de Mig-29SMT já ficaria acima da capacidade operacional dos portenhos, embora seja um dos mais baratos de operar da quarta geração.

      Como nosso amigo russo falou acima, isso é balela por enquanto. E quem tem interesse e recur$o pra negociar comodities com os argentininos é a china. Mas são mais agressivos. Se rolar negócio, vão querer uma base avançada.

    31. Pessoal, isto digno de piada, os Argies estão pedindo de grátis para a FAB peças de trem de pouso de M III porque não tem $$$ para comprar.
      Voariam por seis meses depois virariam rainhas de hangar.

      Grande abraço

    32. Bolívia, Paraguai e Uruguai costumam pedir meios e peças gratuitamente ao Brasil e não raro são atendidos.

      Com a regressão econômica da Argentina, nada mais natural que entrar para esse clube. E não duvido que ganhem as “pecinhas”.

    33. Os ingleses tb estão chorando de barriga quase cheia, se não de grana ao menos de meios.
      A Russia tem realmente interesse em fornecer essas aeronaves “Fencer” a Argentina, mto que bem; vão em frente!!!
      É o motivo perfeito p/ Londres responder fornecendo a Ucrânia o mesmo tanto de aeronaves “Tornado”, acompanhadas de alguns “Typhoons” Tranche 1.
      Será que o Putin vai gostar???

    34. Soyuz:

      “Não é demais lembrar que os aviões mais modernos da argentina são dos EUA e eles sabem que é melhor controlar a argentina sonegando peças de reposição no futuro, então sim, é interessante para a Inglaterra que a argentina compre equipamentos dos EUA, desde que estes não sejam de ultima geração.

      O que vai aproximar a Argentina de russos e chineses é o simples fato de que, tanto china quanto Rússia, talvez sejam o únicos dois fornecedores que a argentina tenha algum credito para comprar qualquer coisa. E também são os que possuem produtos mais baratos”.

      Penso que a Rússia e a China vão disputar o ‘mercado’ argentino não só pelo fator econômico, mas, principalmente pela imensa possibilidade de contemplarwm suas geopolíticas, sim!, colocando o Urso e o Dragão com muita firmeza em área de influência (ainda) direta da Águia.

      A China já tem bases africanas no Atlântico… de lá p’rá cá, é mera questão de azimute e alcance, coisa que lhe sobra, inclusive para a Rússia.

    35. O Pacote completo inclui a doacao de 24 Su-35, 36 MiG-29SMT, 12 Su-24M, 24 Mi-28NE e 2 aviões Beriev A50 AWACS , o porobrema e’ que a Dona Kirchner quer 2 avioes VIP, e os Russos querem vender o Il-96 do Putin, mas ela insiste por que insiste em receber 2 747-8 VVIP de graca e nao quer pagar pelos Il96, aparentemente o negocio depende disto, pode ser que nao saia.

      E tambem a Marinha da Argentina recebe os dois Mistral de presente de Natal atrasado.

    36. Colocando de lado a questão econômica, com a falência da Argentina, um país que era mais rico que muitas nações europeias durante a primeira metade do século XX, este possível mais improvável negócio iria de encontro à um discurso portenho de confrontação que tem mais de 40 anos.

      Super Étendard com Exocet era arma de interdição marítima e foi usado como tal.

      Um punhado de Sukhois Su-24 ‘Fencer’ não iria ganhar uma guerra perdida, não iria derrotar o outro punhado de Typhoons, não iria afundar nenhum destroyer classe Daring, mas daria uma dor de cabeça danada para os ingleses no que diz respeito a logística, ao menos em termos potenciais.

      Se lembrarmos do futebol, nossos Hermanos jogam muita bola, mas se perdem quando optam pela catímba e esquecem do jogo.

      Alugar um esquadrão de Su-24;
      comprar dois esquadrões de Gripens;
      reativar programa de subnuc;
      é tudo catimba, tudo antijogo.

      O pior é que Bueno Aires termina por prejudicar mais o povo argentino e os vizinhos amigos de boa fé que os malvados súditos da Rainha Elizabeth II.

      Quer a ilha?
      Recupere a economia e reconstrua o país.

      Cordiais saudações,
      Ivan, o Terrível.

    37. Thomas DW,

      Seria um upgrade ao atual e aparentemente luxuoso
      Boeing 757 que opera com código ‘Tango 1’.

      Mas Nestor e Cristina já voaram de Boeing 747,
      alugado das Aerolíneas Argentinas.

      Abç.,
      Ivan.

    38. thomas_dw
      31 de dezembro de 2014 at 9:05
      ______________

      good list)))))))))) which would envy any army

      +20 Raet Iskander + atomic submarine and Russian Special Forces and Airborne

      _ _

      boa lista)))))))))), que teria inveja qualquer exército

      20 Raet Iskander + submarino atômico e russos Forças Especiais e Airborne é um bônus de Putin

      Eu acho que uma semana de impressão britânico-lo))))))))))))))

    39. Thomas_dw,

      Espero que o amigo perdoe a minha falta de perspicácia, mas sua mensagem das 09h05 deve ter sido permeada por fina ironia.

      Eu, por exemplo, não sei usar aqueles ícones de carinhas sorridentes e/ou maliciosas, então preciso ser abertamente irônico, quando o desejo.

      Mas, para a realidade argentina, esse “pacote” mencionado em seu texto parece um tanto exagerado, mesmo que fosse doado. Afinal, ter não significa operar (obrigado, Juarez).

      Nas condições atuais, a FAA não consegue operar nem mesmo o pequeno rebutalho dos Mirage/Dagger e A-4 que lhe sobrou.

    40. Pangloss
      31 de dezembro de 2014 at 10:22
      ________

      Você duvida? e não acredito que os jornais Angliskiym? ))) Infolrmatsiya 100%))))))))

      na próxima semana, será um novo artigo sobre os dons Putin + treinados WARBEAR da Sibéria

      o mesmo local Puitina, oeste))))))))))))

    41. Negativo.
      FACh não opera Tornado.
      Curiosamente Tornado IDS seria o equivalente pan europeu do Su24 “Vencer” como aeronave de interdição.
      Abç.,
      Ivan.

    42. Há duas classes bem distintas de aeronaves de ataque, as subsônicas e as supersônicas.
      As supersônicas têm como principais representantes o Jaguar, o Tornado, o F-111, o F-105, A5 Vigilante, Super Etendard, Su-24, Su-34, etc.
      Se formos incluir os bombardeiros ainda tem: B-1B, B-58, FB-111, Tu-160, Tu-22 Backfire.

    43. Mestre Bosco,

      ‘Bombers’ estão em um nível acima…

      Mas quanto aos aviões de ataque supersônicos, acredito que Panavia Tornado IDS, Sukhoi Su24 “Fencer” e Su34 “Fullback”, General Dynamics F-111 Aardvark e Republic F-105 Thunderchief estão em uma categoria especial, superior aos Jaguar e Super Étandard.

      Por fim, o North American A-5 Vigilante está mais para bombardeiro, em que pese operar embarcado e sua interessante versão de reconhecimento.

      Mas há controvérsia.

      Abraço,
      Ivan.

    44. Bosco,

      Acho que o Super Etendard só é supersônico em queda livre, em missão kamikaze.

      Mas, segundo tais parâmetros, haveria uma miríade de outros exemplos de aviões de ataque supersônicos.

    45. Olá.

      A notícia é interessante, pena (para nossos hermanos) que tenha vindo com mais de 30 anos de atraso… 🙂
      A notícia não deve ser verdadeira, embora, como já salientado pelos colegas, a Rússia possa vir a ser um fornecedor de armamentos às FFAA argentinas.
      No entando, discordo quando se diz que o modelo (aparelho de ataque) seja inadequado a Argentina.
      Num eventual atrito com a Gran Bretanha, mais que os aparelhos “estacionados” em Port Stanley, a Argentina deve ter como objetivo a frota de transporte/ataque da Royal Navy. E o Su-24 pode atuar muito bem como aparelho de ataque/interdição marítimo.
      Claro, outros modelos também se fazem necessários para que uma possível interdição do Atlântico Sul possa ser minimamente efetiva. E isso está à “anos luz” dos nossos vizinhos.
      SDS.

    46. Pangloss,

      Não necessariamente em queda livre…
      … mas em um suave mergulho o Super Étendard consegue ultrapassar a velocidade do som e sustentar por algum tempo, o que é um feito importante ao considerar que seu turbofan SNECMA Atar 8K-50 não tem pós combustão e entrega 11.025 lbf de empuxo.

      Sds.,
      Ivan.

    47. Pangloss e Ivan,
      Há informações discordantes na web!
      Há algumas décadas o Super Etendard era tido como levemente supersônico (naquelas coisinhas antigas chamados de livros e revistas rsrsss).
      Atualmente há fontes que não citam essa característica e o colocam como sendo subsônico. Na verdade, sendo transônico.
      Essa fonte o dá como sendo supersônico:
      http://fas.org/man/dod-101/sys/ac/row/etendard.htm

      Sobre um caça subsônico superar a barreira do som em queda livre, não creio que seja possível. Ou ele tem aerodinâmica e um reforço estrutural compatível com a tranposição da barreira sônica ou ele não conseguirá superá-la vindo de uma altitude em que opera a maioria dos caças, mesmo com a ajuda do empuxo gerado pelo motor.

      Um abraço aos dois.

    48. Groo,
      Em sendo verdade que o Super Etendard e o F-86 superam a velocidade do som em mergulho a conclusão que se chega é que eles têm características de robustez e aerodinâmicas compatíveis com a velocidade supersônica e se não o fazem em voo nivelado a grande altitude é por deficiência de motorização.
      Eu não sabia do F-86.
      Quanto ao Super Etendard, eu sempre o tive como sendo supersônico (levemente) e nunca me atinei que ele não tem pós-combustores, apesar de achar que a pós-combustão não é vital para atingir e manter velocidades supersônicas.
      Um caso que me lembro de cabeça é o do míssil Hound Dog que atingia Mach 2 com um turbojato sem pós combustão. Vale salientar que o Hound Dog pesava quase que o mesmo de um F-5.

    49. Senhores, não vejo motivo para estranhamento sobre esse assunto de quebrar a barreira do som em mergulho, para o caso de algumas aeronaves de desempenho subsônico / transônico. O A-4 Skyhawk (AF-1 na MB), um jato cuja velocidade máxima em voo nivelado é subsônica, também é capaz de superar a barreira do som em mergulho, e já o fez aqui no Brasil.

      “Embora o A-4 não seja uma aeronave supersônica, esse avião é capaz de realizar um mergulho onde a velocidade atingida pode ultrapassar a velocidade do som. Esse tipo de manobra pode ser necessário num combate aéreo. O primeiro vôo supersônico de uma aeronave da Marinha, pilotada por um aviador brasileiro, ocorreu no dia 30 de maio de 2001. A aeronave de matrícula N-1021 atingiu a velocidade máxima de Mach 1,02”

      http://www.naval.com.br/anb/ANB-aeronaves/MDD_A4_Skyhawk/MDD_A-4_Skyhawk.htm

    50. Off-topic.

      Cristina Kirchner obrigou os transportes argentinos a circularem a frase “Las Islas Malvinas son argentinas” em lugar visível.

    51. Considerações:

      1.- Prospecções indicam boa quantidade de petróleo leve e gás na área de domínio dos Ingleses. Nos atuais preços, deixa lá, mas ……….. “é meu” !;

      2.- Três Tufões na Ilha, pô tão preocupados com os ArgeisZuela, manda mais três e ponto;

      3.- Vão pagar e manter com o quê ?;

      4.- Vetor que necessita de treinamento e doutrina para os pilotos;

      5.- Armamentos e

      6.- Os Ingleses ficarão sentados comendo “papas fritas” com “pescado” ou Fish and chips, assistindo e batendo palmas.

      Tá bom, mas fico com meu nobre Amigo Gaudério:

      “juarezmartinez
      30 de dezembro de 2014 at 20:52 #

      Pessoal, isto digno de piada, os Argies estão pedindo de grátis para a FAB peças de trem de pouso de M III porque não tem $$$ para comprar.

      Voariam por seis meses depois virariam rainhas de hangar.”

    52. Em se tratando de argentina, acho benefico para ela. Temos que analisar que a argentina eh totalmente contra a exploracao de petroleo nas aguas em torno das malvinas, e os Su-24 sao avioes dedicados ao ataque terrestre e maritimo. Uma vez que a argentina ja adquiriu alguns super rebocadores russos, capazes de arrastar estas plataformas, esses avioes viriam como complemento, e podem num ataque relampago, destruir muitas dessas plataformas. Com certeza precisaria de escolta de caças como Flankers ou Fulcrums, mas um ataque bem planejado a longa distancia com 2 ou 4 fencers, estes podem muito bem se evadirem sem serem molestados pelos typhoons das malvinas. E digo mais, a argentina esta certa em reinvindicar as ilhas, e o Putin esta certo em oferecer o armamento. No jogo de xadrez que esta hoje, nao ha nenhum melhor estrategista do que ele.

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