domingo, setembro 26, 2021

Gripen para o Brasil

Vídeo: primeiro voo com recolhimento do trem de pouso do T-Xc

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

No dia 23 de outubro, a aeronave T-Xc da Novaer fez seu primeiro recolhimento e extensão dos trens de pouso durante um voo, divulgando no dia seguinte o vídeo acima. Segundo a empresa, a sua equipe e diretoria técnica estiveram durante toda a manhã daquele dia no aeroclube de São José dos Campos, de onde decolou a aeronave, e os resultados foram considerados satisfatórios.

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bitt

Uma pergunta e uma dúvida…
Pergunta – 1) existe garantia que a FAB vá comprar algumas dúzias desta aeronave? 2) é impressão ou aquela aeronave que está sendo desenhada com vistas à UNASUL parece ter um projeto mais refinado (se bem me lembro a cargo da estatal argentina…)

Dúvida – As asas desta aeronave tem um desenho supercrítico ou é impressão minha?

Sds a tds.

Mauricio R.

E pq raios a FAB teria que garantir a compra desta aeronave???
Já não chega a Embraer, empurrando aeronaves que não fazem falta, agora aparece outra querendo parte da boquinha.
Que se provem no mercado civil.

sergiocintra

1-Nos procedimentos de pouso e decolagem, pouco flap.
Caracteristica do teste, da pista ou da sustentação alar da aeronave? ou tudo?

2-Embora estou conhecendo o produto somente por fotos e no video, o trem de pouso “aparenta ser” um pouco fragil para um treinador militar. Novas tecnologias existem e não sou engenheiro para tal afirmação mas a aparencia é de “gambitos”.

Gilberto Rezende

Caramba Maurício então tua bronca não é SÓ com a Embraer é com qualquer empresa aeronáutica brasileira ??? Respondendo tua pergunta… E pq raios a FAB teria que garantir a compra desta aeronave??? Porque a nossa força aérea é brasileira para início de conversa… Por que o mercado civil tá cheio de empresário brasicano que só pensa em comprar aviãozinho americano… Se dependesse do mercado civil brasileiro a Embraer nunca teria existido. Se o Brasil quiser uma nova empresa na aviação regional vai ter de fazer o mesmo caminho que fez com a “maldita” Embraer que tanto cresceu que abandonou… Read more »

Mauricio R.

“…então tua bronca não é SÓ com a Embraer é com qualquer empresa aeronáutica brasileira ???” Minha bronca é contra qualquer empresa, que não queira se provar no mercado. “Porque a nossa força aérea é brasileira para início de conversa…” E nem por isso a FAB tem qualquer obrigação de adquirir alguma aeronave, somente pq esta é fabricada no Brasil. “Se dependesse do mercado civil brasileiro a Embraer nunca teria existido.” Havia a reserva de mercado na aviação regional, destiana a favorecer o “Bandeirante”. “Porque esta aeronave é baseada num projeto do mesmo excepcional engenheiro responsável pelo T-25 que a… Read more »

Rinaldo Nery

Mister M, a FAB vai adquirir porque o T-25 já deu o que tinha que dar, e precisa ser substituído.
Como bem disse o Gilberto, melhor ele do que dar dinheiro pros alemães da GROB ou outros gringos quaisquer.

Já não chega a Embraer, empurrando aeronaves que não fazem falta ….

Quem disse que não fazem? T-X e KC-390.

bitt

Caracoles, preferia não ter perguntado nada. Gostaria de saber pq o Mister M detesta tanto a Embraer (e aparentemente, a Novaer tb).

Até onde eu saiba, forças armadas costumam a comprar preferencialmente produtos nacionais, ainda q não sejam gde coisa. Não fosse assim, o Exército dos EUA estaria hj em dia usando alguma versão nativa do AK47, visto que a primeira versão do M16 era uma droga. O “teste de mercado” (A.K.A. Vietnã) foi um fracasso, e mtos GIs tentavam usar AKs tomados dos Charlies.

Agora, a FAB vai ou não vai comprar essa aeronave?

Mauricio R.

Forças armadas compram aquilo que lhes atenda a uma necessidade definida.
E nem sempre a indústria local tem condições de fornecer o que é necessário.
Se vai ser nacional ou importado, avalia-se testando.
Em geral, se não há alguma interferência politica, ganha aquele que oferece o melhor custo/benefício ou o melhor desempenho pelo menor preço.

Marcos

1) Não existe nenhuma garantia que a FAB vai comprar essa aeronave;

2) O Urubusul não passa de um projeto;

3) É bom lembrar que essa aeronave é um protótipo, portanto deverá ainda ter modificações. Mais: esse é ai é a versão civil e uma eventual versão militar somente será feita se houver um contrato para desenvolvimento de tal.

Mauricio R.

“Gostaria de saber pq o Mister M detesta tanto a Embraer…”

Aqui vai uma pista:

“Isso evitou que o projeto viesse a beneficiar, indiretamente, fabricantes estrangeiros de grandes aviões, como a Boeing e a Airbus, e ajudou a indústria brasileira, por meio da Embraer, que, no entanto, adquire boa parte das peças de suas aeronaves no exterior.”

(http://www.defesanet.com.br/aviacao/noticia/17436/O-Congresso-e-a-desnacionalizacao-do-mercado-aeronautico-brasileiro/)

A Embraer tem ojeriza a concorrência, não aceita que Boeing, Airbus ou Bombardier, venha concorrer aqui no Brasil, como se o mercado fosse exclusivo, reservado.

Rinaldo Nery

Ainda bem. Como o Plano favoreceu a AZUL, que utiliza aviões da EMBRAER, garantiu o meu emprego. Tomara que o mercado brasileiro seja sempre dela.

Marcos

Mauricio:

Esse texto é um amontoado de bobagens. Boeing e Airbus tem seus segmentos e vendem muito bem no mercado brasileiro. Quanto a desnacionalização… bom, a Azul pertence a um americano, a Gol tem como maior acionista um Fundo de Pensão americano e a TAM está sob as asas da Lan. Depois, se a Embraer for depender das vendas só para o Brasil, tá em maus lençóis. Os maiores interessados nesse negócio são as empreiteiras, que em boa parte já adquiram os terrenos onde, em tese, serão construídos esses aeroportos.

Mauricio R.

No texto não há amontoado de bobagens algum, Azul e Embraer agiram no setido de garantirem a reserva de mercado aos produtos da empresa de SJC, no segmento de aviação regional.
O tema da desnacionalização é outra conversa, ou melhor é somente cortina de fumaça.

Marcos

A MP se destina a subvenção para aeronaves com até sessenta assentos e não há restrições para que tipo de aeronave, muito pelo contrário, deixa aberto à todos os fabricantes. A não ser que a Embraer venha a desenvolver novas aeronaves ou reativar a linha de produção dos ERJ, não vejo ela nesse segmento, o que não impede evidente que companhias aéreas venham a operar, por exemplo, um E-175. Vejo as companhias voltadas muito mais para um ATR, que a Azul já opera. Como disse, tem muito mais interesse nesse negócio as construtoras de que qualquer outro. Vale lembrar que… Read more »

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