Home Indústria Aeronáutica Vídeo: primeiro voo com recolhimento do trem de pouso do T-Xc

Vídeo: primeiro voo com recolhimento do trem de pouso do T-Xc

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No dia 23 de outubro, a aeronave T-Xc da Novaer fez seu primeiro recolhimento e extensão dos trens de pouso durante um voo, divulgando no dia seguinte o vídeo acima. Segundo a empresa, a sua equipe e diretoria técnica estiveram durante toda a manhã daquele dia no aeroclube de São José dos Campos, de onde decolou a aeronave, e os resultados foram considerados satisfatórios.

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MarcosRinaldo NeryGilberto RezendesergiocintraMauricio R. Recent comment authors
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bitt
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Uma pergunta e uma dúvida…
Pergunta – 1) existe garantia que a FAB vá comprar algumas dúzias desta aeronave? 2) é impressão ou aquela aeronave que está sendo desenhada com vistas à UNASUL parece ter um projeto mais refinado (se bem me lembro a cargo da estatal argentina…)

Dúvida – As asas desta aeronave tem um desenho supercrítico ou é impressão minha?

Sds a tds.

Mauricio R.
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Mauricio R.

E pq raios a FAB teria que garantir a compra desta aeronave???
Já não chega a Embraer, empurrando aeronaves que não fazem falta, agora aparece outra querendo parte da boquinha.
Que se provem no mercado civil.

sergiocintra
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sergiocintra

1-Nos procedimentos de pouso e decolagem, pouco flap.
Caracteristica do teste, da pista ou da sustentação alar da aeronave? ou tudo?

2-Embora estou conhecendo o produto somente por fotos e no video, o trem de pouso “aparenta ser” um pouco fragil para um treinador militar. Novas tecnologias existem e não sou engenheiro para tal afirmação mas a aparencia é de “gambitos”.

Gilberto Rezende
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Gilberto Rezende

Caramba Maurício então tua bronca não é SÓ com a Embraer é com qualquer empresa aeronáutica brasileira ??? Respondendo tua pergunta… E pq raios a FAB teria que garantir a compra desta aeronave??? Porque a nossa força aérea é brasileira para início de conversa… Por que o mercado civil tá cheio de empresário brasicano que só pensa em comprar aviãozinho americano… Se dependesse do mercado civil brasileiro a Embraer nunca teria existido. Se o Brasil quiser uma nova empresa na aviação regional vai ter de fazer o mesmo caminho que fez com a “maldita” Embraer que tanto cresceu que abandonou… Read more »

Mauricio R.
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Mauricio R.

“…então tua bronca não é SÓ com a Embraer é com qualquer empresa aeronáutica brasileira ???” Minha bronca é contra qualquer empresa, que não queira se provar no mercado. “Porque a nossa força aérea é brasileira para início de conversa…” E nem por isso a FAB tem qualquer obrigação de adquirir alguma aeronave, somente pq esta é fabricada no Brasil. “Se dependesse do mercado civil brasileiro a Embraer nunca teria existido.” Havia a reserva de mercado na aviação regional, destiana a favorecer o “Bandeirante”. “Porque esta aeronave é baseada num projeto do mesmo excepcional engenheiro responsável pelo T-25 que a… Read more »

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Mister M, a FAB vai adquirir porque o T-25 já deu o que tinha que dar, e precisa ser substituído.
Como bem disse o Gilberto, melhor ele do que dar dinheiro pros alemães da GROB ou outros gringos quaisquer.

Já não chega a Embraer, empurrando aeronaves que não fazem falta ….

Quem disse que não fazem? T-X e KC-390.

bitt
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Caracoles, preferia não ter perguntado nada. Gostaria de saber pq o Mister M detesta tanto a Embraer (e aparentemente, a Novaer tb).

Até onde eu saiba, forças armadas costumam a comprar preferencialmente produtos nacionais, ainda q não sejam gde coisa. Não fosse assim, o Exército dos EUA estaria hj em dia usando alguma versão nativa do AK47, visto que a primeira versão do M16 era uma droga. O “teste de mercado” (A.K.A. Vietnã) foi um fracasso, e mtos GIs tentavam usar AKs tomados dos Charlies.

Agora, a FAB vai ou não vai comprar essa aeronave?

Mauricio R.
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Mauricio R.

Forças armadas compram aquilo que lhes atenda a uma necessidade definida.
E nem sempre a indústria local tem condições de fornecer o que é necessário.
Se vai ser nacional ou importado, avalia-se testando.
Em geral, se não há alguma interferência politica, ganha aquele que oferece o melhor custo/benefício ou o melhor desempenho pelo menor preço.

Marcos
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Marcos

1) Não existe nenhuma garantia que a FAB vai comprar essa aeronave;

2) O Urubusul não passa de um projeto;

3) É bom lembrar que essa aeronave é um protótipo, portanto deverá ainda ter modificações. Mais: esse é ai é a versão civil e uma eventual versão militar somente será feita se houver um contrato para desenvolvimento de tal.

Mauricio R.
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Mauricio R.

“Gostaria de saber pq o Mister M detesta tanto a Embraer…”

Aqui vai uma pista:

“Isso evitou que o projeto viesse a beneficiar, indiretamente, fabricantes estrangeiros de grandes aviões, como a Boeing e a Airbus, e ajudou a indústria brasileira, por meio da Embraer, que, no entanto, adquire boa parte das peças de suas aeronaves no exterior.”

(http://www.defesanet.com.br/aviacao/noticia/17436/O-Congresso-e-a-desnacionalizacao-do-mercado-aeronautico-brasileiro/)

A Embraer tem ojeriza a concorrência, não aceita que Boeing, Airbus ou Bombardier, venha concorrer aqui no Brasil, como se o mercado fosse exclusivo, reservado.

Rinaldo Nery
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Rinaldo Nery

Ainda bem. Como o Plano favoreceu a AZUL, que utiliza aviões da EMBRAER, garantiu o meu emprego. Tomara que o mercado brasileiro seja sempre dela.

Marcos
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Marcos

Mauricio:

Esse texto é um amontoado de bobagens. Boeing e Airbus tem seus segmentos e vendem muito bem no mercado brasileiro. Quanto a desnacionalização… bom, a Azul pertence a um americano, a Gol tem como maior acionista um Fundo de Pensão americano e a TAM está sob as asas da Lan. Depois, se a Embraer for depender das vendas só para o Brasil, tá em maus lençóis. Os maiores interessados nesse negócio são as empreiteiras, que em boa parte já adquiram os terrenos onde, em tese, serão construídos esses aeroportos.

Mauricio R.
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Mauricio R.

No texto não há amontoado de bobagens algum, Azul e Embraer agiram no setido de garantirem a reserva de mercado aos produtos da empresa de SJC, no segmento de aviação regional.
O tema da desnacionalização é outra conversa, ou melhor é somente cortina de fumaça.

Marcos
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Marcos

A MP se destina a subvenção para aeronaves com até sessenta assentos e não há restrições para que tipo de aeronave, muito pelo contrário, deixa aberto à todos os fabricantes. A não ser que a Embraer venha a desenvolver novas aeronaves ou reativar a linha de produção dos ERJ, não vejo ela nesse segmento, o que não impede evidente que companhias aéreas venham a operar, por exemplo, um E-175. Vejo as companhias voltadas muito mais para um ATR, que a Azul já opera. Como disse, tem muito mais interesse nesse negócio as construtoras de que qualquer outro. Vale lembrar que… Read more »