terça-feira, agosto 3, 2021

Gripen para o Brasil

Oriente Médio é promissor para novo jato KC-390 da Embraer

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

KC-390 - roll out - 21-10-2014 - foto 7 Nunão - Forças de Defesa

Empresa afirma que levou em consideração as condições climáticas dos países árabes ao desenvolver o modelo militar KC-390

ClippingNEWS-PAOs países do Oriente Médio são algumas das nações que poderão se tornar clientes do novo jato militar da Embraer, o KC-390. O primeiro protótipo do modelo foi apresentado em 21 de outubro e testes de voo deverão começar ainda neste ano. A fabricante estima que este avião terá um mercado de mais de 70 países e prevê que as nações do Oriente Médio poderão comprar o jato porque ele tem características que atendem os requisitos da região.

Em entrevista concedida por e-mail à ANBA, o diretor do programa KC-390, Paulo Gastão, afirmou nesta terça-feira (11) que o projeto do novo modelo levou em consideração as necessidades dos países árabes. “Na concepção do KC-390 atenção especial foi dada a operações em ambientes adversos, incluindo clima muito quente, com o uso das mais avançadas tecnologias disponíveis. O interesse demonstrado (pelo mercado) confirma que as soluções escolhidas atendem às expectativas dos operadores da região”, afirmou Gastão.

KC-390 - roll out - 21-10-2014 - foto 15 Nunão - Forças de Defesa

O novo avião foi projetado para atuar em diversos tipos de missões. Poderá transportar e lançar cargas e tropas, transportar veículos blindados, atuar no combate a incêndios florestais, reabastecer outros aviões em voo e executar operações de resgate de feridos, entre outras. O avião, considerado de porte médio em sua categoria, pode também pousar e decolar de pistas curtas e também receber diferentes tipos de configurações de acordo com a missão a que será destinado.

O KC-390 foi desenvolvido em parceria entre a Embraer e a Força Aérea Brasileira (FAB). De acordo com informações da FAB, o investimento total no projeto deste modelo é de R$ 12,1 bilhões. Desse total, R$ 4,9 bilhões são destinados ao desenvolvimento do avião e R$ 7,2 bilhões serão pagos pela FAB pela compra de 28 aeronaves. A primeira delas deverá integrar a frota da Força Aérea Brasileira em 2016.

A Embraer estima que o mercado para o KC-390 é de mais de 700 aeronaves e afirma que além da encomenda já concretizada pela FAB, há cartas de intenção de compra de mais 32 aviões. Em 2013, a fabricante brasileira anunciou uma parceria com a norte-americana Boeing pela qual a Boeing irá liderar as campanhas de venda do novo avião e oferecerá suporte e treinamento nos Estados Unidos, Reino Unido e em mercados do Oriente Médio. A Embraer afirmou, porém, que não pode dar mais detalhes sobre o acordo.

Gastão afirmou que a campanha de marketing e de vendas do modelo já começou. “Baseando-nos na reação positiva do mercado, esperamos ter operadores do Oriente Médio entre os clientes desta nova aeronave”, afirma.

KC-390 - roll out - 21-10-2014 - foto 3 Nunão - Forças de Defesa

FONTE: ANBA – Agência de Notícias Brasil-Árabe, via Notimp (reportagem de Marcos Carrieri)

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Júlio Costa

“Em 2013, a fabricante brasileira anunciou uma parceria com a norte-americana Boeing pela qual a Boeing irá liderar as campanhas de venda do novo avião e oferecerá suporte e treinamento nos Estados Unidos, Reino Unido e em mercados do Oriente Médio. A Embraer afirmou, porém, que não pode dar mais detalhes sobre o acordo”

Já faz algum tempo que a Embraer e a Boeing firmaram uma parceria para promover o KC-390 nos EUA e no exterior. Essa parceria faria sentido caso o Brasil adquirisse o Super Hornet. Então eu pergunto: o que a Boeing ganha em promover o KC-390?

wwolf22

exato, a parceria do KC 390 seria um dos “off-set” da compra dos SH…
Moio !!!!!!!!!!!!!!

wwolf22

outra pergunta, o sistema Astros poderia ser lançado por paraquedas ??

Júlio Costa

Nunão

Realmente, qual empresa no mundo não gosta de $$$.

“A Embraer afirmou, porém, que não pode dar mais detalhes sobre o acordo.”

Eu acredito que a Boeing irá ganhar algo a mais nesse acordo.

Baschera

Para responder a pergunta feita, “o que a Boeing ganharia” promovendo o KC-390…. respondo com outra pergunta:

– O que a Boeing terá, em sua unidade de defesa em termos de aeronaves militares, a oferecer aos mercados dentro de dois a quatro anos ??

Respondo:Nada !!

Encerrando a linha de montagem do C-17 e proximamente as do F-15 e F/A-18 …. restará tão somente promover ou co-fabricar o KC-390.

Sds.

_RJ_

“Em 2013, a fabricante brasileira anunciou uma parceria com a norte-americana Boeing pela qual a Boeing irá liderar as campanhas de venda do novo avião e oferecerá suporte e treinamento nos Estados Unidos, Reino Unido e em mercados do Oriente Médio.”

É sério que alguém ainda perguntou o que a Boeing ganha ao vender suporte técnico, treinamento, equipamentos de apoio, etc… junto com o produto da Embraer?
Ainda por cima, ela pode vender outros produtos Boeing no pacote… (por exemplo oferecer o Chinook junto)

Mauricio R.

“- O que a Boeing terá, em sua unidade de defesa em termos de aeronaves militares, a oferecer aos mercados dentro de dois a quatro anos ??” O P-8A Poseidon e os “Eagles” sauditas. “…restará tão somente promover ou co-fabricar o KC-390.” Como se a Boeing fosse empregadinha da Embraer… Tem um povo que pira na batatinha, qndo lê qualquer press release sobre esse avião, até parece a última bolacha do pacote, como se tda a geopolitica global girasse em torno dele. Menos, menos ainda, mto menos… Deve ser efeito do voo do Y-20 lá em Zhuhai. “Ainda por cima,… Read more »

André Sávio Craveiro Bueno

Caso o KC-390 venda muito bem, o que a Boeing tem a ganhar é a menor participação de sua grande rival, a Lockheed, no mercado com menores vendas da versão J do Hércules.

_RJ_

Maurício R., qual seria o contrário disso? O Brasil vender Chinook junto com KC para a Argentina?
Não entendi.

André Sávio Craveiro Bueno

Reformulando: entre eventuais outras coisas, a Boeing pode ter enxergado uma boa oportunidade de ganhar uma grana e reduzir as vendas e, consequentemente, o mercado da Lockheed com o C-130J

Joner

Realmente tem uma pessoa que não tem noção alguma do que escreve, traçando um perfil baseado em seus comentários percebe-se que esta pessoa nem paresse ser brasileira, até ai tudo bem, mas então para que participar de um canal como este se é apenas para (encher o saco).

______________________________

Desculpem mas eu sempre acabo lendo….

COMENTÁRIO EDITADO. SOLICITAMOS QUE EVITEM INICIAR BRIGAS QUE NÃO ACRESCENTAM NADA AO DEBATE.

Júlio Costa

A Boeing está promovendo o KC-390 porque ela terá algum lucro nisso, quanto a isso não há dúvida. Têm gente que diz que ela o faz porque não possui nenhum outro produto a oferecer. Se for assim, então a Boeing teria que promover o A-400M, o C-2 da Kawasaki, os Antonovs, Tejas, Gripen… André, “Reformulando: entre eventuais outras coisas, a Boeing pode ter enxergado uma boa oportunidade de ganhar uma grana e reduzir as vendas e, consequentemente, o mercado da Lockheed com o C-130J” Eu também pensei nisso. A Loockheed Martin, praticamente tirou a Boeing dos setor de caças. Talvez… Read more »

André Sávio Craveiro Bueno

Júlio Costa, boa teoria.

Penso que o que a Boeing mais tem a ganhar é um possível enfrentamento com a Lockheed via KC-390. Não estou dizendo que a aeronave brasileira vai necessariamente se dar bem sobre o Hércules. Mas pode ser que a Boeing esteja dando seus pitacos com isso em mente.

A Boeing não deverá concorrer em um futuro caça UAV naval?

Hamadjr

Não sei porque mas esse avião em fotos parece que suas dimensões o mostram “pequeno”

Guilherme Poggio

Eu acredito que os árabes e muitos europeus poderão ver de perto o KC-390 em junho do ano que vem quando o avião deverá seguir para Le Bourget.

A Embraer não deixará esta opção escapar se tudo ocorrer como planejado no primeiro semestre do ano que vem com o início dos voos de ensaio. Será uma das atrações da feira. Podem anotar isso.

Guilherme Poggio

Respondendo à pergunta do wwolf22.

Eu garanto que o KC-390 poderá levar uma unidade do ASTROS (um veículo lançador ou uma unidade de comando e controle, por exemplo), mas eu acho difícil lançá-los por paraquedas.

No vídeo abaixo, aos 3:36′, é possível ver uma imagem computacional de um ASTROS no compartimento de carga do KC-390.

Zampol

Acho que esse avião nos trará muitas boas notícias nos próximos anos.

Alguém saberia a qual velocidade se projetou a operação de lançamento de pára-quedistas do KC390 e qual a do Hércules?

joseboscojr

Wolf, A FAB não tem expertise em extração de carga pesada com paraquedas. Mesmo nos EUA a extração de paraquedas de um veículo do tamanho e com as características do ASTROS é pouco convencional, se é que acontece na prática. Se fosse adotada, seria a baixíssima altitude usando provavelmente a técnica LAPES, com o avião a poucos metros do solo, mas até lá nos States isso é pouco comum. O mais usual é que se lance veículos de assalto e reconhecimento, da classe do Striker ou Humvee, mais leves, compactos e robustos, tanto de forma convencional (de baixa altitude), quanto… Read more »

Mauricio R.

_RJ_ 12 de novembro de 2014 at 12:05 #

O contrário seria a venda de Chinook alavancar a de KC-390.
Tem nada de argentino, não.

Mauricio R.

Os soviéticos tinham um arranjo de paraquedas e retro-foguetes, p/ despachar cargas mto volumosas e/ou pesadas, tipo um blindado BMD.
Mas se isso ainda é usado, desconheço.

Iväny Junior

É um airframe útil considerável. O casulo do trem de é o que ficou destoante das previsões, mas com certeza será corrigido. Um grande tamanho, uma grande carga útil, flexibilidade e desenpenho. Não vi nenhum estudo preliminar, mas penso muito em versões Gunship e Patrulheiro. Talvez com o P-8 dentro da parceria estratégica não saia um vigilante, mas que daria pra fazer, daria. No setor de defesa, a boeing tá muito bem de transportadores/reabastecedores e com o velho e confiável f-15 e suas várias versões. Essa parceria estratégica é para um nicho muito específico que ninguém conseguiu competir: o C-130.… Read more »

joseboscojr

Isso mesmo Maurício. Os soviéticos usavam uma plataforma com retrofoguetes para lançar veículos de combate. Uma coisa que poucos se dão conta é que a Soyus usa retrofoguetes para absorver o impacto com o solo após descer de paraquedas. É uma variação da técnica usada para lançamento aéreo de carga. Também não sei se a prática continua atualmente com os russos. Já os americanos usam para lançamento aéreo uma plataforma de alumínio para facilitar na extração da carga da aeronave pelo paraquedas e um conjunto de placas de absorção de impacto (feitas de papelão e compensado) em forma de favos… Read more »

Joner

Segundo a Embraer, o KC 390 vai fazer tudo que o C130 faz, só que melhor, mais rápido e mais barato, sou fã deste projeto desde o início.
Que comessem os testes em vôo e que demonstrem suas capacidades, como pusos de decolagens a plena carga na Amazonia, na Antartida e claro no deserto….

Aquelas imagens semelhantes as do C17 envolto em poeira são muito emblemáticas, e dizem quase tudo sobre a aeronave.

“Vavo que vamo Embraer”, o tempo do C130 já passou, e este vai ficar na década de 50…

joseboscojr

Wolf, Tive dando uma olhada e há dois modos de se lançar veículos de um avião de transporte. O modo “baixa velocidade”, onde a cargá e lançada de “grande” altitude (400 metros) e é extraída por um paraquedas e desce de paraquedas chegado ao solo com baixa velocidade, e o modo “alta velocidade” ou LAPES, onde se passa rasante sobre uma área preparada (há uma variação da técnica em que o trem de pouso principal chega a tocar a pista) e a carga é extraída ou por paraquedas ou por um cabo disposto sobre a pista, que engancha a carga… Read more »

mdanton

Tem gente que entende de pilotar, de pintura camuflada, de equipamentos diversos, mas de estratégias de mercado necas… fica feio porque é igual a estratégia de guerra.

Focar em produtos de maior valor agregado e “deixar para os outros” segmentos de mercado específicos é muito normal e RECOMENDADO pelos que realmente entendem do riscado.

Afinal, por maior que seja a empresas, alocar recursos escassos para não deixar escapar NADA aos concorrentes só vai desembocar na ineficiência e falência.

Wellitom Villain

Sobre lançar cargas e veículos de paraquedas, eu vi uns vídeos no Youtube das forças russas lançando tanques e quando estes chegavam a certa distância da superfície, uma espécie de foguetes eram acionados para diminuir o impacto com o chão.

O ASTROS deve ser maior que o T-90 mas é mais leve.
Se os russos conseguem lançar o T-90(eu sei que eles não batem bem da cabeça), nós também podemos lançar os ASTROS.

Joner

Desculpem a minha iginorância, mas em quais senários que uma operação como essa de risco alto se torna realmente necessária? Como já disseram, é muito raro ver uma missão assim (e não é ao acaso), e na minha visão, não dependerá em nada do KC390, e sim das técnicas e doutrina aplicadas, sem falar que precisa ter muita fé em seus cálculos para lançar um veículo de 20 toneladas nas condições de velocidades que podemos imaginar. Da para fazer? Dá! É necessário? Talvez! Existe risco? Muiiiiiiitoooooooooo risco! Alguém conhece as probabilidades deste tipo de operação, deixando de lado o inimigo,… Read more »

eparro

Mais uma ótima notícia!
Mesmo sem saber ao certo como é este acordo com a Boeing (deve ser um acordo ganha-ganha), mesmo que os âmis ganhem mais, acredito que para a EMBRAER a vantagem para vendas futuras e estabelecimento de “carteira de vendas” venha a ser uma oportunidade sem igual.
É aguardar para ver.

Wellitom Villain

Joner, se tudo for colocado de forma correta(digo os paraquedas e tudo mais), depois de lançar, o único perigo ao meu ver seria de os paraquedas não chegarem a abrir, ai já era. Depois de abrir, o veículo já vai se posicionar de forma correta e só vai descer. Não vejo tanto perigo assim. Quanto à necessidade, tens razão, não existe tão grande necessidade assim. Eu não sei ao certo quantos veículos o Brasil tem ou terá mas, não deve ser o suficiente(como sempre) para nossa extensa área territorial. Em um possível conflito, quando se precisar mover rapidamente os veículos… Read more »

joseboscojr

Wellintom, Pode ser que dê pra lançar o ASTROS, que não é tão pesado (10 t vazio e 20 t carregado) só que em geral o que se lança de avião são armas e veículos específicos para as tropas aerotransportadas. Esse tipo de veículo (o ASTROS) não é usual para ser lançado de paraquedas. Quanto ao T-90 (50 t), eu duvido muito que ele possa ser lançado de paraquedas. O que os russos (e soviéticos) lançam são os BMD, etc. Joner, O lançamento de cargas a partir de aviões é feito de baixa altitude (no máximo uns 400 metros) ou… Read more »

Joner

Obrigado pelas respostas. Valeu 🙂

Melky Le Faucheur

Caso a BOEING venda o KC-390 para algum país, onde serão fabricados as aeronaves vendidas por ela, no Brasil ou EUA ?

Zampol

Acabei de assistir um documentário sobre o C-17: uma das missões era lançar 87 pára-quedistas sobre o Alasca. O narrador diz que o faz voando a mil pés a 240 km/h. É um standard? Dizem também que o C-17 é muito ágil porque pode voar a 300 pés a 350 knots. ??? Eu não sou capaz de avaliar isso, é muito? Depois vi o piso com os rolos para deslizar os conteiners e o pessoal empurrando “na unha” um módulo de Patriot de 6 tons! Por último: a rampa não chega no chão, precisa de um veículo para descarregar. É… Read more »

joseboscojr

Zampol, O lançamento de paraquedistas militares de modo geral se dá entre 1000 e 1500 pés mesmo (entre 300 e 450 metros do solo). Nessa altitude se usa o modo de lançamento enganchado. Há lançamentos de paraquedistas até de 33.000 pés (10.00 metros) onde o avião é despressurizado e os paraquedistas têm que usar oxigênio. Essa modalidade exige um alto grau de treinamento e só é usada para infiltração de comandos especias. Quanto à rampa, ela é hidráulica e permite ser colocada em diversas posições. Nessa posição ela fica da altura do caminhão para facilitar a descarga ou carregamento manual,… Read more »

Zampol

Obrigado Bosco!

As qualidades de voo do KC 390, falando da velocidade mínima, são conhecidas ou precisa esperar os testes de voo?

Lembro que já se debateu muito sobre a capacidade de abastecer helicópteros. Parece que ele foi projetado para voar também a baixas velocidades. Quanto baixas? (Dados do projeto/requisitos).

Zampol

240 km/h como o C-17?

Rinaldo Nery

Nunão, sobre esse tópico tem aquele nosso amigo ¨aviador fudencio¨ que sabe tudo sobre o KC-390! kkkkkkk
Desculpe mas não pude deixar de lembrar.

Zampol

Obrigado Nunão.

São números prometentes. Parece que tem tudo para ser um grande sucesso.

Mauricio R.

Sou somente eu ou os últimos posts apresentam um contexto de que se o C-17 faz, então o KC-390 tb fará???

“Alguns anos atrás, falava-se que o limite mínimo estipulado era de 115 nós (207 km/h).”

Nunão,

Velocidade não é tdo qndo se trata de regime de voo, assim esse “limite mínimo estipulado” ocorreia c/ qual temperatura, pressão do ar, peso das aeronave e peso da carga???
Pois uma coisa é um regime de voo controlado p/ aproximação e pouso e outra mto diferente é manter-se em formação com uma aeronave mais lenta.

Rinaldo Nery

Ajudando a matar a curiosidade de alguns sobre lançamento/extração de carga, há um belo vídeo produzido pelo 1°/9° GAV mostrando algumas cenas de lançamento/extração realizada pelo C-105 Amazonas.

wwww.fab.mil.br

Mauricio R.

OFF TOPIC…

…mas nem tanto!!!

Mais um avião de transporte chinês:

(http://aviationweek.com/defense/avic-proposes-c-130-size-y-30-airlifter)

_RJ_

Mauricio R.
15 de novembro de 2014 at 23:12 #

Mauricio,
Você sempre vem com essa idéia maluca de que o avião militar deveria se provar no mercado sem apoio ou subsídio da força aérea do país. Que o governo não deveria investir no desenvolvimento se já houver alguma coisa no mercado.
Te pergunto: você acha que esse avião chinês teria alguma condição sem o subsídio (e encomenda direta) da força aérea chinesa? Você acha que ele tem alguma chance fora da China se não for subsidiado pelo governo chinês?

Mauricio Silva

Don´t feed the Trolls!!!
SDS.

Zampol

Bom dia a todos. Como já disse antes, é da pouco que a Aviação passou a ser um dos meus interesses, consequentemente não possuo embasamento como a maioria dos participantes do Blog: me baseio muitas vezes nas minhas impressões, por isso talvez esteja fazendo perguntas bobas: tenham paciência comigo! Impressoes: vi a demonstração de voo do A400 no último salão de Le Bourget; vejo quase quotidianamente o Hércules em aproximação para pouso e a uns 10 dias tive a sorte de me trovar perto da pista quando se aproximava um C-17, parei o carro, desci e fiquei admirando. A coisa… Read more »

Zampol

Acho que entendi Nunão.
Na FAB, na maioria do tempo, o avião serà usado nas missões para as quais velocidade e custo da entrega contam mais.
Se depois o mesmo avião pode combater incêndios etc melhor ainda..
Isso só aumenta o meu otimismo.
Acho que vou comprar um… Mas só quando o Leando Freitas (que faz o Gripen em miniatura) estiver fazendo ele também.
Bom domingo!

Mauricio R.

“Você sempre vem com essa idéia maluca de que o avião militar deveria se provar no mercado sem apoio ou subsídio da força aérea do país.” A crítica é dirigida a pretensão da Novaer, de que o seu produto sabe-se lá pq seja o sucessor do T-25. Isto é reserva de mercado, é indecente, imoral, inadimissível, existem outras opções no mercado e não é pq se trata de uma empresa nacional; que ele deva ser privilegiada em detrimento da concorrência. Vá se provar no mercado civil!!! Não se trata em momento algum de “o avião militar deveria se provar no… Read more »

Rinaldo Nery

Zampol, a capacidade de voo em baixa velocidade está no desenho da asa, seu perfil, envergadura, e superfícies móveis (flaps/slats). Como exemplo, o B737, maior que o E190/195, possui velocidade de aproximação menor que os últimos, menores e mais leves, pois tem uma asa melhor projetada. Sou cmte de E190/195.
Aqui há engenheiros aeronáuticos postando, que podem explicar com mais propriedade.
O KC-390 deverá possuir a capacidade de voar reto e nivelado na faixa de 120/140 KIAS, senão não poderá revoar nenhum helicóptero. E este é um dos requisitos impostos pela FAB, e a aeronave deverá cumprí-lo.

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