domingo, maio 16, 2021

Gripen para o Brasil

De S-3 para C-3

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

C-3 COD - foto LM 2

A Lockheed Martin está a entrar na briga para substituir a frota de aviões de transporte embarcado (COD – carrier onboard delivery) Northrop Grumman C-2 Greyhound da Marinha os EUA (USN).  A empresa se ​​propõe a reformar e modificar os antigos jatos de guerra anti-submarina Lockheed S-3 Viking que atualmente encontram-se armazenados na Base Aérea da USAF de Davis-Monthan (AMARG), no Arizona. A aeronave seria reconstruída e seria designada a C-3.

Para mais informações, acesse o site do Poder Naval clicando aqui.

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nadimchaachaa

No futuro teremos que pensar em um substituto para o Bandeirantes. Um país que é capaz de produzir o KC-390 não seria capaz de produzir uma aeronave de configuração similar, um KC-390 em miniatura, que além de substituir os Bandeirantes poderiam ser usados na Marinha para transporte, reabastecimento, AW&C e guerra anti-submarina? Um concorrente direto, novo e com maiores capacidades dos eventuais C-3.

leejunior22

nadimchaachaa 9 de abril de 2014 at 13:50 # Seu pensamento seria perfeito se não esbarrasse em um senão…quantos países usam configuração CATOBAR nos seus NAEs, que possibilitam o uso de uma aeronave como o C-3 ou os atuais C-2? Se pensou três, acertou: EUA, França e Brasil (mais ou menos, mais ou menos…). Isso aí, falta ESCALA de produção para valer a pena desenvolver um projeto novo desse tipo de aeronave, porque os EUA vão comprar o avião deles e a França, também. Ou seja, o Brasil precisaria de, no máximo, umas 6-8 aeronaves do tipo. Porém, concordo que… Read more »

Lyw

“falta ESCALA de produção para valer a pena desenvolver um projeto novo desse tipo de aeronave…”

Exato, por isto Lokheed e Northrop e Bell/Boeing estão oferecendo projetos baseados em plataformas já existentes buscando o menor custo possível.

Quanto a uma aeronave de carga pequena para a FAB, a meu ver, esta já existe e é o C-295. Como plataformas ISR a EMBRAER já vem trabalhando com aeronaves derivadas dos ERJ e E-Jets.

Clésio Luiz

É uma questão de custos mesmo. O uso é muito especializado e fazer uma aeronave do zero está fora de questão, no clima econômico atual.

nadimchaachaa

Tentei…Rrrrsss.
Obrigado,

Nadim.

Mauricio R.

Sei não…
O antigo S-3 tinha uma tripulação de somente 4 militares, mto equipamento de missão, exíguo espaço para armamento interno, um enorme ar condicionado e o restante era combustível.
A Lockmart tá pensando em fazer o que?
Uma fuselagem nova e reaproveitar tdo o resto?
Asas, empenagem, motores, trem de pouso, etc, etc, etc…
Sinceramente essa coisa consegue ser mais “requirement creep”, que o próprio F-35 e por larga margem.

Marcelo

Sim, a idéia é fazer uma fuselagem nova e aproveitar o resto. Mas creio que irão acabar revitalizando os C-2, comelementos da plataforma do E-2.

Almeida

Achei bem capenga essa solução da LM. Vai dar o C-2 “tried and true” mesmo.

Almeida

nadimchaachaa,

Nem o Brasil precisa de Bandeirante ou de aeronave similar; aqui ele somente serve pra ser aeronave de ligação das bases vazias pra justificar que não sejam fechadas de vez.

Sou a favor do fechamento desses esquadrões de ligação e da desativação do Bandeirante. Sobraria mais verbas pro que interessa: Caravan e Amazonas para pistas remotas e despreparadas, e mais KC-390.

juarezmartinez

Exatamente Almeida, hoje a FAB poderia fechar todos os ETAs que não mudaria absolutamente nada, retirando da frota o C95, C97, e o restante do Xingus, preservando alguns Caravan unitários de base para ligação, seria uma put…de uma economia e racionalização de meios e de logísitica, mas tem gente que pensa diferente.

Grande abraço

ci_pin_ha

Bem que a FAB podia comprar alguns Caravan com capacidades dará pouso na água. Seriam de grande utilidade na Amazônia.

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