domingo, novembro 28, 2021

Gripen para o Brasil

Armado para aparecer no radar

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

F-35-armed

O F-35C voou no dia 13 de janeiro com a carga externa de armas da foto, que incluíram mísseis ar-ar AIM-9Xs, bombas GBU-12s e um pod de canhão.

O caça de quinta geração é considerado “stealth” (furtivo), mas com essa carga de armas sua seção reta radar cresce consideravelmente.

FOTO: Lockheed Martin

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Edgar

Acredito ser interessante para uma Força atacante poder utilizar o mesmo vetor tanto nos primeiros quanto nos outros dias de guerra. Facilita a logística, treinamento (tanto de aviadores quanto de pessoal em terra), etc.

Seria um conceito interessante caso a FAB entre num projeto de 5ª geração como o FS2020.

andreas

Prefiro muito mais esse plenamente armado e carregado, do que o Rafale, sem falar que deve sair até mais barato!!!!! Eu gostaria que a FAB adquirisse uns 72 Gripen (dentro daquele conceito proposto pelo Nunão de Esquadrões com 18 Caças) e mais uns 36 F-35, e estaríamos muito bem servidos!!!!!!!!!

Clésio Luiz

Vamos ver se eles vão homologar uma boa quantidade de armamento externo. Pelo que eu ouvi falar não vão homologar o Sidewinder para transporte interno, mas parece que os britânicos estão interessados em integrar o AASRAAM internamente.

O F-22 parece que não transporta bombas externamente. Só os ensaios dos tanques de 650 galões nos suportes internos das asas (teoricamente seriam nos 4):

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/14/F-22_fuel_tanks.jpg

…e um suporte duplo para o AMRAAM nos pontos duros externos:

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/62/F-22_AIM-120.jpg

Oganza

F-35 no 2º ou 3º dia de operações… 🙂 Bem o mal, para quem não puder ter o seu 5ª Geração próprio, vai ser esse ai ou algum “J” alguma coisa chinês SE eles chegarem lá realmente nos próximos 10 anos, já que o T-50 pode acabar se tornando caro de mais no fim das contas. Uma coisa que eu sempre quis saber: Será que não seria possível colocar 2 “mine” tanques de combustível nas baias onde iriam as JDAMs de 2.000 lbs? Porque em uma configuração com armas externas, eu acho que não faz muito sentido levar o restante… Read more »

calopesdasilva

Qual é o canhão no pod? Apostaria no de 25mm dos Harriers dos Marines…

joseboscojr

Calopesdasilva (nome grandinho hem?) rrsrsr
Brincadeira!
O canhão do F-35 é o GAU-22, um derivado do GAU-12 de 25 mm dos Harriers dos Marines, só que com 4 canos ao invés de 5.
Houve uma redução da cadência de tiro mas houve também uma redução do peso.
Um abraço.

Carlos Alberto Soares

calos nos pes de quem mesmo ?

Carlos Alberto Soares

Ah, no da silva !

Marcos

Visível no tradar até que que comecem a colocar armamento externo furtivo.

joseboscojr

É sabido que o RCS do Super Hornet armado não é maior que 2 m² (??). Isso já é melhor que a maioria dos caças de 4ªG limpos. Interessante também é que o RCS de um caça com carga externa é maior que a soma do RCS do caça e de sua carga isolada. Por exemplo, se o RCS do caça for de 0,1 m² e ele levar 4 bombas igualmente com 0,1 m2, dois tanques com 0,25 m² e 4 mísseis ar-ar com 0,05 m², mais 0,5 m² de cabides e lançadores, o RCS do caça dá mais que… Read more »

joseboscojr

Só de curiosidade, o o ACM era usado por bombardeiros mas já foi aposentado.

Oganza

Tai um caça que não vejo a hora de ver em operação… fulll completo.

Sds.

bitt

Eu até entendo que todo mundo fique “encalorado” qdo se fala nessas máquinas, mas… gostaria de saber o seguinte. Uma aeronave “furtiva” apresenta uma RCS mto pequeno, de modo a confundir os sensores do adversário. O princípio (me corrijam se testiver errado, p/ favor) baseia-se no comportamento reflexivo de ondas eletromagnéticas. que, dependendo do angulo de incidência sobre uma dada superfície, assumem um comportamento aleatório (ou seja, perdem potência e/ou mudam de direção). Apenas um porcentual relativamente pequeno das refletidas voltam à antena emissora. Pois é. Mas partindo do pressuposto que as principais indústrias de defesa não iriam continuar projetando… Read more »

Marcos

bitt

Além do desvio, o F-35, mais que outros furtivos, absorve boa parte das ondas. Então, não é só desvio, mas a capacidade de absorvê-las que estão em jogo.

No mais, o F-35 foi desenvolvido para não precisar manobrar para disparar um míssil. O míssil é disparado e executa uma manobra de 180º, se for o caso, para atacar um agressor que esteja atrás.

Marcos

bitt

Quanto a um dogfighter, para derrubar a outra aeronave com canhão, a proximidade deverá ser grande, o que nem sempre é comodo. Em treinamento um Rafale engajou um F-18, mas a turbulência gerada pelo F-18 foi tão grande que desestabilizou o Rafale a tal ponto que o piloto não teve como recuperar o controle e teve de ejetar, com perda da aeronave.

Oganza

bitt,

só completando o que o Marcos disse:

Na parte do Urubu… rsrsrs, a partir do momento que se obteve o tal retorno, é possível obter outras informações como altitude, velocidade, direção, etc… então o retorno de um urubu se comportará bem diferente do que um retorno de qualquer aeronave, mas como o Marcos falou, vc terá que obter esse retorno, sem que o F-35 perceba e antes que ele detecte vc.

Mas o bichinho ainda tá patinando, e eu sou um dos quer ver esse vetor fora desse lamaçal.

Sds.

joseboscojr

Bitt, O que ocorre também é que é dito que a cada redução do RCS em 10 vezes há uma redução de alcance de detecção pela metade. Ou seja, se um determinado radar detectar um F-15 (RCS de 15 m²) a 200 km, detectará um Super Hornet armado (RCS de 1,5 m² a 100 km, um Silent Hornet (com 0,15 m²) a 50 km e um F-35 (0,015 m²) a 25 km. A questão é de alcance. Uma aeronave com RCS de 0,2 m² sem dúvida é suficientemente “grande” para que um míssil como o Meteor possa travar, mas talvez… Read more »

Jackal975

Uma pergunta para quem é da área: o F-35 foi realmente a melhor escolha do programa JSF ou o protótipo da Boeing (se não me engano era o X-32) foi preterido por questões políticas?

joseboscojr

Quanto a um stealth ser pego no dogfight seria tão improvável quanto uma fragata Niterói ser pega num combate costado a costado por navio de guerra à vela do Século XVII com 80 canhões. Sem dúvida a capacidade de combate aproximado desse navio à vela é maior que a de uma fragata Niterói com seu Mk-8 e seus dois canhões de 40 mm, mas as chance da Niterói jogar pelas regras dele e se posicionar lado a lado a menos de 1 km é bem pequena, quase nula, já que teoricamente tem recursos que impedem que o combate a curta… Read more »

joseboscojr

Jack,
Eu não sou da área não mas se me permite vou dar minha opinião: eu acho que foi a melhor escolha tendo em vista que se este já está dando trabalho, imagine o X-32 que era muito mais complexo.
Só pra ter uma ideia, resolveram colocar uma cauda (empenagem) tradicional nele a uns 6 meses da escolha do vencedor. Antes ele não tinha estabilizadores horizontais.

Jackal975

De fato, o X-32, só por não ter um desenho “convencional”, já dava a entender que seria mais complexo. Obrigado joseboscojr!

bitt

Confrades Marcos, Oganza e Bosco, obrigado pelas explicações. Pelo que pude entender, a questão central reside mesmo no RCS. O que nos traz de volta ao combate em alcance visual. Que me permita o grande Bosco, mas aí se trata de uma questão de doutrina, desdobramento da doutrina e treinamento. Com a variação de carga alar dinâmica dos furtivos, efeito colateral do desenho “reflexivo”, eu arrisco dizer que um J-35 dificilmente é páreo, em alcance visual, para um EF200. Basta olhar o tamanho dos canards e a posição deles. Portanto, uma aeronave 4,5, armada com canhões de alta CT e… Read more »

joseboscojr

O que separa os caças em gerações é o incremento na letalidade e na capacidade de sobrevivência.
De modo geral um combate só tende a descambar pro alcance visual e inclusive para o dogfight se os caças em conflito forem de mesma geração.
Nos combate entre caças de gerações diferentes há uma tendência deles serem resolvidos de longe, com vantagem para o caça de geração mais recente.
Isso é tão válido agora como era para os caças de Primeira Geração da década de 40/50.

Marcos

Jackal975

A idéia do que é o F-35 já existia e já era estuado tinha pelo menos 20 anos dentro da LM.

Quando a URSS sucumbiu, a LM estabeleceu uma parceria “estratégica” com a YAK, ou seja, a LM absorveu muitas informações, para não dizer que recebeu cópia, do projeto do YAK-141.

Segundo uma alta patente do Pentágono, já mais houve uma concorrência de fato entre o X-32 e o X-35, pois o segundo estava muito, mas muito a frente do projeto da Boeing.

Jackal975

Marcos, não sabia desses detalhes, obrigado.

joseboscojr

Marcão,
O Yak 141 era bem diferente do F-35B.

M@K

Parece que o Marcos não está tão longe da realidade:
http://armasvoadoras.blogspot.com.br/2013/02/yakovlev-yak-141-freestyle-vtol.html

evansanper

O desenho de vetoração de empuxo do F-35 é quase o mesmo do Yak-141.

A cooperação da Yakovlev com a LM é pública e notária; não constitui segredo algum. Aquela prestou consultoria.

joseboscojr

Já falei algumas vezes no passado recente mas não custa repetir. Claro que qualquer ajuda se soma e se a LM teve acesso ao projeto do Yak-141 ela com certeza utilizou esse conhecimento no projeto do F-35B, agora, tirando o bocal direcionável, que não é invenção dos russos, o caça americano é bem diferente. A começar que a aeronave soviética tinha 3 motores, sendo um para elevação e cruzeiro e dois exclusivamente para cruzeiro, enquanto o caça russo tem só um motor para sustentação e cruzeiro. Esse único motor no F-35B aciona um “ducted fan” usado exclusivamente para elevação e… Read more »

joseboscojr

Correção:
Onde se lê “A começar que a aeronave soviética tinha 3 motores, sendo um para elevação e cruzeiro e dois exclusivamente para cruzeiro, enquanto o caça russo tem só um motor para sustentação e cruzeiro”

Lê-se: A começar que a aeronave SOVIÉTICA tinha 3 motores, sendo um para ELEVAÇÃO e CRUZEIRO e dois exclusivamente para ELEVAÇÃO, enquanto o caça AMERICANO tem só um motor, para ELEVAÇÃO E CRUZEIRO.

Me perdoem. É que eu estava conversando com a Luana, minha filha de 3 anos enquanto digitava. rsrsrs

Um abraço a todos.

joseboscojr
Vader

Bosco, como sempre, professoral:

“Quanto a um stealth ser pego no dogfight seria tão improvável quanto uma fragata Niterói ser pega num combate costado a costado por navio de guerra à vela do Século XVII com 80 canhões.”

Aprendam senhores: na looooooonga história da guerra, a cada 10 vezes que uma tecnologia antiga encontrou uma mais moderna ela foi derrotada em 9.

Não há meios para se “desinventar” uma tecnologia. O caça stealth veio para ficar.

Sds.

evansanper

Sim, os Me 262 alemães da Segunda Guerra entram nessa exceção.

Alfredo Araujo

“evansanper 30 de janeiro de 2014 at 8:28 #

Sim, os Me 262 alemães da Segunda Guerra entram nessa exceção.”

Discordo…
Os Me262 eram muito superiores ao que existia na época. A tatica de combate de um Me262 era diferente das que os aliados usavam nos caças a pistão. Se o Me262 entrasse no jogo acrobático dos aliados, perdia a vantagem técnologica… Situação que os alemães já tinham vivido ao combater os I-15 e I-16 espanhois… Os pilotos alemães atacavam em passagens, não entravam em combates a baixa velocidade..

bitt

Alfredo A. Tendo a concordar com vc. Os alemães introduziram diversas tecnologias que viriam a se tornar revolucionárias, mas, naquele momento, não chegaram a ter gde utilidade por falta de uma doutrina e até de procedimentos de campo. O Me 262 era ótimo qdo conseguia decolar, visto q, com uma velocidade final cerca de 150 km/h superior aos melhores caças a helice aliados (Me 262 – vel. final em vôo nivelado 860/870 km/h; P-51D – vel. final – 700 km/h; Sptifire XIV – vel. final 690 km/h), tinha mto maior possibilidade de engajar e desengajar o adversário. É o q… Read more »

Rinaldo Nery

Complementando alguns comentários acima (¨o F-22 só é visto voando em linha reta¨), os materiais de absorção de energia eletromagnética, como os amigos sabem, possuem baixa resistencia. O F-117 era limitado a 4 ¨G¨ . È óbvio qua as longarinas não são feitas desse material, mas devido ao revestimento externo da aeronave, construído com o referido material, a carga ¨G ¨máxima diminui. Acredito que muitos se recordam de uma exibição de um F-117, quando a asa rompe em voo e o piloto ejeta. O combate aéreo atual é, em quase sua totalidade, na arena BVR. Será muito raro um combate… Read more »

Oganza

Não podemos nos esquecer também de que a principal função dos Me 262 e todos os outros caças a jato e caças foguete alemães era a de Bombers Killers. Depois das passagens contra os bombardeiros, se evitava ao máximo qualquer confronto com as escoltas se utilizando da maior potência para cair fora. Eles foram muito bem sucedidos e poderiam até ter mudado o rumo da guerra se não tivessem sido construídos em poucos números (escassez total de materiais), falta de combustíveis e a destruição de suas fábricas e bases pelos bombardeios que eles deveriam conter. Felizmente, eles chegaram ao TO… Read more »

bitt

Chefe Nery, obrigado pela explicação. Cabe, entretanto, uma outra questão. Supondo que o envelope FAOR não deva ser rompido, e supondo q ambos os lados sigam essa doutrina, estritamente, e levando em conta o fator RCS, tão bem explicado pelo Bosco, a linha extrema terá, em algum momento de ser cruzada, e com a supervisão do AWACS, para que se aumente a probabilidade de que os misseis funcionem. Não significa, claro, q o combate, a partir daí, tenha de ser em limite visual, mas significa que um dos lados terá de tomar a iniciativa – ou, como diziam os teóricos… Read more »

Rinaldo Nery

Amigo Bitt, daí entra a nossa Inteligencia Operacional, visto que o conhecimento das capacidades da aeronave inimiga é fundamental. No briefing confecciona-se um quadro chamado ¨face to face¨, onde as capacidades e as caracterísiticas das aeronaves são comparadas. Daí explora-se as fraquezas do inimigo. Uma das técnicas é a aproximação fora do envelope do radar do inimigo, o que se torna mais difícil com os radadres AESA. Embora uma boa aeronave de combate resuma-se ao binomio radar/míssil, o desempenho da motorização torna-se muito relevante, pois a maior velocidade aumenta a ¨lança¨do míssil, e as variações de altitude conferem vantagem ao… Read more »

Oganza

bitt,

corretíssimo, mas quando falei do “bem sucedidos” foi simplesmente do ponto de vista individual do vetor e suas missões, pois no contexto geral, realmente não existiam em números suficientes e a bomba de gasolina ainda estava vazia… rsrsrs

Grande abraço.

Oganza

Com muito respeito a todos com experiência real de caça, que aqui sei de no mínimo 2 e de outros tantos nobres Fabianos que frequentam o espaço, NÃO consigo me desfazer de uma percepção que me parece simples e até um pouco contundente: – Em um mundo de caças stealth e de low observability ( < 0,1 m2 ), com a nova geração de decoys e despistamento a laser, me desculpem, mas combate aéreo do futuro será com sangue nos olhos. As táticas BVRs serão sim para obter kills, mas antes de tudo, serão uma digressão, um “balançar no galho”… Read more »

Rinaldo Nery

Roberto, ninguém disse que o combate de curta distancia acabou, mas te garanto que as Unidades de primeira linha de Caça da FAB não estão mais gastando muitas horas com treinamento de yo-yo de alta e de baixa, entrada em counter flow, ataque das 5/7 horas etc.

bitt

“Se treinamos só, ou muito BVR, fical fácil, mas o Major Osipovich também treinava só BVR, mas, sem querer ser Tom Cruise, podemos evitar certos embaraços treinando o dogfight, porém (!), não se pode treinar pouco…”

Mestre Santana,

Do fundo do meu sarcófago, aplaudo com minhas mãos descarnadas.

E já que, como eu, vc gosta das presepadas de Tom Cruise (já devo ter visto esse filme umas 50 vzs…), acho q esta é ainda mais representativa do que estamos falando.
http://www.youtube.com/watch?v=fGeiL1uhMxU

Sds a todos.

tiagobap

Amigo Roberto Santana Vendo o trailer acima, lembrei imediatamente do filme RED TAILS, do George Lucas, por coincidência, parceiro do Spielberg. O filme é tão ruim, que nunca foi lançado em DVD no Brasil… Será que a dupla perdeu a mão para fazer filme de aventura? Em defesa do tio Steve: hoje não dá mais para fazer filme sobre aviação da WW2 sem computação gráfica. Foi-se o tempo de “Battle of Britain” ou “Catch 22″… Além disso, sobre o som dos motores, tratando-se o video acima de um teaser, provavelmente o filme não foi finalizado. Mas tens razão quanto aos… Read more »

Rinaldo Nery

Voltando ao ponto ¨ver um sinal no radar e atirar no escuro¨, vai depender das Rules of Engajement (ROE) previstas na Ordem de Operações (OPORDER). Se nas ROE estiver previsto uma Visual Identification (VID) antes de atirar, terá que ser feito. Vai depender do cenário, se crise ou guerra. Na Guerra do Golfo e na Iraq Freedom era pra atirar antes e perguntar depois. Os kills foram todos BVR. Lembrar que, na maior parte das vezes, haverá um apoio GCI ou AWACS para ajudar a dizer se é amigo ou inimigo.

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