Será que ele voa?

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    F-313

    Na foto acima o protótipo do caça “stealth” iraniano Qaher-313. Quem já tinha suas dúvidas sobre o novo caça iraniano, pode clicar na foto acima e fazer o tira-teima. Será que ele voa ou não passa de um mock-up?

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    36 COMMENTS

    1. Eu também acho que é uma maquete a la Joãozinho Trinta, mas quem lembra do Bird of Prey da Boeing?
      Talvez, repito, talvez, possa ser só um demonstrador de tecnologia de baixo custo e por isso não ter espaço para radar, armas, etc.
      Prefiro dar um crédito de confiança aos iranianos que vai que este troço amanhã alça voa.rsrsrsrsrs

    2. Amigos, boa noite.

      Em resposta à pergunta, eu acho que é apenas uma maquete. Não voa.

      Tem muita coisa que “não fecha”, a começar pelo canopy, que também não é transparente.
      – Aquela estrutura preta à frente do assento é o painel?
      – Então o piloto não enxerga no setor frontal?
      – O motor não precisa de ar o avião está com grande ângulo de ataque ou tem outra entrada de ar por baixo.
      – Onde estaria o radar?
      – O canopy não está muito grande e o leme (atrás do estabilizador vertical) não está muito pequeno?
      – O avião está sem trem de pouso principal ou é baixo assim mesmo? Como vão colocar as armas nele?
      – Aquela ponta de asa dele é móvel? Seria um “flaperon”?
      – Aquele “canard” funciona só como um profundor à frente da asa? Faz “sombra” para ela?
      Eu acho que, até como maquete, tem problemas.
      Abraços,

      Justin

    3. Que imagem cômica kkk, senhores me desculpem mas VOAR? Brincadeira né? NEM UM SISTEMA DE DIREÇÃO QUE POSSIBILITE GUIAR O AVIÃO EM SOLO ISSO TEM MOTIVO PELO QUAL O TREM DE POUSO ESTA SUSPENDO, eu não sem nem do que chamar essa COISA, avião eu sei que não é, Santos Dumont deve estar rindo “rios” la em cima.

    4. Se isto aí voar …. então é cópia de avião alienígena… ou no Irã não se aplica as mesmas leis da física que o restante do planeta.

      Procurem nos arquivos do Poder Aéreo… há pelo menos duas matérias com muitos dados e comentários sobre esta presuntiva aeronave stealth….

      Sds.

    5. Isto eh feito p/ consumo interno, propaganda politica.

      Mas me ocorreu de considerar se isto tb eh uma forma de justificar a importancia politica e economica da guarda revolucionaria. Anos e anos de ameacas de invasao e a guarda revolucionaria ganhou forca politica (inclusive tirando espaco dos teocratas) e forca economica.

      Quem sabe isto tb eh uma forma de justificar o orcamento deles?

      No mais, torcendo os dedos p/ um acordo com o Iran neste fim-de-semana. Parece um repeteco de duas semanas atras em que todos os diplomatas, inclusive iranianos, tinham concordado com a proposta americana e os ministros de todos paises envolvidos voaram p/ o local de encontro p/ celebrar o acordo, ateh que chegou o ministro frances, quebrando o protocol diplomatico acordado dando entrevistas individuais e com acusacoes, e vcs sabem a historia.

      Kerry e Hague anunciaram que se juntaram as negociacoes junto com os demais ministros do P5+1. Tem muita gente a favor e contra este acordo em quase todos os paises; eh esperar e ver.

      []s!
      P.S.: E a AS nao confirmou a compra do segundo lote dos Typhoons, mas acho que os EUA pesam mais na posicao dos UK.

    6. Fala sério. Países com uma tremenda infra de pesquisa pura, pesquisa aplicada e desenvolvimento e com uma indústria aeronáutica consolidada não conseguem projetar uma aeronave avançada, qto mais uma aeronave furtiva. O Irã não conseguiu clonar um F-5E, qto mais projetar do zero uma geringonça dessas.
      Agora, minha pergunta é – o Brasil teria condições de projetar um caça de 4ª geração?

    7. Big toy for little minds…esses Aytolas ridiculos.

      Nao passa de um Revell…em scala 1/1 kkkk……

      Bitt…respondendo a sua pergunta, a resposta e NAO.

      Se estao mendigando TOT da Boeing como condicao para comprar os F-18 SH, ja deveria indicar o grau de atraso da industria aeronautica militar brasileira.

      O Brasil esta longe desta capacidade. No papel sai, tudo bem, podem produzir um blueprint, ou criar um modelo e um CAD, pode ser…mas quanto tecnologia de manufactura, avionicos, Ciencia de Materiais….nao sei nao….tenho minhas duvidas. Teriam que importar quase tudo.

    8. Dr. Cockroach,

      Se o Iran aceitar um acordo com a ONU, e porque o Stuxnet destriiu todos os sonhos iranianos de enriquecer Uranio….isso quer dizer que eles vao comprar o artefato de terceiros…poderia ser que comprem as prmitivas bombas A da Coreia do Norte, ou ate mesmo da China.

      A nao ser que a Russia seja louca de presentear os caras com Uranio enriquecido….e eles ja devem ter um blueprint dos artefatos produzidos no Paquistao e vendidos pela rede de contrabando do fisico paquistanes de nome Khan.

    9. Tadeu Mendes,
      obrigado pela gentileza, mas a pergunta era meramente retórica, para tentar iniciar um debate q me parece mais interessante do que ficar falando mal dos aiatolás, coisa q, qdo se estende, me enche o saco. Bem, diria q discordo de suas observações. Ao contrário do q parece querer crer a tal “nova direita” (cujas asneiras que compõe carecem da inteligência e da classe do que diziam Delfim, Simonsen, Campos e Leitão de Abreu, p. ex.), “Banânia” (apelido insultuoso q vejo frequentemente aqui, como se o país e o povo tivessem culpa dos governos q a elite coloca no poder) não é mais o mesmo latifúndio que era, vamos dizer, no fim da 2ª GM. De lá para cá, criamos uma rede de instituições universitárias e de pesquisa e um parque industrial sem paralelo na America Latina. Já temos massa crítica intelectual e profissional para conceber e desenhar determinados produtos, certamente, em alguns casos, com dificuldades. Mtas pessoas que conhecem o assunto dizem que poderíamos conceber o projeto de algo como o Panavia Tornado, que, no fim das contas, é um A-1 tamanho família, com duas turbinas (como quer a FAB), geometria variável e aviônica avançada, para a época. Os institutos existentes aqui já dominam conhecimento mais do que suficiente para projetar os aerofólios e carenagens no mínimo, de uma aeronave transsônica. Talvez leve algum tempo até se conseguir resolver uma aeronave supersônica, mas o FX já dura qse vinte anos. De lá para cá, a EMBRAER produziu dois tipos de jatos comerciais mto avançados, vários tipos de jatos executivos e projeta o KC390. Trata-se então de uma questão de decisão política e de grande estratégia. Talvez os formadores de opinião, em vez de ficar discutindo sobre quem é mais ou mns liberal, ou se deveríamos seguir o exemplo do Chile ou da Venezuela (um tem a economia do tamanho da da região de Campinas, se mto; outro só produz um produto, q por sorte é petróleo), tlv devessem discutir sobre a gde qlidade desses países q é ter em foco, claramente, o lugar da defesa nacional no contexto de suas políticas.

    10. Bitt, diria que o caso do Chile é mais crítico, visto o problema histórico que tem com o Peru e a Bolívia. A possibilidade de conflito com o Peru é bem real. Quem conhece as Bases Aéreas de Iquique e Antofagasta sentiu isso de perto. A maioria das instalações críticas são subterrâneas. A FAB já participou de duas SALITRE (a CRUZEX chilena) lá.
      A Força Aérea Chilena é a versão sulamericana da Força Aérea Israelense. Seu pessoal é muito bem preparado.
      Na CRUZEX 2006, em Anápolis, fui o A-2 Deputy, e tive o privilégio de trabalhar com o Cel Rodolfo Frias, atual Comandante da Escuela de Guerra Aérea, em Santiago. Ele havia sido o comandante do Esquadrão de F-5 Tiger III (Grupo 3, não tenho certeza). Participou da Red Flag. Aprendi muito sobre Inteligência Operacional com ele.

    11. Marcos disse:
      23 de novembro de 2013 at 18:49 #
      “Justin Case:
      “bitt” perguntou: “o Brasil teria condições de projetar um caça de 4ª geração?”

      Olá, Marcos.

      Na minha opinião, sim.
      Mas, sem a participação forte de um parceiro externo mais evoluído e detentor de todas as tecnologias que ainda não dominamos, o projeto sofreria os mesmos entraves do Tejas indiano.
      Pelo tempo requerido para o desenvolvimento, o resultado não atenderia a necessidade atual do F-X, nem seria capaz de dissuadir adequadamente.
      Além disso, para ser pelo menos útil, seria requisito mandatório cumprir o fluxo de investimentos planejado para o projeto. Deveria ser considerado prioritário pelo Governo, nos mesmos moldes do KC-390.
      Abraço,

      Justin

    12. Bitt,

      Entao me explica uma coisa por favor, porque nao entendo a sua proposicao.

      Quando eu digo que o Brasil nao tem condicoes de produzir um jato de combate, estou deduzindo isso, pelo fato de que o pais chora por uma TOT como condicao para comprar os jatos para a FAB.

      Voce nao acha que se o pais tivesse condicoes, ja nao teria embarcado em tal projeto?

      Nao da para comparar jatos comerciais e nem mesmo os KC-390 com uma aeronave de combate de 4 geracao.

      Vou repetir: projetar no papel em uma coisa, agora produzir os avionicos, deter a teconologia de manufactura, projetar e produzir turbofans, o Brasil nao possui essa capacidade.

      Agora se voce quiser projetar e montar jato como se fosse um Revell composto de material importado, ai sim voce pode fazer isso, porque a Embraer faz exactamente isso.

      O Brasil e tecnologicamente dependente neste setor.

    13. Tadeu, vamos ver. O país não “chora por uma ToT”. Uma das poucas coisas sensatas que ouvi ter sido dita por Guido Mantega, acho que uns dois anos atrás, é que uma das formas q um país tem de potencializar recursos é conseguir, via acordos diplomáticos, compartilhar tecnologias e know how com quem já os desenvolveu, via acordos diplomáticos de colaboração científica e militar. O que certos colegas parecem não entender é que acordos como o FX-2 ou o PROSUB não são meras “compras estrangeiras” de equipamento militar – são acordos políticos bilaterais. Suponho q vc deva saber q a indústria militar, em certos ramos, ainda é geradora de alta tecnologia e vive à base de recursos estatais. Os produtos gerados são, no todo ou em parte, propriedades dos Estados. Não é como o Ricardo Eletro comprando uma carga de celulares Sony feitos em Formosa pelo melhor preço. E, caso vc tenha prestado atenção ao q escrevi, verá q me referi aos aerofólios e carenagens, bem como (isto não está escrito, mas num debate entre conhecedores, pressuponho q se subentenda) detalhes estruturais como planos de controle, superfícies móveis e trem de aterrisagem. Também já temos parte dos aviônicos. Suponho (mas tem outros debatedores aqui q podem esclarecer melhor este assunto) que o radar FIAR Grifo FBR sirva para uma aeronave de transição e possa ser aperfeiçoado. O BR, vc sabe, é de BRasil – trata-se de um contrato exclusivo no qual a a empresa italiana modificou o produto de acordo com requisições feitas pela FAB/CTA e compromete-se a treinar equipes industriais e militares na montagem e manutenção do equipamento. Se vc quiser dizer que os acordos são mal-negociados, são outros quinhentos, porq, por vzs, são mal negociados mesmo, mas é preciso conhecer as condições impostas pelo outro lado, pq país algum entrega seus segredos de estado por dois tostões. E não diga a bobagem de q a EMBRAER monta kits importados – mtos dos debatedores aqui, tecnicamente mto mais capacitados do q eu já explicaram q país algum produz uma aeronave de alta complexidade sozinho – pq o nosso deveria faze-lo? Obrigado pela réplica, e gdes saudações.

    14. Rinaldo Nery,
      vc colocou mto bem (diria q melhor do q eu) a questão q eu quis focar. Não me interessa se o Chile é mais ou mns liberal – não sou chileno, e tampouco venezuelano. O q me interessa é que a população, bastante pequena e habitando um território cheio de problemas geopolíticos, tem em foco q o país precisa de FFAA, e q vale a pena investir recursos poucos (comparar a economia chilena, praticamente dependente do cobre, com a em brasileira, é estupidez, vc há de concordar…) na defesa. Embora não concorde com a comparação q vc fez, nem vou discutir, pq no geral vc tem toda razão: não é apenas a FACh que é totalmente particular com relação ao resto da AS. O Exército e a Marinha tamb são. O Ejercito Naciona tem a melhor força blindada das Américas, fora os EUA, melhor inclusive q a do Canadá, e a Marinha se compara pau-a-pau, com a nossa. O Peru é outro bom exemplo no qual não tinha pensado, mas com um problema de fundo – formação de pessoal. De toda forma, temos exemplos de países na AS que, ao q parece, não embarcam no papo furado de “índole pacífica” ou “nossa maior arma é nossa cultura”, ou ainda, “perseguir o desenvolvimento pacífico num mundo plural”.

    15. Bitt,

      Obridado pelas explicacoes, e como eu no vivo no Brasil ando bastante desatualizado.

      Mas no que diz respeito a Embraer, a qual usei uma comparacao um pouco tosca, devo ressaltar que alguns paises produzem aeronaves complexas sozinhos, sem importar nada.

      EUA e Russia, e me pergunto se a Franca estaria neste patamar.

      Obrigado.

    16. Bitt,
      Mas ninguém fala mal dos aiatolás por implicância. Eles é que insistem nessas presepadas. Fosse o Papa ou o Dalai Lama que apresentassem um novo caça stealth pra defender o Vaticano ou o Tibete e o mesmo parecesse uma maquete, falaríamos mal do mesmo jeito. rsrssss

    17. Bosco…. este seu comentário ficará gravado na minha memória…. o do Papa e do Dalai Lama….. KKKKKKK !!

      Se criticamos a incompetência de governos (sic) imagine-se a de clérigos metidos a generais e brigadeiros.

      Sds.

    18. Bosco, bem sacado.
      Mas venhamos e convenhamos que o Dalai Lama poderia, se quisesse, uma esquadra de aeronaves feitas nos EUA, compradas com prazer pelos evangélicos fundamentalistas do Alabama, Tenneesee, Arkansas e por aí vai e pilotadas por voluntários de Cristo que vêem na China o novo império de Satan; o papa, bem… O papa precisaria de um F-35 da versão VSTOL (provavelmente de prateleira), e teria de transformar a praça de São Pedro em base aérea, mas certamente o Vaticano ganha mto mais dinheiro promovendo visitas de turistas por lá. O único regime clerical q precisa fazer presepadas é o dos aiatolás, mas, cá entre nós, q gente sem jogo de cintura, pq nem como piada esse “avião stealth” cola…
      Gdes sds!

    19. A prova irrefutavel que isso n voa é o fundo da foto: um lixão! Claramente essa maquete ta sendo rebocada a um lixão, depois do fracasso em espantar a oposição com um projeto “futurista”.

    20. Esta sendo preparado para a viagem ate o Rio de Janeiro.

      Ano que vem na Marques de Sapucai,,,,no famoso Sambodromo..voce podera ver essa joia carnavalesca ao vivo…kkkkkk.

    21. Se essa “coisa” iraniana voa, que mais parece aqueles aviões de ficcção científica japonesa tipo “ultraman”, eu duvido muito. Mas, como tudo é possível no mundo, talvez. As asas são estranhas, o canopy é grande, o nariz é muito curto, não dá pra ver as entradas de ar, o trem de pouso dianteiro é muito inclinado, não dá pra ver as baias de armamento, as derivas são pequenas, dentre outros itens que não notei. Como disse parece que isso saiu dos filmes de “ultraman”…..

    22. Bitt,

      creio que, se temos condição de projetar aerodinamicamente, uma aeronave transônica, podemos fazer também uma otimizada para o regime supersônico. É mais fácil modelar matematicamente o regime supersônico (de forma aproximada) que o transônico.

      Você pode pesquisar, por exemplo, sobre a equação de Ackeret, que já permite um modelamento linearizado do regime supersônico. Juntando com ondas de choque, leques de expansão e aerodinâmica subsônica, você já tem aproximações razoáveis para esse regime.

      Já no transônico não há uma transformação semelhante a Ackeret ou Prandtl-Glauert (subsônico). Com bolhas sônicas e ondas de choque locais, é muito mais difícil de modelar e depende muito mais de métodos empíricos.

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