domingo, maio 9, 2021

Gripen para o Brasil

Cuidado com ele!

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Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

FAC A-37 com kill marks - CRUZEX 2013 - foto Joker

Durante a CRUZEX 2013, um dos Cessna A-37 Dragonfly trazidos pela FAC (Força Aérea Colombiana) exibia uma série de marcações (“Kill marks”) no lado esquerdo do nariz da aeronave, sendo três silhuetas de aeronaves e oito bombas guiadas.

FAC A-37 com kill marks - CRUZEX 2013 - foto Joker 2

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Marcos

Não lembro de cabeça, por isso da pergunta: o T-37 chegou a participar da concorrência onde acabou sendo vencedor o MB-326? Lembro que o outro participante era o Provost (que nome, hem?!).

Em relação ao Provost e aquela concorrência, o representante da BAC era amigo pessoal de Ozires Silva, um dos que faziam parte da comissão. Quanta diferença para hoje, onde impera certas “ami$$ades”.

Fernando "Nunão" De Martini

Marcos, O que sei é que o T-37C já era usado na FAB na época, cumprindo na AFA a missão de treinamento avançado dos cadetes (em que subsitituiu os T-6 Texan), e já operava aqui à época da seleção do MB 326 (foram recebidos entre 1967 e 1968, iniciando missões de treinamento em 1968 – chegaram também a ser utilizados por pouco tempo em Natal, entre 1970 e 1973). O que se queria depois disso era uma aeronave para o passo seguinte, ou seja, o curso de caça dos já aspirantes a oficial aviador, que era feito nos AT-T-33A, pensando-se… Read more »

Marcos

grato

Fernando "Nunão" De Martini

Faltou falar sobre os outros concorrentes. Já li em algum lugar uma lista de quais eram (e foram vários), mas não lembro mais. Boa sorte em procurar!

PS – encontrei referência sobre duas das diversas aeronaves voadas na seleção que levou ao italiano MB-326: o britânico BAC 167Strikemaster (versão armada o Jet Provost) e o sueco Saab 105.

Nautilus

Marcos, Provost em inglês é reitor. Acho que é um nome adequado a uma aeronave de instrução avançada.

Nautilus

Aliás, dois dos A-37 colombianos que participaram da Cruzex chegaram a Manaus ontem e mais quatro, juntos com o KC-767 Jupiter chegaram hoje, para escala na BAMN, a caminho de casa.

Rinaldo Nery

Falando em CRUZEX, não sei se os senhores sabem, mas a primeira semana é FAM/FIT (Familiarization and Integration Training). Nessa fase, as aeronaves voarão circuitos de navegação a baixa altura em elemento, liderados por uma aeronave brasileira, a fim de conhecerem o terreno. Depois disso voarão combate aéreo dissimilar 1×1 e 2×1. Os circuitos de navegação e as missões de combate já estão definidas no EXOPORDER (Exercise Operation Order). Depois de um day off no fim de semana, inicia-se a fase LIVEX, ou seja, a guerra em si, com as missões de ataque em pacote (COMAO – Composite Air Operations).… Read more »

Oganza

“exibia uma série de marcações (“Kill marks”)”

Lá (na Colômbia), eles assumiram que estão em um guerra civil e partiram para ganha-la com o que tinham e com o que pudessem conseguir. Aqui nós não assumimos NADA.

Certo eles.

Sds.

Joker

Não era só essa aeronave que possuía “kill marks”, outros A-37 Colombianos também possuíam.

E tinha um F-16 Americano que também possuía.

Iväny Junior

Dragonflys abateram o que? Ultraleves clandestinos do narcotráfico e urubus?

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