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‘Desafio Poder Aéreo’ 145

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130913 - Esquadrilha de T6 - Quem é o lider

Em qual avião está o líder da formação?

23 COMMENTS

  1. Minha impressão é que está no terceiro , de cima para baixo, pois os demais pilotos olham para ele como se aguardassem alguma instrução.

  2. Vocês não sabem nada!!!

    Na verdade, o segundo mais próximo pegou no sono com a cara virada pra frente (reparem que está com a cabeça ligeiramente abaixada), e os outros estão gritando pra ele acordar.

    O líder é o cara que está gritando mais alto e falando os palavrões mais cabeludos pro dorminhoco.

    Ops, não tem som, então não dá pra dizer quem é o líder…

    (brincadeirinha)

  3. Agora, falando sério, dá pra fazer mais perguntas a partir da foto do desafio, pra levar mais adiante o jogo (já que a pergunta inicial foi respondida logo no primeiro comentário):

    Esses T-6 armados estão servindo num ERA, num EMRA, ou num esquadrão de “instrução”?

    Qual dos quatro pilotos tem o trabalho mais difícil de manter a formação e, provavelmente, terá mais problemas de torcicolo no final do dia?

  4. “Qual dos quatro pilotos tem o trabalho mais difícil de manter a formação e, provavelmente, terá mais problemas de torcicolo no final do dia?”

    Essa eu acho q sei… E acho tmb q vc se equivocou a falar em torcicolo.. rsrs
    Torcicolo vc tem quando fica parado em uma só posição. Acho q vc queria falar do terceiro de baixo para cima, q terá q prestar atenção no líder (a sua direita) e no seu companheiro da esquerda…
    O unico a olhar para os dois lados.

    Correto ? =D

    • Alfredo,

      Tudo bem, creio que eu errei quanto ao termo torcicolo (qualquer dor no pescoço eu chamo de torcicolo…), mas acho que você também errou quanto a ser o terceiro de baixo pra cima…

      Saudações! 🙂

  5. No segundo, de baixo para cima. O único que está olhando para frente, ou nos instrumentos, é o líder. Agora, dizer que qual ERA eram os aviões, com essa foto, é difícil… 🙂

  6. Putz, ainda ontem assistindo o “Trato Feito” do History, tinha um cara vendendo um T-6. Coisa mais linda.

    Preço: US$ 200.000.

    Não deu negócio… os caras queriam comprar o T-6 para aprender a pilotar e um Top Gun da Navy recomendou a eles pegar alguma coisa mais fácil… 🙂

  7. Apenas para informação antes que este post vire a página, vou responder à pergunta que joguei para o debate lá em cima:

    O integrante da formação que normalmente tem mais trabalho é o ala do segundo elemento (ou o número 4 da formação, como queiram), que geralmente não tem ângulo de visão para ver o líder da esquadrilha, ficando de olho apenas no seu líder de elemento.

    Normalmente é ele quem precisa fazer as curvas mais amplas e corrigir mais a potência para manter a posição durante as manobras, reagindo prontamente às manobras de seu líder de elemento (este sim com visão plena do líder da formação, quando esta é mais cerrada). Aliás, se ele, ao invés de se basear no líder de elemento, procurar reagir ao líder da formação, pode acabar manobrando mal e estragando a formação.

    Enfim, é justamente o sujeito lá no alto da foto, que resolveu esticar o pescoço um pouco mais para conseguir ter alguma visão do líder da formação.

    Há quem diga que a concentração total que o ala do segundo elemento tem que ter no seu líder, numa formação cerrada, foi uma das causas do acidente que vitimou o ex-presidente Castelo Branco.

    Segundo relatos, o avião número quatro de uma formação de jatos em treinamento, baseados em Fortaleza, e cujo piloto manobrava absolutamente concentrado nas manobras de seu líder de elemento, não pôde perceber a aproximação de um avião de transporte onde viajava Castelo. O jato sofreu poucas avarias, mas o avião de transporte caiu.

    Estou escrevendo de cabeça, pois o artigo está numa velha revista encaixotada aqui em casa.

    Há controvérsias, porém, nesse episódio, principalmente sobre quem estaria no lugar errado na hora errada: os jatos (não lembro se eram F-80 ou TF-33) ou o avião de transporte. E também há, como em qualquer caso do tipo, diversas teorias, algumas bem conspiratórias.

  8. Amigos, boa tarde.

    Em termos de referência, não há grande problema para o nº 4, pois basta ele alinhar o capacete do nº 3 com o do líder.
    Para manobrar, no entanto, ele tem problema, pois é a “ponta do chicote”. Qualquer variação de posição do nº 3 requer que sua posição também varie, em amplitude ainda maior.
    Abraços,

    Justin

  9. “Fernando “Nunão” De Martini disse:
    12 de setembro de 2013 às 11:59″

    Nunão – Aguçastes as memórias. Vou trazê-las.
    Em 1967 operavam, em Fortaleza duas pistas paralelas: A grande e a pista do Alto da Balança (existe até hoje) com 600 ou 700 metros. A aviação miúda, inclusive o aeroclube e os aviões do Estado, operavam no Alto da Balança. A aviação militar e a comercial operavam na pista grande.

    Quando um caça vinha isolado para pouso, fazia a perna do vento ao Norte da pista e pousava normalmente (perna do vento, perna base e final, tudo em curvas para a esquerda); quando aproximavam em FORMATURA (FORMATURA, não formação!) aproximavam-se pelo lado Sul do campo, uma área denominada “zona”, a 1500’, faziam o tráfego pela esquerda e pousavam por peel-off. Este era o caso da formatura que colidiu. A altura mínima de sobrevoo da área da zona, para aeronaves os que pretendessem cruzar a pista, era de 4500’. A área da zona era restrita para operações de aeronaves militares. Todas as curvas na “zona” eram feitas de modo que o segundo elemento ficasse por fora da curva, vale dizer, acima do líder da esquadrilha.

    O número 4 da esquadrilha, Ten. Mallan, colidiu o tip-tank externo, em curva nivelada para a perna-do-vento, dentro da zona, com o PT-EET, a 1500’.

    Tal como na foto do post, as esquadrilhas são formadas por agrupamentos de elementos de dois aviões (fração mínima para voo em aviões de caça ou ataque). Avião que se encontra isolado em área de conflito, mete o rabo entre as pernas, cola no chão, liga o after-burner e corre para casa! Avião sozinho ou já foi abatido ou será! Depois do sinal de soltar os freios, na decolagem, o piloto ala do elemento NÃO TIRA MAIS OS OLHOS DO SEU AVIÃO LIDER! Se tirar os olhos do SEU líder em formatura próxima, colide com ele; se tirar os olhos do seu líder em formaturas afastadas, corre o risco de perde-lo de vista e vai ser encaudado! Nesta fase do voo, em aproximação para peel-off, Mallan só via o número 3 da esquadrilha, mais nada!

  10. P.S. 1- Eu não estou na foto do post!
    P.S. 2- As fotografias coloridas eram MUITO caras!
    P.S. 3- Esta foto não está colorizada… Está desbotada!

    Franco Ferreira – O Velho!

  11. Franco,

    Aparentemente, você fez tudo certo. Acessei e estou baixando aqui os 167 megas do arquivo. Daqui a pouquinho acaba.

    Sobre o assunto:

    Obrigado pela correção “formatura”. É coisa de “paisano” hesitar entre formação e formatura: pra mim, líder de formatura é o orador da turma…

    Sobre o acidente do Castelo: minha intenção era fazer você aparecer por aqui mesmo para comentar. Afinal, outros já tinham “cevado” o rio com a provocação da foto colorizada, então eu coloquei um atarracado presidente na isca pra ver se pescava um coronel!

    Saudações!

    PS – Justin, então é por isso que o número 4, nessa formatura em especial, está com o pescoço mais esticado? É justamente para alinhar na sua linha de visão o capacete do número 3 com o do número 1?

  12. Nunão,

    Em vez de corrigir a posição do avião, estica o pescoço e resolve o problema do ego. 😆 Pode acontecer mesmo.
    Abraço,

    Justin

    • rsrsrsrs

      Verdade, Justin. Melhor um ego desinflado do que um paraquedas inflado!

      Aproveitando:

      Franco, o arquivo já baixou aqui faz tempo, esqueci de avisar. Adorei o documento, obrigado por compartilhar com todos!

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