sexta-feira, maio 27, 2022

Gripen para o Brasil

Comandos da Aeronáutica e do Exército vão negociar PANTSIR-S1 e IGLA

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

PANTSIR-S1

Clique aqui para saber mais, no blog das Forças Terrestres

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Baschera

Não entendi…..

Porque a FAB vai ser a responsável pela negociação do inciso II, os sistema PANTSIR….

Não eram para ser do EB ???

Sds.

Fighting Falcon

Rapaz,
Do jeito que esse povo é doido quem será dono é a FAB, mas quem opera é o EB.
Creio que será para absorver a tecnologia do missil por parte do CTA por exemplo, ou algo do tipo.

Wagner

totalmente off topic

Mas uma coisa que eu queria ver assinada faz muuito tempo !

” Russia’s state-owned high-tech corporation Rostec and the state-owned China Aerospace Science and Technology Corporation also signed a strategic cooperation agreement following the Putin-Xi meeting. ”

Ou seja, aos poucos, a China, que suga tecnologia ocidental, compartilhará tecnologia com a Rússia, e vice versa. Com uma ajudando a outra, conseguirão melhores tecnologias para suas armas.

Finalmente. Faz tempo que eu pensava nessa possibilidade.

Guizmo

Baschera,
Não tenho certeza, mas já li em algum lugar que sistema de mísseis são de responsabilidade da FAB, no que diz respeito a defesa aérea. Eles entendem como defesa de espaço aéreo, seja por meio de avião ou míssil, atributos da FAB.
Abs

Blind Man's Bluff

Alguem sabe se esses Pantsir-S1 virão nesse chassis da Kamas? Ou será que o EB/FAB tem outros planos, como instalar o sistema naqueles MAN recem comprados?

Guilherme Poggio

Caro Blind Man’s Bluff

Os sistemas Pantsir dos EAU são montados sobre chassi MAN.

Foi dito que os nossos teriam um chassi nacional como parte do programa de incorporação de conteúdo nacional.

Mayuan

É por essas e outras que eu gostaria de ver as FAs Brasileiras funcionando unificadas, à semelhança do que é feito em Israel.

joseboscojr

Nunão, Na verdade a FAB não tem muito o que fazer para a defesa de grande altitude (acima de 15.000 metros) tendo em vista que os F-5 operam a no máximo a 16.000 metros e que mesmo levando-se em conta a capacidade do Derby de atingir alvos acima da posição do caça, não deve ser muito mais que uns 2000 metros (chute). Versões mais recentes do Amraam podem atingir alvos 10.000 metros acima do caça lançador. Acaba que em termos de altitude haverá uma sobrecobertura na faixa média com o Pantsir + F-5. Vale lembrar que o Pantsir (mais especificamente… Read more »

joseboscojr

Nunão,
Eu particularmente acho meio exagerada essa classificação de média altitude entre 3000 e 15000 metros e vejo mais lógica na sua, rsrrsr, até 10.000 metros.
Um abraço.

Guilherme Poggio

Lembrando que a doutrina do Exército Brasileiro trabalha apenas com alcance vertical.

Mais detalhes na Revista Forças de Defesa n.8.

Baptista Jr

Comprar um sistema antiaéreo sem decidir o F-X2?
Isto é fazer a opção por atacar as ameaças quando estiverem próximas dos alvos; no caso, nossas cabeças.

A doutrina manda tentar neutralizar as ameaças o mais próximo das suas origens. Esta é a teoria da casca de cebola, explicada no editorial da Revista Forças de Defesa #7.

joseboscojr

Mísseis ocidentais equivalentes em peso ao “Pantsir” (75 kg) como o Crotale, Sea Wolf, Barak, etc, têm alcance e altitude cerca da metade do míssil russo.
A explicação se deve ao fato que o míssil russo, após a queima do motor foguete, libera um estágio de baixo arrasto pesando cerca de 25 kg.
Isso faz com que o míssil se livre de massa inútil e com isso tenha uma melhor performance.

Baptista Jr

Caro Nunão Estou sem acesso ao Forças Terrestres, onde gostaria de postar algumas observações. Participei deste processo da AAAe, durante meu último mês na COPAC, tendo tido oportunidade de colocar minhas preocupações sobre o assunto: sobre requisitos, processo de seleção, divisão de responsabilidades etc. Sobre o processo, não tenho mais participação, mas acompanho com curiosidade o desenrolar desta “compra de oportunidade”, com justificativas de “transferência total e irrestrita de tecnologia”. Não gosto muito destas expressões, principalmente quando estão juntas a processos expeditos demais. Do ponto-de-vista da legalidade, sempre existirá a necessidade de serem registradas duas coisas: razoabilidade dos preços e… Read more »

Guizmo

Então Nunão…..seria quase isso vai, rsrs. Sobre a revista, eu baixei o app do iPad mas essa edição não estava disponível.
Abs

Baschera

Nunão,

Para “navios” há uma versão naval deste sistema, o Pantsir-M.

http://www.janes.com/article/25242/pantsir-m-and-pantsir-me-versions-announced

Sds.

joseboscojr

O sistema Pantsir não tem no Ocidente nenhum sistema “equivalente” que chegue sequer próximo de sua capacidade. Alcance horizontal de 20 km, vertical de 15 km, ogiva de 20 kg, velocidade média maior que Mach 2.5, capacidade de engajar vários alvos ao mesmo tempo (desde que no mesmo quadrante), eficaz contra alvos no solo, etc. Mas isso se deve a um fato incontestável: o Ocidente já há muito não desenvolve sistemas “equivalentes”, considera o conceito obsoleto e os que estão ainda em operação rapidamente estão sendo retirados nos seus países de origem e substituídos por outros, de conceito mais avançado.… Read more »

Colombelli

Excelente Bosco, um post enciclopédico e digno de constar nos alfarrábios básicos da trilogia. O sistema não é ruim, porém se evidencia um açodamento ou, no mínimo uma inversão de prioridades evidente em vista do programa FX2. Outro aspecto errático se revela na anunciada (via boatos) paridade nas quantidades de lançadores entre as forças, tal e qual no caso do EC 725, parecendo uma distribuição de doces para os menimos não brigarem en tre si. Da mesma forma, a renúncia a priori a outro modelo de missil nos privará de multiplicidade de sistemas de cobertura, o que é uma necesidade… Read more »

joseboscojr

Há uma divisão em 4 classes de equipamentos para defesa antiaérea. O primeira classe diz respeito aos mísseis portáteis, tipo “MANPADS” e “CREWPADS”, guiados por IR ou laser, lançados do ombro, de pedestal, de veículos utilitários, etc. São os sistemas V-SHORADS (sistemas de defesa aérea de alcance muito curto). Nessa classe cabe o uso de metralhadoras e canhões. A segunda classe é referente aos mísseis de baixa altitude, em geral guiados por CLOS (ótico e radar) ou IR. São em geral montados em viaturas blindadas, sob lagartas ou rodas, sendo cada veículo de operação completamente autônoma. São os sistemas SHORADS… Read more »

juarezmartinez

Por fim, posso estar errado, mas pelo que lembro o Pantsyr não atendia ao primeiro ROC lançado, pois não tinha alcance. Leia mais (Read More): Comandos da Aeronáutica e do Exército vão negociar PANTSIR-S1 e IGLA | Poder Aéreo – Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil Caro Colombeli, ele não atende/atendia(parece que mudaram o ROC) o quesito que tu citaste, não atende o da aero transportavel e o que concerne a integração com nossos sistemas de C3I, bem o primeiro, eles mudaram a regra do jogo, o segundo será resolvido com um teletransporte by “Enterprise” com as já… Read more »

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