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Caças japoneses interceptam aviões norte-coreanos, pela primeira vez em 4 anos

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JASDF F-2 fighters arrive for Cope North  Guam 2009

Pela primeira vez depois de quatro anos, caças da Japan Air Self-Defense Force (JASDF) decolaram para interceptar aviões militares norte-coreanos, de abril a junho deste ano. Eles fizeram isso cerca de nove vezes durante esses meses, de acordo com o Ministério da Defesa japonês. Foi a primeira vez desde 2009 que eles tiveram que fazê-lo contra o Estado recluso.

Mesmo que não houvesse invasões reais no espaço aéreo japonês, a JASDF teve que responder a aeronaves norte-coreanas que estavam voando sobre o Mar do Japão. O Ministério da Defesa acredita que essas aeronaves estavam tentando levantar informações sobre os destróieres Aegis que foram posicionados no Mar do Japão, devido às ameaças de lançamentos de mísseis de Pyongyang durante esses meses. A retórica constante vinda da Coréia do Norte durante esse período foi que eles estavam dispostos a atacar os Estados Unidos e seus aliados na região da Ásia-Pacífico se eles fossem devidamente provocados.

Nesse mesmo período, a JASDF teve que realizar decolagens de interceptação num total de 115 vezes, incluindo 69 vezes contra aviões chineses e 31 contra os russos. Mesmo que os aviões chineses tenham um número mais alto em uma base por país, o número caiu diante das 146 interceptações durante o período de janeiro a março. Mas um funcionário do ministério disse que 69 ainda é um número muito alto. Antes do agravamento da disputa territorial com a China sobre as ilhas Senkaku / Diaoyu, a maioria das interceptações foi contra aviões russos.

FONTE: Japandailypress

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Clésio Luiz
Clésio Luiz
7 anos atrás

A melhor versão do F-16 pra mim. O aumento da envergadura e da área alar devem ter compensado o grande aumento de peso desde o F-16A. Somados a um radar AESA, mais combustível interno e mais dois pontos duros para um total de 4 mísseis anti-navio e 3 tanques de combustível (sendo 2 de 2.200 litros), mais 4 mísseis a-ar, não tem similar entre os caças leves/médios do ocidente.

Joner
Joner
7 anos atrás

Esta seria uma boa opção baseada em terra para a Marinha do Brasil, uns quatro esquadrões espalhados pelo litoral com alguns KC 390 para reabastecimento em voo, nos daria uma boa dissuasão perante possíveis ameaças. A já ia esquecendo, tem um probleminha com o sistema de abastecimento dos F16, haja vista não serem por “cesto”. (que droga!)

Antonio M
Antonio M
7 anos atrás

Isso sim que é saber fazer bom uso da fabricação sob licensa, melhoraram algo que já era bom.

E com esses tanques externos querem ir até onde ?! rsrsrsrsrsr!!!

E nada mal para uma “força de auto-defesa” ……

Mauricio R.
Mauricio R.
7 anos atrás

A base do design do F-2 foi o update “Agile Falcon” da extinta General Dynamics, que previa entre outras características, asas 25% maiores que as originais.