sábado, outubro 23, 2021

Gripen para o Brasil

Caças Gripen suecos voltando de missões no exercício Red Flag 2013

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Quando se fala em exercícios “Red Flag”, realizados periodicamente nos EUA com participação de Forças Aéreas de outros países, pensamos normalmente nos combates, no ambiente operacional que desafia os pilotos, nos ataques a objetivos terrestres sob a ameaça de caças “Aggressor” e de defesas antiaéreas, nos grandes “pacotes” de ataque, escores e desempenho.

Este interessante vídeo, porém, foca na volta das missões, mostrando a aterrissagem de caças Gripen suecos na sua recente participação no exercício (na Base Aérea de Nellis, em Nevada). São detalhes como a movimentação dos canards após o toque, o táxi com outros modelos de aviões de combate vistos ao fundo, os procedimentos para a parada, abertura do canopi, corte do motor, comunicação com a equipe de terra, retirada da mídia com os dados de voo e o início da preparação dos caças para novas missões.

A distância relativamente pequena da cabine da aeronave em relação ao solo (quando se compara a caças F-16 estacionados ao lado), além de outras características próprias do Gripen, podem ser vistas com bastante clareza nesse vídeo de pouco mais de seis minutos de duração, publicado no canal “Global Motion” do youtube.

Clique nos três primeiros links da lista abaixo para saber mais sobre a presença de caças Gripen em exercícios Red Flag. Já os dois últimos links são de vídeos do Poder Aéreo, o primeiro com as checagens pré-voo e a decolagem noturna de um F-5M da FAB e o segundo com decolagens, pousos e táxis de aviões de combate que participaram da Cruzex V, em Natal.

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Clésio Luiz

Esse é o caça pra povoar os esquadrões da FAB. Pequeno, barato de manter, robusto, não precisa ficar limpando pista com medo de FOD, opera fora da base sem problema nenhum. E tem transferência de tecnologia preto no branco, no que interessa, sem meias verdades, sem depender de políticos. Pena que os próprios brasileiros façam lobby para os outros concorrentes.

Ivan

Clésio,

Simples assim!
Exatamente como vc descreveu.

Sds.,
Ivan.

Carcará 01

Realmente é um excelente caça, pequeno, barato, facil de manter, operar… Perfeito pra gente, um verdadeiro F-5 (salvaguardando as proporções, claro…) do século XXI.

Eu ainda apostaria num mix hi-lo com ele e o SH, aproveitando a comunalidade entre os dois, principalmente do 404. Estariamos bem durante um bom tempo… Mas, como o cérebro dessa classe que hoje manda nesse país vive numa latrina, fazer o que né…

Clésio Luiz

Eu estava tentando não dar nome aos bois, me refiro a torcida irracional ao Super Hornet. É uma boa aeronave, mas como o Rafale (cuja torcida é quase zero…) não é algo que possamos ter em grandes quantidades, nem teremos acesso a sua eletrônica, a nível profundo.

O bang for the buck do Gripen é maior, simples assim.

Roberto Bozzo

Belo vídeo, realmente muito legal. Algumas dúvidas, a escada é presa na fuselagem com ventosas ou existem pontos específicos para encaixa-la ? Existe algum tipo de padrão para elas (escadas) ou tem de se desenvolver uma específica para cada tipo de aeronave ? Quanto ao FX2 (sempre caímos nele, em todas as matérias) também era favorável ao Gripen, por ser mais barato de comprar e manter e da real possibilidade de transferência de alguma tecnologia ao Brasil, mas como o tempo passou, hoje precisamos para ontem, de caças prontos e somente o F18 nos permite isso… perdemos o bonde lá… Read more »

asbueno

Gripen, Super Hornet… Está feito. Reduza a compra de 36 para metade disso, e de prateleira, e o GDA poderá respirar novamente, ainda que com aparelhos durante algum tempo. Em seguida compremos o suficiente de Gripen para dotar os demais esquadrões daqui 4 ou 5 anos. HiLow mix…

Justin Case

Clésio Luiz disse:
26 de junho de 2013 às 10:37

Clésio, bom dia.

Eu estava preocupado para saber o que te levou a torcer para o Gripen.
Descobri. Foi uma premissa falsa: “nem teremos acesso a sua eletrônica”.
Tem a história também da quantidade versus resultado operacional, mas isso é mais complicado. Tem gente que acha que o mais importante é “fazer hora de voo”.
Abraço,

Justin

Roberto Bozzo

Fernando “Nunão” De Martini disse:
26 de junho de 2013 às 11:41

Valeu Nunão !!

Ivan

Carcará escreveu: “Eu ainda apostaria num mix hi-lo com ele e o SH…” Asbueno escreveu: “Gripen, Super Hornet…” Hi Low Mix 4 ever. Até o início de 2010 meu ideal era um HiLoMix com Gripen NG fabricados em parte e montados totalmente no Brasil para compor a maior parte dos esquadrões e Super Hornet bipostos da versão F em menor quantidade (duas ou três dúzias) para equipar o 1º Grupo de Aviação de Caça. O Super Hornet F-18F ficaria com a missão de interdição e ataque estratégico enquanto o Gripen E-Br ficaria com todo o resto e principalmente sendo fabricado… Read more »

Baschera

Realmente a distância do cockpit em relação ao solo é muito menor do que um F-16….. mas é “abissal” em relação a um F-35…..

Também chamou-me a atenção que este elemento de dois Gripen C estão (ambos) com um pod’s Litening da Rafael no ventre.

Sds.

Marcos

off topic

Motor de A-330 da Thomas Cook colapsa durante decolagem.
Evento ocorreu nesta segunda feira.

youtube.com/watch?v=sxHKu8XteHU

Marcos

O custo de consumo de combustível de um Gripen é a metade de um Super Hornet. Mas a coisa para por ai. Fica faltando identificar o restante do custo operacional, como peças de reposição e material de consumo. E, evidente, o custo de aquisição da aeronave. Noves fora, temos ai a aeronave mais barata e que deve ser adquirida. O resta é balela.
Ainda ficaria com um F-35.

juarezmartinez

Justin Case disse: 26 de junho de 2013 às 11:53 Clésio Luiz disse: 26 de junho de 2013 às 10:37 Clésio, bom dia. Eu estava preocupado para saber o que te levou a torcer para o Gripen. Descobri. Foi uma premissa falsa: “nem teremos acesso a sua eletrônica”. Tem a história também da quantidade versus resultado operacional, mas isso é mais complicado. Tem gente que acha que o mais importante é “fazer hora de voo”. Abraço, Justin Leia mais (Read More): Caças Gripen suecos voltando de missões no exercício Red Flag 2013 | Poder Aéreo – Informação e Discussão sobre… Read more »

juarezmartinez

Correção;” seja” não, sejam

Grande abraço

Marcos

A escada é encaixada na aeronave na parte de cima.
Na parte de baixo há uma borracha de proteção para ser apoiada na fuselagem.
Só na “ventosa” não ia dar para segurar!

juarezmartinez

Aproveitando a desixa do assunto sobre o que permear a escolha do FX 2, peço licença aos moderadores para citar um post de um forista Argentino, o Calquim lá no FBM que tem muito a ver com o que estamos discutindo agora: “De todas formas, lo importante en la guerra no es tener el armamento de última generación, sino la logística necesaria para su sostenimiento. Teníamos lo último en tecnologia en 1982 (SUE+EXOCET) pero sin la logística necesaria para su soporte y si bien consiguieron victorias resonantes, los misiles se acabaron y que pudieron definir el rumbo de la guerra,… Read more »

Justin Case

Amigos,

Então, se o problema é custo, poderíamos comprar uns 36 A-29. Quem sabe se também colocássemos um míssil Piranha. Aí então teríamos um um F-29.
E o radar? Bom, aí poderíamos integrar um pod radar, desses de buscar contrabandistas, ou então fazer decolar um E-99 para cada esquadrilha.
Nah, é melhor ficar com A-29 mesmo. É muito mais barato. E, como voa devagar, nossos pilotos farão muita hora de voo. Dá até para segurar cartaz e “mudar o Brasil”.

Justin

Justin Case

Amigos,

Burrice teria sido gastar centenas de milhões trazer toda a infraestrutura logística para todos os níveis de manutenção, considerando que teríamos 12 TAMPAX obsoletos de 25 anos, comprados apenas para fazer 150 horas por ano cada (máximo 5 anos).
Burrice foi não escolher um F-X em vinte anos.
Burrice foi atacar território de um país democrático de primeiro mundo, num arroubo populista, e esperar que todo o mundo ocidental fosse apoiar seu esforço de guerra, só porque existia um contrato.
Quem quer fazer maluquice tem que ter força e independência, porque vai levar pedrada de todo lado.

Justin

Justin Case

Amigos,

Sobre o tópico, acho muito bonitos os Gripens C/D.
Era a minha opção favorita no short-list do F-X1. Gostava muito também do Mirage 2000, mas já estava em fim de produção, com seus substitutos já sendo entregues. Não é bom optar por carro ou avião que vai sair de linha…
Abraços,

Justin

Baschera

Off-topic:

O ocaso de um ! Top Gun !

http://www.youtube.com/watch?v=BeymXvLLUH8

Também dá para comparar a complexidade de um F-14 com a simplicidade de um JAS-39 Gripen C/D.

Sds.

Roberto Bozzo

Marcos disse: 26 de junho de 2013 às 13:12 Marcos, boa tarde. Com todo respeito acho que você esta equivocado, olhando o vídeo mostra claramente que o lado direito da escada é “encostado” na fuselagem, enquanto o lado esquerdo dela parece que é encaixado realmente, mas se olharmos bem não há local para este encaixe… achei outra foto desta escada e ela parece ser apoiada no vão entre a fuselagem e a entrada de ar. http://www.worldwide-military.com/Military%20Aircraft/EU%20Fighters%20plaatjes/Grote%20foto%27s/Gripen%20(Zweden)_002.jpg outra foto: https://www.worldwide-military.com/Military%20Aircraft/EU%20Fighters%20plaatjes/Grote%20foto%27s/Saab%20gripen%20JAS39C_001.jpg nesta foto é possível perceber que não há local para encaixe da escada, portanto só posso presumir que é sim utilizado… Read more »

Roberto Bozzo

Achei uma foto melhor no Wikipedia e nela é possível ver claramente que é apenas por ventosas:

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/d1/JAS39C_Saab_39_Gripen.jpg

ela esta com boa resolução e é possível de se ampliar a imagem.

Max

Roberto,
Se você assistir o video em tela cheia e em boa resolução você vai ver
por volta de 4:08 os buracos de fixação da parte superior da escada.

Augusto

Justin Case disse:
26 de junho de 2013 às 13:25

Como eu, parece que você também é adepto da solução Rafale.

E, como você muito bem colocou, se a preocupação é com gastos, como o de combustível, fiquemos com Super Tucano e AMX. Quem quer Ferrari, não pode esperar pagar preço de Fusca. O Gripen tem, em tese, valores menores de aquisição e manutenção por razões óbvias.

Roberto Bozzo

Max disse:
26 de junho de 2013 às 14:26
Roberto,
Se você assistir o video em tela cheia e em boa resolução você vai ver
por volta de 4:08 os buracos de fixação da parte superior da escada.

Verdade Max, é realmente bem visivel os buracos. Obrigado.

Marcos, peço desculpas, você esta certo é por encaixe mesmo… não me atentei ao restante do video como o Max fez.

Estes buracos não interferem no RCS da aeronave ? Pois os mesmos parecem que ficam “abertos” o tempo todo…

Ivan

Justeau Cas, “Então, se o problema é custo, poderíamos comprar uns 36 A-29. Quem sabe se também colocássemos um míssil Piranha. Aí então teríamos um um F-29. E o radar? Bom, aí poderíamos integrar um pod radar…” SIM, o problema é custo. Se precisamos ter um caça moderno mas de menor custo a melhor opção é um caça moderno, de 4ª geração (ou 4,5 com aqueles +++), monomotor, com menor consumo de combustível, que utiliza armas de qualquer fornecedor ocidental, opera de qualquer pista rústica com um mínimo de 800 metros (inclusive autoestrada) e ainda podemos fabricar partes e montar… Read more »

Justin Case

Ivan, Eu acho que o problema não é custo, mas CUSTO versus BENEFÍCIO. Inicialmente, Gripen NG não existe, assim como seu radar. Então acharia melhor usar outro tempo de verbo, em vez de “é”, “tem”, “opera”, pelo menos antes que ele exista e seja certificado. Gripen NG também não tem dados de custo real, mas apenas planejados, o que é bem diferente. Gripen NG nunca fez, obviamente, operação real, embora seu antecessor tenha feito missões (de reconhecimento) na Líbia. Essa história de número de TR do RBE2 contados em foto de mock-up das versões iniciais já cansou. A empresa sempre… Read more »

DrCockroach

Militares fazem uso extensivo de cenarios, e cada cenario tem um sub-cenario, e assim por diante. A primeira pergunta a se fazer, com base nos cenarios eh se o caca cumpre a missao. Se cumpre, com qual custo? O custo inviabiliza outras atividades ou potencializa? A resposta a estas perguntas ficaram numa zona cinzenta por causa dos interesses financeiros associados com a escolha do FX-2 (beneficia quem ou qual empresa) e temas secundarios como transferencia de tecnologia. Penso que o momento agora eh acabar com as pirotecnias e voltar a essencia. Qual caca (e talvez nao seja nenhum do FX-2… Read more »

Ivan

Justeau Cas, “Essa história de número de TR do RBE2 contados em foto de mock-up das versões iniciais já cansou.” Mas foi vc quem começou com seu comentário sobre colocar radar no Super Tucano, insinuando que o do Gripen seria pequeno. Apenas apresentei o que é, possue dimensão equivalente ao do Rafale. Quanto ao RBE2 AESA do Rafale o número de TRMs é 838 mesmo, de acordo com a RAFALENEWS de 10 de fevereiro de 2011, como discutimos aqui no AEREO em 08 de outubro de 2012: http://www.aereo.jor.br/2012/10/08/quantos-trm-possui-um-radar-rbe2/ Vale a pena conferir, foi um debate acalorado e interessante. O título… Read more »

DrCockroach

Comentei acima sobre a missao e os custos relacionados a novos cacas do FX-2. Mas a pouco li sobre uma filha que comenta que a Mae morreu de cancer enquanto esperava 8 meses pela primeira sessao de radioterapia pelo SUS. Entao ampliando a questao custo-beneficio para alem do orcamento da FAB, mas incluindo o orcamento da Uniao. O Brasil tem 69 hospitais federais e 618 estaduais conveniados com o SUS. Segundo esta materia aqui (http://odia.ig.com.br/portal/cienciaesaude/sus-amplia-a-radioterapia-1.468581) o Brasil tem de 180-200 unidades radioterapicas no Brasil. Cada equipamento de radioterapia pode custar ateh 3 milhoes de dolares (sem assumir desconto por aquisicao… Read more »

Justin Case

Boa tarde, Dr. Cockroach Para exercitar um pouco mais a nossa capacidade de análise e sair do lugar-comum populista, proponho o seguinte raciocínio: Digamos que a Sociedade decida que deve investir nos caças e resultados paralelos 10 bilhões de Reais. Uma vez que isso esteja definido, vai ser buscada a melhor solução. Podem ser 250 aeronaves A, 36 aeronaves B, 30 aeronaves C ou dez aeronaves D, cada uma com seu resultado individual ou coletivo, em emprego ou dissuadindo. Essa é a análise de custo e benefício que tem que ser feita e discutida neste tipo de fórum, eu acho.… Read more »

DrCockroach

Boa tarde Justin Case, O que vc chama de “populismo” eu chamo de racionalismo economico. Examinado-se somente o orcamento da FAB, ou mais amplamente o da Uniao (leia-se dos cidadaos pagadores de impostos), os custos de oportunidades sao fundamentais. Categorizar de “populismo” analises amplas ou restritas dos custos-beneficios relacionados a determinada escolha realmente nao irah nos levar a lugar algum. []s! P.S.: talvez a analise nao deva iniciar com o pressuposto que a sociedade decidiu investir “x” bilhoes em cacas e resultados paralelos, mas que deve- se investir em cacas que cumprem a missao da maneira mais custo efetiva, pois… Read more »

juarezmartinez

de junho de 2013 às 13:25 Amigos, Então, se o problema é custo, poderíamos comprar uns 36 A-29. Quem sabe se também colocássemos um míssil Piranha. Aí então teríamos um um F-29. Não Cel, melhor seria ter comprado o Rafale F 2 perneta de radar, com binóculo “de grátis” como equipamento de reconhecimento padrão, sem HMD, com restrições de alimentação elétrica, software mais fechado que _______, e com uma conta de integração e desenvolvimento cuiuda para nós pagarmos, tudo por módicos 25.000 euros a hora de voo, proposta que o senhor “supports” não é mesmo Muito obrigado Cel, recém jantei.… Read more »

juarezmartinez

igos, Burrice teria sido gastar centenas de milhões trazer toda a infraestrutura logística para todos os níveis de manutenção, considerando que teríamos 12 TAMPAX obsoletos de 25 anos, comprados apenas para fazer 150 horas por ano cada (máximo 5 anos). Verdade Cel. foi um tremenda burrice, mas na época não sei se o senhor se lembra que quem mandava neste pais era um certo cidadão nine fingers, que entendia muiiito ais aviões de combate do que todos os pilotos e engenheiros da FAB, e num do seus momentos etilico espirituais teve uma incorporação do exu cavera e mandou um certo… Read more »

Justin Case

Amigos, Só para corrigir o que foi dito acima, os nossos Mirage têm voado uma média de 1500/1.600 horas por ano. Creio que já faz dois anos que decidiram parar dois deles. Neste ano, continuam voando bastante, dizem que até acima da média, mas devem estar exaurindo o suprimento, pela decisão de parar no fim do ano. Se continuar assim, no ano que vem não teremos nada. Não gosto da ideia de ficar a pé. Como FORÇA AÉREA, os aviões estão obsoletos, mas ainda poderiam fazer missão de policiamento em tempo de paz. Mas vão parar no fim do ano,… Read more »

juarezmartinez

Realmente Cel a frota de F 5M não está voando nem metade disto, mas porque é mesmo que isto acontece? o Senhor explica, o com a sua pérmissão e explico? Vou lhe poupar dedos e teclas. A frota de F 5 M não está voando o minimo necessário porque NÃO TEM RECURSOS PARA COMPRAR SUPRIMENTO . A frota de F 5M não está voando o mínimo necessário porque POR DETERMINAÇÃO DO COMANDO ALGUMAS CÉLULAS ESTÃO SENDO POUPADAS PORQUE SE CONTINUAR ASSIM EM BREVE NÃO TEREMOS AVIÕES PARA DOTAÇÃO DOS ESQUADRÕES e finalmente, a frota de F 5M não está voando… Read more »

Vader

Amigos, se me permitem: O Gripen C/D é um excelente aparelho. A SAAB não é a “Lanternaria do Jorjão” e a Suécia não é Zamunda. O Gripen NG será sem a menor sombra de dúvidas um caça soberbo. Como é da tradição sueca e da SAAB. Somente um fanático pelo produto que vende como o Sr. Justin Case para duvidar de uma tradição de 70 anos. A propósito caro Justin, primeiro se decide o que se necessita, depois se decide o que se pode pagar ok? Ou o senhor vai com a sua senhora nas Casas Bahia com R$ 1.000,00… Read more »

Justin Case

Vader, bom dia. O fato de que outros possam ter opinião diferente da sua não quer dizer que estejam errados. Existe um orçamento nacional e um orçamento de defesa que é seu percentual. São esses os recursos disponíveis, e é dentro desse limite que temos que buscar as soluções. Em casa eu também faço assim. Vou buscar a melhor solução (não obrigatoriamente a mais barata, pois pode não atender) que caiba no meu orçamento. Tem gente que faz como você diz. Escolhe primeiro e depois vai ver como paga. Todos os países sérios tem suas necessidades, estabelecem requisitos, verificam a… Read more »

Vader

Caro Justin, que que eu vou falar pra você senão lhe felicitar por sua excelente condição financeira? 😉 Parabéns! Sinceramente quero que se dane se tem gente que apóia o Rafale ou não, e tô pouco me lixando se alguém acha que falo só para contrariar ditos apoiadores. O reaparelhamento da Força Aérea perto de alguns dos outros problemas do país é fichinha. O menor dos problemas. De qualquer maneira, consta que a tão falada decisão política já está tomada e o Rafale já subiu no telhado (resta saber se com o FX2 junto ou não, o que veremos em… Read more »

Justin Case

Vader,

Desculpe, mas não entendi o que você quer dizer.
Acho melhor voltarmos ao tema.
Abraço,

Justin

Vader

Ok, como queira, paciência.

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