sábado, maio 15, 2021

Gripen para o Brasil

Teste da bomba inteligente SMKB 82

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

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joseboscojr

Parabéns!
Uma ótima notícia e um programa que deve receber os mais aclamados louvores.
E está indo rápido com não é tão comum por aqui.

aldoghisolfi

Parabéns à equipe toda!
Fiquei surpreso e contente!
Faço minhas as palavras do Bosco.

rommelqe

Excelente!
Parabéns a todo o pessoal envolvido!

joseboscojr

Na verdade uma arma guiada é mais que uma arma “inteligente”.
Muitas armas inteligentes não são guiadas mas toda arma guiada é necessariamente uma arma ‘inteligente”

Nick

Esse CEP não está muito alto? 10 metros não me parece ser muito preciso.

[]’s

Ricardo Cascaldi

As imagens do A-1 manobrando são muito bonitas!

Pequena dúvida: estão fazendo estes ensaios já com o A-1M ou não?

Abraço!

G-LOC

Nick, com modo CCIP consegue atingir CEP de 15 metros baixo ou 50 metros a média altitude.

A vantagem seria poder disparar a uma distancia maior fora do alcance das defesas, usar menos bombas, atacar vários alvos ao mesmo tempo, escolher o angulo de impacto e até o tempo sobre o alvo de várias bombas.

Com 50 metros só do INS ainda pode ser vantagem contra alvos bem defendidos.

joseboscojr

Sem falar que o raio da explosão e os efeitos letais podem ser magnificado pela uso de espoleta de proximidade.
Provavelmente nada desprotegido sobrevive num raio de 100 metros de uma bomba classe Mk-82 que explode no ar.
Alvos mais endurecidos necessitam de espoleta de impacto ou de retardo, que limita o raio letal mas concentra o efeito destrutivo.
Mesmo um bunker reforçado não resistiria a uma (ou algumas) destas, mesmo que não se conseguisse um impacto direto.

Baschera

Mudaram o nome da Britanite ??

Tempos atrás eu ouvi dizer que o problema estava na conexão wi-fi …. que era passível de interferência….

Sds.

Galeão Cumbica

Metre yoda,

pelo menos a parte de explosivos localizada em Quatro Barras PR, foi vendida para uma empresa Chilena.

So uma duvida, Bosco, estes testes foram sem explisivos nao? por causa do impacto, caso colocassem o explosivo quanto aumentaria o peso? o desempenho dos avioes acho que ja nao seriam os mesmo.

abraco
GC…na madruga!

Galeão Cumbica

Ainda na madruga…

http://www.flightglobal.com/news/articles/sikorsky-s-92-cleared-for-automated-rig-approaches-385520/

Este so melhora, tomara que isso chegue logo por aqui!, e a kombi de 1967 como dizem por ai, ainda nao temos noticias!

abracos
GC

Soyuz

Este programa é claro que merece elogios em alguns pontos. Bombas guiadas são itens mandatórios em uma força aérea digna deste nome. Na América do Sul elas já existem a mais de 2 décadas no Peru e Venezuela por exemplo. A minha critica quando a este programa são as premissas adotadas para o direcionamento da arma. O sistema GPS possui dois sinais de serviço o SPS – “Standard Positioning Service” para uso civil e o PPS – Precise Positioning Service- para uso militar. O sinal SPS (Civil) pode sofrer S/A – Selective Availability – , disponibilidade seletiva se acordo com… Read more »

joseboscojr

Galeão, Pareceu ser uma bomba inerte, agora independente disso a massa de explosivo é substituída por uma outra massa equivalente de um material inerte de modo a que não haja alteração nem no peso nem no CG da bomba e ela se comporte como uma bomba real. Soyus, Há um programa do DARPA que visa desenvolver uma IMU tão precisa (menor que uma caixa de fósforos) que não será mais preciso o GPS. É baseado, salvo engano, em “interferometria de átomos ultra-congelados” de alguma coisa que nem imagino. rsrssr A intenção é não ficar mais dependente dos satélites. Mudando de… Read more »

joseboscojr

“Mudando de pato pra ganso” 2 x é muito pra minha cabeça!!!

Soyuz

Pois é Bosco;

Veja o tamanho do malabarismo do DARPA para um INS que permita abrir mão do sinal de satélite. rs

Dai meu ceticismo sobre o quão critico é a confiabilidade do sinal de satélite sobre o alvo.

Soyuz

O DGPS é a grosso modo um sinal de erro que é gerado à partir de um ponto de referência cuja posição seja absolutamente conhecida. Sobre aquele ponto de referência se coloca um receptor GPS que lê a posição e estima o erro entre a posição real e fornecida pelo receptor. Ai ele cria o sinal de erro e o transmite. Assim se o receptor estiver acusando estar 4 metros mais para o norte do que a posição verdadeira é possível que a uns 500 km dali o “alvo” também esteja 4 metros mais ao norte do que a posição… Read more »

Soyuz

Oi Bosco “Na verdade nossa experiência com o A-Darter poderá ser o ponto de partida para um seeker de imagem térmica”. Eu concordo plenamente. Acho que o A-Darter é um pequeno tesouro de tecnologias chaves. O buscador IIR e o INS permitiriam por exemplo projetar um SAM de defesa de ponto que acoplado ao SABER-60 poderia ser uma opção barata e segura. O buscador IIR e o INS associados a um esforço de desenvolvimento de sistemas de reconhecimento de imagem, também poderiam gerar armamentos ar solo interessantes na forma de bombas planadoras e mísseis de cruzeiro. As mesmas tecnologias também… Read more »

juarezmartinez

ick disse:
6 de maio de 2013 às 23:09

Esse CEP não está muito alto? 10 metros não me parece ser muito preciso.

[]‘s

Leia mais (Read More): Teste da bomba inteligente SMKB 82 | Poder Aéreo – Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil
Caro Nick! No inicio dos ensaios o CEP andava em torno de 17 mts, com os ajustes feitos e novos ensaios chegou-se aos 10 mts, mas o objetivo é fica rabaixo dos 6 mts, para isto mais trabalho, mais ensaios e mais $$$$.

Grande abraço

juarezmartinez

oyuz disse: 7 de maio de 2013 às 1:59 Oi Bosco “Na verdade nossa experiência com o A-Darter poderá ser o ponto de partida para um seeker de imagem térmica”. Eu concordo plenamente. Acho que o A-Darter é um pequeno tesouro de tecnologias chaves. O buscador IIR e o INS permitiriam por exemplo projetar um SAM de defesa de ponto que acoplado ao SABER-60 poderia ser uma opção barata e segura. O buscador IIR e o INS associados a um esforço de desenvolvimento de sistemas de reconhecimento de imagem, também poderiam gerar armamentos ar solo interessantes na forma de bombas… Read more »

Corsario137

Bosco,

O certo seria você ter mudado de ganso pra pato na segunda vez.

Sds.

sergiocintra

Galante Isso dá gosto e mantem a credibilidade conquistada. “Infelizmente” tem-se que segurar o rojão, pela falta de educação e cultura que nos domina. Mas… Soyuz / Bosco “O que vocês tem contra o sono.”! Grandes aulas e cada vez que me deparo com perolas desse naipe, vou pesquisar mais e a consulta a expert’s “integrados”. Assim um oficial do “Exército”, lotado em uma instituição de pesquisa e desenvolvimento, que estava para retornar após os “2” anos de comissionamento – que ao meu ver o tempo não deveria ser o fator importante para esse tipo de missão – na Africa… Read more »

Vader

Excelente notícia. Excelentes comentários do Soyuz e Bosco.

OFF-TOPIC:

Pouso enganchado do Northrop-Grumman X-47B:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=CxWTqHiy3RM

Nick

Muito bons comentários e esclarecimentos dos colegas G-Loc, Juarez e Soyuz. 🙂 No meu entendimento as vantagens de se reduzir o CEP seria poder utilizar uma munição menor, uma SDB tupiniquim, que além de menores danos colaterais, permite a um caça-bombardeiro maior capacidade de ataque. No caso de CEP talvez desenvolver um seeker IIR (poderia ser uma adaptação do seeker do A-Darter?), poderia ser considerado para o futuro para reduzir ainda mais o CEP e também atingir alvos móveis. E não podemos esquecer de que como bem o Juarez lembrou não adianta desenvolver nada, sem uma escala mínima de encomendas… Read more »

Soyuz

Juarez, concordo plenamente. A questão da escala é fundamental. E a questão cultural é igualmente critica. Vou colocar alguns números que lembro de cabeça, os colegas por favor os retifiquem caso estejam errados e sintam-se a vontade para completar a lista. Igla: Para o EB nos anos 90, cerca de 115 mísseis. Para a FAB cerca de 25 mísseis. A titulo de comparação o Equador comprou 250 Iglas no final dos anos de 1990. Penguin Mk-2: Para a MB foram comprados 8 unidades em 2009. Derby: Para a FAB foram compradas 36 unidades. MSS-1.2: Em 2009 tanto o EB quando… Read more »

juarezmartinez

Na minha modesta opinião, cada esquadrão de caça de primeira linha deveria lnçar um mínimo de dois mísseis de seu arsenal por ano, afim de que pelo menos dois pilotos possam transmitir a doutrina de lançamento real com carga explosiva, bem como se aferir a efetividade do armamento. Um exemplo clássico disto pe o Derby, o qual nunca foi lançado de um F 5, temos apenas os ensaios de computador feitos pelo pessoal da Rafael, que dizem que el sai da asa, mas entre a tela do computador e asa do Mike em G há um grande ponto de interrogação.… Read more »

G-LOC

Soyuz, a SMKB é guiada por INS. O GPS é só um auxiliar. Estas armas são até chamas de GAM (GPS aided munition).

A FAB não tem o AIM-9P. Era um Python 4 disfarçado.

Nick, a britanite se juntou a outras e virou a AEQ.

Alexandre Galante

Tivemos que remover o vídeo a pedido do fabricante.

Soyuz

Algum motivo alegado pelo fabricante para remoção do vídeo?

Nick

Caro G-Loc

Mas a Britanite foi comprada, e deixou de ter controle nacional, certo? Se sim, foi pro saco mesmo.

Sobre a remoção do video, o que tem demais ele? Mundo afora qualquer coisa os fabricantes já soltam press releases do tipo terminaram de montar a rebinboca da parafuseta só para aparecer na midia.

Só falta dizerem que é um programa ultra secreto estratégico ……

: P

[]’s

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