quinta-feira, abril 15, 2021

Gripen para o Brasil

Instalando um F414-GE-400 num F/A-18F no hangar de um CVN da USN

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

O título parece uma sopa de letrinhas, mas não é nada mais ou nada menos do que mostra a foto: um motor turbofan F414-GE-400 sendo instalado num caça F/A-18 F Super Hornet no hangar de um porta-aviões de propulsão nuclear (CVN) da Marinha dos EUA (USN). No caso, o hangar do USS Enterprise (CVN 65).

A foto permite ver detalhes da baia do motor esquerdo, assim como o tamanho do motor, em comparação com a equipe de mecânicos. Clique para ampliar. Para ver imagens de trabalhos em motores nos caças Rafale e Gripen, clique nos links abaixo.

FONTE / FOTO: Marinha dos EUA (USN)

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Gilberto Rezende

Uma razão CLARA do porque o SH não PODE tecnicamente vencer o FX-2 brasileiro…

Ele precisa um carrier nuclear para operar como o projetado caça naval que É…

Coisa que a Marinha do Brasil, OBRIGADA a planejar usar caças FX-2, não possui e não busca possuir.

Precisa de uma aeronave que opere num Porta-aviões de porte aproximado da metade de um classe Nimitz…

Guilherme Poggio

Imagine fazer isso aí da foto com o mar jogando para lá e para cá…

PS: Caro Gilberto Rezende

A Austrália não tem NAe nuclear (nem de qualquer outro tipo) e tem Super Hornet.

RomauBR

caro Gilberto, caso o FX-2 se concretize, sequer seu predileto, o Rafale, poderia ser operado no Opalão. Desqualificar sem a argumentação correta não dá credibilidade ao que vc diz, vira coisa de fanboy.

Vader

Gilberto Rezende disse: 17 de outubro de 2012 às 0:15 Lamentavelmente as proposições do cidadão não são congruentes nem entre elas mesmas. O que que um CVN tem pra poder operar um caça que uma base em terra não pode ter? Ou será que só se consegue trocar um motor de Super Hornet com “a nau balouçando”? Será que é preciso “o balanço do mar” para encaixar o motor em sua cave? Quer dizer que porque a MB (???) não tem um Porta-Aviões Nuclear não conseguiríamos trocar o motor de um Super Hornet? Totalmente sem nexo lógico. Totalmente incongruente. Totalmente… Read more »

Vader

Ah sim, continuo também querendo saber em qual PA da Marinha o tal FX2 operará.

Será que é no “Opalão”, aquele que em quinze anos desde que foi adquirido da nossa “parceira-estratégica” França ficou docado por DEZ anos?

Ou será que o FX2 operará nos dois Porta-Aviões a serem construídos para a Primeira e Segunda Frota??? 😉

No aguardo.

RomauBR

(i) Uma razão CLARA do porque o SH não PODE tecnicamente vencer o FX-2 brasileiro… (/i)

razao clara, razao clara…

Gilberto Rezende

O Super Hornet já operou pelo menos 4 vezes com o PA francês Charles de Gaule e o máximo que fez foi toque e arremetida de seu convoo. O Hornet Legacy (C/D) já pousou, operou e inclusive houve uma tentativa americana de vendê-lo como fill gap antes da chegada dos Rafales M (que foi recusada pela França). Quando eu falo sobre o FATO que o Super Hornet não pode mais ser TECNICAMENTE declarado vencedor do FX-2 é porque desde que foi publicada a Portaria Normativa nº 1065 de 28 de Junho de 2010 do MD que informou que a MB… Read more »

RomauBR

É, bem que podia ser assim:

– Eae, mano firmeza? Desce com seu Tijolao aqui no meu PA que é firmeza.
– Pô mano, demorô! Libera uma vaga ai no convoo que eu to descendo!!!

É de uma inocência, pra não dizer insanidade, imaginar que todo e qualquer PA possua os equipamentos necessarios para operar qualquer caça embarcado.

Vader

Gilberto Rezende disse: 18 de outubro de 2012 às 21:51 “desde que foi publicada a Portaria Normativa nº 1065 de 28 de Junho de 2010 do MD que informou que a MB deverá operar caças FX-2 nos seus dois futuros Porta-aviões isto é uma realidade TÉCNICA que se impõe” Hahaha, isso é tão ridículo que só podia mesmo ter vindo da cabeça de um “duença” como aquele tal de Francoorp… Parceiro, essa portaria é uma DIRETRIZ DE ESTUDOS, não uma determinação de aquisição conjunta. Ela própria diz que seu propósito é “estabelecer instruções para a implementação das ações relativas a… Read more »

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