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Helibrás assinará MoU para a venda de 14 EC225 para o mercado civil

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O presidente da Helibras, Eduardo Marson, informou hoje que a empresa assinará um memorando de entendimento com a Líder Aviação para a venda de 14 helicópteros do modelo EC225.

As aeronaves, uma versão civil do modelo EC725, fornecido para as Forças Armadas Brasileiras, serão utilizadas pela Líder para atender às demandas da Petrobras e de outras empresas do setor, especialmente no transporte para plataformas de petróleo.

Lutz Bertling, presidente do grupo francês Eurocopter, controlador da Helibras, informou que a fabricante estará capacitada para projetar e produzir um helicóptero 100% nacional até meados de 2020.

A Helibras também assinou contrato com a brasileira Inbra Aerospace para fornecer blindagem de 48 helicópteros EC-725, que estão sendo fornecidos para as Forças Armadas Brasileiras.

FONTE:www.valor.com.br

36 COMMENTS

  1. Editor, como se vê do corpo da reportagem são 14 helicópteros e não 20, como foi colocado aqui no título.

    Opa! Segundo um colega aqui, os EC-725 nem poderiam voar porque é feio e se parece com uma Kombi! Como pôde a Líder, uma empresa privada que tem por meta o lucro, ter sido enganada pela Helibrás e Eurocopter a ponto de ter comprado uma “jaca voadora”? E 14 ainda por cima!!?? Então a Helibrás passou a perna no Governo Federal, no Ministério da Defesa, nas Forças Armadas e, agora, em uma empresa privada?

    E o que nos diria o colega que falou que os helicópteros estavam com problemas nas baterias, nas turbinas (segundo ele, no “motor”) e na unidade auxiliar de força?

    Aliás, para quem anda acompanhando notícias sobre a “outra jaca” – Rafale – está na imprensa de hoje (2/10/12) que esta “jaca” foi entregue e já está em serviço OPERACIONAL com o novo radar AESA, sendo o primeiro caça europeu a gozar dessa tecnologia. E olha que o AESA no Rafale estava previsto somente para meados de 2013!

  2. Mentira!!!
    O exemplar de Le Jaca C 137 entregue hoje c/ o radar AESA de produção, veja bem UM ÚNICO EXEMPLAR, estará em serviço ativo de esquadrão; somente lá pela metade de 2013.

    “To enter French air force service around mid-2013, single-seat aircraft C137 is the first European fighter to be delivered with an AESA array…”

    (http://www.flightglobal.com/blogs/the-dewline/2012/10/rafale-bags-euro-aesa-bragging.html)

    Enquanto isso na América, o F-22 já tem AESA em serviço de esquadrão, o SH tb e os F-15, tanto o “C” como o “E” já tem upgrade p/ radar AESA em curso.

  3. Está escrito na Flightglobal: “The Rafale has gained an operational AESA sensor before European rivals the Eurofighter Typhoon and Saab Gripen, its developers note” Leia com atenção a palavra “operational”. o link: http://www.flightglobal.com/news/articles/picture-france-accepts-first-aesa-equipped-rafale-377216/

    Se quiser argumentar que o radar está operacional, mas o Rafale equipado com ele, ainda não, então leia o que está escrito em outra fonte: “The Rafale is the first European combat aircraft in operational service equipped with this type of radar.” CLeia com atenção o “in operational service”. Continua, a mesma a fonte: “Dassault Aviation and Thales are proud to equip French forces with this advanced radar technology, which is now entering operational service on a European combat aircraft for the first time.”

    O link: http://www.defpro.com/news/details/39900/?SID=34e7dd16c2e98f05c3e0d395ff70ee3e

    Mas se não quiser dar crédito às 2 (duas) fontes, pode se ater à primeira “jaca” e nos explicar como uma empresa privada se decidiu pela “jaca voadora” com problemas de bateria, turbinas e na unidade auxiliar de força.

  4. Caro Augusto, a Líder não está comprando o EC-725 e sim o EC-225. E está comprando para uso civil, não para uso militar. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa bem diferente.

  5. Augusto disse:
    3 de outubro de 2012 às 2:04

    “os EC-725 nem poderiam voar porque é feio e se parece com uma Kombi!”

    Quem está falando que a “Flying-Kombi” não poderia voar porque é feio é você. Eu jamais disse isso. Não tente colocar palavras que eu não disse em minha boca, como faz a catervuxa em outros blogs por aí…

    “Como pôde a Líder (…) ter sido enganada pela Helibrás e Eurocopter a ponto de ter comprado uma “jaca voadora”?”

    Parceiro preste atenção na notícia: o que a Líder diz que vai comprar é a versão C I V I L da aeronave. Não é o EC-725 das FFAAs.

    No mais, desconheço os requisitos de operação da empresa, mas de uma coisa tenho certeza: não são os mesmos que das FFAAs.

    Trata-se portanto, de outra aeronave.

    “esta “jaca” foi entregue e já está em serviço OPERACIONAL com o novo radar AESA, sendo o primeiro caça europeu a gozar dessa tecnologia”

    Ahahaha, parceiro, óia que o nariz cresce hein, rsrsrsrs…

  6. ugusto disse:
    3 de outubro de 2012 às 2:04

    Editor, como se vê do corpo da reportagem são 14 helicópteros e não 20, como foi colocado aqui no título.

    Opa! Segundo um colega aqui, os EC-725 nem poderiam voar porque é feio e se parece com uma Kombi! Como pôde a Líder, uma empresa privada que tem por meta o lucro, ter sido enganada pela Helibrás e Eurocopter a ponto de ter comprado uma “jaca voadora”?

    Com o sr. bem afimou “voadora!, lembrando que voar não é operar, são coisas bastante distintas, como o tempo moistrará ao colega.

    E 14 ainda por cima!!?? Então a Helibrás passou a perna no Governo Federal, no Ministério da Defesa, nas Forças Armadas e, agora, em uma empresa privada?

    Bem isto nós veremos, porque MOU, não efetivação de contrato, a Lider como todos nós sabemos é uma subsidiaria da Bristow que já voa com alguns EC 225 no mar do norte, e pelo que eu sei, pagou em torno de US$ 18.000.00,00 por cada célula, vamos ver qual a mágica que a “Apertaparafusobras ” vai fazer para vender uma célula por este preço “fake” made in Kit Rewell Brasil” , enquanto que nós pagadores do herário público sustentamos como nossos impostos células desprovidas de sistema s de combate e de missão pela “módica” quantia de US$ 45.000.00,00, eu sou primeiro que vai entrar com uma ação no ministério público solitando a devolução do nosso $$$$

    E o que nos diria o colega que falou que os helicópteros estavam com problemas nas baterias, nas turbinas (segundo ele, no “motor”) e na unidade auxiliar de força?

    Tendo em vista o desconhecimento técnico do assunto vou tentar de ajudar, elucidando alguns fatos:

    O EC 725(ou 225 de mentirinha, xiii não posso falar isto) do EB teve pane de bateria, a FAB emprestou um conjunto de baterias reserva, porque a “logistica top of mine” da Apertaparafusobras não dispunha no Brasil das mesma, com demora prevista de 45 DIAS. Em seguida o da FAB deu pane de bateria, (logo o do GTE) , então ficou na “chon”.
    Também é de conhecimento das pessoas do metie que o EC 725 da MB quase foi perdido quando o piloto fez uma manobra utilizando o cíclico e puxando G, as pás da hélice tocaram nas proteções da entrada de ar dos motores, causando danos ao mesmo e que só não deu m…a maior dada a habilidade do piloto, um “pequeno” erro de projeto, uma coisinha “banal” que deve ter passado despercebido pelos “exaustivos” ensaios feitos pelo fabricante.

    Aliás, para quem anda acompanhando notícias sobre a “outra jaca” – Rafale – está na imprensa de hoje (2/10/12) que esta “jaca” foi entregue e já está em serviço OPERACIONAL com o novo radar AESA, sendo o primeiro caça europeu a gozar dessa tecnologia. E olha que o AESA no Rafale estava previsto somente para meados de 2013!
    É o que de fato vai acontecer, pois agora ele vai para a a avaliação operacional, e se tudo der certo, acredito que na metade do ano de 2013 ele deverá estar operacional, afinal lá se vão vinte e tantos anos, agora resta para nós sabermos quanto vai custar a mais na proposta da Dassault a integração do AESA caso o GF mande comprar o Rafale. Acerdito que esta conta vai longe, e que como diz o nosso querido personagem, Capitão Nascimento: “Sabe quem é paga esta conta né”…..

    Grande abraço

    Leia mais (Read More): Helibrás assinará MoU para a venda de 20 EC725 para o mercado civil | Poder Aéreo – Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil

  7. O título da materia esta equivocado. Não são vinte e nem do modelo EC-725. A reportagem fala de 14 e do modelo EC 225 .

    Caro Juaremartinez deixe por favor fazer uma correção. Não são 45 milhões de dólares, o valor exato é 49 milhões de doletas.

    O Eurocopter EC 725 Caracal é uma evolução do AS532 Cougar que voou pela primeira vez em 1977. Todo seu desenho interno é de um aparelho do final dos anos 70. Por mais updates e upgrades que tenha, ainda vai carregar toda a concepção daquela época. Ele é um bom helis para uso civil e offshore, mas para o emprego militar é ultrapassado. E bem últrapassado! Lembro que os próprios franceses terão como principal helicóptero de transporte militar o NH-090 e não o EC 725.

    Quanto ao Rafale e o AESA não vou nem falar, não vou me dar o trabalho.

    Abs,

    Ricardo

  8. Como diria o esquartejador…

    1. Juarez Martinez, perfeitas suas colocações.

    2. A diferença entre o EC 225 e o 725 são poucas, mais de equipamentos do que de performance em voo. Como já disse aqui antes, acho o EC 225 uma excelente aeronave, que tem prestado um serviço excelente aos operadores de offshore desde o vô puminha até o L2 que ainda está em serviço em alguns lugares do mundo. Se o EC 725 é a melhor aeronave para as FAAs brasileiras já são outros quinhentos mas o helicóptero é comprovadamente bom. Além disso o Geraldo não é doido, se a Líder está comprando, o helicóptero tem seu valor.

    3. A aeronave apresentou problemas mecânicos? Sim. Nenhum no entanto fatal como o AW 139 de quem ninguém ousa falar mal.

    4. É RECONHECIDAMENTE NOTÓRIO (redundante de propósito) que o pós-venda da Eurocopter é o que há de mais lento e atrasado. Pra vender te prometem até o Champs Elysses mas depois meu amigo, prepare-se para uma batalha. Nisso a Sikorsky dá um banho, sem comparações.

    5. DU-Vi-DE-O-DÓ que a Líder cogita pagar 45 milhões de dólares pelo que quer que seja, nem que inventem um helicóptero movido a água! Até porque eles já operam o S92 aqui no Brasil e portanto o negócio deve ser muito do bom para eles colocarem outra aeronave grande porte fazendo a mesma coisa.Vou procurar saber urgente o valor desse contrato – muito curioso. O que o governo brasileiro está pagando é absurdo, disso ninguém tem dúvida.

    6. Produzir um EC 225 a partir de 2020 é piada né? kkkkkkkkkkk…

    7. Rafale? Olha só, tem duas coisas que eu não perco meu tempo falando: Rafale e o final de “Avenida Brasil”. Notícias sobre “Le Jaca” e como será o final da “Carminha” tem a mesma relevância pra mim = 0.

    Abraços a todos.

  9. OLá,

    Bom ai está resposta ao EC ser bom ou ruim, empresas privadas já comprando…O resto é chora de ante-frança sem argumento…

    O preço pode ser questional a aeronave não…

    Abraços,

  10. Vader disse:
    3 de outubro de 2012 às 7:30

    Mauricio R. disse:
    3 de outubro de 2012 às 2:42

    ricardo_recife disse:
    3 de outubro de 2012 às 9:45

    Não sou fonte de informação militar, mas sei analisar uma notícia pela credibilidade da fonte. Já que a moderação acaba de liberar minha resposta lá em cima, leiam bem a palavra “operational” em relação ao Rafale com AESA e, se não concordarem, entrem em contato com as duas fontes internacionais, uma delas a Flightglobal.

  11. Me chamaram ?? Rsssss.

    Bem….. tanto o Juarez quanto o Ricardo e o Corsário…já responderam algumas dúvidas ou questões.

    O EC-225 é civíl, muito bem equipado, segundo me dizem e também por um vídeo que recentemente ví.

    Mas ….. teve problemas, como outros modelos de outros fabricantes também, no Mar do Norte e inclusive aquele novinho da Omni que “tombou” recentemente….. que aliás, teve perda total.

    O último probleminha do EC-225 (o mesmo do “rotor” do seu tio militar) causou uma advertência via boletim do fabricante : é necessário fazer inspeção da cabeça do rotor principal a cada… 4 horas!…. !!

    Nenhuma empresa de off-shore terá helis de um único modelo ou fabricante. A principal contratante, certa empresa estatal do petróleo, não permite…ao menos para quem queira lhe fornecer serviços. Se um determinado modelo ou fabricante tiver que ser grounddeado por motivos técnicos……como fica o transporte de pessoal e suprimentos para as operações no mar ??

    A própria Lider comprou mais quatro S-92…… e esta “compra” ou MOU anunciada, segundo eu soube, faz parte de um pacote maior negociado já a algum tempo entre a EADS/Eurocopter com a Bristow, controladora ou sócia da Lider. Outras duas empresas também negociam o S-92 e uma terceira, a BHS, vai receber mais três S-92 em breve…além de alguns AW também (comenta-se cinco).

    Mas o engraçado é que a própria Eurocopter aposta no off-shore com outro modelo, o EC-175 (16 a 18 Pax) ao menos na Europa. É a empresa fabricando um concorrente para sua subsidiária montadora !!

    O que me incomoda no(s) EC-725 é que o preço pago pelas FFAAs é muito superior ao seu preço médio ou padrão (Us$ 18 milhões segundo uma fonte e Us$ 20 milhões segundo outra)….. quando o preço base de um Sikosky UH-60 Black Hawk é de Us$ 25 milhões (fonte Abdi, entre outras…)…. quando nós estamos pagando Us$ 49 milhões …. tá muito caro o sobrepreço por uma fábrica e alguma ToT para nacionalizar apenas 50% de um helicóptero…

    Ou não ????

    Sds.

  12. Se Le Jaca C 137 está “operacional”, c/ o ÚNICO radar AESA de produção, qual é o esquadrão em que está de serviço???
    Ah e tem que ser esquadrão de combate, unidade de teste e avaliação, em Mont de Marsan ou Istres por exemplo, não conta.

  13. Augusto disse:

    Não perde tempo colega, o pessoal aqui é tão francofobico, que doí na Alma ler qualquer noticia que vier de lá, dá uma dor de cotovelo tão grande que se escorar doí.

    Eles não vão dar o braço a torcer nem aplicando uma Kimura, podem entrar em operação 100 “Jacas como eles adoram chamar” com radar AESA eles vão achar que é mentira.

    Qualquer coisa que é francesa não presta, não funciona, solta pecinha e mais blá blá blá blá.

    Eles falam e depois dizem que não falam, que estão pondo palavras em vossas bocas kkkkkkkkkkkkkk.

    Eles querem noticias ruins tipo: Ec-725 cai e mata todos os passageiros, Rafale abre uma fenda espacial que se torna um buraco negro que vai destruir o mundo, França dá a adeus ao mundo e pede carona pra marte.

    Tudo pelo simples prazer de ver noticias péssimas eles se alimentam disso.

    Comentários Exaltados de quem, a carapuça serviu.

    1,

    2,

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    4

  14. Gente, que conversa de doido essa do Rafale operacional ou não com AESA…

    Não tem nada de mais nem de menos na notícia colocada pelo Augusto lá em cima. Simplesmente segue o caminho normal, que já publicamos aqui mais de uma vez. Não há que se criar celeuma a respeito, nem para deturpar nem para exagerar.

    Em resumo: a primeira aeronave de série com radar AESA está entregue, para entrar em serviço (realizar operações) em esquadrão para que, gradativamente e com mais aeronaves, o primeiro esquadrão equipado com Rafales com radar AESA possa ser declarado operacional.

    O planejamento está aqui:
    http://www.aereo.jor.br/2012/03/15/como-anda-o-desenvolvimento-do-radar-rbe2-aesa-do-rafale/

    O resto é discussão de torcedores pró e contra a aeronave, ou discussões semânticas ou até técnicas sobre o que é operacional ou não. O que, sinceramente, não leva a nada além de ataques e contra-ataques cansativos.

    O que está planejado é: após esse primeiro, mais quatro deverão estar entregues formando um total cinco caças Rafale operando com o AESA em 2013. No ano seguinte, 2014, o número de aeronaves e a quantidade de missões voadas em treinamento deverão permitir declarar como operacional o primeiro esquadrão equipado com esse radar. E pronto, nem mais, nem menos.

    Saudações!

  15. Mauricio R. disse:
    3 de outubro de 2012 às 13:23

    Aí o senhor terá de perguntar para a Flightglobal. Ou será que eles são menos informados que as “fontes” daqui?

    uitinaxavier disse:
    3 de outubro de 2012 às 13:26

    Estou contigo, 100%. A turma da francofobia diz e depois diz que não diz e por aí vai, com suas ideologias canhestras. Mas o bom mesmo é quando começam como papo de que “um amigo meu da Aeronáutica falou que os EC-725”, ou com “o EC-725 não pode voar porque parece uma Kombi”.

  16. O mais importante é saber quanto a Lider pagará por esses EC-725 civis. Ou será vice-versa? 🙂

    Se pagar um valor na versão civil EC-225 que corresponda a metade do EC-725. A FAB poderá exigir um descontão! 😀

    []’s

  17. Relamente Augusto, tu vais me desculpa, até o presente momento tentei te elucidar com fatos a situação deste projeto, mas infelizmente perecebi agora que ao invés de miolos tu deves ter_____________ no cérebro que te bloqueia o raciocinio, se tu e “cumpanhero’ Uitinã preferem pagar US$ 45.000.000,00 de dólares por heli que é vendido ali na esquina do vizinho por US$ 18.000.000,00, realmente é um caso de para ser estudado por um psiquiatra…..
    Peço desculpas pelo palavreado aos colegas e moderadores, mas apenas ______________
    Grande abraço

    NOTA DO EDITOR: SEM DESCULPAS. COMENTÁRIO EDITADO.
    FAVOR NÃO USAR PALAVRÕES OU OFENDER OUTROS COMENTARISTAS

  18. juarezmartinez disse:
    3 de outubro de 2012 às 16:14

    A conversa de quem não tem argumentos geralmente descamba para o tipo de palavreado usado pelo senhor. Em respeito aos colegas, deveríamos todos nos ater a argumentos baseados em fontes (de credibilidade, notadamente).

    Quanto à francofobia do senhor, guarde-a para a Eurocopter e Dassault porque elas é que são francesas, e eu não sou representante comercial de nenhuma dessas empresas, apenas gosto de ter compromisso com a verdade.

    NOTA DO EDITOR: QUE TAL PARAR COM ESSA HISTÓRIA DE FRANCOFOBIA E DE ROTULAR OS DEMAIS PARTICIPANTES E, AO INVÉS DISSO, DISCUTIR COM MAIS ATENÇÃO AS FONTES, VISANDO O DEBATE E NÃO AS DISPUTAS PESSOAIS DE QUEM ESTÁ OU NÃO COM A VERDADE?

    A VERDADE TEM VÁRIAS CARAS, E NÃO ESTÁ NUM LADO SÓ. A DISCUSSÃO ROTULADORA NÃO ENRIQUECE O DEBATE.

    DISCUTAM FATOS, NÃO PREFERÊNCIAS.

  19. Augusto disse:
    3 de outubro de 2012 às 16:29

    “apenas gosto de ter compromisso com a verdade”

    ____________. Porque de novo está falando que eu disse que “o EC-725 não pode voar porque parece uma Kombi” quando quem está dizendo isso é você.

    Eu só disse que a aeronave em questão é uma “Kombosa-Voadora”. O que é mesmo. Não disse que não voa.

    A sua credibilidade, o seu compromisso com a verdade, e nada, é a mesma coisa.

    COMENTÁRIO EDITADO. SUGERIMOS NÃO CONCENTRAR O DEBATE EM DISCUSSÕES SOBRE QUEM ESTÁ MENTINDO OU NÃO. A DISCUSSÃO PODE SER MAIS CORDIAL E PRODUTIVA DO QUE ISSO.
    O RECADO VALE PARA OS TRÊS: AUGUSTO, VADER E JUAREZ.

  20. O importante é saber se os EC-225 da Líder vão ser construídos na França ou no Brasil…

    ACHO que pela urgência do atendimento da Petrobrás eles vão ser construídos na FRANÇA mesmo.

  21. Caro Gilberto,

    O teor da notícia dá a entender que será a filial a montar os helis, e não a matriz. Talvez eles venham semi-montados, bastando à Helibrás pintar os mesmos. E pronto temos uma fábrica de R$420 milhões pago pelo contribuinte brasileiro funcionando. 🙂

    []’s

  22. Prezado editor,

    recado bem entendido, mas peço que leia os meus comentários com atenção e não se achará ofensa pessoal a qualquer participante. Também se verá que sempre faço uso de fontes que tenham credibilidade, nacionais ou internacionais ao invés de consignar fatos sem nenhum lastro na realidade, baseados em simples “achismos”. De mais a mais, o que foi entendido por “rotulação” de minha parte em relação a alguns membros foi apenas resposta a fatos sem lastro na realidade.

  23. Baschera,

    Apenas complementando…

    1. O Super Puma não tem lá muita sorte aqui no Brasil. Lembra-se daquele acidente do 332 L2 da BHS em que perdemos o Calmon? A BHS ficou com as aeronaves groundeadas por uns 2 anos.

    2. Ano passado fui para uma apresentação do EC 175 e ele é claramente uma reação ao AW. Tem tudo para subsituir o Super Puma mas só vai estar a venda em 2014 e por enquanto não tem nenhuma encomenda firme. Sinceramente, eu é que não seria o primeiro a operar isso. Ainda que a aeronave pareça fantástica.

    3. Sobre uma empresa off-shore ter apenas uma aeronave para uma missão…bem, é exatamente isso que acontece. As margens dos contratos são baixíssimas e pagar um modelo já é difícil, dois ou mais, pior ainda.

    Veja o caso da Senior, depois do acidente do Romel os AW ficaram groundeados por meses a fio, alguns ainda estão (eu acho).

    A Líder tem sua força de médio porte totalmente baseada nos S76 (A, C, C+, C++).

    Omni, BHS e Aeróleo tem vários modelos mas cada um dedicado a um contrato da Petrobrás, nem dá pra fazer rodízio.

    Abraço.

  24. O importante é saber se os EC-225 da Líder vão ser construídos na França ou no Brasil…

    ACHO que pela urgência do atendimento da Petrobrás eles vão ser construídos na FRANÇA mesmo.

    Leia mais (Read More): Helibrás assinará MoU para a venda de 14 EC225 para o mercado civil | Poder Aéreo – Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil
    Eu acho bom eles comprarem da unidade Francesa, pois se for aqui vão ter que pagar o mesmo preço que as FAs pagaram, porque se for um centavo a menos, já recebi uns 50 e mais de gente que junto comigo entra no outro dia com um processo no ministério público.

    grande abraço

  25. Corsário137,

    Procedentes seus esclarecimentos, obrigado.

    Sobre o EC-175….interessante notar que o próprio fabricante mudou a motorização comumente usada (Makila), ….será usado o PT6C-67F Canadá da P&W.

    Sds.

  26. “Era uma vez” um vendedor que viu no Brasil uma excelente oportunidade para desencalhar uma certa linha de montagem para X Super Puma que um cliente não queria mais. Foi pra Brasília e ofereceu o pacote para mobiliar as FFAA. De olho no boom do pré-sal, sugeriu a presença da Petrobras na reunião. O representante da Petrobras, que realmente sabia o que esperar de um helicóptero off-shore, alertou que o modelo oferecido, seu velho conhecido, não atenderia os requisitos de alcance e carga-paga para a exploração do pré-sal. Sem o aval da Petrobras, o negócio prestes a afundar, alguém tira da manga a solução: por um pouco mais de $$$, convertíveis em ToT (a moeda mais nebulosa que o mundo já viu…), o pacote evolui para a montagem de um Superpumapernalonga, também conhecido como EC-225, ou EC-725 para os milicos. Pronto, resolvido… Pagando bem, que mal tem?
    Com relação ao mercado off-shore, o EC-225 e o S-92 são considerados “grande porte”. Não dá pra dizer que um é melhor que o outro, ambos atendem aos requisitos de exploração do pré-sal. Na hora da compra as empresas são reféns da “vazão” das linhas de montagem dos fabricantes. Como a demanda está muito maior que a oferta, não tem muito o que escolher, compram o que tem disponível pra comprar.
    O batente do off-shore, que já foi a falta de pilotos, agora é a falta de helicópteros.
    Pra encerrar: HELICÓPTERO NÃO TEM HÉLICE, TEM ROTOR!!!
    Estou postando novamente abaixo uma singela explicação…
    Sds

  27. A hélice de um avião serve para gerar tração (movimentar, deslocar a aeronave), sendo a sustentação necessária para o voo gerada pelas asas (o que ocorre quando essas asas se deslocam pelo ar). As pás de uma hélice variam o passo sempre simultaneamente, aumentando ou diminuindo a tração.
    Já o rotor do helicóptero fornece tanto sustentação necessária para o voo (as pás são asas rotativas), como a tração que desloca a aeronave (ao inclinarmos o disco do rotor na direção desejada para o deslocamento).
    Essa inclinação do disco do rotor ocorre ao se variar o passo das pás de forma cíclica, isto é, o passo da pá aumenta e diminui conforme a região do disco que ela está “percorrendo”. Isso ocorre quando se usa o comando cíclico (= manche).
    Quando se varia o passo de todas as pás simultaneamente, aumentamos ou diminuímos a sustentação do helicóptero, sem variar a inclinação do disco do rotor. Para isso se usa a alavanca do coletivo.

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