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Definidos os requisitos operacionais conjuntos para o veículos aéreos não tripulados das Forças Armadas

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O Ministério da Defesa, através da Portaria Normativa 2384/MD de 5 de setembro de 2012, estabeleceu os Requisitos Operacionais Conjuntos (ROC) para as aquisições de Veículos Aéreos Não-Tripulados de Inteligência, Reconhecimento, Vigilância e Aquisição de Alvos (VANT/ARP ISTAR), destinados aos múltiplos empregos das Forças Armadas.

Os requisitos foram obtidos pela consolidação das características operacionais e técnicas comuns de emprego das três Forças Armadas, constantes em suas documentações orientadoras e normativas, após reuniões coordenadas pela Comissão de Logística Militar (COMLOG), realizadas no Ministério da Defesa, em 2012.

Os requisitos estão divididos em absolutos, desejáveis e complementares. Os absolutos são obrigatórios no VANT/ARP ISTAR e seus subsistemas. Os desejáveis, não obrigatórios, devem ser buscados no VANT/ARP ISTAR pelo incremento da operacionalidade e por proporcionarem maior flexibilidade ao usuário final. Podem até já estar implementados, valorizando o item avaliado. Os complementares, não obrigatórios ou desejáveis, valorizam a escolha do sistema VANT/ARP ISTAR, sem desequilibrar sua avaliação.

O desempenho da plataforma deve obedecer aos seguintes  parâmetros mínimos:

  • – Raio de Ação = 160 (cento e sessenta) km
  • – Autonomia > 16 (dezesseis) h
  • – Carga útil = 150 (cento e cinquenta) kg
  • – Teto operacional > 15.000 (quinze mil) ft
  • – Funcionalidades de segurança:
  • – “Janela de pilotagem”
  • – Decolagem e pouso automáticos
  • – Retorno automático (pane de COMM) 9. o alcance em LOS (line-of-sight) não deve estar limitado à potência da transmissão.

Pelas características mínimas exigidas, os requisitos são para VANT de emprego tático de curto raio de ação. No entanto, exige-se uma elevada autonomia para um raio de ação curto.

Para saber mais, acesse a página do Diário Oficial da União, clicando aqui.

Colaborou: Paulo Henrique

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Fernando "Nunão" De MartiniHRotorGrifoGilberto Rezendejuarezmartinez Recent comment authors
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Marcelo
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Marcelo

Edital dos VANTs, dos mísseis terra-ar, SISFRON, 5 corvetas e Míssil Penguin p/ MB, Programa do veículo Guarani andando, Scorpene BR e Sub Nuc andando…parece que as coisas estão melhorando! Só falta o FX-2 !!!
Vamos ver o que os urubus de plantão vão dizer…

wwolf22
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wwolf22

ha um ditado que diz, “quem tudo quer, nada tem”…
nao sei se esses editais sao pra ingles ver ou se os pilantras de Brasilia resolveram dar a devida atencao as nssas Forcas…

marciomacedo
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marciomacedo

Que Vant encaixa nessas especificações? O da Avibrás ou o da Harpia?

Nick
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Nick

Caro marciomacedo,

Pelas características o VANT da Avibrás me parece ser o que se encaixa nesse perfil. E claro, o próprio Hermes 450 que a FAB está operando.

O Harpia parece ser um VANT na classe do Hermes 900.

[]’s

Mauricio R.
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Mauricio R.

E segue o MD e o seu dirigismo absolutamente suspeito p/ a renovação dos meios das ffaa, se já não bastasse a lambança no Sisfron, temos agora esses editais dos mísseis antiaéreos de média altitude e dos UAV’s indo pelo mesmo caminho.
Nossas ffaa correm o sério risco de se e qndo necessário, estatem mobiliadas c/ sistemas e equipamentos de utilidade duvidosa, ou então excessivamente caros de operar e manter.

Augusto
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Augusto

Não há nenhum edital divulgado, isso é apenas norma diretiva para manifestar os requisitos de uma compra futura e incerta.

E sobre o Falcão da Avibrás: ele tem raio de ação 10km menor do que o mínimo exigido na Portaria Normativa e autonomia 1h menor que o mínimo exigido.

juarezmartinez
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juarezmartinez

Exatamente, por enquanto é só pirotecnias avançada com nunaces masturbativas alucin[ogenas….
Daí para a relaide é um parto……de concreto mesmo só a assinatura com a Koenigberg.

Grande abraço

HRotor
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HRotor

Um mesmo modelo de VANT para as 3 FFAA? É isso mesmo?
À luz da missão e da forma de atuação completamente distinta de cada uma das forças, não parece adequada uma padronização.
Pelo menos é o que se observa mundo afora, são vários tipos, pequenos e grandes, asa fixa ou rotativa, com ou sem armamento, conforme a necessidade operacional.
Para o EB e MB, pode não ser adequado um UAV que precisa de pista de pouso e decolagem.
Já para a FAB talvez o alcance e a autonomia pudessem ser muito maiores que um VANT tático usado pela força terrestre.
???

Gilberto Rezende
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Gilberto Rezende

Qual parte de unificação de compras no Ministério da Defesa ainda não foi entendido??? O requisito único dos VANTs vai na mesma esteira que começou na compra unificada do EC-725, TUDO tem requisitos compartilhados. As diferenças das forças tem de se acomodar nas exigências gerais. Cada decisão desta linha demonstra que minha tese de que o jogo do FX-2 já foi jogado, quando se INCLUI o requisito de que o vencedor do FX-2 TERÀ DE SER adotado OBRIGATORIAMENTE nos futuros NAes da MB… Sem espaço aí para o SUPER Hornet e pela inexistência da variante Sea Gripen (a rigor se… Read more »

Grifo
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Grifo

À luz da missão e da forma de atuação completamente distinta de cada uma das forças, não parece adequada uma padronização.

Caro HRotor, isto é óbvio e ululante. São requisitos distintos e que podem ser até conflitantes, e se esta compra for realmente feita desta forma vai ter força recebendo equipamento que não consegue cumprir a sua missão, como aconteceu com o EC-725.

O pano de fundo para isto é o desejo de colocar o processo de compras de armamento nas mãos de civis ligados a partidos politicos. Aliás, o que faz o já quase condenado José Genoíno no Ministério da Defesa?

HRotor
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HRotor

Lamentavel como o alto escalao se vendeu…
O cientista politico Nivaldo Cordeiro ja alertava em 2010 para a “sovietizacao das FFAA”.

http://www.nivaldocordeiro.net/asovietizacaodasforcasarmadas

Boa leitura…

HRotor
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HRotor

Ja este, de Olavo de Carvalho, bem atual, mostra como todas essas coisas estao ligadas para a submissao da nossa sociedade (inclusive como consequencia da nao reacao das FFAA):

http://www.olavodecarvalho.org/semana/120912dc.html

Nada mais inconveniente para o governante que um povo culto…

Fernando "Nunão" De Martini
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“Gilberto Rezende disse:
15 de setembro de 2012 às 2:37
Cada decisão desta linha demonstra que minha tese de que o jogo do FX-2 já foi jogado, quando se INCLUI o requisito de que o vencedor do FX-2 TERÀ DE SER adotado OBRIGATORIAMENTE nos futuros NAes da MB…
Sem espaço aí para o SUPER Hornet…”

Essa eu não entendi, Gilberto. Por que não haveria espaço nesse sentido para o único dos três competidores do F-X2 que é, antes de qualquer coisa, um caça naval?

Mauricio R.
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Mauricio R.

“Qual parte de unificação de compras no Ministério da Defesa ainda não foi entendido???”

Aquela parte aonde diz que a má versação do dinheiro público, estaria livre e liberada.